sábado, 22 de fevereiro de 2020

MINISTROS DE DEUS (SERVIR E PROTEGER)



Filipe Levi 22/02/20
MINISTROS DE DEUS (SERVIR E PROTEGER)



“A única coisa necessária para que o mal triunfe é os homens de bem não fazerem absolutamente nada”. (Edmund Burke)


Neste texto, pretendo contar sobre os homens que me inspiram a fazer a vontade de Deus, e divulgar as mensagens do Altíssimo para o seu povo, a Igreja. No Antigo Testamento, muitos homens foram levantados por Deus para alertar o seu povo sobre os pecados da idolatria e da prostituição, ou seja, o sincretismo religioso e a imoralidade que muitas vezes dominaram Israel (Reino do Norte) e Judá (Reino do Sul). Quero cumprir o meu papel de emissário de Deus, que é alertar a Igreja sobre os seus pecados, isto é, a sua desobediência a Deus. Ser profeta de verdade não é dar “profetadas”, mas é alertar o povo de Deus sobre os seus pecados que tanto o afastam d’Ele.

Os profetas mais famosos e que mais gosto são Samuel, Isaías, Jeremias, Ezequiel, Daniel, Elias, e Eliseu. Neste artigo, pretendo contar os pontos principais das vidas desses grandes homens de Deus, que não apenas fizeram a diferença, mas foram à diferença. Os antigos profetas exortavam o povo de Deus, e nós, cristãos, devemos fazer o mesmo nos dias de hoje.

Samuel foi um homem muito digno e honrado, que ao contrário dos filhos de Eli (sumo sacerdote do Templo), Hofni e Fineias, que desagradaram o coração de Deus, ele obedecia todos os Mandamentos do Senhor. Deus se revelou a Samuel, quando ele ainda era muito novo, para mostrar qual seria o fim de Eli e sua casa. Samuel ungiu os dois primeiros reis de Israel, Saul e Davi. O primeiro se corrompeu e teve um fim trágico (ele se suicidou depois de ser derrotado numa batalha). O segundo serviu ao Senhor até o fim dos seus dias. Davi andou segundo o coração de Deus, e foi o maior rei da história de Israel. Jesus Cristo é descendente de Davi, e um dia, Ele retornará, e estabelecerá o seu Reino de paz e de justiça na Terra. Samuel foi o último dos Juízes e o primeiro dos profetas.

Isaías foi um grande profeta que profetizou sobre grandes impérios como a Assíria e a Babilônia. Israel se aliou a Síria para resistirem ao domínio da Assíria, mas os assírios os derrotaram. O Reino do Norte foi destruído e muitos israelitas foram levados cativos. A Assíria foi derrotada pela Babilônia, que depois se tornou a maior potência militar da época. Isaías profetizou sobre a libertação dos judeus que sofreriam com o cativeiro babilônico que duraria setenta anos. Deus revelou para esse profeta que Ciro, o Grande, nasceria, cresceria, e reinaria sobre os medos e os persas. Ciro, liderando os medos e os persas, derrotou os babilônios, libertando os judeus do cativeiro. Isaías havia profetizado sobre Ciro muito tempo antes dele nascer. Ciro quase foi morto quando criança pelo seu avô, mas ele foi salvo por um pastor de ovelhas. O filho da união de duas nações derrotaria a Babilônia e libertaria o povo de Deus da opressão. Isaías realizou muitas profecias e foi usado grandemente por Deus. Provavelmente, Isaías foi martirizado sendo serrado ao meio.

Jeremias é o profeta da Bíblia com quem eu mais me identifico, pois ele era melancólico e depressivo (além de não ter se casado), assim, como eu. Jeremias tentou alertar os judeus sobre o julgamento divino que viria através do exército de Nabucodonosor, rei dos caldeus. O rei Zedequias, viu os seus filhos serem assassinados diante dos seus olhos, e depois foi cegado. Os príncipes, que tanto perseguiam Jeremias, foram castigados e depois mortos. Jeremias amava o seu povo, mas o seu povo o desprezou, preferindo dar ouvidos aos falsos profetas que pregavam o que o povo queria ouvir. O Templo de Jerusalém foi saqueado, e inúmeros judeus foram levados cativos.

Ezequiel também foi um grande profeta que deu esperança para os cativos dizendo que um dia eles seriam libertados e teriam o seu reino restaurado. Ezequiel estava cativo, mas tinha esperança de que o seu povo um dia voltaria a ser livre.

Depois da queda do império assírio, o Egito, governado pelo Faraó Neco, e as forças babilônicas, disputavam por territórios. Ezequiel viveu durante esse período. Israel e Judá pecaram, porque preferiram confiar em outros reinos do que em Deus, e o Altíssimo usou a Assíria para punir o Reino do Norte, e a Babilônia para castigar o Reino do Sul. O povo de Deus deve depositar a sua confiança somente n’Ele.

Ezequiel teve a visão do Vale de Ossos Secos, que gosto muito. Esse profeta apesar de ter sido levado cativo pelos babilônios, não perdeu a esperança. Ezequiel teve intimidade com Deus, assim, como os outros profetas tiveram.

Daniel e seus amigos, Hananias, Misael, e Azarias, foram levados cativos ainda jovens para a Babilônia. Eles se tornaram grandes políticos, que eram honestos e íntegros (bem que os políticos brasileiros poderiam seguir o mesmo exemplo).

Os amigos de Daniel foram lançados numa fornalha ardente, porque se recusaram a adorar a estátua de Nabucodonosor. O rei da Babilônia ordenou que se esquentasse o fogo da fornalha sete vezes mais, depois que esses políticos de Deus o afrontaram, se negando a adorar a estátua. Os melhores soldados do exército babilônico amarraram os amigos de Daniel, e os jogaram na fornalha ardente. Deus matou os guerreiros que lançaram Hananias, Misael, e Azarias na fornalha, e os livrou milagrosamente. Daniel interpretou os sonhos de Nabucodonosor, e prosperou muito no seu reino.

Quando Nabonido estava reinando no lugar de Nabucodonosor, ele decidiu estudar História e religião em outra nação, e Belsazar, seu filho, reinou em seu lugar. Belsazar profanou os cálices e objetos do Templo de Deus que tinham sido levados pelo seu avô para a Babilônia, e, por isso, Deus decretou a derrota dos babilônios através dos medos e dos persas. Uma mão descarnada escreveu defronte do candeeiro, a condenação do reino babilônico. Daniel interpretou o que estava escrito, e naquela mesma noite, os medos e os persas invadiram o reino, e Belsazar, o rei dos caldeus, foi assassinado.

Daniel se tornou o governador-geral da Babilônia, e por inveja de seus inimigos políticos, o rei Dario, o Medo (talvez, fosse um tio de Ciro, o Persa, ou Gobrias, um general babilônico que desertou e se aliou a Ciro), foi obrigado pelas leis dos medos e dos persas, que não podiam ser revogadas, a condenar Daniel à morte (contra a sua própria vontade). Deus livrou Daniel dos leões, e os seus inimigos políticos e suas famílias, foram jogados na cova dos leões em seu lugar, e as feras os destroçaram. Daniel prosperou nos reinados de Dario, o Medo, e de Ciro, o Persa.

Elias foi um grandioso profeta que profetizava nas épocas dos reinados de Acabe e de Jorão. Jezabel, a rainha, esposa de Acabe, mãe de Jorão, era a sua maior inimiga. Elias desafiou os profetas de Baal, e os envergonhou, exaltando o Nome do Deus Vivo. Elias profetizou o fim da casa de Acabe e a morte de Jezabel. A parte que mais me emociona na Bíblia (além da sarça ardente, quando Deus falou com Moisés) é quando Deus fala com Elias no Monte Horebe. Elias havia se escondido dentro de uma caverna, e desejava ardentemente morrer, porque estava deprimido (outro profeta com quem eu me identifico bastante). Elias, como todos os verdadeiros profetas, era amigo de Deus. Elias criticava muito o sincretismo religioso que predominava em Israel (o povo queria adorar a Deus e a Baal ao mesmo tempo. Em outras épocas, o povo queria cultuar a Deus e a Moloque ao mesmo tempo também). Os israelitas somente ouviam os falsos profetas que pregavam o que eles queriam ouvir. Elias foi arrebatado sem conhecer a morte, mas antes, ele ungiu Eliseu, profeta em seu lugar.

Eliseu também foi grandemente usado por Deus. Naamã, o comandante do exército da Síria, foi curado da lepra. Os soldados sírios foram cegados. Pessoas foram curadas e ressuscitadas. Pessoas que zombaram do profeta foram estraçalhadas por ursos. Jorão, rei de Israel, e Acazias, rei de Judá, assim, como Jezabel, foram mortos. Eliseu, assim, como todos os profetas, exortaram o povo de Deus. Nós devemos fazer o mesmo.

Um grave erro cometido por muitas igrejas pentecostais (reconheço que existem igrejas pentecostais sérias) é que os profetas ficam dando profetadas sem pé nem cabeça. Se analisarmos o que os profetas do Antigo Testamento faziam, esses profetas verdadeiramente de Deus exortavam o povo de Deus a buscá-lo, e muitas vezes esses profetas julgavam o povo em relação aos seus pecados. Portanto, ficar usando o chavão “Não Julgueis” é algo totalmente anti-bíblico. Quando Jesus disse que se julgarmos os outros seremos julgados por Deus, Ele se referiu ao julgamento simplesmente crítico e sem moral, tanto que em outra parte da Bíblia, Cristo ensinou que devemos julgar segundo a reta justiça. Muitos cristãos confundem o amor com a omissão diante do mal e com a conivência com o pecado, e não é isso o que a Palavra de Deus ensina. Cristo nunca disse para sermos apáticos perante as coisas erradas.

“Não julgueis segundo a aparência, e, sim, pela reta justiça”. (João 7:24)

No Antigo Testamento, o Altíssimo usou nações como a Síria, a Assíria, e a Babilônia, para poder castigar o seu povo. Deus levantou vários profetas em várias épocas diferentes para alertar o seu povo, mas o seu povo preferia viver na prática do pecado em vez de buscá-lo de todo o coração. Grandes profetas, como, por exemplo, Elias, Eliseu, Isaías, Jeremias, Daniel, Ezequiel, e outros profetas foram usados grandemente pelo Deus Vivo para profetizar os julgamentos de Deus sobre as nações e sobre o seu próprio povo. O Senhor dos Exércitos sempre teve o controle sobre a História, tanto controle militar como político. Deus tem o domínio sobre os reinos dos homens e coloca no poder a quem Ele quer. O Todo-Poderoso levantou nações como a Assíria e a Babilônia para julgar os povos da Terra. Essas potências militares da época foram usadas grandemente por Deus para realizar os seus objetivos gloriosos.

