terça-feira, 19 de junho de 2018

DEUS É SOBERANO (A SOBERANIA DE DEUS)


“Nesse meio tempo fomos reconstruindo o muro, até que em toda a sua extensão chegamos à metade da sua altura, pois o povo estava totalmente dedicado ao trabalho. Quando, porém, Sambalate, Tobias, os árabes, os amonitas e os homens de Asdode souberam que os reparos nos muros de Jerusalém tinham avançado e que as brechas estavam sendo fechadas, ficaram furiosos. Todos juntos planejaram atacar Jerusalém e causar confusão. Mas nós oramos ao nosso Deus e colocamos guardas de dia e de noite para proteger-nos deles”. (Neemias 4:6-9)

O grande erro dos evangélicos (principalmente, dos ignorantes sem noção do maldito “Movimento Batalha Espiritual”) é que eles não compreendem o contexto e a lógica das Escrituras e com essa ignorância infernal (do Inferno mesmo) distorcem os verdadeiros contextos dos versículos usados para propagarem as suas heresias diabólicas. Em primeiro lugar, quem é Soberano é Deus, e não o Diabo. Em segundo lugar, é muito mais fácil jogar toda a culpa num “cara do mal” (Bode Expiatório), do que assumir a própria responsabilidade dos seus erros (Síndrome de Adão). Em terceiro lugar, não existe essa merda de “legalidade” (só se for à legalidade do legalismo e do fundamentalismo religioso desses fanáticos). Se um crente em Jesus (crente mesmo, de verdade) cometer um deslize ou cair em tentação, esse crente em Jesus não perderá a Salvação por causa disso, porque a Salvação é pela Graça e não pelas obras (nem desenhando essas bestas do Inferno entendem). Satanás, o Diabo, é um oportunista, ou seja, ele se aproveita das situações. Deixar “brecha” é o mesmo que abaixar a guarda (num combate, se o lutador abaixar a sua guarda, ele vai ser golpeado na cara). Se eu abaixar a minha guarda, Satanás vai me socar, me esmurrar, me golpear (entenderam ou querem que eu desenhe)? Isso não significa que eu perderei a minha Salvação e que o Diabo roubará a minha alma por causa de um deslize meu. Foi justamente por isso que Jesus sofreu e morreu na Cruz, porque nós, seres humanos, não podemos nos salvar por conta própria, por causa dos nossos pecados. É por isso que a Salvação é pela Graça (favor imerecido). A Cruz representa a luta contra o pecado. O verdadeiro salvo não sente paz no pecado, mas ele não deixa de ser pecador por causa disso. Nós devemos buscar a santidade por amor e não por medo. A motivação dos crentes para buscar a “santidade” é o amor que eles sentem por Deus ou o medo que eles têm do Diabo e do Inferno? Não busque a Deus por medo ou por interesse, mas busque a Deus por gratidão e por amor. Não busque a Deus para ganhar alguma recompensa ou vantagem em troca, mas que Deus seja a sua recompensa. Busque a Deus por amor e não por medo. O Diabo prefere ser temido, mas Deus prefere ser amado. Busque a Deus pela motivação correta. (Filipe Levi)

sábado, 16 de junho de 2018

OS CAVALEIROS DA ESPERANÇA (JURAMENTO DE HONRA E DE JUSTIÇA)



Filipe Levi 15/06/18
OS CAVALEIROS DA ESPERANÇA (JURAMENTO DE HONRA E DE JUSTIÇA)
                                                 


SOBRE A PERSEGUIÇÃO ESTATAL:


“Eis que eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas. E acautelai-vos dos homens; porque vos entregarão aos tribunais e vos açoitarão nas suas sinagogas; por minha causa sereis levados à presença de governadores e de reis, para lhes servir de testemunho, a eles e aos gentios. E, quando vos entregarem, não cuideis em como, ou o que haveis de falar, porque naquela hora vos será concedido o que haveis de dizer; visto que não sois vós que falais, mas o Espírito de vosso Pai é quem fala em vós. Um irmão entregará à morte outro irmão, e o pai ao filho; filhos haverá que se levantarão contra os progenitores, e os matarão. Sereis odiados de todos por causa do meu nome; aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo. Quando, porém, vos perseguirem numa cidade, fugi para outra; porque em verdade vos digo que não acabareis de percorrer as cidades de Israel, até que venha o Filho do homem”. (Mateus 10:16-23)

Estamos à beira de um grande colapso mundial, porque há várias possibilidades de se começar o Apocalipse (ou algum tipo de apocalipse antes do verdadeiro acontecer). Por causa da Globalização, o mundo não viverá em paz, mas qualquer conflito pode resultar numa Guerra Mundial. Os países têm vários aliados militares, e, por isso, pode ocorrer a Terceira Grande Guerra há qualquer momento. Os Illuminati, a Irmandade, ou seja, lá quem for, pretendem instalar um governo mundial na Terra, e para isso, eles têm que reduzir a humanidade em poucos habitantes, isto é, eles querem dizimar mais da metade da raça humana, para poderem controlar os habitantes da Terra com mais facilidade. Por causa da guerra na Síria, ou se o governo norte-coreano usar o seu arsenal nuclear para atacar os Estados Unidos e os seus aliados, pode acontecer uma catástrofe mundial. Os governos comunistas e islâmicos odeiam o Cristianismo e perseguem severamente todos os cristãos que ousam pregar o Evangelho. Pode ocorrer uma grande guerra capaz de devastar a Terra.


