quinta-feira, 15 de novembro de 2018

O CAMPO DAS CONVICÇÕES – (AS CONSTRUÇÕES IDEOLÓGICAS DO DIABO DURANTE A HISTÓRIA DA IGREJA)



Filipe Levi 15/11/18
O CAMPO DAS CONVICÇÕES – (AS CONSTRUÇÕES IDEOLÓGICAS DO DIABO DURANTE A HISTÓRIA DA IGREJA)


INTRODUÇÃO:


“A causa de Deus nem sempre é de sucesso; nós realmente podemos ser “mal sucedidos” e, ainda assim, estar no caminho certo”.
(Dietrich Bonhoeffer)

As construções ideológicas em geral são mentiras muito bem elaboradas. Tipo, o famoso “telefone sem fio”. Quando uma mentira é dita mil vezes, essa mentira se torna numa “verdade”. Assim, se constrói uma construção ideológica. As construções ideológicas podem ser classificadas literalmente como “doutrinação” tanto política quanto religiosa. As construções ideológicas muitas vezes são “bordões”, “chavões”, “pensamentos políticos” ou “doutrinas religiosas”. Uma construção ideológica quando não é uma mentira descarada, pode também ser muitas vezes uma “meia verdade” ou uma “mentirinha disfarçada”. Os religiosos, intelectuais e políticos mal-intencionados costumam usar as construções ideológicas como armas para poder controlar e explorar algum povo desprovido de conhecimento e de senso crítico.

O DIABO É O PAI DA MENTIRA (AS CONSTRUÇÕES IDEOLÓGICAS CRIADAS POR SATANÁS DURANTE A HISTÓRIA DA IGREJA):

Desde o primeiro século, a Igreja Cristã se envolveu com a hipocrisia e os cristãos primitivos pregavam ensinamentos que Jesus e seus apóstolos nunca pregaram, como, por exemplo, a demonização das autoridades governamentais, o antissemitismo e a satanização da sexualidade e do sexo. Os cristãos e os hebreus não se davam bem e se odiavam, e a maioria dos seguidores de Cristo não se alistava no Exército e nem ocupava cargos públicos, pois acreditava que as instituições humanas eram demoníacas. O apóstolo Paulo disse que as autoridades governamentais são instituídas (estabelecidas, colocadas no poder) por Deus e que são ministros de Deus para castigar os malfeitores e louvar os cidadãos de bem (Romanos 13:1-7), mas os “cristãos pacifistas” ignoraram isso descaradamente. Pedro ensinou exatamente a mesma coisa (1 Pedro 2:13-17). João Batista apoiava o serviço militar, portanto, que os soldados exercessem a sua função e dever com honestidade (Lucas 3:14). O próprio Jesus reconheceu que a autoridade que Pilatos tinha fora concedida por Deus, e Ele mesmo ensinou que é para dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.

A Igreja Primitiva se auto-intitulava “Ekklesia”, e esse nome em sua origem significava “assembléia popular”, formada por cidadãos, que se reuniam para discutir sobre política, em Atenas, na Grécia. O apóstolo Paulo constantemente usava o serviço militar como bom exemplo para a vida cristã. Então, será mesmo que as autoridades constituídas são do Diabo ou elas foram instituídas por Deus como as Escrituras Sagradas ensinam?

Agora, eu contarei os podres de alguns “santos” Pais da Igreja, homens que se diziam “ungidos de Deus”, mas que pregavam heresias.

Tertuliano de Cartago no começo realmente combatia ensinamentos heréticos, e em seu livro “APOLOGÉTICUM”, ele usava como bons exemplos os cristãos que eram soldados e políticos; mas, quando Tertuliano aderiu uma seita chamada Montanismo (a seita do “ungido” do Montano), ele passou a endiabrar as autoridades instituídas pelo próprio Deus e a satanizar o casamento, a sexualidade e o sexo, e até escreveu um livro chamado “A COROA DOS MILITARES” em que o Exército é demonizado.

Hipólito de Roma era um encrenqueiro que caluniava todo mundo e ele criou uma lista ridícula de profissões proibidas em que certos ofícios eram endiabrados. Em sua “lista santa” os cristãos que exerciam cargos nas Forças Armadas, no magistrado civil, ou na política tinham que ser expulsos das igrejas, porque exerciam profissões profanas. Eu gostaria de saber onde esse “santo” viu isso na Bíblia ou será que ele teve uma revelação extra-bíblica?