Eu li os livros dos profetas Sofonias, Naum, e Habacuque, e adorei ler esses livros, que contam sobre os julgamentos divinos através da Babilônia e da Assíria. Os profetas da Bíblia com quem eu mais me identifico são Elias e Jeremias, porque eu sou tão melancólico e depressivo quanto eles eram. O profeta Daniel era um homem também digno da minha admiração, devido a sua integridade e honestidade. Daniel foi um político de Deus muito honesto. A profecia do profeta Isaías sobre Ciro, o Grande, o libertador dos judeus, também me emociona muito. Isaías profetizou que Deus levantaria Ciro, o Persa, para derrotar a Babilônia e libertar o povo de Deus da opressão babilônica. O profeta Samuel (o último dos juízes e o primeiro dos profetas) ungiu a Davi, rei sobre Israel. Samuel ungiu o herói da Palavra de Deus que eu mais admiro, um homem que andava segundo o coração de Deus. Todos os profetas da Bíblia foram usados por Adonai para exortar o seu povo sobre os seus pecados, como, por exemplo, a idolatria e o sincretismo religioso (infelizmente, algo muito comum em muitas igrejas evangélicas hoje).

“Ou não sabeis que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deverá ser julgado por vós, sois acaso indignos de julgar as cousas mínimas? Não sabeis que havemos de julgar os próprios anjos; quanto mais às cousas desta vida? Entretanto, vós, quando tendes a julgar negócios terrenos, constituís um tribunal daqueles que não têm nenhuma aceitação na igreja”! (1 Coríntios 6:2-4)

Usar as desculpas ridículas como o “Não Julgueis” ou o “Não toqueis nos ungidos de Deus” é algo extremamente diabólico, porque Deus nunca apoiou a omissão diante das coisas erradas, tampouco ensinou na sua Palavra que nós, cristãos, devemos ser coniventes com o pecado por causa de um falso amor ou de uma falsa unção mirabolante. Portanto, nós devemos exortar sim, como os antigos profetas fizeram.

A Bíblia, a Palavra de Deus, sempre reprovou e condenou a omissão diante do mal, ou seja, quando nos calamos, nos silenciamos e nos omitimos diante da opressão, nós somos cúmplices do opressor. Portanto, devemos combater o mal e os malfeitores tanto com duras palavras quanto com armas bélicas e com os nossos punhos mesmo.

“Quem é este, que vem de Edom, de Bozra, com vestes de vivas cores, que é glorioso em sua vestidura, que marcha na plenitude da sua força? Sou eu que falo em justiça, poderoso para salvar. Por que está vermelho o traje e as tuas vestes como as daquele que pisa no lagar? O lagar eu o pisei sozinho, e dos povos nenhum homem se achava comigo; pisei as uvas na minha ira; no meu furor as esmaguei, e o seu sangue me salpicou as vestes e me manchou o traje todo. Porque o dia da vingança me estava no coração, e o ano dos meus redimidos é chegado. Olhei, e não havia quem me ajudasse, e admirei-me de não haver quem me sustivesse; pelo que o meu próprio braço me trouxe a salvação, e o meu furor me susteve. Pisei os povos na minha ira, embriaguei-os no meu furor, derramando por terra o seu sangue”. (Isaías 63:1-6)

Desde o Antigo Testamento, Deus castiga os povos que se rebelam contra os seus Mandamentos e oprimem o seu povo. Deus levanta uma nação para castigar outra nação. O Altíssimo, que domina os reinos dos homens, estabelece no poder a quem Ele quer. Deus é soberano e faz o que quer com os povos da Terra. Deus é justo e implacável com os pecadores que não se arrependem de seus pecados. O Altíssimo levanta nações para promover a justiça. O Estado, que é ministro de Deus, é estabelecido pelo Altíssimo para punir os culpados. O Todo-Poderoso salva e vinga o seu povo. Deus é o Vingador do sangue inocente. Durante anos, eu duvidei da justiça divina, mas, hoje, eu confio no meu Deus, e sei que Ele vingará todos os inocentes.

“Atendei, ó estúpidos dentre o povo; e vós insensatos, quando sereis prudentes? O que fez o ouvido, acaso não ouvirá? E o que formou os olhos, será que não enxerga? Porventura quem repreende as nações, não há de punir? Aquele que aos homens dá conhecimento? O Senhor conhece os pensamentos do homem, que são pensamentos vãos”. (Salmo 94:8-11)

Deus não é surdo, cego e nem burro. Ele sonda as mentes e os corações, ou seja, Ele sabe de todas as coisas. Deus está em todos os lugares, isto é, Ele está nos extremos do céu e nas profundezas do mar. Não há como fugir de sua presença. Deus é amoroso e misericordioso com os pecadores arrependidos. Entretanto, quando os pecadores não se arrependem e não se desviam de seus maus caminhos, Deus pesa as suas mãos sobre eles. Na verdade, até quando o pecador se arrepende, ele arca com as conseqüências de seus pecados, no entanto, ele é perdoado e justificado.

“Mas o juízo se converterá em justiça, e segui-la-ão todos os de coração reto. Quem se levantará a meu favor, contra os perversos? Quem estará comigo contra os que praticam a iniquidade? Se não fora o auxílio do Senhor, já a minha alma estaria na região do silêncio”. (Salmo 94:15-17)

Uma pessoa se torna muito forte quando o seu objetivo é proteger algo ou alguém. A espada deve ser usada para proteger. Se você perder e morrer, as pessoas que você está protegendo também morrerão. Um protetor não tem a opção de perder. Lute contra aqueles que abusam dos fracos. Proteja os oprimidos. Seja um grande guerreiro que luta em prol dos outros. Use os seus punhos e suas armas para proteger os indefesos. Seja Aquele Que Protege.

JEREMIAS E SUA CHAMADA PARA O MINISTÉRIO PROFÉTICO:
Jeremias nasceu e cresceu numa pequena e inexpressiva cidade chamada Anatote. Ser profeta, para um jovem aldeão, talvez não coubesse nos seus sonhos. Porém, Deus o havia escolhido para o ministério profético ainda no ventre de sua mãe. Disto ele não sabia. Pela Bíblia sabemos que Deus sempre sabe onde estão seus escolhidos e, no tempo determinado os encontrará ainda que estejam no "fim do mundo".
Deus encontrou Abraão na terra dos caldeus; encontrou José, numa prisão, no Egito; encontrou Moisés pastoreando as ovelhas de seu sogro, em Midiã; encontrou Davi pastoreando as ovelhas de seu pai; encontrou Elizeu "... que andava lavrando com doze juntas de bois"; encontrou Pedro e André, "... os quais lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores"; encontrou Paulo, no caminho de Damasco; encontrou Timóteo na distante cidade de Listra, porque Deus sempre encontra seus escolhidos!
Assim, meu irmão, se você tem de Deus, uma chamada ministerial, creia que Ele sabe onde você está. Descanse e espere! Você será encontrado, no tempo de Deus, esteja onde você estiver.
CREIA NISTO! (autor desconhecido)

A difícil missão do profeta Ezequiel:

Sabendo Deus que o povo não iria dar ouvidos à sua Palavra, ordenou a Ezequiel, dizendo - "... tu lhes dirás as minhas palavras, quer ouçam quer deixem de ouvir..." - Ezequiel 2:7.
Assim sabemos que a missão do homem de Deus é falar a Palavra, porque Deus disse através do Profeta Isaías que "... a palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia..." - Isaías 55:11. Vamos entender o porque a Palavra não voltará vazia, considerando que um dos seus símbolos é a espada, segundo escreveu o Apóstolo Paulo - "Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus" - Efésios 6:17.
Também o Apóstolo João, simbolicamente, viu a mesma Palavra como "... uma aguda espada de dois fios..." Apocalipse 1:16. Assim é que, tendo dois fios, a espada corta dos dois lados. Por ela, o homem será salvo, mas, também por ela, ele será condenado. Foi, pois, por esta razão que o Senhor Jesus disse aos seus discípulos - "... Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer ... será salvo; mas quem não crer será condenado" - Marcos 16:15-16. A espada tem dois gumes: "cortando" de um lado, ela salva; "cortando" do outro, ela condena. Assim, para Deus "ela não voltará" vazia, porque pela mesma Palavra o homem será salvo, caso creia nela, porém, será condenado caso a rejeite.
Portanto, ao Profeta Ezequiel Deus ordenou, dizendo - "Mas tu lhes dirás as minhas palavras, quer ouçam quer deixem de ouvir". Esta mesma verdade é válida também para hoje. Nossa missão é falar a Palavra de Deus, quanto à salvação ou à condenação, será daquele que a ouvir. Não deixe, pois, de falar a Palavra de Deus "... a tempo e fora de tempo..." - (2 Timóteo 4:2) Pense nisso!! (autor desconhecido)

SOBRE O COMBATE (A LEGÍTIMA DEFESA E A GUERRA JUSTA):

Os cristãos sempre tiveram esse “fetiche” pelo Pacifismo, como se ser a favor da paz ou ser pacificador tivesse algo a ver com essa ideologia diabólica e demoníaca. A Bíblia, a Palavra de Deus, nunca proibiu os cristãos de se defenderem e nem de protegerem as pessoas que ama. O Pacifismo é uma ideologia antibíblica e satânica que nunca esteve no Novo Testamento, mas que os cristãos, com esse seu “fetiche” doentio, sempre quiseram que estivesse na Bíblia.

OS AGENTES DO ESTADO (INSTRUMENTOS DA JUSTIÇA DE DEUS):

“Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá. Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade de uma punição, mas também por questão de consciência. É por isso também que vocês pagam imposto, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho. Dêem a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

No Novo Testamento (Nova Aliança), o apóstolo Paulo ensinou, claramente, que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus (colocadas por Deus no poder) para punir os maus e louvar os bons. A função e o dever das autoridades legalmente constituídas é reprimir o mal e louvar o bem. O Estado tem o poder da espada para punir criminosos e malfeitores dentro de sua jurisdição, e também para defender a sua nação de invasores externos (homens maus) que ameacem a segurança de seu país. Paulo pregou, claramente, que os agentes do Estado (magistrados, governantes e soldados) são ministros de Deus, ou seja, estão a serviço de Deus para castigar os malfeitores e para proteger os cidadãos de bem. Deus não apenas permitiu as autoridades governamentais, mas as instituiu (colocou no poder) para fazer justiça. As autoridades legalmente constituídas são instituídas por Deus para reprimir o mal, ou seja, os magistrados, soldados e policiais são instrumentos da justiça de Deus. O sentido bíblico de liderança é “servir e proteger”. O governante deve servir ao seu povo. Os soldados e magistrados devem proteger os cidadãos de bem e reprimir o crime. A palavra usada para espada é “Machaira”, que é um símbolo da pena capital (espada que era usada para combater nas guerras e para executar criminosos perigosos). Paulo não só legitimava o uso da força bruta (combate físico), mas também o uso de armas letais (matar os malfeitores). 