SOBRE AS GUERRAS:


"Mas, quando o seu coração se tornou arrogante e endurecido por causa do orgulho, ele foi deposto de seu trono real e despojado da sua glória. Foi expulso do meio dos homens e sua mente ficou como a de um animal; ele passou a viver com os jumentos selvagens e a comer capim como os bois; e o seu corpo se molhava com o orvalho do céu, até reconhecer que o Deus Altíssimo domina sobre os reinos dos homens e coloca no poder a quem ele quer". (Daniel 5:20-21)

Há muita distorção por parte de muitos “cristãos” mal-intencionados que costumam propagar mentiras através da Internet. Esses religiosos hipócritas e mentirosos distorcem o contexto de versículos bíblicos (alguns demonizam a própria Bíblia), e deturpam a História para poderem demonizar o Estado. Esses fanáticos usam e abusam do fato da maioria dos cristãos primitivos ter se recusado a se alistar no Exército e ocupar cargos públicos para poderem demonizar o serviço militar e a política, alegando que as autoridades constituídas são do Demônio. Quem é esperto e usa, pelo menos, um pouquinho da inteligência que Deus lhe deu, verá nesse trecho bíblico do Livro de Daniel, que o profeta Daniel reconheceu que os governantes da Terra são estabelecidos por Deus, isto é, Deus estabelece os reis e depõe os reis como bem entende, porque Ele é Soberano. Com certeza, alguns religiosos alegarão que isso foi no Antigo Testamento, então, eu mostrarei o que o Novo Testamento diz a esse respeito.

“Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá. Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade de uma punição, mas também por questão de consciência. É por isso também que vocês pagam imposto, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho. Dêem a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

A Bíblia sempre nos ensinou que nós, cristãos, devemos nos sujeitar as autoridades governamentais, porque os agentes do Estado são servos de Deus para castigar os malfeitores e enaltecer os cidadãos de bem, mas quando o governo é contrário aos Mandamentos de Deus, e não se submete a autoridade do Altíssimo, então, temos todo o direito de nos rebelarmos contra ele, com a aprovação de Deus.

“Por causa do Senhor, sujeitem-se a toda autoridade constituída entre os homens; seja ao rei, como autoridade suprema, seja aos governantes, como por ele enviados para punir os que praticam o mal e honrar os que praticam o bem. Pois é da vontade de Deus que, praticando o bem, vocês silenciem a ignorância dos insensatos. Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus. Tratem a todos com o devido respeito: amem os irmãos, temam a Deus e honrem o rei”. (1 Pedro 2:13-17)

O apóstolo Pedro, assim, como o apóstolo Paulo e o profeta Daniel, também reconheceu que as autoridades governamentais são legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Para Pedro, a função das autoridades é castigar os malfeitores e louvar os homens que praticam o bem. Paulo tinha exatamente a mesma opinião. Ambos os apóstolos legitimaram o uso da força por parte do Estado (da violência mesmo) para punir os criminosos perigosos que ameaçam a sociedade.

“Então, alguns soldados lhe perguntaram: E nós, o que devemos fazer? Ele respondeu: Não pratiquem extorsão, nem acusem ninguém falsamente, e contentem-se com o seu salário”. (Lucas 3:14)

João Batista, o precursor do Messias, quando batizou alguns soldados, ele não lhes recriminou por serem combatentes, pelo contrário, João Batista lhes incentivou a serem soldados, portanto, que eles fossem militares honestos, honrados e íntegros.

O combate nunca foi moralmente errado para Deus, pois a Bíblia mostra vários exemplos de homens que combatiam e não deixaram de serem bons e honrados por causa disso. Mostrarei alguns exemplos de guerreiros mencionados no Novo Testamento que davam bom exemplo e que foram até elogiados por seu caráter pelo próprio Deus. Primeiro, defenderei a guerra justa aplicada pelos militares, mas, logo, pretendo comentar sobre as revoluções armadas.

“Morava em Cesaréia um homem de nome Cornélio, centurião da coorte, chamada a italiana, piedoso e temente a Deus com toda a sua casa, e que fazia muitas esmolas ao povo e de contínuo orava a Deus”. (Atos 10:1-2)

O centurião Cornélio era considerado por Deus e pelos próprios judeus como um exemplo de ser humano bom e piedoso, pois esse militar era justo e temente a Deus. O apóstolo Pedro, em nenhum momento o recriminou pelo fato de ele ser militar, mas, sim, pelo fato de ele ser gentio. Mas, mesmo, Cornélio sendo um oficial do exército romano, Deus olhou para esse combatente, com amor e compaixão, e, principalmente, com admiração. O centurião Cornélio é um bom exemplo a ser seguido.

“Tendo Jesus concluído todas as suas palavras dirigidas ao povo, entrou em Cafarnaum. E o servo de um centurião, a quem este muito estimava, estava doente, quase à morte. Tendo ouvido falar a respeito de Jesus, enviou-lhe alguns anciãos dos judeus, pedindo-lhe que viesse curar o seu servo. Estes, chegando-se a Jesus, com instância lhe suplicaram, dizendo: Ele é digno de que lhe faças isto; porque é amigo do nosso povo, e ele mesmo nos edificou a sinagoga. Então Jesus foi com eles. E já perto da casa, o centurião enviou-lhe amigos para lhe dizer: Senhor, não te incomodes, porque não sou digno de que entres em minha casa. Por isso, eu mesmo não me julguei digno de ir ter contigo; porém manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado. Porque também sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados às minhas ordens, e digo a este: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu servo: Faze isto, e ele o faz. Ouvidas estas palavras, admirou-se Jesus dele e, voltando-se para o povo que o acompanhava, disse: Afirmo-vos que nem mesmo em Israel achei fé como esta. E, voltando para casa os que foram enviados, encontraram curado o servo”. (Lucas 7:1-10)

O centurião de Cafarnaum, assim, como o centurião Cornélio, era um bom exemplo de militar, que ganhou elogios do próprio Jesus Cristo, que viu uma tremenda fé nesse oficial romano, que nem os próprios judeus, que eram de Israel, o povo de Deus, tinham. Esse militar era honesto e íntegro. Portanto, a própria Palavra de Deus elogia o trabalho dos militares, quando estes, são bons e justos.

