sexta-feira, 20 de novembro de 2015

A CORRENTE DO BEM


As pessoas boas sempre existiram
Elas existem e sempre existirão
Sempre haverá heróis para combater o mal
Homens que resistem à dor e vencem o medo
Homens destemidos que não temem a morte e nem ninguém
Também sempre existirão pessoas bondosas que sabem amar o semelhante
Pessoas que realmente aprenderam a amar o ser humano
Ambientalistas que protegem a natureza
E os animais que não podem se defender
Soldados e policiais que combatem os malfeitores
Fazendo a justiça prevalecer
Lutadores que lutam para proteger os fracos
Homens fortes que defendem os indefesos
Pessoas caridosas que dividem tudo o que têm com todos os que necessitam
Guerreiros corajosos que pelejam em favor dos fracos e oprimidos
Para a promoção da justiça
As suas flechas só são lançadas em nome da justiça
Não justiça para si mesmos
Mas justiça para aqueles a quem eles juraram proteger
Eles não usam as suas espadas por motivos pessoais
Mas apenas para promover a justiça
As suas armas somente são usadas em prol dos inocentes
Para combater as forças do mal
Os homens maus sempre querem escravizar a oprimir
Violentar e torturar
Roubar e matar
Mas os heróis sempre estarão aqui
Para combatê-los corajosamente
O bem que um ser humano faz a outro
Sempre retorna para si
Seja amando as pessoas ou protegendo o que se ama
Um bom guerreiro não é aquele que ama a guerra, mas, sim, aquele que ama a paz. Um bom soldado não luta, porque odeia o que está enfrentando, mas, sim, porque ama o que está defendendo.
Isso é ser herói
Ser bom quando todos querem ser maus
Ser honesto quando todos querem roubar
Lutar quando todos se acovardam
Enfrentar quando todos têm medo
Defender o fraco quando todos se omitem
Amparar os órfãos e as viúvas
Acolher bem o estrangeiro
Proteger as crianças e as mulheres
Respeitar os mais velhos quando eles se dão ao respeito e sempre praticar o bem.

GAROTOS PERDIDOS


Os jovens adoecem a cada dia
Através das drogas e do sexo ilícito
Muitos se perdem no crime
Outros na prostituição
As drogas os escravizam
O sexo passou a ser brincadeira e não mais coisa séria
O crime passou a ser a opção mais fácil
Do que trabalhar honestamente
Para esses jovens, o crime compensa.
Num país ridículo como o Brasil, é isso o que podemos esperar mesmo.
O triunfo do crime
O poderio do Império do Mal
Satanás foca toda a sua fúria nos jovens e nas crianças
Eles são os seus principais alvos
O Diabo também pretende destruir a instituição chamada família
Com mentiras esquerdistas e com falsidade intelectual
O ateísmo têm dominado as mentes de muitos jovens
Pais espancam e estupram os seus filhos
Os traumatizando para a vida toda
Maridos batem em suas esposas e as traem se orgulhando de seu adultério e covardia
As pessoas sem esperança são mais fáceis de serem controladas e dominadas
Todos os opressores covardes sabem disso
Os maiores tiranos da História sabiam disso
Satanás, o Diabo, sabe muito bem disso.
Quem lutará pelos fracos?
Quem protegerá os indefesos?
Quem fará fazê-los novamente acreditar?
O mundo está em pranto
Por causa do sangue das crianças e dos jovens derramado
Envelhecer é para poucos
Nem todos têm esse privilégio
Essa é a agonia do planeta
A grande tormenta que assola a Terra
Será que Deus se esqueceu do mundo?
Será que o Altíssimo não está mais sentado em seu alto e sublime trono?
Será que Adonai não é mais o Soberano Senhor?
Será que Yahweh não é mais Deus?
O Deus que castigou o Egito com mão forte
O Deus que por meio de suas pragas envergonhou várias divindades egípcias
O Deus que abriu o Mar Vermelho para salvar o seu povo e para derrotar o exército mais poderoso da Terra
Foi Ele quem envergonhou grandes reis e generais que ousaram desafiá-lo
Jeová ainda é Soberano, pois Ele pode realizar o maior milagre, que é transformar as vidas das pessoas e libertá-las da opressão do pecado.

DEUS DOS HEBREUS


Yahweh criou o Universo e as galáxias
Ele criou os planetas e as estrelas
Adonai criou a Terra e seus habitantes
Ele deu vida a todos os seres vivos da Terra
O Deus de Israel fez uma Aliança com um homem
Que foi chamado de amigo de Deus
O Todo-Poderoso lhe prometeu que seus descendentes seriam mais numerosos do que as estrelas do céu e do que os grãos de areia do mar
A sua Aliança com Abraão, Isaque e Jacó foi honrada.
Os hebreus passaram a ser o seu povo
Até um hebreu se tornou o governador-geral do Egito para livrar o seu povo e o mundo da fome
Mas os faraós seguintes fizeram questão de apagar esse registro da História
Mas mesmo, depois de séculos de escravidão opressiva sob o jugo dos egípcios, os hebreus levaram os ossos desse governador junto com eles para a Terra Prometida.
Antes, da libertação dos hebreus, Deus castigou o Egito com mão forte.
O próprio Deus endureceu o coração de Faraó, e por meio de seus prodígios e maravilhas, Ele envergonhou os deuses do Egito. Cada praga foi para humilhar uma divindade egípcia.
Através de seu servo Moisés, nem os poderosos feiticeiros, Janes e Jambres, conseguiram com seus feitiços deter os milagres e prodígios do Deus dos hebreus, o Deus de Israel, o Único Deus digno de ser louvado.
Janes e Jambres, e os deuses do Egito, sucumbiram diante do poderio reinante do Deus de Israel, o Todo-Poderoso Deus dos hebreus. O Deus invisível que não tem rosto, mas que é Verdadeiro e real.
Deus abriu o Mar Vermelho para o seu povo passar, e em seguida, afogou o exército de faraó, dizimando todos os seus soldados. Apenas faraó voltou envergonhado para o Egito, para ver o seu império declinar, sem exército e sem escravos.
Deus matou os primogênitos dos egípcios, inclusive, o herdeiro do trono. Deus foi desafiado pela nação mais poderosa do mundo, e lhe mostrou o seu grandioso poder. Deus estabelece os reis e remove os reis. O Deus Altíssimo domina sobre os reinos dos homens, e Ele mesmo escolhe quem quer para governá-los. O Deus de Israel é o Verdadeiro Rei das Nações. Yahweh reina sobre o mundo, e não Satanás. O Diabo é apenas o Cão preso na coleira de Deus.
Durante quarenta anos, os hebreus vagaram sobre o deserto. Deus lhes deu vitórias sobre os amalequitas e outros povos bárbaros e sórdidos. Deus ordenou para que os hebreus exterminassem a todos os cananeus, porque eles eram incuravelmente malignos. Esse povo inimigo era formado por gigantes perversos que habitavam a terra que Deus havia prometido aos hebreus, os descendentes de Abraão, de Isaque e de Jacó. O Deus de Israel era com eles.
O Senhor dos Exércitos sempre ajudava os hebreus nas guerras, quando os hebreus o buscavam de todo o coração, e não se corrompiam adorando os falsos deuses. Adonai é o Único e Verdadeiro Deus, pois Ele é o Único que merece ser adorado. De eternidade a eternidade, o Deus de Israel é Deus. 