Orígenes de Alexandria acreditava na reencarnação e no Universalismo (teoria em que até Satanás e seus demônios serão salvos). Apesar dele não concordar com as guerras que o Império Romano promovia, ele não endiabrava o serviço militar em si, mas esse “santo” também cometeu a burrice de satanizar a sexualidade e o sexo, porque ele chegou ao ponto insano de se castrar (cortar a piroca fora mesmo).

Cipriano de Cartago ensinava que o Diabo é o pai dos judeus e era outro que também adorava demonizar as autoridades constituídas. Ele odiava os hebreus como muitos outros Pais da Igreja também odiavam. Se os judeus não prestam, então, Jesus não devia prestar, pois Ele também era judeu. Sem contar, que o “santo e ungido” do Cipriano também pregava que quem salva é a Igreja e não o sacrifício de Jesus. Quanta incoerência!

Lactâncio era apologista do imperador Constantino, porém, foi outro que também endiabrou o Exército, algo que eu acho um tremendo absurdo, porque na sua época o culto imperial foi abolido e o próprio Constantino era simpatizante do Cristianismo, portanto, não havia mais perseguições e nem práticas idolátricas no serviço militar.

Desde o primeiro século Satanás, o Diabo, tem insistido, compulsivamente, em duas construções ideológicas, o Pacifismo e a satanização da sexualidade e do sexo, para poder oprimir os cristãos. As Escrituras (inclusive, o Novo Testamento) ensinam, claramente, que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus (e não por Satanás). O Novo Testamento também deixa bem claro que Deus apoia e aprova a prática sexual no contexto do casamento (Deus criou o sexo e não o Diabo). Então, por que será que Satanás insiste tanto nessas construções ideológicas diabólicas? O Diabo é um grande estrategista, portanto, o cara não dá “ponto sem nó”. Com certeza, Satanás, tem algum plano maléfico por detrás disso. O Diabo não é tolo. Se ele insiste tanto em propagar o Pacifismo (omissão diante do mal) e a satanização da sexualidade (demonizar o prazer sexual), ele desde a época da Igreja Primitiva, já tramava algo diabólico com tudo isso.

Há diferença entre Pacificação e Pacifismo. Há diferença entre ser pacificador e ser pacifista. Há diferença entre ser da paz e ser covarde. Há diferença entre ser "paz e amor" e ter compaixão. Há diferença entre amor e omissão. Se omitir diante do mal é ser covarde e conivente com a maldade mesmo, e não ser "paz e amor". Paulo em (Romanos 13:1-7) e Pedro em (1 Pedro 2:13-17) deixam bem claro isso na BÍBLIA (A PALAVRA DE DEUS). João Batista, o precursor do MESSIAS em (Lucas 3:14) deixa bem claro a opinião dele sobre o serviço militar também. Se você quer ser covarde e omisso, ou seja, pacifista, o problema é seu, mas, por favor, não invente coisas na Bíblia que a Bíblia nunca ensinou, e nem coloque palavras na boca de Deus, que Deus nunca disse.

Há diferença entre vingança e justiça. A vingança é baseada no ódio e no rancor, ou seja, é apenas uma resposta emocional. A justiça nunca é por motivos pessoais ou egoístas, mas, sim, baseada na honra. O próprio Deus estabeleceu as autoridades governamentais (magistrados, soldados, policiais e governantes) para castigar os malfeitores e para enaltecer os cidadãos de bem. Paulo em (Romanos 13:1-7) e Pedro em (1 Pedro 2:13-17) reconheceram que os agentes do Estado (oficiais do rei) são ministros de Deus para punir os maus e louvar os bons. A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. O dever dos fortes é defender os fracos. O propósito dos heróis é proteger os indefesos. Nós, homens de Deus, temos que ser a voz daqueles que não podem falar. Nós devemos ajudar aqueles que ninguém ajuda. Nós devemos lutar por aqueles que não podem lutar por si mesmos. O Pacifismo é demoníaco, ou seja, é de procedência maligna mesmo. O Pacifismo é totalmente contrário aos ensinamentos das Escrituras. O Deus do Antigo Testamento é o mesmo Deus do Novo Testamento (Deus não é bipolar). Jesus nunca foi "Hippie" e nem "um grande pacifista". Isso é uma construção ideológica diabólica para pregar a omissão e o conformismo diante do mal. Satanás, o Diabo, é o Pai da Mentira, ou seja, ele é um mestre na arte da calúnia e da enganação. Quando uma mentira é dita mil vezes, ela se torna numa "verdade". Assim, se constrói uma construção ideológica. A Bíblia, a Palavra de Deus, sempre defendeu os oprimidos e desamparados. As Escrituras sempre ensinaram que devemos proteger os inocentes e lutar pelo que é justo. Há diferença entre vingança e justiça. Ter senso de justiça e criticar as coisas erradas não é pecado. Pecado é acobertar os erros dos malfeitores em nome de um falso amor e de uma paz falsificada. A omissão diante da maldade é pecado. Quando você se omite diante da opressão, você escolhe o lado do opressor. Quando nos calamos, nos silenciamos e nos omitimos diante do mal, nós somos cúmplices.

