sábado, 20 de maio de 2017

DEUS EXISTE?




DEUS EXISTE? EXISTEM EVIDÊNCIAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS?


A existência de Deus não pode ser provada ou refutada. A Bíblia diz que devemos aceitar pela fé o fato de que Deus existe: "Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam" (Hebreus 11:6). Se Deus assim desejasse, Ele poderia simplesmente aparecer e provar para o mundo inteiro que Ele existe. Mas se fizesse isso, não haveria necessidade de fé. "Então Jesus lhe disse: ‘Porque me viu, você creu? Felizes os que não viram e creram’" (João 20:29). Isso não significa, porém, que não há provas da existência de Deus. A Bíblia diz: "Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos. Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite. Sem discurso nem palavras, não se ouve a sua voz. Mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as suas palavras, até os confins do mundo" (Salmo 19:1-4). Observar as estrelas, compreender a vastidão do universo, admirar as maravilhas da natureza, enxergar a beleza de um pôr do sol - todas estas coisas apontam para um Deus Criador. Se tudo isso ainda não fosse suficiente, também há evidência de Deus em nossos próprios corações. Eclesiastes 3:11 nos diz: "... Também pôs no coração do homem o anseio pela eternidade." Temos o reconhecimento dentro de nós de que há algo além desta vida e alguém além deste mundo. Podemos até negar este conhecimento intelectualmente, mas a presença de Deus em nós e ao nosso redor ainda é óbvia. Apesar disso, a Bíblia nos adverte de que alguns ainda vão negar a existência de Deus: "Diz o tolo em seu coração: ‘Deus não existe’" (Salmo 14:1). Uma vez que a grande maioria das pessoas ao longo da história, em todas as culturas, em todas as civilizações, e em todos os continentes acreditam na existência de algum tipo de Deus, deve haver algo (ou alguém) causando esta crença. Além dos argumentos bíblicos para a existência de Deus, existem argumentos lógicos. Em primeiro lugar, existe o argumento ontológico. A forma mais popular do argumento ontológico usa o conceito de Deus para provar a existência de Deus. Ele começa com a definição de Deus como "um ser do qual nada maior pode ser concebido." Em seguida, é argumentado que existir é maior do que não existir e, portanto, o maior ser concebível deve existir. Se Deus não existisse, então Deus não seria o maior ser concebível, o que estaria em contradição com a própria definição de Deus. Um segundo argumento é o argumento teleológico. O argumento teleológico afirma que já que o universo apresenta um projeto tão incrível, deve ter havido um designer divino. Por exemplo, se a Terra fosse significativamente mais perto ou mais longe do sol, não seria capaz de suportar a maior parte da vida que atualmente sustenta. Se os elementos na nossa atmosfera fossem apenas alguns pontos percentuais diferentes, quase todos os seres vivos na terra morreriam. As chances de uma única molécula de proteína se formar ao acaso é de 1 em 10.243 (ou seja, 1 seguido de 243 zeros). Uma única célula é constituída por milhares de moléculas de proteína. Um terceiro argumento lógico para a existência de Deus é chamado de argumento cosmológico. Todo efeito deve ter uma causa. Este universo e tudo nele é um efeito. Deve haver algo que causou tudo a existir. Em última análise, deve haver alguma coisa "não-causada" a fim de fazer com que todo o resto passasse a existir. Essa causa "sem causa" é Deus. Um quarto argumento é conhecido como o argumento moral. Cada cultura ao longo da história tem tido alguma forma de lei. Todo mundo tem um senso de certo e errado. Assassinar, mentir, roubar e imoralidade são quase universalmente rejeitados. De onde veio este senso de certo e errado se não de um Deus santo? Apesar de tudo isto, a Bíblia nos diz que as pessoas irão rejeitar o conhecimento claro e inegável de Deus e acreditarão em uma mentira em seu lugar. Romanos 1:25 declara: "Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém." A Bíblia também proclama que as pessoas não têm desculpa para não acreditarem em Deus: "Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis" (Romanos 1:20). As pessoas afirmam não acreditar em Deus porque “não é científico” ou “porque não há prova”. A verdadeira razão é que, quando se admite que há um Deus, também é necessário aceitar que devem ter responsabilidade para com Deus e que precisam do Seu perdão (Romanos 3:23; Romanos 6:23). Se Deus existe, então devemos prestar contas das nossas ações a Ele. Se Deus não existe, então podemos fazer o que quisermos sem termos de nos preocupar com o Seu julgamento sobre nós. É por isso que muitos dos que negam a existência de Deus se agarram tão fortemente à evolução naturalista – isso lhes dá uma alternativa a acreditar em um Deus Criador. Deus existe e todo mundo sabe, no fim das contas, que Ele existe. O próprio fato de que alguns tentam tão agressivamente provar que Ele não existe é em si um argumento para a Sua existência. Como sabemos que Deus existe? Como cristãos, sabemos que Deus existe porque falamos com Ele todos os dias. Nós não audivelmente o escutamos falando conosco, mas sentimos a Sua presença, sentimos a Sua liderança, conhecemos o Seu amor, desejamos a Sua graça. Certas coisas têm acontecido em nossas vidas que não têm outra explicação possível que não seja Deus. Deus tem tão milagrosamente nos salvado e mudado as nossas vidas que não podemos deixar de reconhecer e louvar a Sua existência. Nenhum destes argumentos pode persuadir alguém que se recusa a reconhecer o que já é evidente. No final, a existência de Deus deve ser aceita pela fé (Hebreus 11:6). A fé em Deus não é um salto cego no escuro; mas um passo seguro em um quarto bem iluminado, onde a grande maioria das pessoas já estão presentes.