“Por causa do Senhor, sujeitem-se a toda autoridade constituída entre os homens; seja ao rei, como autoridade suprema, seja aos governantes, como por ele enviados para punir os que praticam o mal e honrar os que praticam o bem. Pois é da vontade de Deus que, praticando o bem, vocês silenciem a ignorância dos insensatos. Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus. Tratem a todos com o devido respeito: amem os irmãos, temam a Deus e honrem o rei”. (1 Pedro 2:13-17)

O apóstolo Pedro era a favor da lei e da ordem, assim, como o apóstolo Paulo, pois até ele reconhecia que era necessário que os agentes do Estado (ministros de Deus) usassem a força bruta (castigos físicos) para castigar os criminosos. Além de Paulo, Pedro também defendia o uso da força (combate bélico) por parte do Estado para se fazer justiça. Os apóstolos, Pedro e Paulo, reconheciam que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus para o bem-estar da sociedade.

“Então, alguns soldados lhe perguntaram: E nós, o que devemos fazer? Ele respondeu: Não pratiquem extorsão, nem acusem ninguém falsamente, e contentem-se com o seu salário”. (Lucas 3:14)

O grande e poderoso profeta, João Batista, quando batizou alguns soldados, ele não lhes condenou por serem combatentes, pelo contrário, esse grande e extraordinário profeta lhes aconselhou a serem militares, portanto, que exercessem a sua função (o seu trabalho) com honestidade e integridade. João Batista foi o maior de todos os profetas e o homem mais justo que existiu sobre a Terra (além de Jesus, obviamente).

REFUTANDO O PACIFISMO (HERESIA DIABÓLICA):

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do Diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes”. (Efésios 6:10-13)

A luta da Igreja é a Guerra Espiritual (Efésios 6) e a luta do Estado é a Guerra Física (Romanos 13). O Estado não pode ter uma igreja; e a Igreja não pode ter uma milícia. Paulo não era pacifista, pois ele é o autor de ambas as Cartas. Paulo defendia tanto o combate físico quanto o combate espiritual. O autor de Efésios 6 é também o autor de Romanos 13. Seria muito incoerente Paulo pregar o Pacifismo em Efésios 6 e depois pregar a Guerra Justa e a punição de criminosos em Romanos 13. Existem duas guerras que os cristãos devem lutar, a Guerra Física e a Guerra Espiritual. O Estado, que tem o poder da espada (Machaira), só deve se engajar na luta física. A Igreja (instituição religiosa) só deve se engajar na luta espiritual. Satanás, o Diabo, também atua usando os bandidos e os terroristas para fazer o mal. Paulo nunca pregou o Pacifismo, ou seja, a omissão diante do mal, mas apenas ensinou que a luta da Igreja é a Batalha Espiritual (Efésios 6), mas isso não invalida a luta do Estado, a Batalha Física (Romanos 13). Tanto os guerreiros da Igreja quanto os guerreiros do Estado são ministros de Deus.

“Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas;”. (2 Coríntios 10:3-4)

Esse trecho da Bíblia é muito deturpado pelos “cristãos” pacifistas, pois o verdadeiro contexto não se refere às armas bélicas (serviço militar), mas, sim, a capacidade humana e as vãs filosofias (conhecimento humano). Os cristãos, servos de Deus, para poderem combater os Anjos do Inferno e as heresias dos falsos profetas precisam das armas espirituais dadas por Deus, pois eles são incapazes de vencer Satanás e os seus demônios sozinhos. Para se combater os falsos ensinos e as heresias, os cristãos, precisam da sabedoria vinda de Deus e do poder de sua Palavra (a Bíblia). Em nenhum momento, Paulo, está pregando a omissão diante do mal. O Estado tem o poder da espada (Machaira) para reprimir os bandidos, terroristas e malfeitores. Assim, como a Igreja não pode ter uma milícia, o Estado não pode ter uma igreja. Cada ministro de Deus deve exercer a sua função, seja como guerreiro físico ou como guerreiro espiritual.

“Ouvistes que foi dito: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;”. (Mateus 5:38-39)

Sobre se te baterem na "face direita" ter que oferecer a outra, isso é simbólico. Tanto arrancar o "olho direito" quanto cortar a "mão direita" também é simbólico. É óbvio que tudo isso é uma simbologia (Alegorismo). Jesus não está mandando ninguém ser saco de pancadas, mas apenas ensinou que a vingança é errada, mas em nenhum momento Ele condenou a legítima defesa ou a defesa pessoal. Para se bater na “face direita” é preciso bater com as “costas da mão”, se o agressor for destro (que é o mais comum). Esse tipo de agressão é conhecido como “tapa cortês”, ou seja, está se referindo a humilhação moral e não a agressão física. Esse trecho da Bíblia é muito deturpado para poder pregar à apatia e a omissão diante do mal. A obrigação dos fortes é defender os fracos e proteger os indefesos. Não é pecado se defender de agressões injustas e nem proteger as pessoas que ama.

“Então, Jesus lhe disse: Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada, à espada perecerão”. (Mateus 26:52)

Quando Pedro cortou a "orelha direita" de Malco, Jesus não mandou Pedro jogar a espada fora, mas apenas para guardar a espada (Machaira). O próprio Jesus Cristo ordenou a Pedro comprar aquela espada (arma usada para matar mesmo). Se alguém viver atacando os outros acabará sendo atacado. Viver pela espada é viver praticando a violência por ser violento, e não se defender de agressões injustas. O apóstolo tentou impedir que a profecia sobre Jesus se cumprisse, por isso, houve essa repreensão de Cristo sobre o mau uso da espada (Jesus nunca condenou a defesa legítima e a correta justiça). A profecia não era para que Pedro salva-se Jesus; não era essa a profecia. O apóstolo Paulo ensinou que Deus estabeleceu o governo e de que o Estado tem o poder da espada (Machaira) para punir os malfeitores (algo concedido e autorizado por Deus).

“E saberá toda esta congregação que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; porque do Senhor é a guerra, e ele vos entregará na nossa mão”. (Samuel 17:47)

Quando Davi afirmou que do Senhor é a guerra, ou seja, de que a batalha pertence ao Senhor, ele quis dizer que nós, guerreiros de Deus, seguidores de Cristo, devemos confiar no Deus de Israel e não em nossa própria força ou em armas bélicas. Entretanto, em nenhum momento, Davi hesitou lutar contra Golias por causa disso, porque ele confiava no Senhor dos Exércitos.

DEUS NUNCA CONDENOU JURAMENTOS MILITARES (O QUE A BÍBLIA ENSINA DE FATO SOBRE ISSO):

Sobre os juramentos (como o Juramento à Bandeira), Jesus Cristo não condenou totalmente os juramentos. O que Jesus condenou foi o juramento de homens que não têm palavra (pessoas mentirosas), e que precisam se garantir em juramentos para os outros acreditarem que eles estão falando a verdade. Algumas Confissões de Fé protestantes explicam bem sobre isso. Não há problema algum em fazer juramentos honrados em nome da paz, da justiça e do amor. Além dos militares, os médicos também fazem juramentos. O casamento também é um juramento de lealdade ao seu cônjuge.

O VERDADEIRO CONTEXTO DO SEXTO MANDAMENTO “NÃO MATARÁS” (NÃO ASSASSINARÁS):

O Mandamento “Não Matarás” em sua tradução correta é “Não Assassinarás”. Isso não implica em matar para se defender (legítima defesa) e a matar na guerra (soldados cumprindo com o seu dever). O Sexto Mandamento sempre se referiu ao assassinato criminoso e não a matar quando realmente há necessidade. O verbo hebraico “ratsach” usado nesse Mandamento no Antigo Testamento, e o verbo grego “foneuo” usado nesse Mandamento no Novo Testamento, sempre são usados para se referir ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa e a pena capital (Machaira). Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” se referem ao homicídio ilícito. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado. O Sexto Mandamento “Lo Tirsah” em hebraico e “Ou Foneuseis” em grego se refere ao assassinato e não a matar por uma causa justa. A violência deve ser usada enquanto uma contingência (para defesa própria ou para proteger os outros) e não como objetivo. Seria uma grande incoerência Deus mandar os hebreus matarem nas guerras sendo que Ele mesmo disse “Não Matarás” (Não Assassinarás), se no Sexto Mandamento Deus não se referisse somente ao homicídio criminoso (Deus não é bipolar). O guerreiro que não respeita a lâmina de sua espada (lâmina cortante, arma de fogo ou Bíblia) não é digno de sua espada. As armas do cristão só devem ser disparadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. O cristão não deve usar a sua arma (Machaira) por motivos ou razões pessoais, mas apenas para promover a justiça e a paz. Matar sem nenhum fundamento moral não é nada além de assassinato. Matar por uma causa justa é apenas justiça. Portanto, o cristão só deve usar os seus punhos e suas armas em prol da justiça (para defesa própria e proteção dos outros).

A VERDADE SOBRE O ENSINAMENTO “OLHO POR OLHO E DENTE POR DENTE” (O QUE A BÍBLIA REALMENTE ENSINA):

As pessoas tem uma “visão” distorcida sobre o ensinamento “olho por olho e dente por dente”. Em primeiro lugar, esse ensinamento nunca foi sobre ódio e vingança. O verdadeiro ensinamento sobre “olho por olho e dente por dente” nunca foi um incentivo a vingança, ao ódio ou a retaliação, mas, pelo contrário, era justamente para que os criminosos (bandidos e malfeitores) fossem punidos de uma forma justa, e não de uma maneira exagerada. Em segundo lugar, o próprio Moisés ensinou que devemos amar os nossos inimigos e que a vingança pertence a Deus. Há diferença entre vingança e justiça. Em terceiro lugar, os criminosos, bandidos, corruptos e malfeitores devem mesmo ser punidos severamente, mas dentro da legalidade (dentro da lei). A vingança pertence a Deus e a justiça deve ser aplicada somente pelas autoridades legalmente constituídas (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17).