O centurião Júlio mencionado no capítulo 27 do Livro de Atos, também era um oficial romano muito digno e honrado, que tratou o apóstolo Paulo com muita humanidade e dignidade. Todos os centuriões mencionados no Novo Testamento eram justos e honestos, isto é, bons exemplos a serem seguidos.


SOBRE O SEXTO MANDAMENTO:


O Sexto Mandamento sempre se referiu ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa, a matar nas guerras ou a pena capital. O verbo hebraico “ratsach” e o verbo grego “foneuo” sempre eram usados para se referir ao homicídio ilícito e não a matar para se defender ou para proteger alguém. A violência pode ter um bom uso, se essa violência for usada como uma contingência (para a defesa própria ou para a proteção dos outros). Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” só eram usados para condenar o assassinato e não a matar por uma causa justa.


SOBRE O SERVIÇO MILITAR:


Sobre os juramentos, Jesus nunca condenou totalmente os juramentos, mas, sim, aquelas pessoas que não tem palavra e nem moral e que precisam fazer “juramentos” para que os outros acreditem que elas estão dizendo a verdade. A Bíblia, a Palavra de Deus, nunca condenou os juramentos que são feitos em nome da verdade, da paz, da justiça e do amor (o casamento é um juramento de lealdade a sua esposa).

Em relação à “cultuar as tradições”, na verdade, os militares não prestam culto as tradições e nem aos heróis do passado, mas, simplesmente, eles relembram os feitos do passado e prestam homenagens a esses grandes guerreiros, no entanto, ninguém bate continência ou se curva diante de quadros e estátuas.


AS ESCRITURAS NUNCA ENSINARAM O PACIFISMO:


Quando Paulo disse que “a nossa luta não é contra carne e sangue”, ele se referiu à luta da Igreja (instituição religiosa) e não a luta do Estado. O contexto de Efésios 6 é a luta da Igreja, mas o contexto de Romanos 13 é a luta do Estado (que é ministro de Deus). Quando Paulo falou que “as armas da nossa milícia não são carnais”, ele se referiu as vãs filosofias e a capacidade humana, pois o contexto em que ele disse isso nem é sobre armas bélicas. Quando Cristo ensinou que devemos oferecer a outra face, Ele quis dizer que não devemos ser vingativos, pois em nenhum momento (no contexto desse versículo), Jesus pregou contra a legítima defesa e disse que os cristãos devem ser sacos de pancadas dos outros. No mesmo capítulo, em que esse versículo está inserido, em outra parte Jesus fala que devemos arrancar o olho direito e decepar a mão direita se essas partes do nosso corpo nos fizerem pecar. Obviamente, Jesus usou puro simbolismo nessas passagens. Cristo ordenou para Pedro comprar aquela espada que o apóstolo usou para decepar a orelha direita de Malco. Pedro tentou impedir que a profecia sobre Jesus se cumprisse e Cristo quis salvar Pedro da punição de morte que seria aplicada contra ele, se Malco morresse. Jesus não mandou Pedro jogar a espada fora, mas apenas para guardá-la. Paulo reconheceu que o Estado tem o poder da espada (machaira) que foi concedido e autorizado pelo próprio Deus.

Usei esses exemplos e estou legitimando a função do soldado, porque é provável que haja uma grande guerra, então, nós, cristãos, devemos estar preparados para guerrear nas batalhas que logo surgirão. Durante anos, tenho escrito artigos sobre esse tema para trabalhar a consciência e o ideológico dos cristãos, ou seja, estou preparando a Igreja de Cristo para uma possível guerra.


SOBRE AS REVOLUÇÕES:


Sobre as revoluções, João Calvino e Ulrico Zuínglio (e, posteriormente, Martinho Lutero) as apoiavam, quando os governos eram repressores e anticristãos. João Calvino defendia que o povo pode se rebelar contra as autoridades constituídas, portanto, que outras autoridades (ele usou os magistrados populares como exemplo, ou seja, os defensores do povo) os apoiem. Calvino usou os éforos espartanos, os demarcas atenienses, e os tribunos romanos como exemplos de defensores dos direitos dos cidadãos de bem. Para Calvino, um magistrado popular ou um comandante militar liderando o povo legitimaria a revolução. Zuínglio era capelão do Exército, e também se rebelou contra as autoridades católicas, morrendo em combate. Lutero passou a apoiar a resistência armada contra o Estado, devido às perseguições religiosas que os protestantes sofriam. Esses homens estão entre os maiores teólogos da História do Cristianismo, e acredito que as suas opiniões são válidas.

Oliver Cromwell liderou os puritanos na Revolução Inglesa, conhecida também como Revolução Puritana, e os protestantes tiveram êxito nessa revolução, porque eles destituíram Carlos I do poder, e o mataram, vencendo a guerra civil.

No Antigo Testamento, Jeú, um capitão do exército de Israel, se rebelou contra Jorão, rei de Israel, e contra Acazias, rei de Judá. Jeú teve a ordem de Deus para destituir esses reis do poder e matá-los, porque Deus ordenou que ele fizesse isso. Tanto no caso de Jeú, como no caso de Oliver Cromwell, as revoluções tiveram sucesso, porque Deus as apoiou.