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

CORNÉLIO


Cavalheiro, preparou o caminho para você e para mim

Homem de inteira confiança, Cornélio era um oficial competente no exército romano estacionado em Cesaréia. Ele tinha responsabilidade, reconheci­mento e mais dinheiro do que a média das pessoas. É correto dizer que ele comandava respeito. Ele dispu­nha de considerável poder se resolvesse usá-lo.

Cornélio estava longe do lar, mas estava acostuma­do a essa vida. Visto como os exércitos romanos ocupavam diversas nações, os soldados mudavam-se com freqüência. Alguns oficiais eram cruéis e taca­nhos; outros eram bondosos e justos. Cornélio en­quadrava-se na segunda categoria.

Embora fosse generoso com o povo da região que ele ocupava, sua filantropia não pode confundir-se com fraqueza. O amor que ele dedicava ao imperador e ao império chegava ao ponto mais alto. Se fosse preciso desembainhar a espada, Cornélio não hesi­taria.

Ele parece ser um homem bem-acabado e seguro. Não há sede de vingança mesquinha. Não há necessi­dade de exercer violência simplesmente para flexio­nar os músculos.

Como centurião, Cornélio tinha 100 homens sob seu comando, e tinha considerável peso sobre o soldado de infantaria e sobre a população local. Seis desses grupos de 100 homens formavam uma coorte. A coorte que Cornélio comandava era conhecida como italiana. Quando se reuniam dez coortes, elas recebiam o nome de legião, com uma força de 6.000 homens.

Os centuriões são mencionados no Novo Testa­mento sem nenhuma observação que os desmereça. O primeiro centurião mencionado vivia em Cafarnaum. Era de espírito magnânimo. Homem atencio­so, ele amava a nação de Israel e fez grandes contribuições para a construção da sinagoga local.

Convém que não percamos o significado deste fato. Cafarnaum ficava na Galiléia. Nesta região havia grande número de rebeldes e fanáticos. Freqüentemente atacavam os soldados romanos e vi­viam de contínuo lutando por sua liberdade. Neste território tenso teria sido duplamente difícil relaxar ou ser bondoso. Não obstante, este soldado profissio­nal esforçava-se por merecer o respeito. Os judeus que o conheciam não lhe poupavam elogios. Reco­mendaram-no a Jesus com insistência.

Jesus respondeu ao apelo curando o servo do centurião que se achava às portas da morte. Este foi o primeiro gentio a entrar no ministério de Jesus Cristo (Lc 7:1-10).

Mais tarde foi um centurião que esteve junto à cruz e disse: "Verdadeiramente este era Filho de Deus" (Mt 27:54b).

Cornélio encaixava-se na mesma mistura que os outros nobres centuriões. Ele possuía devoção a Deus e não ocultava esse fato. Os que faziam parte de sua família comungavam de seu entusiasmo pelas coisas espirituais e eternas.

Embora ele tivesse uma parcela saudável de ener­gia humana, Cornélio percebeu que a vida é mais do que dinheiro, poder, servos e prestígio. Essas não eram qualidades que satisfizessem. Era necessário ter comunicação com o Pai Celestial para ser comple­to.

Normalmente, o centurião vivia sob considerável tensão. Ele era o sustentáculo do exército romano. Se ele não funcionasse direito, a coorte e a legião eram inúteis. Na maioria dos casos ele fazia carreira militar. Membro da classe comum, o centurião mé­dio havia-se distinguido e era notado por sua capaci­dade. Coragem era a mais proeminente qualidade. Se o país fosse atacado, esperava-se que o centurião defendesse seu terreno ou morresse lutando.

Os deveres específicos do centurião abrangiam três áreas. Ele era responsável pela disciplina de sua tropa. É por isso que o centurião tinha um ramo de videira como seu emblema. Quando necessário ele o usava em seus homens. Em circunstâncias normais, ele não somente batia em seus soldados mas podia executá-los.

A segunda responsabilidade era manter as tropas em forma. Elas tinham de fazer exercícios regular­mente. O centurião fazia inspeções regulares e tinha jurisdição final sobre os suprimentos.

Sua mais importante função era exercida na pró­pria batalha. Uma vez lá, ele era totalmente respon­sável pelo desempenho de seus homens.

Foi na vida de um centurião amistoso que Deus resolveu agir misteriosamente. Deus estava elimi­nando o abismo que havia entre judeus e gentios. Ele queria demonstrar seu amor a ambos igualmente.

Cornélio recebeu uma visão durante as primeiras horas da tarde. Um anjo de Deus assustou-o — soldado intimorato ou não. O centurião fixou os olhos no visitante. Sabia que não se tratava de um sonho. Ele estava bem acordado e gozava de boa saúde. Imediatamente Cornélio perguntou: "Que é Senhor?" (At 10:4b).

Dois ingredientes são óbvios no homem: Ele é aberto, e está disposto. O homem é um aventureiro criativo. Muitos de nós provavelmente ainda estaría­mos tomando aspirina e esperando que a visão desaparecesse. Cornélio, para sua total surpresa, espera que Deus faça coisas fora do comum. Desde o começo ele aceita este fato como uma mensagem da parte de Deus.

Por certo Deus pode conceder visões hoje. Muitos de nós nunca teremos uma visão, mas o princípio da comunicação tem de permanecer vital. Deus pode falar-nos, tanto individual como coletivamente. Ele o tem feito de forma regular através da história. Talvez ela venha como uma "orientação" silenciosa; para outrem pode ser uma voz. Outra vezes é uma circunstância. Certamente ela vem através das Escri­turas. Se crermos que Deus não comunicará, prova­velmente teremos todos os nossos portões fechados de qualquer maneira. Os cristãos que crêem que ela pode acontecer têm maior probabilidade de sentir uma orientação definida.

O anjo anunciou a intenção de Deus de recompen­sar o serviço consagrado. Visto como as orações de Cornélio e suas esmolas visavam à honra de Deus, elas tinham sido aceitas. Em resposta, Deus conferi­ria algo especial ao seu servo.

As esmolas parecem tocar um sino especial para Deus. Embora muitos de nós as tenhamos posto a cozinhar em fogo lento, a Bíblia trata-as com enorme calor. O Antigo Testamento traça diretrizes definidas para a ajuda aos pobres. A compaixão dos israelitas era bem conhecida e estava em nítido contraste com as nações circunvizinhas.

Uma pessoa necessitada podia entrar em qualquer campo e comer o que desejasse se estivesse com fome (Dt 23:24, 25). Era proibido aos agricultores ceifar tudo quanto os campos produzis­sem — os cantos dos campos não eram ceifados, para que os necessitados pudessem segar e recolher algu­ma coisa (Lv 23:22).Um israelita não podia cobrar juros sobre o dinheiro emprestado a uma pessoa pobre (Lv 25:35, 36).