 (Gotquestions.org)

sexta-feira, 19 de maio de 2017

FRASES DE FILIPE LEVI 20

Tertuliano de Cartago e Hipólito de Roma para poderem satanizar o serviço militar nunca se basearam nas Escrituras, mas apenas em tradições humanas e em suas opiniões e preconceitos pessoais. Os "reformados" para satanizarem instrumentos musicais e o teatro fazem o mesmo. Quando Martinho Lutero quis romper com a Igreja Católica foi justamente por causa disso, porque o Clero apenas se baseava em TRADIÇÕES HUMANAS DA IGREJA, e não nas Escrituras. (Filipe Levi)
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Eu nunca e jamais irei afirmar que o futebol é um problema teológico, porque isso seria apenas uma opinião pessoal baseada em meu preconceito contra esse esporte. Seria o mesmo que os fariseus fazem para satanizar as coisas que eles não gostam se baseando em deturpações de versículos bíblicos, em textos isolados fora de seu contexto e em distorções teológicas. Mas, o problema do futebol é sociológico mesmo. O futebol como esporte é muito saudável como qualquer outro esporte, mas o que me enoja no futebol é essa ALIENAÇÃO E IDOLATRIA INSANA do povo brasileiro que se matam uns aos outros por causa dessa MERDA e que muitas vezes colocam essa COISA no lugar da própria família, dos amigos e de Deus. (Filipe Levi)


Existem dois extremos ruins nas igrejas modernas. As igrejas neo pentecostais se contextualizaram, mas pregam heresias. As históricas não pregam heresias, mas não se contextualizaram. As igrejas neo pentecostais se adaptaram ao século XXI, mas tem uma péssima base teológica. As igrejas históricas tem uma boa base teológica, mas se perderam no tempo e não se adaptaram a época atual. (Filipe Levi)

O maior problema das IGREJAS REFORMADAS (eu também acredito na predestinação de Romanos 9, só para esclarecer), é que elas muitas vezes se baseiam em TRADIÇÕES HUMANAS, e não no que a Bíblia ensina (já não bastavam as heresias bizarras das igrejas pentecostais e neo pentecostais, ainda tem essas tradições farisaicas de muitas igrejas reformadas). Os caras pregam que guitarra e bateria são do Demônio, porque no primeiro século da Igreja Primitiva não se usavam esses instrumentos (e porque Agostinho de Hipona era contra se usar instrumentos no culto, algo que a Bíblia nunca ensinou, ou seja, era uma opinião pessoal dele, e não mandamento bíblico), como se piano e violino existissem naquela época. Os caras pregam que o teatro é do Capeta, porque não usava no primeiro século da Igreja Cristã para evangelizar, mas colocar telão de cinema no culto para passar os filmes da COMEV pode que não tem problema. Usar esse tipo de argumento de FARISEU, é o mesmo que uma mulher muçulmana mandar um taxista desligar o rádio, porque não existia rádio na época do Profeta Maomé, e o taxista pedir a ela para se retirar do táxi, porque na época do Profeta não existia automóvel. (Filipe Levi)