Não sabemos ainda se os militares ou os comunistas darão um golpe aqui no Brasil, mas seja quem for que dê o golpe, devemos estar preparados para uma possível guerra civil, ou seja, revolução. Duvido muito que os militares conservadores de direita molestem os cristãos, até porque muitos desses militares são cristãos também (só quero esclarecer uma coisa, eu não sou a favor da Ditadura Militar (fascista) e nem da ditadura do proletariado (socialista ou comunista). Mas, a minha preocupação, é que os comunistas tomem o poder e instalem um governo socialista aqui no Brasil. Se isso acontecer, nós, servos de Deus, devemos estar preparados para empunharmos armas e combatermos a ditadura do proletariado. Os regimes comunistas não toleram o Cristianismo, e eles são capazes de praticarem as maiores e piores atrocidades para extinguir o Cristianismo da Terra. Se houver perseguição, estejamos preparados para nos escondermos em cavernas e florestas, e nos preparemos para a batalha. O governo é instituído por Deus, mas nós podemos nos defender de sua tirania e repressão se precisarmos. Com as perseguições religiosas durante toda a História da Igreja, os cristãos fugiram de suas cidades e se espalharam pelo mundo pregando o Evangelho. Quando há perseguição, há mais amor e comunhão entre os cristãos. Com a tribulação, a Igreja será purificada das heresias pecaminosas que tanto a ameaçam. As igrejas nunca deixaram de existir por causa das perseguições, mas, sim, por causa das heresias.


O BÁSICO DA ESTRATÉGIA MILITAR:


Você sempre deve conhecer o terreno do seu inimigo. Procure explorar as fraquezas de seu adversário. A ira entorpece a sua espada, portanto, nunca ataque com raiva (tenha técnica). Seja estratégico. Seja tático. A coragem é forjada no campo de batalha. Adquirindo experiência nas pelejas, você melhora os seus reflexos e aguça os seus sentidos. Os cangaceiros tinham vantagem sobre os policiais (macacos), porque conheciam a caatinga. Os vietnamitas tinham vantagem sobre os militares norte-americanos, porque conheciam a sua terra natal como ninguém. Os soldados norte-americanos somente conseguiram derrotar o Talibã, porque tiveram a ajuda dos combatentes da Aliança do Norte (que conheciam a região e o território). O básico da estratégia militar é sempre eliminar os líderes primeiro para que os seus subordinados fiquem confusos e comecem a disputar pelo poder. Cortar a luz elétrica e as linhas telefônicas para que os seus inimigos fiquem sem comunicação e desorientados na escuridão. Antecipe os passos de seu inimigo. Coloque-se em seu lugar para pensar exatamente como ele, porque assim você saberá qual será o seu próximo ataque. Cerque seus inimigos, destrua as suas plantações e os privem de água e de alimento, assim, você terá mais probabilidade de derrotá-los. O opressor só respeita a força que é maior do que a dele. Os violentos só conhecem a linguagem da violência. Negociar e argumentar com estupradores, torturadores e assassinos cruéis é perda de tempo, porque eles nem se darão ao trabalho de te ouvir. A resposta tem que ser rápida. O disparo tem que ser certeiro. Tenha foco de tiro. Use o fator surpresa, pois assim você surpreenderá o seu inimigo. Nunca implore por sua vida ou por misericórdia, pois isso apenas aumentará a sensação de poder e atiçará o sadismo dos malfeitores. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos bandidos. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos opressores. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos malfeitores. Você escolhe se quer ser apenas uma vítima indefesa ou um inimigo a altura.


CONCLUSÃO:


Muitos Pais da Igreja, como, por exemplo, Hipólito de Roma, Tertuliano de Cartago, Orígenes de Alexandria, Cipriano de Cartago, Lactâncio, e outros hereges desse meio, pregavam o Pacifismo (muitos deles pregavam o antissemitismo e satanizavam à sexualidade e o sexo também). Jesus Cristo e os apóstolos nunca condenaram o serviço militar e a política, pelo contrário, eles reconheciam que as autoridades governamentais são instituídas por Deus para o bem-estar do povo. Para os grandes teólogos da História do Cristianismo, até os governantes tiranos e maus são levantados por Deus, para serem usados para os seus propósitos grandiosos. Os temas, guerra e revolução, sempre foram polêmicos na História da Igreja Cristã. Até o ano 170 da Era Cristã, poucos cristãos se alistavam no Exército, devido às práticas idolátricas que os militares romanos eram obrigados a se comprometerem. Apesar da idolatria greco-romana enraizada no Estado, e do Exército perseguir os cristãos primitivos injustamente, os apóstolos e os Pais Apostólicos reconheciam a legitimidade do Império Romano. Claro, que eles não concordavam com a repressão governamental e com a Escravidão, mas, os apóstolos e os Pais Apostólicos eram conscientes e politizados, e sabiam melhor do que ninguém, que é necessário que haja um Estado para manter a lei e a ordem, castigando os malfeitores e protegendo os cidadãos de bem. Portanto, os apóstolos e os Pais Apostólicos do primeiro século, nunca condenaram o serviço militar e a política, apesar dos cristãos primitivos, em sua maioria, não ter se envolvido com o Estado.

Quando Constantino, o Grande, ascendeu ao poder e deu liberdade religiosa aos cristãos, em 313, com o Édito de Milão, e depois organizou o Concílio de Arles, em 314, onde a Igreja Primitiva reconheceu o serviço militar como sendo legítimo e bíblico, e o Concílio de Nicéia, em 325, onde surgiu a Bíblia, o Estado passou a ser aliado dos cristãos, e não mais o seu inimigo. Os Doutores da Igreja (os Pais da Igreja da época) incentivavam os cristãos a servirem o Exército e a se sujeitarem as autoridades constituídas, porque, agora, o governo era cristão, e não mais pagão. Como o Estado não perseguia mais os cristãos, então, não havia mais desculpas para não se envolver com o serviço militar e com a política.