Quando Jesus principiou seu ministério, ele conti­nuou a mesma atitude generosa. Disse aos fariseus que eles deviam esquecer-se da linguagem estrita da lei. Eles estariam em muito melhores condições se pudessem conservar o espírito da lei e ajudar os pobres (Lc 11:41).

Jesus tinha pouca paciência com os teólogos de gabinete. Que mérito havia em guardar todas as festividades se realmente não se importavam com os pobres?

Depois de proferir a parábola do rico insensato, Jesus disse aos discípulos que vendessem o que tinham e dessem esmolas (Lc 12:16 e ss.).

Cornélio viu o ato de dar como algo que estava no coração do Deus amoroso. Cornélio provou que ele tinha cuidado e Deus resolveu apor seu selo de aprovação nesse gesto.

Deus desejava explicar o evangelho de Jesus Cristo a um soldado gentio. Então, por que não o fazia ele mesmo? Por que o anjo do Senhor não anunciou as boas-novas a Cornélio? Em vez disso, o anjo explicou uma série de passos que Cornélio poderia dar para descobrir a verdade.

Parece haver dois motivos por que Deus não lhe disse diretamente. Um é que ele escolheu pessoas para levar a sua Palavra. Somos, basicamente, as mãos, os pés e a voz de Deus neste mundo (Mt 28:19). O segundo motivo para proceder dessa ma­neira é conservar seus seguidores em unidade (Jo 17). Definitivamente, Deus não queria uma igreja judaica e uma igreja gentia. Era importante que se tornassem uma desde o princípio.

As instruções dadas a Cornélio foram claras. Ele devia enviar mensageiros a Jope (hoje está anexada a Tel-Aviv). Lá eles encontrariam Simão Pedro. Simão estava hospedado na casa de Simão, o curtidor, localizada junto à praia. As instruções pareceram suficientes, de modo que o anjo se retirou.

O centurião estava acostumado a receber e a dar ordens. Sem dizer uma palavra, pôs o plano em ação. Cornélio convocou dois servos e um soldado. Os três fariam a viagem de um dia em direção do sul e encontrariam o dinâmico apóstolo.

O soldado que Cornélio escolheu para a viagem é descrito como um homem devoto ou piedoso. Existe algo de contagioso com respeito a este tipo de justiça. Ela não parece pretensiosa ou atravancada com pesos difíceis. A consagração deste trio parecia sincera e mais tarde teve de prová-lo que o era ainda mais.

Até aqui esta reunião histórica movia-se como um piquenique em dia de verão. Tudo estava no lugar certo. Agora Deus tinha de fazer seu trabalho pelos lados de Jope.

Para compreendermos o que estava para acontecer é preciso que avaliemos os antecedentes de Pedro. Sempre lhe fora ensinado que uma pessoa poderia chegar-se a Deus somente fazendo-se judia. Mas Cristo já tinha vindo, e Pedro estava encontrando dificuldade para separar as coisas. Tem um gentio de tornar-se judeu antes que possa tornar-se cristão? Até aqui somente os judeus gentios chegaram a ser batizados. O grupo de Cornélio estava a caminho para ajudar a clarear a mente de Pedro.

Pelo menos no momento a questão parecia clara para Pedro. Naturalmente, é preciso que o indivíduo se torne judeu antes que possa fazer-se cristão. No esforço de Deus para abrir a mente de Pedro ele usou a mesma forma de comunicação que havia usado com Cornélio. Enquanto orava no eirado da casa, Pedro entrou em transe e teve uma visão (At 10:10-15).

Na visão, descia do céu um lençol branco. Era seguro misteriosamente nos quatro cantos. Dentro do lençol havia uma grande variedade de animais qua­drúpedes, aves e répteis.

Disse uma voz: "Pedro, mata e come". Pedro fez objeção, porque alguns dos animais não eram lim­pos. Então a voz disse: "Ao que Deus purificou não consideres comum." Pela terceira vez a voz falou e então o lençol foi recolhido ao céu. Até que ponto uma visão pode ser desnorteante? Pedro cofiou a barba, cocou a cabeça. Felizmente não lhe foi dado muito tempo para ponderar. Enquanto lutava para entender a visão, chegaram à porta da casa do curtidor os três mensageiros vindos de Cesaréia. O Espírito de Deus falou diretamente a Pedro. Ele devia ir com o trio visitante e nada de fazer perguntas. Tudo sairia bem.

O valente apóstolo foi modelado no mesmo molde de Cornélio. Ele lançou-se diretamente ao portão e apresentou-se aos visitantes. Convidou-os a passar a noite com ele. No dia seguinte partiriam para onde quer que fosse. Deus não teve de dar a ordem a Pedro duas vezes.

Na manhã seguinte Pedro reuniu alguns de seus amigos cristãos e ambos os grupos partiram juntos de Jope. Viajaram um dia todo e chegaram a Cesaréia. Que aventura! Deus havia traçado um plano e eles estavam ansiosos por segui-lo.

Cornélio aguardava emocionado. Ele havia reuni­do os parentes e amigos íntimos. Podemos supor sem medo de errar que ele regularmente falava de Cristo com todos quantos conhecia. Ele pode ter tido em sua casa uma reunião de igreja sem igreja.

Teria sido fascinante saber o que eles estudavam. Será que liam o Antigo Testamento? Oravam em ignorância e pediam a direção de Deus? Estavam meramente trocando opiniões e andando sem rumo? Fosse qual fosse o processo, a sinceridade deles era indiscutível. E como buscavam a Deus honestamen­te, o Senhor resolveu honrar essa busca.

Quando Cornélio viu que Pedro se aproximava, correu para o apóstolo e caiu-lhe aos pés. É interes­sante notar como este oficial era humilde. Ele pare­cia ser uma definição viva da verdadeira mansidão. Cornélio tinha o poder de exigir e mandar. Também tinha a humildade para aceitar sugestões, servir e mostrar respeito a outros. Coragem e maleabilidade eram sua combinação áurea.

A mansidão tem recebido um mau nome, mas realmente ela é uma qualidade heróica. Jesus Cristo disse-nos que os mansos herdarão a terra (Mt 5:5). Francamente, isto é embaraçoso para muitos de nós. Retratamo-nos como confiantes e decididos. A palavra manso soa como retirar-se covardemente.

Jesus Cristo referiu-se a si mesmo como manso e humilde de coração (Mt 11:29). Não há necessi­dade de explicar em minúcias o que é a mansidão. É uma qualidade nobre que nos permite servir aos outros e aprender deles.

Às vezes os cristãos, em sua avidez por comunicar a fé, perdem a humildade. Sentimo-nos tão orgulho­sos por sermos filhos do Rei! Se não formos cuidado­sos, tornamo-nos arrogantes em lugar de úteis.

Cornélio tinha uma boa compreensão da Palavra e seu espírito. Ele não tinha de curvar-se ou mesmo cooperar — ele poderia ter exigido que as coisas fossem feitas do seu jeito, mas declinou de fazê-lo. Era isto que o fazia funcional nas mãos de Deus.

Pedro resistiu corretamente à adoração de Corné­lio. Ninguém, melhor do que o apóstolo, sabia que ele era como as demais pessoas. Isto, contudo, não o diminui diante da atitude do oficial. Ele era grato e não orgulhoso demais para admiti-lo.