JESUS E O PORTE DE ARMA (AS DUAS ESPADAS):

“E disse-lhes: Quando vos mandei sem bolsa, alforje, ou alparcas, faltou-vos porventura alguma coisa? Eles responderam: Nada.
Disse-lhes, pois: Mas agora, aquele que tiver bolsa, tome-a, como também o alforje; e, o que não tem espada, venda a sua capa e compre-a; Porquanto vos digo que importa que em mim se cumpra aquilo que está escrito: E com os malfeitores foi contado. Porque o que está escrito de mim terá cumprimento.
E eles disseram: Senhor, eis aqui duas espadas. E ele lhes disse: Basta”. (Lucas 22:35-38)

Seria muito incoerente a Bíblia ensinar em (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17) que as autoridades tem o dever e a obrigação de castigar os malfeitores, se o próprio Jesus fosse um “pacifista”. Muitos alegam que Jesus usou uma figura de linguagem e que os discípulos não entenderam que quando Cristo mandou comprar espadas, Ele se referia a Palavra de Deus. A palavra grega “Rikkannon” usada na Bíblia original para “basta” significa bastante ou suficiente, ou seja, quando Jesus disse “basta”, eles quis dizer que duas espadas eram o suficiente. A palavra grega “Rikkannon” é sempre usada para se referir a uma quantia suficiente ou bastante. Esse trecho da Bíblia deixa bem claro que Cristo realmente ordenou aos seus discípulos para que eles comprassem armas (espadas). Quando Pedro cortou a orelha de Malco, Jesus repreendeu o mau uso da espada, e não o seu porte em si. Cristo mandou Pedro guardar a espada, e não jogá-la fora. A espada mencionada em Romanos 13 é escrita em grego “Machaira”, que era uma espada usada para executar criminosos perigosos e para se combater nas guerras. O Pacifismo é antibíblico, pois a Bíblia nunca ensinou tal ideologia.

O MITO DE QUE TODOS OS CRISTÃOS PRIMITIVOS ERAM CONTRA A GUERRA JUSTA E O SERVIÇO MILITAR (OS SANTOS DA CASA DE CÉSAR):

“Quero ainda, irmãos, cientificar-vos de que as cousas que me aconteceram têm antes contribuído para o progresso do Evangelho; de maneira que as minhas cadeias, em Cristo, se tornaram conhecidas de toda a Guarda Pretoriana e de todos os demais; e a maioria dos irmãos, estimulados no Senhor por minhas algemas, ousam falar com mais desassombro a Palavra de Deus”. (Filipenses 1:12-14)

Esse mito (mentira diabólica) de que os cristãos primitivos eram contra o Estado e as autoridades não está de acordo com a Bíblia. Os apóstolos, Paulo (Romanos 13:1-7) e Pedro (1 Pedro 2:13-17), e também João Batista (Lucas 3:14) reconheciam que é necessária a existência das autoridades governamentais e de que não é errado combater (lutar mesmo). O centurião Cornélio foi batizado ainda sendo um oficial romano. O Carcereiro de Filipos permaneceu em sua profissão (portando a sua espada), porque foi esse carcereiro que libertou Paulo e Silas no dia seguinte após a sua conversão. Os reis, Abgaro de Edessa da Síria e Polímio da Armênia, eram reis cristãos (do primeiro século). Os cônsules, Mânio Acílio Glabrio e Tito Flávio Clemente, ocuparam cargos públicos durante o século I. O procônsul Lúcio Sérgio Paulo (ou Quinto Sérgio Paulo) governou Chipre durante três anos enquanto era um cristão. Paulo se refere aos guardas pretorianos que evangelizou como “santos e irmãos”, ou seja, isso indica que os Santos da Casa de César (Filipenses 4:22) eram mesmo esses guardas pretorianos que se converteram ao Cristianismo. Os Pais da Igreja, Clemente de Alexandria, Ireneu de Lyon e Eusébio de Cesaréia defendiam abertamente o serviço militar e a Guerra Justa. Essas são provas inquestionáveis.

Segundo Agostinho de Hipona, o maior teólogo da Igreja, não há problema nenhum em um cristão trabalhar no governo e nem em participar de uma Guerra Justa se for para promover a justiça. Nós, protestantes, não devemos ser pacifistas hipócritas antissociais que se desligam da realidade, mas devemos fazer a diferença em todos os setores da sociedade dando bom testemunho.

CONCLUSÃO:

“Será que um marinheiro ficaria parado se ouvisse o clamor de um naufrago? Será que um médico permaneceria sentado comodamente, deixando seus pacientes morrerem? Será que um bombeiro, ao saber que alguém está perecendo no fogo, ficaria parado e não prestaria socorro? E você, conseguiria ficar à vontade em Sião vendo o mundo ao seu redor ser condenado”?
(Leonard Ravenhill)

Criminosos são como ervas daninhas. Você arranca uma, e aparece logo outra no lugar. Por isso, que os homens bons devem sempre estar preparados para combatê-los. Sejam esses homens bons investidos de autoridade ou não. Não devemos nos igualar aos criminosos, pois não devemos pagar o mal com o mal. (nós somos diferentes deles). A nossa compaixão nos torna diferentes dos malfeitores. Devemos usar a força bruta e as armas sim, mas dentro da legalidade e em confrontos justos. Olho por olho e dente por dente nunca foi um incentivo ao ódio e a vingança, pelo contrário, é um ensinamento que ensina justamente que devemos combater os maus numa luta justa, baseada na honra e na justiça, e para que os criminosos sejam punidos de forma justa, e não de forma exagerada. Os heróis sempre existirão. Mesmo, que as pessoas céticas digam que não, sempre existirão homens valentes, cheios de coragem e ousadia, que ousarão se opor ao mal e aos malfeitores. Os heróis existem sim, podem acreditar.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.


PANDEMIA (A NATUREZA DO PECADO - VÍRUS MORTAL)



Filipe Levi 22/02/20
PANDEMIA (A NATUREZA DO PECADO - VÍRUS MORTAL)

“Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. Todo atleta em tudo se domina; aqueles para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível. Assim corro também eu, não sem meta; assim luto, não como desferindo golpes no ar. Mas esmurro o meu corpo, e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado”. (1 Coríntios 9:24-27)


O apóstolo Paulo nesse trecho da Bíblia se referiu à corrida esportiva e também ao Pancrácio (arte marcial grega). Assim, como Paulo sempre usou o serviço militar como bom exemplo para a vida cristã, ele também se referiu ao esporte como bom exemplo a ser seguido pelos crentes em Jesus. O contexto desse capítulo não é a demonização do esporte, pelo contrário, é o lado positivo do esforço dos atletas em alcançar a sua meta nos campeonatos. Esse contexto ensina exatamente o que as artes marciais sempre ensinaram, que o verdadeiro guerreiro deve lutar contra si mesmo, ou seja, que o homem deve dominar a sua própria natureza (exatamente o que Paulo ensina nesse capítulo). O contexto desse capítulo é a luta contra o pecado, isto é, é a batalha que todo servo de Deus deve travar contra a sua própria natureza pecaminosa.

“Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei”. (1 Coríntios 15:55-56)

A epidemia viral se alastra sobre a Terra, dizimando incontáveis pessoas. O pecado começa doce, de salgado, então, se torna amargo. O pecado sempre engana com uma boa aparência, mas o seu final é de morte. O fim do pecado é sempre trágico. Quando se brinca com fogo, você acaba se queimando.

“Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação, e por fim a vida eterna; porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor”. (Romanos 6:22-23)

Como o apóstolo Paulo ensinou na Bíblia, o salário do pecado é a morte. As pessoas que vivem na prática do pecado são mortas espiritualmente, ou seja, são como zumbis que vagam por aí sem almas infectando outras pessoas. O pecado mata as pessoas aos poucos até destruí-las totalmente. O pecado sempre começa como uma coisa aparentemente agradável e coerente, mas esse vírus maldito escraviza os homens os transformando em verdadeiras bestas selvagens. O pecado é bestial, e coitado do ser humano que se tornar escravo dele. O pecado afasta os homens de Deus, e condena os seres humanos a morte eterna, isto é, ao Inferno. Quero deixar bem claro que há diferença entre cair em pecado e viver em pecado. A Salvação é pela Graça, e não pelas obras. Portanto, os cristãos não perdem a Salvação se pecarem (refiro-me aos verdadeiros cristãos), até porque Jesus Cristo sofreu e morreu numa Cruz justamente, porque todos nós somos pecadores. Se nós não pecássemos, não haveria necessidade de Jesus morrer na Cruz, por isso, Cristo morreu e ressuscitou, para que o seu sangue nos purifique de todo o pecado.

“O que só prevalece é perjurar, mentir, matar, furtar, e adulterar, e há arrombamentos e homicídios sobre homicídios”. (Oséias 4:2)

O pecado gera a maldade e a perversidade, pois os homens se tornam em monstros sanguinários que perdem muitas vezes o discernimento do que é certo ou errado, mas também muitos deles optam pelo que é errado conscientemente. Os crimes bárbaros e a crueldade são apenas conseqüências da Depravação Total, ou seja, quando os homens estão tão contaminados pelo pecado que eles não são mais capazes de praticar o bem. O pecado endurece o coração do homem, o tornando num verdadeiro demônio sem sentimentos. A vilania toma conta dos corações dos seres humanos que não conhecem a Deus, porque esse vírus maldito cega às pessoas de tal maneira que elas não conseguem mais enxergar. Pessoas boas se tornam em criaturas bestiais por causa do pecado; e elas perdem a capacidade de amar. O pecado é brutal; e não tem piedade de ninguém.

“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá”. (João 11:25)

Descobri que a cura para o pecado é Cristo. O sangue de Jesus é a cura. Por isso, Jesus Cristo se sacrificou por nós, para que possamos ser libertos da opressão do pecado e vivermos eternamente com Ele. A Salvação é de graça, e a cura para esse vírus chamado pecado também. Jesus Cristo pode nos libertar do pecado. Basta ter fé.

“Senhor, Deus da minha salvação, diante de ti tenho clamado de dia e de noite. Chegue a minha oração perante a tua face, inclina os teus ouvidos ao meu clamor. Porque a minha alma está cheia de angústias, e a minha vida se aproxima da sepultura. Já estou contado com os que descem à cova; estou como um homem sem forças, posto entre os mortos; como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais te não lembras mais; antes, os exclui a tua mão. Puseste-me no mais profundo do abismo, em trevas e nas profundezas”. (Salmo 88:1-6)

Estou sofrendo muito ultimamente. Na verdade, desde os meus doze anos venho pedindo para Deus me matar. A dor que sinto em meu coração é tão grande, que acho que não irei suportar. A angústia que me assola por dentro é implacável. Tenho estado até desanimado de orar e ler a Bíblia. Eu adoro orar, e amo a Palavra de Deus, mas estou imensamente triste e melancólico, e não sei até quando irei aguentar. Realmente, acredito que não nasci para ser feliz, pois nunca tive sorte na vida. A única coisa que posso dizer que é sorte é a amizade dos meus queridos e amados amigos. Se ainda não me suicidei, é porque os meus amigos sempre foram os alicerces de minha existência. Quase todos os meus amigos são cristãos e dão bom exemplo. Eles são íntegros e corretos. Por isso, eu os admiro.