Clemente de Alexandria (Tito Flávio Clemente), Ireneu de Lyon, Eusébio de Cesaréia, Agostinho de Hipona, Ambrósio de Milão, Jerônimo de Strídon, e outros Pais da Igreja legitimavam a guerra justa. Policarpo de Esmirna e Clemente de Roma (Clemente Romano), que eram Pais Apostólicos, reconheciam que as autoridades governamentais são legítimas e necessárias para se manter a lei e a ordem no mundo, porque as autoridades constituídas são necessárias na ordem estabelecida por Deus. Policarpo de Esmirna reconheceu que o Estado é legítimo antes de ser martirizado. Clemente de Roma ensinou aos cristãos primitivos que eles tinham o dever, cristão, moral, e cívico de intercederem em favor das instituições políticas (Clemente Romano também admirava a coragem e a disciplina dos militares). Martinho Lutero, João Calvino, e Ulrico Zuínglio apoiavam as revoluções armadas. Portanto, não temos desculpas para sermos apáticos e para nos omitirmos na grande batalha que está por vir. Sejamos corajosos e estejamos preparados, porque as guerras e as perseguições são inevitáveis. Pelejaremos em Nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos Exércitos, que tem o total controle sobre os governos do mundo. O Altíssimo domina sobre os reinos dos homens, e coloca no poder a quem Ele quer. O Todo-Poderoso estabelece reis e remove reis (Daniel 2:20-21), ou seja, Ele levanta reinos e derruba reinos. Deus tem o total domínio sobre o mundo. Portanto, se houver uma Guerra Mundial, ou uma perseguição universal contra a Igreja, saibam que Deus ainda é Soberano, e nada foge de seu controle. Deus ainda mantêm as rédeas da História em suas poderosas mãos. Ninguém pode contra o nosso Deus. Deus é Soberano. Ele é Yahweh, o Eterno. Adonai, o Único Deus. O Deus de Israel, o Deus dos hebreus, o Deus Único.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

QUERO COMPREENDER O PROPÓSITO


Respondeu Jesus: "Você não compreende agora o que estou lhe fazendo; mais tarde, porém, entenderá". (João 13:7)

Passei por tantas dores e tantas angústias durante a minha vida, que quero mesmo acreditar que houve algum propósito para tudo isso. Presenciei tantas injustiças e atrocidades sendo praticadas em Nome de Deus. A hipocrisia e a falsidade sempre me rodearam (religiosos hipócritas e falsos sempre foram a minha companhia). Bordões e chavões, frases feitas e desculpas esfarrapadas, sempre estiveram nas bocas dos religiosos, que sempre quiseram impor um padrão de “santidade” para as outras pessoas que o próprio Deus nunca cobrou de ninguém; e que esses mesmos hipócritas não vivem, mas que adoram cobrar dos outros. Desilusões e frustrações amorosas (isso sempre foi o que mais me feriu e me machucou) destroçaram o meu coração e deixaram a minha alma em migalhas. Será que durante a minha vida toda eu fui preparado para alguma missão? Será que existe algum propósito para o meu nascimento? Será que existe mesmo alguma razão para a minha existência? Quero acreditar que sim. Espero não ter nascido e nem ter vivido em vão. Espero mesmo que o meu nascimento e a minha existência tenham valido à pena. (Filipe Levi)

quarta-feira, 13 de junho de 2018

BIZARRICES DO CRISTIANISMO (HERESIAS DIABÓLICAS)



Filipe Levi 13/06/18
BIZARRICES DO CRISTIANISMO (HERESIAS DIABÓLICAS)