Este encontro histórico precisa de uma pequena explicação. Ambos os homens não pareciam sentir-se muito à vontade. Pedro explicou como aconteceu de ele procurar um centurião gentio; para dizer a verdade, uma atitude muito irregular. Judeus e gentios normalmente não se misturavam bem. Cor­nélio esboçou seus antecedentes e descreveu a visão que teve três ou quatro dias antes.

Pedro tinha vindo para ensinar a Cornélio, mas ele tinha uma surpresa guardada. O oficial romano estava prestes a dar um passo gigante que mudaria a vida do apóstolo. Pedro resumiu a situação imediata­mente: "Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas" (At 10:34b).

Isto pode parecer-nos uma lição fácil, mas em realidade foi uma verdadeira revelação. Mais tarde, no concilio de Jerusalém Pedro defenderia a impar­cialidade de Deus (At 15), e mais tarde ainda ele teria de novo segundos pensamentos (Gl 2:11).

Cristo havia criado reputação de imparcialidade. Ele deu assistência a pessoas de todos os caminhos e nacionalidades. Isto havia se tornado parte de tal modo notável de seu estilo de vida que seus críticos zombavam dele. Quando os principais sacerdotes e escribas quiseram apanhar Jesus numa cilada, envia­ram espias com perguntas ardilosas. Quando quise­ram seduzi-lo, começaram com um elogio fingido: "Mestre, sabemos que falas e ensinas retamente, e não te deixas levar de respeitos humanos, porém ensinas o caminho de Deus segundo a verdade" (Lc 20:21). Sabiam que ele não respeitava pessoas favorecidas. Contudo, pensaram claramente que ele deveria fazê-lo.

Pelo menos naquele momento a luz brilhou com todo esplendor sobre Pedro. Ele expôs o evangelho completo de Jesus Cristo ao gentio comandante romano. Pedro estava levando a cabo um serviço total para Deus que ele próprio não entendia inteira­mente.

Enquanto Pedro expunha o evangelho, o Espírito Santo caiu sobre Cornélio e sua família — indício claro de que eles criam sinceramente no que tinham ouvido. A evidência do Espírito era óbvia à medida que os gentios começaram a falar em línguas.

Há certa justificativa para chamar este aconteci­mento de Pentecoste gentio. O que aconteceu aqui é semelhante ao que está registrado no capítulo 2 de Atos. O motivo parece bem planejado. Os gentios tinham de entrar para a igreja em pé de igualdade com os judeus. Se houvesse qualquer sugestão de que os gentios eram cristãos de segunda categoria, o dano seria enorme. Igualdade de condições era o único nível aceitável. Deus estava abrindo cuidado­samente o caminho de sua igreja.

De imediato Pedro exigiu o batismo dos novos crentes. Exatamente como no Pentecoste, não houve período de espera entre a aceitação e o batismo. Embora hoje se ofereçam muitos argumentos a favor de um período de experiência anterior ao batismo, certamente tais argumentos não eram proeminentes no livro de Atos.

Cornélio e seus amigos convidaram Pedro e seu grupo a permanecer com eles. Durante alguns dias continuaram com a troca de experiências e ensino da doutrina cristã.

As notícias se espalhavam como manteiga quente no pão. Logo os ouvidos estavam tinindo na Judéia e nem todos os comentários eram favoráveis. Alguns cristãos ficaram chocados, digamo-lo francamente. Como podia Pedro ter-se encontrado com gentios e ainda dizer-lhes que eram cristãos? Que tipo de decadência havia invadido a igreja? Era uma profa­nação transparente. Os judeus agora tinham contato social e comunhão com os pagãos; eles haviam barateado o evangelho tornando-o acessível a todos. Alguns cristãos nunca se recuperaram desse mal.

Quando Pedro chegou a Jerusalém, explicou com todo o cuidado o que havia acontecido. Ele não queria mexerico para complicar os fatos. Lucas, autor do livro de Atos, que demonstrou o problema e seu progresso, a esta altura abandona o assunto (Atos 11:18). Mais tarde ele o discute de novo, retratando os profundos problemas resultantes da aceitação dos cristãos gentios, mas por ora o problema está solucionado.

Felizmente para todos, o primeiro gentio converti­do foi um homem da estatura de Cornélio. Provavel­mente não fazia a mínima diferença se ele fosse soldado ou centurião; contudo, era terrivelmente importante que ele fosse um cavalheiro. Uma perso­nalidade detestável como Simão o mago (At 8:9 e ss.) ou um casal de mentirosos como Ananias e Safira (At 5:1 e ss.) teriam comprovado ser desas­troso.

A despeito do que às vezes ouvimos, há pessoas que buscam a Deus. Seus motivos e vida podem não ser puros, mas seu desejo é real. Vemos em Cornélio este tipo de pessoa. Sua busca não era meramente intelectual. O centurião romano tinha um coração faminto de Deus.

Algo sobre o que pensar

1. Estava você buscando a Deus quando se tornou cristão? Deus o encontrou quando você estava desinteressado?
2. Nós, cristãos, temos uma atitude aberta para com a direção de Deus em nossa vida? Somos criativos e aventurosos como o foi Cornélio? Somos inflexí­veis e cuidadosos demais?
3. A esmola é proeminente entre seu grupo de amigos cristãos? Por que alguns são cheios de desconfiança na ajuda aos pobres? Qual a presente tendência entre os cristãos?
4. Deus fala às pessoas sem servir-se de outras pessoas? Acha que ele fala por meio da natureza?
5. Acharíamos difícil aceitar certos antecedentes étnicos e econômicos em nossos grupos cristãos? Explique.
6. Sua igreja batiza imediatamente ou adota um período de espera? Por quê?

Bibliografia W. L. Coleman


sábado, 17 de outubro de 2015

A CURA


O homem que se assentava a mesa com prostitutas e ladrões
Ele comia e bebia com os pecadores
Este homem nasceu numa humilde manjedoura
Ele é o verdadeiro Rei dos judeus
O Rei legítimo de Israel
Ele combatia o legalismo religioso
Não suportava a hipocrisia e o falso moralismo
Os religiosos hipócritas o odiavam
Os falsos moralistas o detestavam
Ele é a ponte entre Deus e os homens
Ele é o Único Caminho para se chegar até Deus
Ele é a Única Salvação
Só Ele pode nos salvar
Da morte eterna
Do castigo eterno
Quem o aceitar como o seu único e suficiente Salvador em seu coração será salvo
A epidemia se alastra sobre a Terra
O vírus mortal dizima incontáveis vidas
Os homens podem conhecer a morte
Mas Ele conhece a vida
Ele é a própria Vida
Esse homem é Jesus
O Cristo anunciado pelos profetas no passado
O Messias que Israel sempre aguardou
O Rei dos reis
O Senhor dos senhores
O Único que pode nos salvar
O seu sangue é a cura
Para o vírus mortal
Chamado pecado
Que se alastra sobre a Terra
Desde a queda do homem
No Jardim do Éden
O seu sangue nos purifica de todo o pecado
Para nos libertar da opressão
Que é o jugo do pecado
A escravidão que os homens sem Deus são submetidos
Muitos homens de Deus também são escravizados
Mas eles têm a certeza de que um dia serão livres
De que Cristo irá libertá-los
De que Cristo irá nos libertar
Da escravidão do pecado
Desse vírus maldito que tenta nos eliminar
O sangue de Jesus pode nos curar e nos libertar.