“Até quando te esquecerás de mim, Senhor? Para sempre? Até quando esconderás de mim o teu rosto? Até quando consultarei com a minha alma, tendo tristeza no meu coração cada dia? Até quando se exaltará sobre mim o meu inimigo? Atenta em mim, ouve-me, ó Senhor, meu Deus; alumia os meus olhos para que eu não adormeça na morte; para que o meu inimigo não diga: Prevaleci contra ele; e os meus adversários se não alegrem, vindo eu a vacilar. Mas eu confio na tua benignidade; na tua salvação, meu coração se alegrará. Cantarei ao Senhor, porquanto me tem feito bem”. (Salmo 13:1-6)

Por incrível que pareça, eu ainda acredito que Deus pode me ajudar (isso se Ele quiser é claro). Não sei se Deus quer ter misericórdia de mim, pois tenho dado muitas mancadas com Ele. Eu sempre piso na bola com Deus, e não sei se Ele quer me perdoar. Estou muito arrependido, e sinto muito remorso, mas não consigo me libertar dos pecados que me escravizam. Quem me dera se eu conseguisse viver plenamente a vontade de Deus. O meu sonho é um dia me encontrar realmente com Deus, e viver uma vida plenamente santa, livre da escravidão do pecado. Estou vivendo em uma época de escuridão e trevas.

Eu tenho tido sérios problemas com a promiscuidade e a depravação sexual devido a minha ociosidade. Os crentes hipócritas somente sabem me acusar, mas eu bem sei que esses safados pecam escondidos fazendo coisas muito piores do que eu (eu, pelo menos, sou sincero com Deus, ao contrário, desses falsos moralistas). Desejo do fundo do meu coração fazer a vontade de Deus, mas está muito difícil. Eu sei que fui criado para um propósito. Que devo cumprir com o propósito de minha existência. Só irei partir quando a minha obra estiver completa. É tão difícil viver de acordo com os preceitos de Deus e lutar contra a minha própria natureza.

Já estou cansado dos “chavões evangélicos” de sempre, tipo “Jesus está voltando”, ou “é o fim dos tempos”, ou “o mundo jaz no maligno”, ou “a tendência é piorar mesmo”, ou “Não julgueis”, ou ”os filhos das trevas são mais prudentes que os filhos da luz”, ou “não toqueis no ungido do Senhor”. Na boa, já estou farto desses crentes sem assunto que não tem o que fazer. Sabe, vão ler a Bíblia (estudar Teologia de verdade), ao invés, de ficarem pregando besteiras e colocando palavras na boca de Deus que Deus nunca disse. É crente que faz greve de fome e diz que é jejum. É crente que determina as coisas para Deus como se Deus fosse empregadinho dele. É crente que pensa que Deus é banco e que só quer arrancar dinheiro d’Ele. É um bando de crentes interesseiros isso sim. Sinceramente, sempre quis ser diferente deles e espero ser um cristão muito melhor do que esses religiosos hipócritas e safados que levam a Deus na brincadeira.

Luke Skywalker e Anakin Skywalker (O LADO NEGRO DA FORÇA – O VELHO ADÃO, O VELHO HOMEM):

"Eu pensava que o "velho homem" havia se afogado nas águas do batismo, mas descobri que o miserável sabe nadar". (Martinho Lutero)

Todos nós, homens e mulheres, temos o nosso lado obscuro, o nosso demônio interior. As sombras, as trevas e a escuridão. Gritos de desespero e de horror. Sugestões diabólicas e pensamentos cruéis. Desejos duvidosos e impulsos diabólicos. O nosso Lado Negro da Força. Todos nós devemos lutar contra esse demônio interior, para que ele nunca se liberte da jaula. É nosso dever e obrigação mantermos esse demônio aprisionado e encarcerado, porque também o bem vive dentro de nós. Dentro de cada um de nós existe um vilão e um herói. O bem e o mal estão dentro de nós. Há uma história indígena que conta que existem dois lobos dentro de nós; um lobo mau e um lobo bom. Esses dois lobos brigam dentro de nós disputando pelo controle e pelo poder. O lobo que for mais alimentado será o vencedor. Na escuridão também existem pontos de luz. Apesar de toda a escuridão dentro do interior do herói, a chama da esperança ainda queima em seu coração. Enquanto a chama de minha vida permanecer acesa, eu lutarei. Lute contra o seu mal interior. Que o bem vença em seu coração. Não se corrompa como Anakin Skywalker, mas permaneça íntegro como Luke Skywalker. Nunca perca a sua integridade. Seja íntegro. Seja bom. Seja um herói.

"Mortifique o pecado. Faça disso sua labuta diária; sempre, enquanto viver, não termine nenhum dia sem lutar; continue matando o pecado ou ele o matará”. (John Owen)

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

O SOL DA JUSTIÇA (A CURA DO MAL)



Filipe Levi 17/02/20
O SOL DA JUSTIÇA (A CURA DO MAL)

O homem que se assentava a mesa com prostitutas e ladrões
O AMIGO DOS PECADORES
O AMIGO DOS PUBLICANOS
O AMIGO DAS PROSTITUTAS
Ele comia e bebia com os pecadores
O Profeta que andava com os pecadores com a intenção de salvá-los
O Profeta e agitador político que andava com os excluídos e com a escória da sociedade
Este homem nasceu numa humilde manjedoura
Ele é o verdadeiro Rei dos judeus
O Rei legítimo de Israel
Assim, como Caifás usurpou o cargo eclesiástico de João Batista,
Herodes usurpou o trono do verdadeiro Rei dos judeus
O Grande Libertador de Israel
(AQUELE QUE VENCEU A MORTE)
Ele combatia o legalismo religioso
Não suportava a hipocrisia e o falso moralismo
Os religiosos hipócritas o odiavam
Os falsos moralistas o detestavam
Ele é a ponte entre Deus e os homens
Ele é o Único Caminho para se chegar até Deus
Ele é a Única Salvação
Só Ele pode nos salvar
Da morte eterna
Do castigo eterno
Do Inferno
Do Lago de Fogo
Do Tártaro
Quem reconhecer Jesus Cristo como o seu único e suficiente Salvador em seu coração será salvo
Entregue-se a Jesus, e você será salvo.
A epidemia viral se alastra sobre a Terra
A pandemia mortal já ceifou inúmeras vidas
O vírus mortal dizima incontáveis vidas
Os homens podem conhecer a morte
Mas Ele conhece a vida
Ele é a própria Vida
Esse homem é Jesus
O Cristo anunciado pelos profetas no passado
O Messias que Israel sempre aguardou
O Rei dos reis
O Senhor dos senhores
O Único que pode nos salvar
O seu sangue é a Cura
Para o vírus mortal
Chamado pecado
Que se alastra sobre a Terra
Desde a queda do homem
No Jardim do Éden
O seu sangue nos purifica de todo o pecado
Para nos libertar da opressão
Que é o jugo do pecado
A escravidão que os homens sem Deus são submetidos
Muitos homens de Deus também são escravizados
Mas eles têm a certeza de que um dia serão livres
De que Cristo irá libertá-los
De que Cristo irá nos libertar
Da escravidão do pecado
Desse vírus maldito que tenta nos eliminar
O sangue de Jesus pode nos curar e nos libertar
A Cruz é o símbolo da luta contra o pecado
A Cruz vazia simboliza a vitória da vida sobre a morte
Jesus é a Fonte da Vida
O Pão da Vida
A Água da Vida
Quem comer desse Pão jamais sentirá fome
Quem beber dessa Água nunca mais terá sede
Todos aqueles que estão cansados e oprimidos
Venham até Jesus
Que Ele vos aliviará
Reconheça o sacrifício de Jesus em seu lugar na Cruz
Quem fizer isso, será salvo.
Jesus é o Caminho de volta para Deus
Cristo morreu, mas no terceiro dia ressuscitou,
Vencendo a morte e o pecado.
Jesus tem as chaves da morte e do Inferno
O Submundo treme ao ouvir o seu Santo Nome
Seja como Jesus
Que o seu nome seja conhecido no Céu e temido no Inferno.
O Inferno é o final de uma vida sem Deus
Busque a Deus enquanto se pode achá-lo
Yeshua, Filho de Yahweh, morreu na Cruz por você.
Basta segui-lo de coração
A Graça de Deus pode te salvar
Entregue-se a Jesus
E você ganhará a vida eterna ao lado de Deus. 
A Vida venceu a Morte
O Sol da Justiça ressuscitou.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.



O GRANDE LIBERTADOR DE ISRAEL (AQUELE QUE VENCEU A MORTE)



Filipe Levi 17/02/20
O GRANDE LIBERTADOR DE ISRAEL (AQUELE QUE VENCEU A MORTE)


INTRODUÇÃO:


“Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor? Porque foi subindo como renovo perante ele e como raiz duma terra seca; não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões; e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”. (Isaías 53:1-5)

Deus, o Criador do Universo, criou os céus e a Terra. Yahweh, o Eterno, criou o homem a sua imagem e semelhança, mas o pecado corrompeu o homem. A maldade se apoderou do coração humano e se espalhou sobre toda a Terra. Satanás, o Diabo, passou a escravizar a humanidade por meio do pecado (vírus mortal). Tudo parecia estar perdido, mas havia uma esperança. Deus enviou o seu Único Filho, para morrer pelo seu povo. Deus salvaria e vingaria o seu povo. Jesus era o Grande Libertador do povo de Deus. O Cristo anunciado pelos profetas no passado. O homem que se assentava a mesa com prostitutas e ladrões. Ele comia e bebia com os pecadores. Os religiosos hipócritas o odiavam. Os falsos moralistas o detestavam. O Messias que veio quebrar as velhas tradições. As tradições dos velhos fariseus (Sinédrio). O profeta que andava com os mais humildes e com a escória da sociedade (os pecadores). Um agitador político? Seria Jesus um líder dos Zelotes (revolucionários que desafiavam o poder de Roma)? Um revolucionário que tentava derrubar o Império Romano? Não! Ele era o Messias (o Ungido de Deus) que veio instalar o Reino de Deus na Terra, mas não como os judeus esperavam.