O interessante do Augusto Cury (considero muito sábias algumas coisas que ele diz), mas ele fala muitas asneiras também (não são heresias teológicas, são besteiras sociológicas mesmo), o cara quer que os jovens de hoje mexam o menos possível com computador e celular, ou seja, ele quer que as pessoas do século XXI vivam como na década de 40 (parece até os eleitores de Donald Trump, que ainda querem trabalhar em minas de carvão, porque tem preguiça de estudar e de se especializar). Conheço um bando de "velhos " nas Forças Armadas que não estudam aí são soldados ou cabos (poucos chegam até sargentos) a vida inteira, porque tem preguicinha de estudar, e são liderados e recebem ordens de jovens tenentes e capitães que não tiveram preguiça e resolveram estudar e crescer na vida. Tem velhos que tem uma certa resistência a tecnologia e que tem preguiça de estudar, aí quando eles são demitidos de seus empregos ou não são promovidos dizem que a vida é injusta e que eles são injustiçados.

FRASES DE FILIPE LEVI 19

O "Vilão de gibi", o "Símbolo dos ímpios". O Inimigo de Deus. O responsável pela queda do homem. Ele faz o que bem entende, porque a Igreja se omite e finge que isso não é problema dela. A representação de todo o mal na Terra. O Cão preso na coleira de Deus. O mesmo que desgraçou a vida de Jó, um grande homem de Deus e tremendamente íntegro. Esse cara é o responsável em destruir vidas, famílias e casamentos. Sabem por quê? Porque os cristãos se omitem diante dessa barbárie e carnificina. A ocasião faz o ladrão. A impunidade aumenta a criminalidade. A omissão faz o mal prevalecer. Esqueçam as mandingas da Neuza Itioka, da Rebecca Brown e do Daniel Mastral, porque nada disso representa nenhuma ameaça contra ele. Façam o que a Bíblia manda!!! Obedeçam aos Mandamentos de Deus!!! Sigam os ensinamentos de Jesus e dos apóstolos!!! Se vocês obedecerem os ensinamentos da Bíblia, vocês prevalecerão contra o Diabo e seus anjos. Se a Igreja seguir e obedecer tudo o que a Bíblia, a Palavra de Deus, ensina, as Portas do Inferno não prevalecerão contra a Igreja. (Filipe Levi)
Falar grosso, bater em mulher, bater em criança e bater em adolescente não te faz ser homem. O que te faz ser homem é ser fiel e honrar a sua mulher. O que te faz ser homem é não dever para ninguém e pagar as suas contas em dia. O que te faz ser homem é proteger a sua família e defender os fracos e indefesos. O que te faz ser homem é ser honesto e ser íntegro quando todos são maus e corruptos. O que te faz ser homem é respeitar as mulheres, mesmo quando elas não se dão ao respeito. O que te faz ser homem é ensinar as crianças e os adolescentes com amor e "disciplina bíblica" do Novo Testamento, e não na base da porrada, da humilhação e do estupro. O que te faz ser homem é ter atitudes e hombridade de homem e não ter o "pau grande". O que te faz ser homem é não se omitir diante do mal e não folgar com a injustiça, mesmo quando todos são opressores e covardes. É isso que te faz ser homem ô "machão patriarcal opressor" que só saber pegar as partes da Bíblia que lhe convém para poder legitimar a covardia e a opressão. Conheço homossexuais que tem mais atitudes de macho do que esses "machões" que só sabem ser "corajosos", "valentes" e "destemidos" com os mais fracos e com aqueles que não podem se defender. (Filipe Levi)
Satanás, o Diabo, é um estrategista e um grande mestre na arte da guerra, portanto, ele não vai perder o tempo dele com o "Simba" ou com o "Mufasa". O Rei do Mal não é burro! O cara não é conhecido como o "Tinhoso", porque ele é bobo e imbecil. O Príncipe das Trevas não é debiloide para perder o tempo dele com "Pikachu" ou com "Bulbassauro". Satanás infiltrou falsos profetas e "ex-satanistas" que são "cheios da unção" dentro das igrejas evangélicas, que valorizam mais as suas experiências pessoais mirabolantes do que o que de fato as Escrituras ensinam. O Diabo não é apenas um bom músico, mas ele também é um grande guerreiro exímio na arte da estratégia e do combate. (Filipe Levi)