Satanás, o Diabo, pode ser metódico e sistemático, mas ele não é tapado e nem ignorante. Ao contrário, da maioria das pessoas mais velhas (que são um bando de velhos soberbos, arrogantes, ignorantes e tapados), Satanás soube aproveitar muito bem os seus milhares de anos de experiência. Com certeza, o fato de Satanás introduzir no Cristianismo o maldito Pacifismo e a satanização da sexualidade e do sexo foi algo planejado e premeditado pelo Diabo. O Novo Testamento, ou seja, Jesus e os seus apóstolos nunca demonizaram as autoridades governamentais, pelo contrário, Cristo e seus discípulos sempre ensinaram a submissão às autoridades legalmente constituídas e que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus para manter a lei e a ordem na sociedade. Paulo em (Romanos 13:1-7) e Pedro em (1 Pedro 2:13-17) deixaram bem claro que o dever das autoridades governamentais (principalmente, dos soldados, policiais e magistrados) é punir os maus e louvar os bons, porque os agentes do Estado são ministros de Deus. O Cântico dos Cânticos (Cantares), assim, como o Livro de Provérbios falam muito do sexo (do "famigerado" ato coito mesmo) e de outras práticas sexuais, obviamente. A Bíblia, a Palavra de Deus, nunca demonizou o serviço militar (Lucas 3:14) e os cargos públicos (Daniel 2:20-21 e Daniel 5:20-21). As Escrituras nunca, jamais satanizaram a sexualidade e o sexo no contexto do casamento (entre um homem e uma mulher). Os hebreus, no Antigo Testamento, nunca tiveram problemas nessas áreas (Estado e sexo). Satanás, o Diabo, armou isso para cima da Igreja, e os cristãos caíram direitinho na sua lábia enganosa e acreditaram nas suas mentiras diabólicas. Por que será que Satanás insistiu tanto nessas heresias demoníacas durante mais de dois mil anos (Pacifismo e satanização do prazer sexual)? O Diabo além de ser músico, também era um líder militar. Satanás é um estrategista (o cara não comanda o reino do Submundo, porque é burro). O legalismo, o fanatismo e o fundamentalismo religioso, sempre foi a sua maior arma para denegrir a imagem do Cristianismo. Ideologias distorcidas da sexualidade (baseadas no Estoicismo e no Ascetismo) não procedem de Deus. O Senhor nunca ensinou em sua Palavra que o prazer sexual é do Diabo, mas, sim, que os prazeres sexuais (práticas sexuais) devem ser usufruídos dentro da sua vontade (no contexto do casamento). Há diferença entre Pacifismo e Pacificação. Há diferença entre ser pacifista e ser pacificador. Há diferença entre amor e omissão. Há diferença entre legalismo e santidade. Não importa o que os Pais da Igreja ensinaram ou deixaram de ensinar se os seus ensinamentos são contrários a Bíblia, a Palavra de Deus. Não importa o que você acha ou deixa de achar. O que você pensa ou deixa de pensar não importa. A única coisa que importa é o que as Escrituras ensinam, e não no que você quer acreditar. Primeiro, o que a Bíblia (a Palavra de Deus) ensina, depois, talvez, quem sabe, a sua opinião e o seu achismo. O Pacifismo e a satanização do sexo são construções ideológicas construídas pelo Diabo para oprimir a Igreja. Portanto, cristãos, é a sua obrigação e o seu dever desconstruir essas construções ideológicas infernais e satânicas. O Novo Testamento sempre defendeu a guerra justa, a legítima defesa e a existência de governos civis e de forças militares para se manter a lei e a ordem nesse mundo decaído por causa do pecado (Romanos 13:1-7), (1 Pedro 2:13-17) e (Lucas 3:14). Jesus e os apóstolos sempre defenderam o casamento e a família. O sexo foi criado por Deus, e não pelo Diabo. A sexualidade procede de Deus, e não de Satanás. Os religiosos legalistas e hipócritas sempre colocaram palavras na boca de Deus, que Deus nunca disse. Os religiosos fanáticos e fundamentalistas sempre cobraram uma “santidade” das pessoas que o próprio Deus nunca cobrou de ninguém. Portanto, essas construções ideológicas infernais e diabólicas devem ser quebradas.