Jesus, o Cristo, foi traído por um dos seus apóstolos, e crucificado. Ele sofreu terríveis torturas e dores intensas, por amor do seu povo. Cristo Jesus sofreu e morreu para que o seu sangue resgatasse os escolhidos de Deus da escuridão e das trevas. Satanás, o Diabo, não teria mais poder sobre eles, os predestinados para a Salvação antes da fundação do mundo. Jesus morreu, mas no terceiro dia ressuscitou, triunfando sobre a morte e o pecado. Jesus tem as chaves da morte e do Inferno. O Grande Salvador, Jesus, o Sol da Justiça, chegou para resgatar o seu povo e vencer Satanás de uma vez por todas.

JESUS CRISTO (OLHAR DE AMOR E DE COMPAIXÃO):

Jesus sempre olhou com amor e com compaixão para os "pecadores", mas sempre foi agressivo e incisivo com os religiosos hipócritas e falsos moralistas. Cristo sempre abominou e teve aversão ao legalismo religioso e ao falso moralismo. Se seguir doutrinas e regras baseadas em preceitos dos homens agradassem a Deus, os fariseus teriam sido "heróis da fé". Se usar "terno e gravata" fosse sinal de "santidade", em Brasília somente teriam políticos honestos. Jesus nos ensinou que não devemos julgar segundo a aparência, mas, sim, devemos julgar segundo a reta justiça. Existem "crentes santos" que são como sepulcros caiados, que são belos por fora, mas que fedem a carniça e são podres por dentro.

CONSTRUÇÕES IDEÓLOGICAS SATÂNICAS E DEMONÍACAS (A DOUTRINAÇÃO DIABÓLICA DE SATANÁS):

Durante a História, algumas construções ideológicas foram construídas. Satanás, o Diabo, que é o Pai da Mentira, costuma sempre atacar o campo das convicções, pois nem sempre ele usa “mentiras descaradas”, muitas vezes, Satanás, costuma usar “meias verdades” para poder ludibriar e enganar as pessoas. Uma construção ideológica muito forte que surgiu na época da Igreja Primitiva e que até hoje perdura na Igreja Cristã é de que Jesus é “Hippie” (paz e amor), de que Jesus é um “grande pacifista” (que pregou a omissão e a apatia diante do mal) e de que Jesus é o “Bob Marley” (de que o que importa é que as pessoas sejam felizes e não o que as Escrituras ensinam). Certamente, o Pacifismo, a Satanização da Sexualidade e o Antissemitismo são as construções ideológicas mais poderosas e destruidores que Satanás, o Diabo, tem usado para oprimir o mundo e a Igreja. Deus é o Criador do Sexo (Cantares – Cântico dos Cânticos), e não o Diabo. Deus estabeleceu as autoridades (Romanos 13:1-7), (1 Pedro 2:13-17) e (Lucas 3:14) e não Satanás. O Deus da Bíblia é o Deus de Israel, o Deus dos hebreus. Jesus é o Rei dos judeus, o Rei legítimo e o Verdadeiro herdeiro do trono de Israel.

A CARICATURA DIABÓLICA DE JESUS:

Essa "caricatura" diabólica de Jesus construída há mais de dois mil anos. Essa "visão" distorcida que as pessoas têm de Jesus que não é o Jesus da Bíblia. Cristo nunca foi "Hippie" (paz e amor); nem um "grande pacifista" (apático e omisso) e nem o “Bob Marley” (o que importa é ser feliz e não o que a Bíblia ensina). O Jesus da Bíblia se indignava com as coisas erradas e criticava as injustiças que o povo sofria. O Jesus da Bíblia xingava, ofendia e insultava os fariseus e os saduceus (religiosos hipócritas e falsos moralistas da época). O Jesus da Bíblia andava com os pecadores com a intenção de salvá-los, porque Ele era o “AMIGO DOS PECADORES”. O Jesus da Bíblia respeitava e valorizava as mulheres de seu tempo, por isso, Ele era conhecido como o “AMIGO DAS PROSTITUTAS”. O Jesus da Bíblia era incisivo, agressivo e justo. O Jesus da Bíblia desceu a chicotada nos cambistas lá do Templo de Jerusalém e saiu chutando as mesas. O Jesus da Bíblia reconheceu que o poder que Pôncio Pilatos tinha foi concedido por Deus, porque as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus (Romanos 13:1-7). O Jesus da Bíblia admirou a fé e a integridade de um centurião, mas desprezou a religiosidade e o falso moralismo dos fariseus. O homem que se assentava a mesa com prostitutas e ladrões. O AMIGO DOS PUBLICANOS E DAS PROSTITUTAS. Esse é o Jesus da Bíblia.

O Jesus relatado nas Escrituras é muito diferente do Jesus “construído” pelos “cristãos” durante a História da Igreja. Jesus era incisivo e agressivo quando precisava ser. Cristo tinha uma péssima “reputação” na sociedade e era muito odiado pelos religiosos de sua época. Jesus nunca foi um “cordeirinho” como pregam durante séculos. Jesus sempre defendeu as mulheres e os pobres. Cristo sempre se indignou com a injustiça e amou os oprimidos.

JESUS, O AMIGO DOS PECADORES (O AMIGO DAS PROSTITUTAS):

Os fariseus eram escarnecedores (esses religiosos zombavam e ridiculizavam as coisas de Deus). Jesus era conhecido como "O AMIGO DAS PROSTITUTAS - O AMIGO DOS PECADORES", porque esses "grandes pecadores" tinham muito mais respeito por Jesus e por Deus do que os fariseus. Cristo está mais próximo da prostituta que sabe que é pecadora do que do religioso que pensa que é "santo". O próprio Jesus disse que os publicanos e as prostitutas são mais dignos do Céu do que os fariseus (religiosos hipócritas e falsos moralistas). Jesus sempre andou, comeu e bebeu com os pecadores com a intenção de salvá-los. Os "pecadores" estavam mais dispostos a ouvir as palavras de Jesus do que os fariseus, porque esses religiosos eram "santos" demais para poderem dar ouvidos a Jesus.

A GRANDE AMEAÇA (JESUS):

"Jesus não foi apenas um cara legal que fez o bem no mundo. Você não crucifica caras legais. Você crucifica ameaças". (Tim Keller)

No primeiro século, no tempo de Jesus, Israel era dominada religiosamente pelas quatro seitas principais do Judaísmo: Os fariseus, os saduceus, os herodianos e os essênios. Os fariseus e os saduceus mandavam no Sinédrio. No começo, os seguidores de Jesus eram conhecidos como “Nazarenos” e não pregavam contra o serviço militar e nem satanizavam a Sexualidade. Jesus defendia muito as mulheres de sua época (por isso, Ele era conhecido como o AMIGO DAS PROSTITUTAS). Jesus comia e bebia com os pecadores. Cristo estava mais próximo dos publicanos e das prostitutas que sabiam que eram “pecadores” do que dos fariseus que pensavam que eram “santos”. Existem historiadores que defendem até a teoria de que Jesus era um líder dos Zelotes (um Revolucionário que pretendia reunir um exército de guerreiros para poder derrubar o Império Romano do poder). Tanto a Bíblia, a Palavra de Deus, quanto esses historiadores (que são ateus) são as maiores provas de que Jesus nunca foi “paz e amor”, ou seja, o Jesus histórico, o Jesus da Bíblia, nunca foi um “grande pacifista”. Cristo sempre se indignou com as coisas erradas e criticou as injustiças que o povo sofria. O Messias amava os “pecadores” e defendia os fracos e oprimidos. O Grande Libertador de Israel, Jesus Cristo (AQUELE QUE VENCEU A MORTE), não foi crucificado porque era um cara “bonzinho”, mas, sim, porque Jesus representava uma grande ameaça para os fariseus (religiosos da época) e para os próprios romanos (os conquistadores daquele tempo).

O JESUS HISTÓRICO (O JESUS DA BÍBLIA):

O Jesus "paz e amor" que pregam por aí, não é o Jesus histórico, menos ainda o Jesus da Bíblia. Essa "historinha" de que Jesus era um "grande pacifista" não tem embasamento histórico, menos ainda base bíblica. Os "historiadores de Internet" (geralmente, Testemunhas de Jeová e evangélicos que não terminaram nem o Ensino Fundamental), adoram usar o argumento de que os cristãos primitivos não se alistavam no Exército, e por causa disso o serviço militar é do Diabo. Existem historiadores (historiadores de verdade) que até defendem a teoria de que Jesus era um líder dos zelotes (judeus revolucionários que tentavam derrubar o Império Romano do poder). Eu sei que Jesus e os apóstolos nunca apoiaram os zelotes, mas Cristo e seus fiéis apóstolos sempre defenderam a submissão às autoridades (portanto, que as autoridades não exigissem nada contra a Palavra de Deus). Paulo (Romanos 13:1-7) e Pedro (1 Pedro 2:13-17), claramente, ensinaram que a função das autoridades governamentais é punir os maus e louvar os bons. Pedro evangelizou o centurião Cornélio, e ordenou que ele fosse batizado ainda sendo um oficial romano. João Batista batizou alguns soldados e lhes incentivou a permanecerem no serviço militar, portanto, que eles fossem honestos e justos (Lucas 3:14). Paulo (assim, como o profeta Daniel no Antigo Testamento) afirmou, claramente, que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus e que são ministros de Deus para castigar os malfeitores e para enaltecer os cidadãos de bem (sem contar que Paulo também evangelizou a Guarda Pretoriana, os Santos da Casa de César). Portanto, essa "historinha" de que Jesus e seus apóstolos eram um bando de pacifistas e anarquistas, não tem embasamento histórico, e menos ainda base bíblica.

A HIPOCRISIA RELIGIOSA DOS CRISTÃOS (O FALSO MORALISMO DOS CRENTES):


Os "cristãos" sempre distorceram as Escrituras para pregar somente o que lhes é conveniente, apenas o que lhes convêm. Adoram exigir uma "santidade" dos outros que eles mesmos não praticam, uma "santidade" que o próprio Deus nunca cobrou de ninguém. Esses religiosos hipócritas banalizaram a paz. Esses falsos moralistas vulgarizaram o amor. Esses safados rebaixaram o perdão. Pregam "a paz e o amor", mas praticam a violência gratuita contra aqueles que não podem oferecer resistência, contra aqueles que não podem revidar e se defender. Satanizam a Sexualidade e o Sexo, mas abusam sexualmente de mulheres e crianças às escondidas (EM NOME DE DEUS). Os "cristãos" são os maiores inimigos do Cristianismo. Os crentes são os maiores inimigos de Deus e de Jesus. Os evangélicos são os maiores inimigos do Evangelho.