O interessante do Movimento Hippie e dos "grandes pacifistas", que eram tão bonzinhos e que se importavam tanto com os indefesos, é que eles alegavam que durante a Segunda Guerra Mundial os americanos mataram muitos nazistas que por sua vez tinham matado muita gente durante a Guerra. Eles queriam o quê? Que os Aliados deixassem o Hitler matar mais gente? Eles queriam dialogar e falar "da paz e do amor" com o Hitler? Muitos cristãos hoje querem propor "conversar" e bater um "papinho" muito amigável e gostoso com os extremistas islâmicos do ISIS (Estado Islâmico do Iraque e da Síria). É como se eu ver um estuprador violentando uma mulher indefesa e eu disser para ele: por favor, seu bandido, o senhor, por gentileza, pode interromper esse seu ato coito brutal contra esta pobre donzela indefesa"? . E o violentador disser: Claro, senhor cidadão de bem! Você pediu com tanta gentileza que não tem como eu não atender esse seu pedido tão educado e gentil". BANDO DE PACIFISTAS HIPÓCRITAS!!! (Filipe Levi)





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quarta-feira, 17 de maio de 2017

FRASES DE FILIPE LEVI 18

"Clemente de Alexandria, Eusébio de Cesaréia, Ambrósio de Milão, Agostinho de Hipona e Jerônimo de Strídon apoiavam abertamente o serviço militar e a guerra justa. Clemente de Alexandria, além de defender o serviço militar, também apoiava a prática de esportes e as revoluções armadas contra governos tirânicos e opressores. 
Tanto os apóstolos, Pedro e Paulo, quanto o Grande Salvador, Jesus Cristo, e o precursor do Messias, João Batista, sempre foram favoráveis à lei e a ordem, pois eles nunca satanizaram as autoridades governamentais, tampouco, o serviço militar. 
Paulo e Pedro afirmaram claramente que a função dos oficiais do rei é castigar os malfeitores e louvar os homens que praticam o bem (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17). Quando Paulo disse que “a nossa luta não é contra carne e sangue”, ele se referiu à luta da Igreja (instituição religiosa) e não a luta do Estado. O contexto de Efésios 6 é a luta da Igreja, mas o contexto de Romanos 13 é a luta do Estado (que é ministro de Deus). Quando Paulo falou que “as armas da nossa milícia não são carnais”, ele se referiu as vãs filosofias e a capacidade humana, pois o contexto em que ele disse isso nem é sobre armas bélicas. Quando Cristo ensinou que devemos oferecer a outra face, Ele quis dizer que não devemos ser vingativos, pois em nenhum momento (no contexto desse versículo), Jesus pregou contra a legítima defesa e disse que os cristãos devem ser sacos de pancadas dos outros. No mesmo capítulo, em que esse versículo está inserido, em outra parte Jesus fala que devemos arrancar o olho direito e decepar a mão direita se essas partes do nosso corpo nos fizerem pecar. Obviamente, Jesus usou puro simbolismo nessas passagens. Cristo ordenou para Pedro comprar aquela espada que o apóstolo usou para decepar a orelha direita de Malco. Pedro tentou impedir que a profecia sobre Jesus se cumprisse e Cristo quis salvar Pedro da punição de morte que seria aplicada contra ele, se Malco morresse. Jesus não mandou Pedro jogar a espada fora, mas apenas para guardá-la. 
O Sexto Mandamento sempre se referiu somente ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa, a matar nas guerras e a pena capital. O verbo hebraico “ratsach” e o verbo grego “foneuo” só eram usados para se referir ao homicídio ilícito, e nunca a matar quando realmente há necessidade, como na legítima defesa, nas pelejas e na pena de morte". (Filipe Levi)
Como eu ADORO provocar os evangélicos hipócritas que são SANTOS só dentro das igrejas, mas fora durante a semana esquecem que Deus existe, quero falar da minha admiração pelo PADRE FÁBIO DE MELO, pois esse cara é mais CRENTE do que muitos evangélicos que conheço. Não gostaram do que escrevi, eu estou cagando para vocês, SEUS TROUXAS!!! HAHAHAHAHAHAHA. Conheço católicos e espíritas que têm muito mais honra e integridade do que muitos evangélicos safados por aí. Jesus vivia brigando com os fariseus, porque eles eram falsos e hipócritas como a grande maioria dos evangélicos. (Filipe Levi)