"Religião é a busca do homem a Deus, por isso, há muitas religiões. Mas, o Evangelho é Deus buscando o homem, por isso, só há um Evangelho". (Stanley Jones)
Antes de eu começar a meter o pau nas religiões cristãs, quero deixar bem claro que admiro muito Jesus Cristo e para mim Ele é um bom exemplo a ser seguido, ou seja, não tenho nada contra o Filho de Deus, mas, sim, contra os cristãos que denigrem a imagem do Evangelho, do Cristianismo.
Desde o primeiro século, a Igreja Cristã se envolveu com a hipocrisia e os cristãos primitivos pregavam ensinamentos que Jesus e seus apóstolos nunca pregaram, como, por exemplo, a demonização das autoridades governamentais, o antissemitismo e a satanização da sexualidade e do sexo. Os cristãos e os hebreus não se davam bem e se odiavam, e a maioria dos seguidores de Cristo não se alistava no Exército e nem ocupava cargos públicos, pois acreditava que as instituições humanas eram demoníacas. O apóstolo Paulo disse que as autoridades governamentais são instituídas (estabelecidas, colocadas no poder) por Deus e que são ministros de Deus para castigar os malfeitores e louvar os cidadãos de bem (Romanos 13:1-7), mas os “cristãos pacifistas” ignoraram isso descaradamente. Pedro ensinou exatamente a mesma coisa (1 Pedro 2:13-17). João Batista apoiava o serviço militar, portanto, que os soldados exercessem a sua função e dever com honestidade (Lucas 3:14). O próprio Jesus reconheceu que a autoridade que Pilatos tinha fora concedida por Deus, e Ele mesmo ensinou que é para dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.
A Igreja Primitiva se auto-intitulava “Ekklesia”, e esse nome em sua origem significava “assembléia popular”, formada por cidadãos, que se reuniam para discutir sobre política, em Atenas, na Grécia. O apóstolo Paulo constantemente usava o serviço militar como bom exemplo para a vida cristã. Então, será mesmo que as autoridades constituídas são do Diabo ou elas foram instituídas por Deus como as Escrituras Sagradas ensinam?
Agora, eu contarei os podres de alguns “santos” Pais da Igreja, homens que se diziam “ungidos de Deus”, mas que pregavam heresias.
Tertuliano de Cartago no começo realmente combatia ensinamentos heréticos, e em seu livro “APOLOGÉTICUM”, ele usava como bons exemplos os cristãos que eram soldados e políticos; mas, quando Tertuliano aderiu uma seita chamada Montanismo (a seita do “ungido” do Montano), ele passou a endiabrar as autoridades instituídas pelo próprio Deus e a satanizar o casamento, a sexualidade e o sexo, e até escreveu um livro chamado “A COROA DOS MILITARES” em que o Exército é demonizado.
Hipólito de Roma era um encrenqueiro que caluniava todo mundo e ele criou uma lista ridícula de profissões proibidas em que certos ofícios eram endiabrados. Em sua “lista santa” os cristãos que exerciam cargos nas Forças Armadas, no magistrado civil, ou na política tinham que ser expulsos das igrejas, porque exerciam profissões profanas. Eu gostaria de saber onde esse “santo” viu isso na Bíblia ou será que ele teve uma revelação extra-bíblica?
Orígenes de Alexandria acreditava na reencarnação e no Universalismo (teoria em que até Satanás e seus demônios serão salvos). Apesar dele não concordar com as guerras que o Império Romano promovia, ele não endiabrava o serviço militar em si, mas esse “santo” também cometeu a burrice de satanizar a sexualidade e o sexo, porque ele chegou ao ponto insano de se castrar (cortar a piroca fora mesmo).
Cipriano de Cartago ensinava que o Diabo é o pai dos judeus e era outro que também adorava demonizar as autoridades constituídas. Ele odiava os hebreus como muitos outros Pais da Igreja também odiavam. Se os judeus não prestam, então, Jesus não devia prestar, pois Ele também era judeu. Sem contar, que o “santo e ungido” do Cipriano também pregava que quem salva é a Igreja e não o sacrifício de Jesus. Quanta incoerência!
Lactâncio era apologista do imperador Constantino, porém, foi outro que também endiabrou o Exército, algo que eu acho um tremendo absurdo, porque na sua época o culto imperial foi abolido e o próprio Constantino era simpatizante do Cristianismo, portanto, não havia mais perseguições e nem práticas idolátricas no serviço militar.
Com o Concílio de Nicéia, surgiu o Catolicismo, e no começo a Igreja Católica buscava a Deus e não se envolvia com a idolatria e nem com a corrupção, entretanto, com o passar do tempo, a Igreja Cristã passou à idolatrar os santos e a Maria, pois o Paganismo foi introduzido no Cristianismo.
Durante a Idade Média, a Igreja Católica perseguiu, torturou e assassinou inúmeras pessoas inocentes, apenas, porque discordavam de seus preceitos religiosos. As supostas “bruxas” (mulheres inocentes que foram mortas sem piedade, apenas, por terem uma religião diferente) e os “hereges” (cristãos autênticos e verdadeiros) eram queimados vivos nas fogueiras da Inquisição.
O Catolicismo pregava o “Evangelho do Medo” (algo que muitas igrejas evangélicas pregam hoje), e por meio desse falso evangelho, o Clero explorava constantemente os homens leigos que não conheciam a Bíblia, pois as Sagradas Escrituras eram escritas em latim, e poucos sabiam essa língua. A Igreja Católica usava as imagens de Satanás e do Inferno para amedrontar os cristãos ignorantes que temiam o Príncipe das Trevas e seu reino infernal, por isso, que os católicos medievais (que eram até sinceros na sua fé) acatavam os ensinamentos do Catolicismo por temerem ir para o Inferno.
A Igreja Católica defendia a Escravidão e usava, inclusive, versículos bíblicos para justificar essa abominação. O Clero condenava a escravização indígena, mas apoiava a Escravidão dos africanos. Os teólogos católicos alegavam que os índios eram pessoas puras e alvos da evangelização, mas os negros por serem descendentes de Cam (o filho de Noé que zombou de seu pai por esse estar nu, ou pode ter molestado sexualmente o próprio pai mesmo) eram amaldiçoados e, portanto, deviam ser escravizados pelos brancos. Infelizmente, existiram até protestantes que eram favoráveis a Escravidão, algo que Jesus reprova, porque todos os homens têm direito a liberdade e a vida.
Hoje, os hereges têm enganado inúmeros cristãos com suas heresias e qualquer um que ouse criticá-los é perseguido por seus seguidores fanáticos que alegam que seus ídolos são “ungidos de Deus” e, por isso, é pecado criticar os seus ensinamentos heréticos e diabólicos.
David Miranda, o missionário fundador da Igreja Deus é Amor, foi um dos maiores falsos profetas de nosso tempo, pois ele pregava que suas doutrinas são mais “sagradas” que os Mandamentos de Deus e esse safado também usava o Evangelho do Medo para explorar os membros de sua igreja alegando que eles iriam para o Inferno se ousassem questioná-lo. Para mim, a Igreja Deus é Amor é uma seita; e conheço cristãos da Igreja Adventista do Sétimo Dia que dão mais exemplo que os membros dessa igrejinha herética do Diabo.
Josué Yrion sente “tesão” quando fala mal de desenhos animados e de videogames; tem mania de ver o Diabo em todo lugar, e fica procurando pêlo em ovo. Eu aprendi bons valores e princípios éticos em vários desenhos japoneses, virtudes que é difícil de aprender na Igreja Evangélica, já que os religiosos alienados que pregam uma coisa e vivem outra, tomam conta dessa instituição religiosa. Na Bíblia ensina que devemos reter de tudo o que é bom, e eu retive muitas coisas boas em desenhos animados que o Josué Yrion adora endiabrar. Esse missionário mete o pau na Walt Disney e na Toei Animation para se autopromover.
Os hereges, Neuza Itioka, Rebecca Brown e Daniel Mastral pregam heresias envolvendo “rituais místicos” de libertação e de exorcismo, isto é, a famigerada Teologia da Maldição Hereditária e o diabólico e satânico “Movimento Batalha Espiritual”. Esses hereges exaltam mais o Diabo do que o próprio Deus. O legalismo religioso cegou esses cães e porcos do Inferno. O fundamentalismo religioso é a fonte de todas as suas heresias satânicas e ensinamentos diabólicos.
Entre os pentecostais e neopentecostais tem havido um tremendo sincretismo religioso, e dons do Espírito Santo têm sido confundidos com manifestações esquizofrênicas ou até mesmo demoníacas. Se alguém entrar em um Terreiro de Macumba ou Templo Satânico e depois freqüentar determinadas igrejas pentecostais e neopentecostais, não verá grande diferença entre uma coisa e outra. Os evangélicos pregam que os dons de línguas e de profecia que se manifestam na Igreja Católica Carismática e nos terreiros de macumba são profanos, mas se são manifestados nas igrejas evangélicas são “santos”. As Escrituras Sagradas ensinam que os dons do Espírito Santo devem se manifestar com ordem e decência, mas o que vejo em certas igrejas pentecostais e neopentecostais é um “espetáculo dos horrores” e não a manifestação do poder de Deus. O “Movimento Pentecostal” é o espetáculo mais bizarro da Terra.
A heresia do momento na Igreja Evangélica tem sido a Teologia da Prosperidade, e os seus adeptos são avarentos, pois amam mais o dinheiro do que o próprio Deus. Eu realmente acredito que Deus pode abençoar os cristãos financeiramente, mas devemos buscar a Deus por amor, e não por interesse para termos riquezas em troca. Com Deus não se barganha.
Os “bordões e chavões” tomaram lugar dos verdadeiros Mandamentos de Deus. Respeito e liderança se tornaram em “bordões” para legitimar e justificar a opressão em Nome de Deus. Honrar os pais virou “bordão” para oprimir, humilhar, espancar e para estuprar os filhos (EM NOME DE DEUS). Submissão ao marido virou “bordão” para oprimir, trair, humilhar, violentar, escravizar e para descer a porrada e o cassete nas esposas (EM NOME DE DEUS). Respeitar os mais velhos virou “bordão” para humilhar, oprimir, espancar e abusar sexualmente dos mais jovens (EM NOME DE DEUS). Os “cristãos” até hoje não entenderam que o sentido bíblico de liderança é servir e proteger, e não pisar em seus subordinados em Nome de Deus. Os líderes devem honrar, respeitar e proteger os seus subalternos.
O “bordão” conhecido como o famoso “Não julgueis” virou desculpa e justificativa para pregar a omissão diante do mal e o conformismo perante o pecado. Jesus ensinou que não devemos julgar segundo a aparência, mas, sim, que devemos julgar segundo a reta justiça. O interessante dos “Não Julguetes” é que eles falam mal de todo mundo (principalmente, dos políticos, dos gays, das putas, das bruxas, dos macumbeiros, das feministas, dos muçulmanos e dos desviados), porque para esses hipócritas, o bordão “Não julgueis” só é válido quando é conveniente para eles.
A Bíblia, a Palavra de Deus, sempre defendeu a sexualidade, o sexo e o prazer sexual (TESÃO MESMO). No Novo Testamento tem dois capítulos que defendem o serviço militar e a política (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17), já a sexualidade e o sexo tem vários capítulos no Antigo Testamento e no Novo Testamento, e ainda um Livro inteiro (Cantares – Cântico dos Cânticos) que mostram, claramente, que Deus apoia a área sexual dos cristãos (no contexto do casamento, óbvio). A Bíblia sempre defendeu a guerra justa, o serviço militar, a política e a legítima defesa, mas sempre enfatizou o apoio de Deus muito mais em relação ao sexo e a sexualidade.
Nesse texto mostrei as principais bizarrices do Cristianismo, ou seja, as suas principais heresias satânicas e diabólicas, e reconheço que existem cristãos que seguem verdadeiramente a Cristo, porém, existem muitos hereges que difamam a Palavra de Deus com seus ensinamentos heréticos. Não tenho nada contra Deus, Jesus Cristo e o Espírito Santo, mas somente não suporto as heresias que incontáveis cristãos têm pregado durante a História negando o verdadeiro Evangelho, com seus ensinamentos satânicos, diabólicos e demoníacos.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