O PRÍNCIPE DA PAZ (O SENHOR DA GUERRA):


O Príncipe da Paz, também é o Senhor dos Exércitos. Deus é amor, mas também se ira em fervor. A essência de Deus é o amor, mas o seu princípio é a justiça. O Deus da Paz, também é o Deus da Guerra. O Cordeiro de Deus, também é o Leão de Judá. Jesus é o Grande Libertador de Israel, e não esse songamonga idealizado pelos evangélicos. O Jesus da Bíblia é o Messias e o verdadeiro Rei dos judeus. Cristo é o Rei legítimo de Israel. O Príncipe da Paz, também é o Senhor da Guerra. O Deus que concede Salvação por meio de sua Graça é o mesmo que também lança os pecadores no Tártaro (Lago de Fogo). De Deus não se zomba! Deus se ira e também tem senso de justiça.

JESUS E OS PROFETAS (OS AGRESSIVOS E INCISIVOS):

O Jesus da Bíblia e os profetas xingavam os falsos profetas e malfeitores de bastardos, de assassinos, de ladrões e de filhos de prostitutas e filhos de meretrizes, de porcos e cães (ofensas graves no contexto do Judaísmo); de hipócritas, de loucos e de falsos; de serpentes e de víboras. Esse é o Jesus "paz e amor" dos crentes e evangélicos.

OS CRISTÃOS SE TORNARAM MAUS (OS ABOMINÁVEIS E EXECRÁVEIS):

Os cristãos se tornaram naquilo que Jesus mais abomina e sempre combateu, em religiosos legalistas que fazem mau uso do Nome de Deus. Os religiosos legalistas não se baseiam na Bíblia, a Palavra de Deus, mas, sim, no legalismo religioso, na hipocrisia moral e no falso moralismo. O maldito legalismo (Estoicismo e Ascetismo) pregado pelos "fariseus da modernidade" (na verdade, desde o primeiro século existem essas pragas na Igreja). O Jesus "Hippie" (paz e amor) e politicamente correto e songamonga que pregam por aí, não é o Jesus da Bíblia. O Jesus da Bíblia tinha compaixão pelos "pecadores", ao contrário, dos "santos religiosos" que se acham superiores e melhores do que os outros (grandes pecadores). Os crentes safados e hipócritas podem negar até a morte que Jesus comia e bebia com os pecadores, mas nos 4 Evangelhos da Bíblia está registrado isso. Os pacifistas podem negar até a morte que os soldados e magistrados são estabelecidos (instituídos) por Deus e que são ministros de Deus para punir os maus e louvar os bons, porque (Romanos 13:1-7) vai continuar na Bíblia, com os pacifistas querendo ou não. Os cristãos que não gostam de fazer Sexo (que não gostam de "dar uma mesmo") podem continuar satanizando a Sexualidade à vontade, mas o Cântico dos Cânticos (Cantares) vai continuar na Bíblia, com esses "frustrados sexualmente e brochas querendo ou não". As Escrituras sempre ensinaram que as autoridades governamentais (governantes, magistrados, reis e soldados) são colocados por Deus no poder (Romanos 13:1-7), (1 Pedro 2:13-17), (Daniel 2:20-21) e (Daniel 5:20-21). Nem os fariseus do Sinédrio (que Jesus tanto abominava e tinha aversão) ousaram demonizar o serviço militar (matar mesmo), a defesa pessoal (se defender mesmo) e a Sexualidade (trepar mesmo), mas os cristãos tiveram a ousadia (ignorância e burrice mesmo) de fazer isso (em Nome de Deus), como se o Deus da Bíblia apoiasse essa sandice e insanidade. Infelizmente, os cristãos (Igreja) se tornaram e pregam coisas que o Jesus da Bíblia sempre combateu. Cristo está mais próximo da prostituta que sabe que é pecadora do que do religioso que pensa que é “santo”. O próprio Jesus (O AMIGO DAS PROSTITUTAS – O AMIGO DOS PECADORES) disse que os publicanos e as prostitutas são mais dignos do Céu do que os fariseus (religiosos hipócritas e falsos moralistas). Deve ser por isso que o Jesus da Bíblia era acusado de ter “o Diabo no corpo”.

A HIPOCRISIA DAS PESSOAS (O FALSO MORALISMO DA SOCIEDADE):

As pessoas são muito hipócritas mesmo. Querem enfiar o "politicamente correto" na Bíblia goela abaixo. Falam de "educação", de "respeito" e de "amor", mas esquecem que o Jesus da Bíblia e os profetas de Deus eram muito "mal educados" e "destemperados" quando presenciavam a injustiça e a covardia sendo praticadas diante deles. Vocês, seus hipócritas, pregam um "jesus" que nunca existiu. Parece até que o Jesus da Bíblia causa aversão a vocês, seus falsos moralistas. Vocês, seus hipócritas, querem ser mais santos do que o próprio Jesus da Bíblia, do que o próprio Deus.

O JESUS IDEALIZADO PELOS EVANGÉLICOS (O FALSO MESSIAS):

O impressionante dos evangélicos é que eles somente gostam de divulgar o "jesuis" distorcido e o "evangelho" deturpado deles. O Jesus cordeirinho e pacifista dos crentes, ou seja, o Jesus songamonga dos evangélicos. E os cristãos pacifistas e babacas que são capachos e sacos de pancadas dos outros. Eles não gostam de pregar sobre o Jesus que comia e bebia com os pecadores. Eles não gostam de pregar sobre o Jesus que xingava e julgava os religiosos hipócritas. Eles não gostam de pregar sobre o Jesus que amava os oprimidos e que se indignava com as coisas erradas e contra as injustiças que o povo sofria. Eles não gostam de pregar sobre o Jesus que desceu a chicotada num bando de religiosos hipócritas e safados, e que virou as mesas para expulsar os "ungidos do Senhor" do Templo de Jerusalém. Esses crentes não gostam de divulgar sobre os cristãos que empunham armas para combater o Boko Haram e o Estado Islâmico. Esses evangélicos não gostam de divulgar sobre os protestantes (luteranos, huguenotes e puritanos) que empunharam armas para combater a Igreja Católica na época da Reforma da Igreja. É porque ser pacifista e politicamente correto é mais “fofinho e bonitinho” do que fazer o que a Bíblia realmente ensina. Esses religiosos hipócritas querem ser mais santos do que próprio Jesus, o "amigo dos pecadores". Esses crentes safados querem ser mais santos do que o próprio Espírito Santo que inspirou a Bíblia, a Palavra de Deus. Esses malditos fariseus querem ser mais santos do que o próprio Yahweh, o Eterno.

A MINHA ADMIRAÇÃO POR JESUS (PELO JESUS DA BÍBLIA):

Eu admiro muito Jesus Cristo. Eu me identifico com Jesus. Não com o Jesus pacifista e omisso (songamonga dos evangélicos), mas com o Jesus da Bíblia, que era bocudo, que andava com os pecadores (o amigo das prostitutas), que se indignava com as coisas erradas, que xingava os fariseus, que amava os oprimidos e que não suportava a hipocrisia religiosa e o falso moralismo.

O MUNDO CLAMA POR JESUS (O ÚNICO SALVADOR):

O mundo clama por um grande herói que combata o mal e proteja os indefesos. A Terra está assolada pela maldade, e Satanás oprime a raça humana através do pecado. Deus amou o mundo de tal maneira que Ele enviou Jesus para sofrer e morrer numa Cruz por nós. Cristo sofreu torturas indescritíveis e foi brutalmente assassinado por amor ao seu povo, mas no terceiro dia, Ele ressuscitou. Jesus venceu a morte e o pecado, porque Ele é o Soberano Senhor. Cristo tem as chaves da morte e do Inferno, portanto, Satanás não tem nem a chave de sua própria casa, e nem pode mais usar a morte para ameaçar os escolhidos de Deus, porque os remidos pelo Cordeiro têm a vida eterna.

Quem vai lutar pelo que é certo? Quem vai nos ajudar a sobreviver? Quem vai lutar pelos fracos? Quem vai fazê-los acreditar? A resposta para essas perguntas é Jesus Cristo. Eu sempre admirei os heróis dos filmes de ação e dos desenhos japoneses (animes), mas passei a admirar muito Jesus, tanto que quero ser igual a Ele. Desejo ardentemente me tornar a imagem e a semelhança de Jesus Cristo. Almejo ser mais parecido com Jesus. O Deus que se fez homem para habitar entre nós. O Messias curou os enfermos e ressuscitou os mortos. Ele expulsou demônios e acalmou a tempestade. O Grande Libertador de Israel, o Rei dos judeus, sangrou dolorosamente até morrer, para que o seu santo sangue nos purificasse de todo o pecado. Os judeus esperavam um Messias guerreiro e nacionalista, mas Jesus Cristo veio ensinar a compaixão, o amor e o perdão. Alguns séculos depois, o Império Romano caiu sob o domínio dos bárbaros, mas isso aconteceu no tempo de Deus. Na época em que Jesus veio aqui na Terra foi mais importante ensinar as pessoas a se amarem do que acabar com o domínio dos romanos.

A CURA DO MAL (JESUS):

Existe uma cura para o vírus mortal chamado pecado. Existe uma maneira de conter a epidemia viral que se alastra sobre a Terra. O sangue de Jesus é a cura para o pecado. Cristo veio para nos libertar da escravidão do pecado e da opressão do Diabo. Jesus é o Único Caminho para se chegar até Deus (não existe outro caminho). Cristo é a Única Salvação, pois Ele é o único que pode nos salvar. Ele veio para nos resgatar do Império das Trevas. O Reino das Sombras sucumbiu diante do seu poder. Jesus Cristo veio para proteger os fracos. Ele veio nos trazer Salvação. Cristo veio nos libertar da opressão. Lúcifer foi derrotado na Cruz do Calvário, porque quando Jesus Cristo derramou o seu precioso sangue, Ele venceu o mal. Jesus veio nos salvar.


“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim”. (João 14:6)

Jesus Cristo pode levar todos os homens até Deus. Jesus é o Caminho para se chegar até o Todo-Poderoso (não existe outro caminho). Cristo é o Único Salvador que pode nos livrar da maldição eterna. Qualquer homem que reconhecer Jesus Cristo como o seu único e suficiente Salvador será salvo. Os verdadeiros cristãos são templos do Espírito Santo e se tornam amigos de Deus através de Jesus Cristo. O sacrifício de Jesus foi o preço pago para que todos nós possamos ser salvos. A Salvação é de graça. Qualquer um pode ser salvo se buscar a Deus e se converter de seus maus caminhos.