Se é verdade essa historinha de que só os evangélicos vão para o Céu, coitados dos cristãos primitivos que foram martirizados por não negarem a Jesus. Coitados dos PADRES do Agostinho de Hipona e do Tomás de Aquino, porque esses MONGES devem estar fritando na frigideira do Capeta. Antes do século XVI não existia Salvação, porque só passou a existir vida eterna quando surgiram os protestantes com a Reforma. Até o século XV, todos os cristãos queimavam nas chamas do Inferno do Satanás, porque o nosso SALVADOR é o Martinho Lutero, e não Jesus Cristo. (Filipe Levi)
Assim, como eu tenho aversão ao Feminismo, eu ainda tenho mais aversão ao machismo. O interessante do "machão patriarcal opressor" é que ele é muito "macho" para oprimir as mulheres, as crianças e os adolescentes. O "machão patriarcal opressor" é muito "homem" para bater nos mais fracos e para humilhar quem não pode se defender, mas na hora que é para o cara ser "macho", "homem", "pau grande", "corajoso", "valente" e "destemido" com o Diabo ou com um bandido de verdade, o cara é uma "BARBIE". Quando é para o cara ser "homem" e ser "macho" com um opressor que tem a força maior do que a dele, o cara é uma "BONECA". Depois não sabem porque eu tenho aversão ao "MACHISMO". (Filipe Levi)