O VALE DE ACOR (AINDA HÁ ESPERANÇA)


“E lhe darei as suas vinhas dali, e o vale de Acor, por porta de esperança; e ali cantará, como nos dias de sua mocidade, e como no dia em que subiu da terra do Egito”.

Encontre-me no Vale de Acor, o Vale da Sombra da Morte, ou o Inferno, chamem como quiser. O ambiente é pesado e tem cheiro de morte. Estou diante dos Portões do Submundo. As Portas do Inferno estão abertas. As trevas e a escuridão escurecem a minha visão e assombram o meu ser. O meu coração apodrece de tal forma que já cheira até mal. O pus e a gangrena saem de dentro do meu peito. Eu estou morto, sem alma, só que o meu corpo ainda não sabe disso. Vejo uma luz, tímida, mas ela existe, bem no fundo, em meio à escuridão. Talvez, seja isso o que chamam de fé. Tornei-me num guerreiro, pois descobri que tenho habilidade com as armas e com os punhos. Quero usar os meus punhos e as armas apenas em nome da justiça. Não justiça para mim mesmo, mas justiça para aqueles a quem eu jurei proteger. Juramento de honra e de lealdade. Já presenciei muitas injustiças e atrocidades serem praticadas em Nome de Deus. Pessoas boas morrem, e pessoas ruins continuam vivas praticando as suas maldades, aparentemente na impunidade. O mundo não é perfeito, mas se pessoas boas, praticarem o bem, as coisas podem melhorar. Esse vitimismo e derrotismo, pregado pelos evangélicos, me enoja. Esses bordões e chavões me dão ânsia de vômito. Sempre amei e aguardei alguém que não tenho certeza que existe, mas sempre quis acreditar em sua doce e bela existência. Dizem que a esperança é esperar aquilo que não podemos ver ou sentir ou tocar. O que me mantém vivo? O que me faz continuar? O que me faz permanecer buscando a Deus e tentando fazer o bem? Como que um autista (Síndrome de Asperger) consegue tomar a iniciativa para fazer várias coisas? Como que um depressivo, infeliz e diagnosticado com tendência suicida ainda não se suicidou? Como que um historiador e professor de História é capaz de acreditar em Deus e na Bíblia? Alguma coisa dentro de mim, uma voz, ainda me diz para continuar e insistir e lutar. Essa voz me diz que eu devo fazer, porque se eu não fizer, ninguém vai fazer. Talvez, o meu nascimento não tenha sido um erro. Talvez, haja alguma razão para a minha existência. Talvez, essa seja a minha missão. Talvez, esse seja o meu propósito. Talvez, esse seja o meu destino. Fazer o que mais ninguém quer fazer. Fazer o “trabalho sujo” que os outros não querem fazer. Alguém tem que fazer. Alguém tem que ficar e lutar. Alguém tem que fazer a diferença. Talvez, esse alguém seja eu. (Filipe Levi)