PANDEMIA


“Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. Todo atleta em tudo se domina; aqueles para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível. Assim corro também eu, não sem meta; assim luto, não como desferindo golpes no ar. Mas esmurro o meu corpo, e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado”. (1 Coríntios 9:24-27)
            O apóstolo Paulo nesse trecho da Bíblia se referiu à corrida esportiva e também ao Pancrácio (arte marcial grega). Assim, como Paulo sempre usou o serviço militar como bom exemplo para a vida cristã, ele também se referiu ao esporte como bom exemplo a ser seguido pelos crentes em Jesus. O contexto desse capítulo não é a demonização do esporte, pelo contrário, é o lado positivo do esforço dos atletas em alcançar a sua meta nos campeonatos. Esse contexto ensina exatamente o que as artes marciais sempre ensinaram, que o verdadeiro guerreiro deve lutar contra si mesmo, ou seja, que o homem deve dominar a sua própria natureza (exatamente o que Paulo ensina nesse capítulo). O contexto desse capítulo é a luta contra o pecado, isto é, é a batalha que todo servo de Deus deve travar contra a sua própria natureza pecaminosa.
“Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei”. (1 Coríntios 15:55-56)
A epidemia viral se alastra sobre a Terra, dizimando incontáveis pessoas. O pecado começa doce, de salgado, então, se torna amargo. O pecado sempre engana com uma boa aparência, mas o seu final é de morte. Eu tenho sofrido muito com as tentações, porque onde eu olho somente vejo seios e bundas de mulheres. Sou bombardeado pela mídia. Eu evito assistir televisão, mas o pouco que assisto já sou tentado. Quando mexo na Internet sou bombardeado pela sensualidade (mesmo contra a minha vontade). Quando saio na rua vejo mulheres formosas vestidas de forma sensual. É muito difícil dizer não para o pecado. O desejo do meu coração é fazer a vontade de Deus, mas está muito difícil resistir às tentações.
“Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação, e por fim a vida eterna; porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor”. (Romanos 6:22-23)
Como o apóstolo Paulo ensinou na Bíblia, o salário do pecado é a morte. As pessoas que vivem na prática do pecado são mortas espiritualmente, ou seja, são como zumbis que vagam por aí sem almas infectando outras pessoas. O pecado mata as pessoas aos poucos até destruí-las totalmente. O pecado sempre começa como uma coisa aparentemente agradável e coerente, mas esse vírus maldito escraviza os homens os transformando em verdadeiras bestas selvagens. O pecado é bestial, e coitado do ser humano que se tornar escravo dele. O pecado afasta os homens de Deus, e condena os seres humanos a morte eterna, isto é, ao Inferno. Quero deixar bem claro que há diferença entre cair em pecado e viver em pecado. A Salvação é pela Graça, e não pelas obras. Portanto, os cristãos não perdem a Salvação se pecarem (refiro-me aos verdadeiros cristãos), até porque Jesus Cristo sofreu e morreu numa cruz justamente, porque todos nós somos pecadores. Se nós não pecássemos, não haveria necessidade de Jesus morrer na cruz, por isso, Cristo morreu e ressuscitou, para que o seu sangue nos purifique de todo o pecado.
“O que só prevalece é perjurar, mentir, matar, furtar, e adulterar, e há arrombamentos e homicídios sobre homicídios”. (Oséias 4:2)
O pecado gera a maldade e a perversidade, pois os homens se tornam em monstros sanguinários que perdem muitas vezes o discernimento do que é certo ou errado, mas também muitos deles optam pelo que é errado conscientemente. Os crimes bárbaros e a crueldade são apenas conseqüências da depravação total, ou seja, quando os homens estão tão contaminados pelo pecado que eles não são mais capazes de praticar o bem. O pecado endurece o coração do homem, o tornando num verdadeiro demônio sem sentimentos. A vilania toma conta dos corações dos seres humanos que não conhecem a Deus, porque esse vírus maldito cega as pessoas de tal maneira que elas não conseguem mais enxergar. Pessoas boas se tornam em criaturas bestiais por causa do pecado; e elas perdem a capacidade de amar. O pecado é brutal; e não tem piedade de ninguém.
“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá”. (João 11:25)
Descobri que a cura para o pecado é Cristo. O sangue de Jesus é a cura. Por isso, Jesus Cristo se sacrificou por nós, para que possamos ser libertos da opressão do pecado e vivermos eternamente com Ele. A Salvação é de graça, e a cura para esse vírus chamado pecado também. Jesus Cristo pode nos libertar do pecado. Basta ter fé.
“Senhor, Deus da minha salvação, diante de ti tenho clamado de dia e de noite. Chegue a minha oração perante a tua face, inclina os teus ouvidos ao meu clamor. Porque a minha alma está cheia de angústias, e a minha vida se aproxima da sepultura. Já estou contado com os que descem à cova; estou como um homem sem forças, posto entre os mortos; como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais te não lembras mais; antes, os exclui a tua mão. Puseste-me no mais profundo do abismo, em trevas e nas profundezas”. (Salmo 88:1-6)
Estou sofrendo muito ultimamente. Na verdade, desde os meus doze anos venho pedindo para Deus me matar. A dor que sinto em meu coração é tão grande, que acho que não irei suportar. A angústia que me assola por dentro é implacável. Tenho estado até desanimado de orar e ler a Bíblia. Eu adoro orar, e amo a Palavra de Deus, mas estou imensamente triste e melancólico, e não sei até quando irei agüentar. Realmente, acredito que não nasci para ser feliz, pois nunca tive sorte na vida. A única coisa que posso dizer que é sorte é a amizade dos meus queridos e amados amigos. Se ainda não me suicidei, é porque os meus amigos sempre foram os alicerces de minha existência. Quase todos os meus amigos são cristãos e dão bom exemplo. Eles são íntegros e corretos. Por isso, eu os admiro.
 “Até quando te esquecerás de mim, Senhor? Para sempre? Até quando esconderás de mim o teu rosto? Até quando consultarei com a minha alma, tendo tristeza no meu coração cada dia? Até quando se exaltará sobre mim o meu inimigo? Atenta em mim, ouve-me, ó Senhor, meu Deus; alumia os meus olhos para que eu não adormeça na morte; para que o meu inimigo não diga: Prevaleci contra ele; e os meus adversários se não alegrem, vindo eu a vacilar. Mas eu confio na tua benignidade; na tua salvação, meu coração se alegrará. Cantarei ao Senhor, porquanto me tem feito bem”. (Salmo 13:1-6)
Por incrível que pareça, eu ainda acredito que Deus pode me ajudar (isso se Ele quiser é claro). Não sei se Deus quer ter misericórdia de mim, pois tenho dado muitas mancadas com Ele. Eu sempre piso na bola com Deus, e não sei se Ele quer me perdoar. Estou muito arrependido, e sinto muito remorso, mas não consigo me libertar dos pecados que me escravizam. Quem me dera se eu conseguisse viver plenamente a vontade de Deus. O meu sonho é um dia me encontrar realmente com Deus, e viver uma vida plenamente santa, livre da escravidão do pecado. Estou vivendo em uma época de escuridão e trevas.
Estou muito decepcionado com as redes sociais. O Orkut me decepcionou muito no passado, mas nada se compara as decepções que tive com o Facebook e o Twitter. Eu desadicionei algumas pessoas do meu perfil do Facebook (pessoas que apenas me traziam tristeza e não acrescentavam nada na minha vida). Parei de seguir pessoas também no Twitter, que também somente me causavam sofrimento. Agora, as pessoas interessantes que conversavam comigo no Facebook desapareceram, pois elas estão muito ocupadas estudando. Infelizmente, eu sou um desocupado, para não dizer coisa pior. Eu procuro emprego, mas não encontro nenhum emprego da minha categoria (digo, que não seja trabalho de burro de carga). Eu sou graduado em História, ou seja, eu tenho formação de historiador e de professor, e na boa, eu me recuso a ficar trabalhando de limpar privada ou algo parecido (não estudei para isso). Não quero ser professor, porque os professores são muito desvalorizados neste país (principalmente, neste Estado). Eu poderia trabalhar como historiador, mas não têm muito campo de pesquisa aqui no Brasil, ou seja, eu sou mais um historiador desempregado. Não sou ganancioso, pois não tenho amor ao dinheiro, mas gostaria muito de trabalhar em algo que me desse prazer (e, que, principalmente, eu não seja explorado, como aconteceu em empregos anteriores). O último lugar onde eu trabalhei (a Oxford) foi um bom lugar e o meu chefe era um homem muito bom e íntegro. O meu sonho mesmo era trabalhar em criar jogos de videogames, pois adoro videogame, mas ainda não tive oportunidade de trabalhar nessa área.
Eu tenho tido sérios problemas com a promiscuidade e a depravação sexual devido a minha ociosidade. Os crentes hipócritas somente sabem me acusar, mas eu bem sei que esses safados pecam escondidos fazendo coisas muito piores do que eu (eu, pelo menos, sou sincero com Deus, ao contrário, desses falsos moralistas). Desejo do fundo do meu coração fazer a vontade de Deus, mas está muito difícil. Eu sei que fui criado para um propósito. Que devo cumprir com o propósito de minha existência. Só irei partir quando a minha obra estiver completa. É tão difícil viver de acordo com os preceitos de Deus e lutar contra a minha própria natureza.
            Já estou cansado dos “chavões evangélicos” de sempre, tipo “Jesus está voltando”, ou “é o fim dos tempos”, ou “o mundo jaz no maligno”, ou “a tendência é piorar mesmo”, ou “não julgueis”, ou ”os filhos das trevas são mais prudentes que os filhos da luz”, ou “não toqueis no ungido do Senhor”. Na boa, já estou farto desses crentes sem assunto que não tem o que fazer. Sabe, vão ler a Bíblia (estudar Teologia de verdade), ao invés, de ficarem pregando besteiras e colocando palavras na boca de Deus que Deus nunca disse. É crente que faz greve de fome e diz que é jejum. É crente que determina as coisas para Deus como se Deus fosse empregadinho dele. É crente que pensa que Deus é banco e que só quer arrancar dinheiro d’Ele. É um bando de crentes interesseiros isso sim. Sinceramente, sempre quis diferente deles e espero ser um cristão muito melhor do que esses religiosos que levam a Deus na brincadeira.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