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FRASES DE FILIPE LEVI 17

A omissão é o maior pecado da sociedade e da Igreja. Omitir-se diante do mal é um pecado hediondo. A OMISSÃO TAMBÉM É PECADO!!! Quando os bons se omitem, os maus vencem. Quando vocês se omitem em situações de injustiça, vocês escolhem o lado do opressor. No Grande Dia do Juízo, você prestará contas a Deus por causa dos momentos e situações em que você se omitiu quando poderia defender alguém mais fraco e indefeso. Você prestará contas a Deus por causa da sua omissão. Quando estiver só você diante de Deus no Dia do Juízo Final, o seu dinheiro não poderá suborná-lo, ou seja, você não poderá comprar a sua Salvação. Quando estiver só você diante de Deus no Dia do Juízo Final, o seu falso moralismo e a sua hipocrisia religiosa não poderão te livrar do castigo eterno. Portanto, não finja que não é problema seu e que você não tem nada a ver com isso, porque, senão, quando você for para o Inferno, Deus também te dirá "não é problema meu, eu não tenho nada a ver com isso". Se omitir também é pecado!!! Você não é covarde só quando pratica o mal, você também é covarde quando desampara e abandona o fraco e indefeso. (Filipe Levi)
O interessante dos "pacifistas legalistas e radicais" é que eles só pegam na Bíblia as partes que lhes interessam e que lhes convêm. Adoram recitar o mantra de "oferecer a outra face", de "amar os inimigos", de que "a nossa luta não é contra carne e sangue", mas ignoram descaradamente que a Bíblia também ensina que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus, de que as autoridades legalmente constituídas são ministros de Deus para punir os maus e louvar os bons, de que João Batista batizou soldados e lhes incentivou a permanecerem no serviço militar, de que Pedro ordenou que o centurião Cornélio fosse batizado ainda sendo um oficial romano, de que Paulo evangelizou a Guarda Pretoriana (os Santos da Casa de César), de que Paulo evangelizou o carcereiro de Filipos, e o próprio Livro de Atos relata que o cara continuou sendo carcereiro no dia seguinte, porque foi ele mesmo quem libertou Silas e Paulo da prisão, de que o próprio Jesus xingava os fariseus, era bocudo, revoltado com as coisas erradas e que ainda desceu a chicotada nos cambistas que estavam no Templo de Jerusalém. Esse Jesus "Hippie" e esses apóstolos anarquistas e pacifistas que pregam por aí, não são o Jesus e nem os apóstolos da Bíblia. (Filipe Levi)
Os "historiadores de Internet" adoram usar o argumento de que porque os cristãos primitivos não se alistavam no Exército o serviço militar é do Diabo. Tenho a mera impressão de que Clemente de Alexandria (Tito Flávio Clemente), Ireneu de Lyon, Eusébio de Cesaréia, Policarpo de Esmirna e Clemente de Roma, João Batista, Paulo e Pedro discordariam deles. Esses imbecis pegam Tertuliano de Cartago, Hipólito de Roma, Orígenes de Alexandria, Cipriano de Cartago e Lactâncio, e afirmam que a Igreja Primitiva inteira pensava como eles, sendo que isso sim é do Diabo, porque isso é MENTIRA!!! Pelo que eu saiba, Satanás, o Diabo, é o Pai da Mentira, e usar a mentira, a calúnia, a difamação, a acusação, semear contendas e se acharem "superiores e melhores do que os outros" em nome "da paz e do amor", não rola. Desculpa, mas é hipocrisia demais para eu digerir. (Filipe Levi)
Eu cresci com esse Livro. Conheço seu poder. Eu acredito piamente na inerrância das Escrituras. Para mim, a Bíblia é realmente de fato a Palavra de Deus. Muitos reinos e povos tentaram destruir esse Livro, mas não conseguiram. Deus sempre preservou e protegeu a sua Palavra. A Bíblia não é antiga e nem atual, a Bíblia é eterna. A Bíblia é a única arma que atira no morto e o ressuscita. As Escrituras são muito poderosas. O Espírito Santo fala por meio da Bíblia nos dias de hoje. Eu conheço o poder desse Livro. Esse Livro, assim, como o sangue de Jesus, tem muito poder. (Filipe Levi)
"A Liga da Justiça age de acordo com Romanos 13, porque a Liga da Justiça é um braço do Estado, ao contrário, dos Vingadores e dos X-Men, que agem fora da legalidade". (Filipe Levi)


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terça-feira, 16 de maio de 2017

TITO FLÁVIO CLEMENTE

CLEMENTE DE ALEXANDRIA (TITO FLÁVIO CLEMENTE)