ALGUÉM TEM QUE FICAR E LUTAR (ALGUÉM TEM QUE FAZER A DIFERENÇA)


“Quem é injusto, faça injustiça ainda: e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, santifique-se ainda”. (Apocalipse 22:11)

Muitos caíram fora por causa da hipocrisia, falso moralismo, legalismo e jugo pesado dos fariseus (religiosos hipócritas e fundamentalistas atuais). Alguém tem que ficar e lutar. Não tem homem para fazer, alguém tem que fazer. Se todos são hipócritas, alguém tem que ser sincero e verdadeiro. O legalismo afastou inúmeros adolescentes e jovens das igrejas. Filhos, sobrinhos e netos que foram oprimidos, humilhados, espancados e abusados sexualmente (EM NOME DE DEUS). Maridos que oprimem, humilham, escravizam, estupram e descem o cassete em suas esposas (EM NOME DE DEUS). Geralmente, feministas, militantes gays, criminosos, prostitutas, ateus, relativistas e muitos outros são filhos de pais crentes (que abandonaram as igrejas por não suportarem a hipocrisia e religiosidade maldita dos fariseus). Alguém tem que se opor a toda essa “surubada evangélica”. Alguém tem que acabar com essa “putaria gospel”. Esses crentes safados fazem mau uso do Santo Nome de Deus para sacanear as pessoas lhes impondo um jugo pesado e diabólico, cobrando uma “santidade” das pessoas que o próprio Deus nunca cobrou de ninguém (uma “santidade” que esses hipócritas mesmos não vivem, mas que adoram cobrar dos outros). Há dois mil anos a Igreja Cristã é assolada pelas mesmas heresias demoníacas de sempre. Satanás, o Diabo (o Pai da Mentira, ou seja, o Pai das construções ideológicas), tem assolado o Cristianismo com suas mentiras nefastas. Alguém tem que ser o “profeta rebelde e desocupado dessa história”. Alguém tem que fazer a diferença. (Filipe Levi)

SEJA ESTRATÉGICO (SEJA TÁTICO)


"Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra. E, se alguém também milita, não é coroado se não militar legitimamente." (2 Timóteo 2:4-5)

Quando se é um guerreiro (lutador e combatente) se deve pensar várias vezes antes de agir (pelo menos, em alguns casos específicos). Um grande guerreiro, um herói de verdade, não se importa em ser ferido ou morto, mas ele deve se importar com os civis (inocentes) que podem ser feridos ocasionalmente por um golpe ou bala perdida. Eu, jamais, poderei sacar uma arma e trocar tiros com bandidos ou terroristas em um lugar muito movimentado (cheio de pessoas), porque a probabilidade de algum inocente ser atingido sem querer é muito grande. Eu, jamais, posso beber bebida alcoólica (encher o caneco, encher a cara) e sair dirigindo por aí, porque o problema não é somente eu me ferrar, mas, sim, envolver pessoas inocentes no meio dessa merda que eu estou fazendo. Em uma ocasião, quando Ryu e Ken, estavam na Índia, quando esses grandes lutadores (duas feras) iam descer a porrada e o cassete em alguns bandidos, Dhalsim, o líder da aldeia chamou-lhes a atenção, para que pensassem antes de agir, pois aldeões inocentes poderiam sair feridos nesse combate. Sempre quando Goku vai enfrentar algum inimigo muito poderoso, ele leva a batalha para algum lugar isolado, para que civis inocentes não sejam atingidos e acabem sendo feridos em suas batalhas. A polícia quando invade uma favela (comunidade periférica) deve pensar nisso, para não envolver os moradores inocentes (civis indefesos) em seus combates bélicos e conflitos armados contra os traficantes. A Bíblia, a Palavra de Deus, apoia o combate (Romanos 13:1-7), (1 Pedro 2:13-17) e (Lucas 3:14). Tanto Jesus, quanto, João Batista, e os apóstolos, Pedro e Paulo, nunca, jamais, ensinaram que combater é moralmente errado. A violência pode ser muito útil, se essa violência for usada como uma contingência (para a defesa própria ou para a proteção dos outros). Não devemos jamais usar os “bordões e chavões”, como, por exemplo, “amor, paz e perdão” para justificar e legitimar a omissão diante do mal, porque as Escrituras nunca ensinaram que amar e perdoar é se omitir perante a maldade. Quando você se cala diante da injustiça e da opressão e se omite em nome “do amor e do perdão”, você não é da “paz”, você só é covarde mesmo. Sempre esteja disposto a lutar (usar a violência mesmo), mas sempre em prol dos outros, e não de si mesmo. (Filipe Levi)