CRISTIANISMO, ANIMES E GAMES


“Eu sei, e disso estou persuadido no Senhor Jesus, que nenhuma coisa é de si mesma impura, salvo para aquele que a considera, para esse é impura”. (Romanos 14:14)
Muitos evangélicos, baseados em seu preconceito religioso, demonizam os desenhos animados e o incrível é que esses religiosos hipócritas somente vêem o Diabo em todo lugar e não conseguem ver nada de bom nos desenhos. Eu reconheço que existe ocultismo em diversos desenhos e que eles são perigosos (para crianças pequenas que não sabem discernir o certo do errado), mas posso afirmar que eu e muitos de meus amigos temos retido muitas coisas boas nesses mesmos desenhos, pois como a própria Palavra de Deus nos ensina, devemos examinar tudo e reter o que é bom.
Gosto muito de assistir animes (desenhos japoneses) e aprendo lições de amizade, companheirismo e honra nesses desenhos que Josué Yrion e companhia adoram endiabrar. Os heróis dos animes geralmente são determinados, ousados e valentes, e se preocupam constantemente em ajudar os semelhantes. Os animes que eu assisto ensinam que a vingança é errada e que devemos pelejar apenas baseados na justiça. Os heróis japoneses usam sua força e habilidades para proteger os indefesos e lutar pelo que é justo. O que acho mais interessante nesses desenhos é que inimigos mortais se perdoam e se tornam grandes amigos, e a amizade é muito valorizada, algo que infelizmente não tenho visto nas igrejas evangélicas.
Agora, escreverei sobre alguns desenhos que assisto que têm me ensinado vários princípios morais e lições de companheirismo.
Samurai X ou Rurouni Kenshin é um desenho que se passa na Era Meiji do Japão e é um dos animes que mais gosto. Kenshin Himura era Battousai, o Retalhador, um matador que retalhava suas vítimas sem piedade. No final da Era Tokugawa ele se arrependeu de todos os seus crimes (por causa do amor) e prometeu para si mesmo que nunca mais sujaria suas mãos de sangue novamente. Durante anos, eu odiei os bandidos e desejei ser um justiceiro, mas através desse desenho pude ver que os marginais também podem se converter e se tornar pessoas boas. Deus usou esse anime para falar comigo e através dele eu passei a olhar para os delinqüentes com compaixão.
Fullmetal Alchemist é o desenho que conta a história de dois irmãos, Edward Elric e Alphonse Elric, e o que acho mais bonito nesse anime é o fato desses dois irmãos viverem um em função do outro. Edward e Alphonse brigam como todos os irmãos, mas eles têm um laço de amizade muito forte. Esses irmãos estão dispostos a morrer um pelo outro e sempre lutam pelo que é certo.
Bleach conta a história de Ichigo Kurosaki, um adolescente que se tornou num ceifeiro de almas (um tipo de caçador de demônios) e ele usa todo seu poder para proteger as pessoas que não podem se defender. Ichigo é amigo de Rukia Kuchiki e arriscou sua própria vida para salvá-la, porque ele a amava. Como quase todos os desenhos japoneses, esse anime também valoriza muito a amizade e os heróis desse desenho são amigos mesmo uns dos outros. Um dos heróis que mais admiro desse anime é o Sadu Yasutora, um jovem extremamente forte e poderoso que foi briguento no passado, mas que prometeu para si mesmo que nunca mais usaria seus punhos em causa própria e somente lutaria em favor dos fracos e oprimidos. Uryuu Ishida, o Quincy, também é um herói que admiro muito, porque ele é íntegro e honrado, e também somente luta em prol da justiça para defender os indefesos. Com o Uryuu eu aprendi que: “As flechas do Quincy só devem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o Quincy jurou proteger”. Com o Uryuu eu também aprendi que para aqueles que conhecem a Verdade não adianta fechar os olhos e tampar os ouvidos, ou seja, eu não posso ignorar o mundo espiritual. O Uryuu e o Ichigo eram inimigos mortais e se odiavam, mas com o passar do tempo, eles se tornaram grandes amigos (os ceifeiros de almas e os Quincys são inimigos naturais). Esse anime abençoa muito a minha vida, porque Deus sempre fala comigo por meio desse desenho animado.
Um desenho que gosto muito é o “Saint Seiya”, porque é um anime magnífico. Quando eu era criança, sofri muito preconceito por parte dos evangélicos por eu gostar do desenho japonês “Os Cavaleiros do Zodíaco”. Pretendo usar o meu talento de escrever mais uma vez para poder defender o anime Saint Seiya, porque já estou farto da hipocrisia e do fanatismo religioso dos fariseus. Chega de falso moralismo!
Seiya de Pégaso, Shiryu de Dragão, Hyoga de Cisne, Shun de Andrômeda, e Ikki de Fênix são os protagonistas desse maravilhoso desenho. Esses jovens cavaleiros de bronze são conhecidos como “Os Cavaleiros da Esperança”. Seiya e seus amigos são homens dispostos a sofrerem e morrerem pelos outros. Eles não usam os seus punhos em causa própria, mas usam os seus poderes para promover a justiça.
Seiya é determinado e perseverante, ou seja, ele não se entrega facilmente. O cavaleiro de Pégaso, mesmo sem os seus cinco sentidos, permanece lutando em prol da justiça. Seiya é um guerreiro admirável. No filme “A Lenda dos Defensores de Atena”, Seiya havia perdido a esperança e queria morrer. Saga de Gêmeos disse para Seiya que para os que perdem a esperança e desistem de lutar só resta morrer mesmo. Saga incentivou Seiya a lutar pela vida. Pégaso derrotou Gêmeos, e conseguiu vencer os demais inimigos, porque ele voltou a ter esperança, e continuou lutando.