Clemente de Alexandria ou Tito Flávio Clemente (Atenas (?), c. 150 - Palestina215) foi um escritor, teólogoapologista cristão grego nascido em Atenas.
Pesquisou as lendas menos compatíveis com os valores cristãos. Sua abertura a fontes familiares aos não cristãos ajudou a tornar o cristianismo mais aceitável para muitos deles.
Clemente foi um erudito numa época em que os cristãos eram geralmente pouco letrados. Não obstante, foi capaz de construir argumentos lógicos convincentes, baseados nas escrituras e na filosofia, a favor do cristianismo e contra os gnósticos de Valentim, que, baseados em Alexandria - o mais importante centro de atividade intelectual da época - estavam em plena expansão.
Defendeu a fraternidade e a repartição das riquezas entre os homens, observado livre-arbítrio:
“Deus criou o gênero humano para a comunicação e a comunhão de uns com os outros, como ele, que começou a repartir do seu e a todos os homens proveu seuLogos comum, e tudo fez por todos. Logo tudo é comum, e não pretendam os ricos ter mais que os outros. Da homilia Quis dives salvetur? ("Que rico se salvará?"), baseada na história de Jesus e o jovem rico (Marcos 10:17-31).
"De sorte que não é rico aquele que possui e guarda mas aquele que dá; e este dar, não o possuir, faz o homem feliz. Portanto, o fruto da alma é essa prontidão em dar. Logo na alma está o ser rico." (Pedagogo 3, 6).
O historiador Eusébio de Cesareia considerava Clemente um incomparável mestre da filosofia e, para São Jerônimo, Clemente foi o mais erudito dos Padres da Igreja.
Nascido provavelmente em Atenas, de pais pagãos, foi instruído profundamente na filosofia neoplatônica.
Já adulto, decidiu voltar-se ao cristianismo. Depois de convertido, viajou, buscando instruir-se, ligando-se a diversos mestres - na Ionia, Magna Grécia, SíriaEgitoAssíria e na Palestina. Finalmente, por volta de 175 - 180, na Escola de teologia de Alexandria (Didaskaleion), encontrou o filósofo patrístico Panteno (século II) e nos seus ensinamentos, "encontrou a paz", sucedendo-o por volta de 189, como líder espiritual da comunidade cristã de Alexandria. Ali permaneceu durante vinte anos, tornando-se um dos mais ilustrados padres primitivos.
No período pré-nicênico de formação da patrística, combateu os hereges gnósticos. Estabeleceu o programa educativo da escola catequética alexandrina, o qual, séculos mais tarde, serviria de base ao trivium e ao quadrivium, grupos de disciplinas que constituíam as artes liberais na Idade Média.
Entre suas obras de ética, teologia e comentários bíblicos destaca-se a trilogia formada por ExortaçãoPedagogo e Miscelâneas.
Clemente defendeu a teoria da causa justa para a rebelião contra o governante que escravizasse seu povo. Em O Discurso escreveu sobre a salvação dos ricos e sobre temas como o bem-estar, a felicidade e a caridade cristã.
Clemente de Alexandria teve um papel importantíssimo na história da hermenêutica entre os judeus e os cristãos no período patrístico.
Em Alexandria, no período helenístico, a religião judaica e a filosofia grega se encontraram e se influenciaram mutuamente, ali surgindo a escola que, influenciada pela filosofia platônica, encontrou um método natural de harmonizar religião e filosofia na interpretação alegórica da Bíblia. Clemente de Alexandria foi o primeiro a aplicar essa abordagem à interpretação do Antigo Testamento, em substituição à interpretação literal.
Datam também da época helenística as primeiras aproximações do budismo com o mundo ocidental. Mercadores indianos que viviam em Alexandria propagaram sua fé budista pela região. Clemente de Alexandria foi o primeiro autor ocidental a citar em suas obras o nome de Buda.
Durante a perseguição aos cristãos (201-202), pelo imperador romano Sétimo Severo, Clemente transferiu seu cargo na escola catequética ao discípulo Orígenes e refugiou-se na Palestina, junto a um antigo aluno, Alexandre, bispo de Jerusalém, lá permanecendo até sua morte.



A DOUTRINA DA GUERRA JUSTA

A doutrina da guerra justa (em latim Bellum iustum ou jus ad bellum) é um modelo de pensamento e um conjunto de regras de conduta que define em quais condições a guerra é uma ação moralmente aceitável. A doutrina se refere mais particularmente à guerra preventiva e a noção de prova do casus belli tem pouca relevância.
O conceito foi cunhado por Agostinho de Hipona (354 - 430), inspirado em Cícero, e foi frequentemente usado como justificativa para as Cruzadas. Mas, além de Agostinho, muitos outros pensadores se inscrevem nessa tradição - Tomás de Aquino (1225-1274), Hugo Grócio (1583-1645), com seu influente livro Jure Belli ac Pacis ("Sobre os direitos de guerra e paz"), de 1625, Francisco Suárez (1548-1617), Vattel (1714-1767), Francisco de Vitória (1548-1617), Samuel Pufendorf (1632-1704) e Christian Wolff (1679-1754). Porém, Grócio é provavelmente aquele que mais se dedicou à elaboração do conceito e da doutrina.1 2
O uso da expressão "guerra justa", para avaliar formas de relações entre comunidades estrangeiras, foi próprio da cultura político-jurídica da Roma Antiga e, nesse sentido, tem-se o testemunho de Cícero. Em alguns trechos de duas das suas obras da maturidade, De republica e De officiis, Cícero ensina que havia bellum iustum quando os romanos entravam em guerra contra uma nação estrangeira que não tivesse atendido, no prazo de trinta dias, a um pedido de satisfações por eventuais danos sofridos ou temidos.3