“Jesus respondeu e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada”. (João 14:23)

Se as pessoas amarem a Deus acima de todas as coisas e guardarem a sua Palavra, o Altíssimo e o Messias farão morada em seus corações. Todos os homens que amam a Deus acima de tudo e obedecem aos seus Mandamentos se tornam templos do Espírito Santo. Deus, Jesus Cristo, e o Espírito Santo, amam o ser humano; e querem fazer do homem a sua morada.

“Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou humilde e manso de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. (Mateus 11:28-30) 

Todas as pessoas que estão cansadas e sobrecarregadas podem se aliviar se forem até Jesus Cristo. O Messias pode consolá-las de todo o sofrimento. O jugo de Jesus é suave e o seu fardo é leve. Não é preciso pagar promessas para alcançar bênçãos, porque Jesus já pagou o preço por nós. O sacrifício de Cristo é o suficiente para que sejamos salvos e abençoados. Então, vão até Jesus, que Ele aliviará vocês de todo o cansaço e os libertará de toda a opressão.

OS RELIGIOSOS HIPÓCRITAS (OS INIMIGOS DE JESUS):

Jesus não estava tão preocupado com o domínio dos conquistadores romanos, mas, sim, com os líderes religiosos "mercenários" que usavam o Santo Nome de Deus para explorar o povo. Jesus era agressivo e incisivo. Jesus era bravo e se revoltava com as coisas erradas. Jesus amava os oprimidos e criticava as injustiças que o povo sofria. Jesus xingava os fariseus e saduceus e desceu a chicotada nos cambistas lá no Templo de Jerusalém e ainda saiu chutando as mesas os expulsando do local. Jesus nunca foi “um grande pacifista”. O Messias que elogiou a fé e a integridade de um oficial romano, e que desprezou a religiosidade e o falso moralismo dos fariseus. O "AMIGO DAS PROSTITUTAS". O HOMEM SANTO QUE COMIA E BEBIA COM OS PECADORES. Jesus sempre combateu o legalismo religioso, o politicamente correto e a falsa moralidade. O "jesuis" que pregam por aí, NÃO É O JESUS DA BÍBLIA!!! O Jesus Cristo da Bíblia é o GRANDE LIBERTADOR DE ISRAEL (AQUELE QUE VENCEU A MORTE). Esse é o verdadeiro Jesus, o Jesus histórico, o Jesus da Bíblia.

O MARTÍRIO DOS CRISTÃOS VERDADEIROS (OS MÁRTIRES DA FÉ):

Quanto mais a Igreja Cristã era perseguida, mais os cristãos se tornavam numerosos. Durante todas as perseguições que a Igreja Primitiva sofreu, mais os cristãos aumentavam em número, porque cada vez mais pessoas se convertiam. A coragem dos cristãos diante do terror da morte impressionava os pagãos, que ficaram interessados na fé que dava coragem para os cristãos encararem a morte. Os pagãos não compreendiam o porquê dos cristãos se absterem dos prazeres momentâneos da vida e morrerem por amor a um Deus invisível. Os cristãos primitivos realmente faziam a diferença na sociedade. Os primeiros cristãos amparavam os órfãos e as viúvas, e ajudavam todos os necessitados. Os cristãos primitivos amavam de verdade os seus semelhantes (até os seus próprios inimigos). Nós, cristãos atuais, temos muito que aprender com os nossos irmãos da Igreja Primitiva. Que Deus seja louvado hoje e sempre.

O PERIGO DOS EXTREMISMOS:

O Pacifismo resulta na violência gratuita. A Satanização da Sexualidade resulta em abusos sexuais e na promiscuidade sexual. O Antissemitismo resulta na Judaização da Igreja. Todos os extremismos são ruins e nocivos para a Igreja. A Bíblia, a Palavra de Deus, nunca pregou a apatia, o conformismo e a omissão diante do mal (Romanos 13:1-7), (1 Pedro 2:13-17) e (Lucas 3:14). Deus criou a Sexualidade, ou seja, o Sexo é um presente de Deus para a humanidade (Cantares - Cântico dos Cânticos). Jesus Cristo é o Rei dos judeus, o Herdeiro legítimo do trono de Israel. O Deus da Bíblia é o Deus de Israel, o Deus dos hebreus. Israel é a Igreja, o povo de Deus.

A “VISÃO” DISTORCIDA QUE O MUNDO E A IGREJA TÊM DE JESUS (O GRANDE PACIFISTA OMISSO E APÁTICO):

A "visão" que o mundo e a Igreja têm de Jesus é totalmente distorcida do Jesus verdadeiro revelado nas Escrituras. As pessoas enxergam Jesus como um tipo de "Hippie" (paz e amor), um "grande pacifista" (que não tem senso de justiça e que pregou a omissão e a apatia diante do mal), ou o "Bob Marley" (o que importa é que as pessoas sejam felizes e não o que a Bíblia ensina), menos o Messias relatado na Bíblia. O Jesus da Bíblia era desbocado (Ele era boca suja mesmo). O Jesus da Bíblia se indignava com as coisas erradas e criticava as injustiças que o povo sofria. O Jesus da Bíblia xingava, insultava e ofendia os fariseus e os saduceus (os religiosos hipócritas e falsos moralistas da época). O Jesus da Bíblia tinha compaixão pelos "pecadores" e amava os desamparados e os oprimidos. O Jesus da Bíblia elogiou a fé e a integridade de um militar, mas desprezou a religiosidade hipócrita e o falso moralismo dos fariseus. O Jesus da Bíblia era conhecido como o "AMIGO DAS PROSTITUTAS" (o amigo das "putas" mesmo). O Jesus da Bíblia comia e bebia com os "pecadores", porque Ele era o "AMIGO DOS PECADORES". O Jesus da Bíblia (segundo os fariseus) tinha o Diabo no corpo, porque Ele expulsava os demônios em nome de Belzebu. O Jesus da Bíblia pegou um chicote nas mãos e desceu a chicotada nos cambistas e saiu chutando as mesas lá no Templo de Jerusalém. Viram como o Jesus da Bíblia é um "Hippie e grande pacifista"? Quando uma mentira é repetida mil vezes (como se fosse um mantra), ela se torna numa "verdade". Assim, se constrói uma construção ideológica.

AS CONSTRUÇÕES IDEOLÓGICAS DO INFERNO (PACIFISMO, SATANIZAÇÃO DA SEXUALIDADE E ANTISSEMITISMO):

O Pacifismo, a Satanização da Sexualidade e o Antissemitismo são pragas que contaminaram a Igreja Primitiva e que resultaram em desastres que assombram a Igreja até hoje. A Bíblia é bem clara em (Romanos 13:1-7), (1 Pedro 2:13-17) e (Lucas 3:14) a respeito do serviço militar e da Guerra Justa. A Palavra de Deus é bem clara em (Cantares - Cântico dos Cânticos) a respeito da Sexualidade e do Sexo. O Deus da Bíblia é o Deus dos hebreus, o Deus de Israel. Jesus Cristo é o Rei dos judeus, portanto, as Escrituras deixam bem claro a respeito do povo judeu também. O Pacifismo, a Satanização do Prazer Sexual e o Antissemitismo são antibíblicos, ou seja, são do Diabo mesmo. Deus estabeleceu as autoridades governamentais e os soldados e magistrados são ministros de Deus. Deus é o Criador do Sexo, e não o Diabo. Deus criou o Prazer Sexual, e não Satanás. Deus escolheu Israel como o seu povo, assim, como a Igreja, portanto, o Deus da Bíblia ainda é o Deus de Israel. Essas construções ideológicas diabólicas, satânicas e demoníacas devem ser quebradas em Nome de Jesus para o próprio bem da Igreja.

O CÂNCER DA IGREJA (ENTRETENIMENTO E LEGALISMO):

O Legalismo (fanatismo e radicalismo) e o Entretenimento (Pão e Circo) são as maiores ameaças do Cristianismo. Não há nenhum lugar sequer na Bíblia que ensine que é a obrigação da Igreja entreter e divertir as pessoas. O Legalismo era o principal alicerce do Sinédrio (fariseus e saduceus). O Diabo se encontra nos extremos. Os cristãos costumam cometer dois erros fatais; eles vêem o Diabo em todo lugar ou não vêem Satanás em lugar nenhum. O Legalismo é um câncer que corrói os alicerces da Igreja de Cristo, mas o Entretenimento (Pão e Circo) também é outro câncer maldito que deve ser extirpado da Igreja. 

O GRANDE HERÓI (JESUS):

O símbolo da Casa de El (Casa de Deus) significa "ESPERANÇA". Todos os povos aguardam por uma figura "messiânica". Todos os homens têm fome e sede por um Salvador. Por isso, se criam os "heróis", porque todos nós precisamos de bons exemplos para seguir. Os heróis nos enobrecem, nos mostram como podemos nos tornar nobres e íntegros. A Bíblia, a Palavra de Deus, e a História da Igreja estão repletas de bons exemplos de heróis, não porque esses homens em sua "natureza pecaminosa" fossem bons, mas porque a Graça de Deus os transformou em homens bons, os tornando em verdadeiros heróis. O personagem "Super-Homem" foi inspirado no Messias da Bíblia (Jesus Cristo). O mundo precisa de heróis, e, principalmente, do principal, o Messias, o Salvador anunciado pelos profetas do passado. Esse "jesuis" falso que pregam por aí é uma fraude, porque o Jesus da Bíblia se importava mesmo com os desamparados e oprimidos e condenava a hipocrisia e criticava a injustiça. O Jesus da Bíblia nunca se omitiu diante do mal, tampouco, ensinou à omissão, o conformismo e a covardia para os seus discípulos. Jesus é a Esperança de que precisamos. Cristo sofreu e morreu numa Cruz para que você e eu fôssemos salvos. Se você reconhecer o sacrifício de Jesus por você na Cruz, a Graça de Deus lhe concederá a vida eterna. Jesus Cristo é o Único Caminho para se chegar até Deus (não existe outro caminho). Jesus, o Sol da Justiça, é a nossa Esperança.

CONCLUSÃO:

Por causa do pecado, os homens sem Deus são mortos espiritualmente, mas por meio do sacrifício de Jesus, a comunhão de Deus com o homem foi restabelecida. O pecado afastou os homens de Deus, mas Jesus Cristo veio reconciliá-los. Quem reconhecer o sacrifício de Jesus na Cruz em seu lugar, será salvo. O Inferno é real, e se encontra no final de uma vida sem Deus. A Graça de Deus pode te salvar, por meio de Jesus Cristo. Entregue-se a Jesus, e você será salvo e terá a vida eterna ao lado de Deus.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.