Shiryu de Dragão é o cavaleiro que mais valoriza a amizade. Shiryu não vive para si mesmo, mas, sim, para a justiça. Ele é um homem que daria a vida pelos outros. Apesar de eu gostar mais do Ikki de Fênix, Shiryu é o cavaleiro que acho mais íntegro e honrado, isto é, ele é o mais digno do meu respeito. O cavaleiro de Dragão em várias ocasiões se sacrificou pelos seus amigos. Quando Shiryu doou grande parte de seu sangue para concertar as armaduras de Pégaso e de Dragão, ele provou que a sua amizade era verdadeira arriscando a sua própria vida. Em outra ocasião, Shiryu se cegou para poder derrotar Algol de Perseu, um cavaleiro de prata que havia transformado Seiya e Shun em estátuas de pedra. Assim, Dragão salvou Pégaso e Andrômeda. Quando Shiryu enfrentou vários esqueletos de cavaleiros, ele não podia se desviar para a direita, nem para a esquerda, e nem recuar. Assim, nós, cristãos, temos que trilhar o Caminho de Deus.
Hyoga de Cisne é um cavaleiro muito valente e honrado que tem muito carinho pela sua mãe. Hyoga tem princípios cristãos (a sua mãe era cristã), e ele é muito perseverante nas batalhas, assim, como os seus demais companheiros. Na Casa de Escorpião, quando Hyoga enfrentou Milo, o cavaleiro de Escorpião lhe disse que era um sonho os cavaleiros de bronze chegarem até a Sala do Mestre, mas Cisne lhe falou que se as pessoas se esforçarem e lutarem por seus sonhos, os seus sonhos podem ser realizados.
Shun de Andrômeda odeia a violência, ou seja, ele não gosta de lutar. Mas, luta quando é necessário. Shun é muito sensível, e não gosta de machucar as pessoas. Na Casa de Libra, o cavaleiro de Andrômeda elevou o seu cosmo ao máximo (arriscando a sua própria vida) para poder descongelar Hyoga de Cisne, que havia sido congelado por Camus de Aquário. Shun também está disposto a dar a sua própria vida pelos seus amigos.
Ikki de Fênix era maléfico no passado, mas graças à amizade de Seiya e dos outros; e do amor de seu irmão Shun, ele se converteu de seus maus caminhos. Ikki era só ódio por dentro, mas o amor o fez se arrepender de seus pecados e nascer de novo. O cavaleiro de Fênix era perverso, e liderava os terríveis cavaleiros negros, mas quando Ikki se converteu, ele passou a lutar pela justiça.
A parte que mais gosto do anime Saint Seiya, é quando o Mestre Ancião (Dohko de Libra) dá uma lição de moral em Máscara da Morte, o cavaleiro de Câncer. Aprendi com Dohko que a injustiça será para sempre injustiça; e a justiça será eternamente justiça. Não importa o quanto o mal tente mudar isso, a verdade é imutável. A injustiça nunca será justiça. Estes são os princípios e valores do anime Saint Seiya. 
Estou passando por um momento muito difícil; e o meu coração dói tanto, como se Afrodite de Peixes tivesse encravado uma rosa sangrenta no meu coração. Ainda bem que eu tenho o anime Saint Seiya para me alegrar e me ajudar a esquecer a tristeza.
 “E acontecia que, quando Moisés levantava a sua mão, Israel prevalecia; mas quando ele abaixava a sua mão, Amaleque prevalecia”. (Êxodo 17:11)
Em certa ocasião, o povo de Deus enfrentou os seus inimigos, os amalequitas, e Moisés intercedeu a favor de Israel para que o seu povo triunfasse. Enquanto Moisés estendia as suas mãos e orava, os hebreus prevaleciam; mas quando ele abaixava as suas mãos, os amalequitas prevaleciam. Essa parte da Bíblia nos mostra novamente o verdadeiro poder da oração.
 Neste maravilhoso desenho japonês, eu vi um episódio em que a Shunrei intercedeu em favor do Shiryu de Dragão. A Shunrei orou, ou seja, ela pediu diversas vezes para o Deus judaico-cristão proteger o seu amado Shiryu do cavaleiro de ouro Máscara da Morte de Câncer. O próprio anime Saint Seiya, que não é um desenho cristão, mostra o poder da oração. O vilão, Máscara da Morte, ficou muito incomodado com a oração da Shunrei; e foi a intercessão dessa garota que salvou Shiryu. Até esse anime ensina princípios e valores cristãos. Eu aprendi muito com esse magnífico desenho japonês. Apesar da idolatria e da Astrologia envolvidas nesse anime, têm muitas coisas boas para se reter nesse desenho que marcou a minha geração.
Dragon Ball conta a história de Goku, um garoto com rabo de macaco que foi enviado a Terra para conquistá-la, mas quando chegou ao planeta foi criado por Son Gohan que o criou com amor e carinho o transformando numa pessoa boa. Nesse desenho, muitos rivais se perdoaram e se tornaram grandes aliados. Vilões perversos se arrependeram de suas maldades e passaram a lutar pela justiça, como, por exemplo, Piccolo, Tenshinhan, Yamcha e Vegeta, que eram maus e se tornaram bons.
Naruto é o anime que tem feito grande sucesso na atualidade e conta a história de um jovem ninja com o mesmo nome do desenho que era considerado pela sociedade um fracassado que jamais triunfaria na vida. Eu me identifico muito com ele, porque sempre tive complexo de inferioridade e as pessoas nunca acreditaram em mim. Apesar de todos terem falado que Naruto era um perdedor, ele nunca desistiu de seus sonhos e provou para todos que ele era capaz de ser um vencedor. Naruto Uzumaki nunca desistiu de seu grande amigo, Sasuke Uchiha, que se desviou do caminho da justiça para trilhar o caminho do mal. Naruto sempre fez de tudo para trazer Sasuke de volta para o lado do bem, e nunca desistiu dele. Naruto luta contra o seu lado obscuro (um demônio aprisionado dentro dele). Esse ninja luta contra a sua própria natureza, e o amor e a amizade o tornaram num guerreiro justo e num homem grandioso com um excelente caráter.
 Agora, falarei sobre um desenho ocidental, o Doug, que conta a história de Doug Funnie que para mim parece até um cristão, pois ele é honesto, justo, bom, e ajuda até seus inimigos, como o Roger Klotz, que sempre o atormenta, mas mesmo assim Doug não retribui o mal com o mal. Esse é um dos desenhos mais educativos que conheço e ensina excelentes princípios morais.
Os fariseus precisam entender que nem todos os criadores de desenhos são pessoas mau-intencionadas, ou seja, nem todos são satanistas. À vezes, eles colocam suas crenças pessoais nos desenhos não com a intenção de prejudicar as crianças, mas porque simplesmente eles acreditam nelas. Muitas crenças fazem parte das culturas das pessoas e como muitas delas não conhecem a Deus, elas acabam colocando ocultismo nos desenhos, mas nem sempre é com a intenção de prejudicar alguém.
Os crentes hipócritas também costumam demonizar os videogames, mas várias pesquisas comprovam que muitos jogos estimulam o raciocínio das crianças, e como tudo na vida, também têm inúmeras coisas boas que nós podemos assimilar. Nem todos os jogos incentivam a violência, isto é, existem muitos jogos educativos.
Realmente, o videogame foi uma das maiores criações da humanidade, pois muitos jogos tornam uma vida amarga numa vida doce e aperfeiçoam o intelecto humano. Eu já passei horas por dia jogando videogame e fui muito feliz nesses preciosos momentos. Eu desenvolvi o meu raciocínio jogando jogos de RPG em que eu tinha que desvendar inúmeros segredos. Durante a minha infância, eu tive momentos muito tristes, mas os videogames que eu jogava alegravam o meu coração me tornando numa criança feliz. Agora, contarei sobre alguns jogos clássicos que me deram momentos maravilhosos que jamais irei esquecer. Sinto falta da época em que eu jogava videogame, porque nessa época, eu era verdadeiramente feliz.
Eu jogava muito os jogos do “Super Mario Bros” e delirava a cada fase que passava até chegar às últimas fases e acabar com esses jogos. No Super Mario Bros eu cheguei à última fase, entretanto, nunca consegui acabar com o jogo. No Super Mario Bros 2 eu consegui encerrar o jogo e gostava muito de jogar com a princesa Peach. O Super Mario Bros 3 era o jogo que eu mais gostava de jogar. Eu enfrentei todos os filhos de Bowser (Rei Koopa), mas gostava de usar a flauta para poder conhecer todas as fases. Eu já acabei com esse jogo jogando fase por fase também. O “Super Mario World" também me distraía nos dias que eu não tinha nada para fazer. Eu cheguei a abrir 93 fases desse jogo e passei por todos os castelos até chegar ao palácio de Bowser, no entanto, nunca cheguei a conhecer todas as fases.
O jogo “Super Metroid” da saga “Metroid” também marcou profundamente a minha infância, pois eu já passei madrugadas jogando esse maravilhoso jogo. O primeiro jogo dessa excelente saga tem uma história emocionante. A lendária "caçadora de recompensas" da Nintendo, Samus, tem uma triste história. Ela morava em uma colônia de terráqueos que foi praticamente destruída num ataque dos Piratas Espaciais, e a pequena órfã e única sobrevivente foi acolhida pelos Chozo, evoluída raça de alienígenas que a treinaram na arte da guerra, deram a ela o seu sangue e a sua conhecida armadura. O seu primeiro jogo leva o nome que até hoje é usado, Metroid, do NES. Hoje em dia, Samus, é conhecida por ser uma das poucas mulheres a estrelarem jogos. Metroid é até hoje um dos jogos que reúne fãs em todo mundo.
Já passei madrugadas jogando o magnífico jogo “The Legend of Zelda a Link To The Past”. Esse jogo foi um dos jogos mais emocionantes que já joguei em toda a minha vida. Eu me divertia combatendo os capangas de Ganondorf, o Rei do Mal, e a cada segredo que descobria ficava feliz da vida. Esse jogo me ajudou a ficar mais inteligente, porque eu quebrava a minha cabeça para desvendar os segredos desse excelente jogo.
“Street Fighter” foi um jogo que me marcou muito também. Eu adorava jogar com os lutadores Ryu, Ken, Dhalsim e Guile, para combater os chefões, Balrog, Vega, Sagat e Mister Bison. Street Fighter é um jogo realmente incrível.
Os jogos “Mega Man 7” e “Mega Man X” também alegraram as minhas tardes e noites. Eu até cheguei a criar histórias em quadrinhos do Mega Man de tanto que eu gostava desses jogos. Eu adorava combater os robôs do Doutor Willy e os Mavericks de Sigma. Os jogos do Mega Man marcaram profundamente a minha infância, portanto, nunca me esquecerei desses esplêndidos jogos.
Os jogos do computador MSX também alegravam os meus dias, pois eu me divertia jogando “The Goonies” e outros jogos magníficos (que, infelizmente, não me lembro de todos os nomes, porque eu era muito pequeno quando os joguei).
Apesar de todas as dificuldades que passei, eu tive uma infância feliz. Sinto falta de quando eu jogava videogame, porque essa foi à época mais feliz de minha vida. 
            “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas”. (1 Coríntios 6:12)
O que pode ser pecado para mim, necessariamente pode não ser pecado para outra pessoa e vice-versa. Eu admito que os desenhos que assisto podem realmente até serem maldições para outras pessoas, mas para mim eles são bênçãos. Deus fala comigo através dos animes e o que eu mais admiro no Todo-Poderoso é que Ele não é preconceituoso e me compreende. Deus me respeita na minha individualidade e não me recrimina por eu assistir desenhos japoneses. Convém-me assistir animes sim e eu não sou dominado por eles.
Decidi escrever essa apologia contra Josué Yrion e seus seguidores fanáticos, porque já estou farto de tanto preconceito. Por isso, resolvi dar um basta em toda essa hipocrisia. Espero ter esclarecido o meu ponto de vista, e afirmo que nós, cristãos, devemos reter de tudo o que é bom.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.