O SENTIDO BÍBLICO DE LIDERANÇA (SERVIR E PROTEGER):
“Com armas os homens conquistam terras. Nas terras conquistadas nasce a lei. A lei se defende com armas. Só existe paz em terras onde há lei. Onde houver terra, haverá homens e onde houver homens, se imporá leis e, para impor a lei, haverá armas. Portanto, nunca vá desarmado para uma terra onde não há lei”.

“Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades”.
(Benjamin Parker – Tio Ben)

O verdadeiro sentido bíblico de LIDERANÇA é servir aos outros e não ser servido por eles. A obrigação do marido é servir a sua esposa (a sua amada), honrá-la e respeitá-la, a protegendo de todo o mal. A obrigação dos pais é cuidar de sua prole e proteger os seus filhos e prepará-los para o Reino de Deus (para fazerem a diferença aqui na Terra, serem profetas da sua geração). A obrigação do pastor é servir ao seu rebanho, o protegendo e o orientando (o verdadeiro pastor está disposto a dar a sua própria vida pelas suas ovelhas). A obrigação do Estado (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17) é servir ao seu povo (cidadãos de bem), o protegendo (dando segurança) e punindo os culpados (castigando, exemplarmente, os malfeitores e corruptos). O dever do líder é servir e não impor a sua autoridade (abuso de autoridade) por meio da força e da opressão. O verdadeiro líder é aquele que desperta admiração e não medo. O bom marido, o bom pai, o bom pastor, o bom governante e o bom soldado (Lucas 3:14) é aquele que se importa mais com os outros do que consigo mesmo. Aprendi na Bíblia, a Palavra de Deus, que devemos fazer mais pelos outros do que por nós mesmos.

Há diferença entre autoritarismo e autoridade. Há diferença entre liderar e oprimir. Há diferença entre ser um líder e ser um déspota, tirano e opressor. O Sacerdote Eli era muito "bonzinho e legal", mas a sua negligência em conter a promiscuidade e a maldade de Hofni e de Finéias, causou a morte de seus filhos e a sua própria morte. A omissão do Rei Zedequias em acobertar os erros e as maldades dos príncipes de Judá causou a sua desgraça e a morte desses príncipes. A violência doméstica criou homens cruéis e sádicos como Adolf Hitler e Josef Stalin. Por isso, é preciso haver um equilíbrio. O sentido bíblico de liderança é servir e não ser servido. O líder deve servir e proteger.

AS OPINIÕES DOS APÓSTOLOS SOBRE AS AUTORIDADES GOVERNAMENTAIS (ESTADO - GOVERNO):

AS TRADUÇÕES DE ROMANOS 13:1-7:


“Obedeçam às autoridades governamentais, porque Deus foi quem estabeleceu todas elas. Não há governo, em parte alguma, que Deus não tenha colocado no poder. Portanto, aqueles que se recusam a obedecer às autoridades estão se recusando a obedecer a Deus, e o castigo virá sobre eles. Pois os governantes devem ser temidos apenas por aqueles que praticam o mal. Assim, se você não quiser ter medo da autoridade, guarde as leis e pratique o bem e tudo irá bem. Pois a autoridade é enviada por Deus para o seu bem. Mas, se você estiver fazendo algo errado, é natural que deve ter medo, pois ela terá de castigá-lo. Ela é serva de Deus, agente da justiça para castigar quem pratica o mal. Assim, vocês precisam obedecer às autoridades por duas razões: para evitar o castigo e por uma questão de consciência. Paguem também seus impostos, por essas mesmas razões. Porque as autoridades do governo estão a serviço de Deus, dedicadas a continuar a fazer essa obra. Dêem a cada um o que lhe é devido; paguem seus impostos e tributos, obedeçam aos seus superiores, e honrem e respeitem a todos aqueles a quem isso for devido”. (Romanos 13:1-7)


“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor quando se faz o bem, e, sim, quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela; visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência. Por esse motivo também pagais tributos: porque são ministros de Deus, atendendo constantemente a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

“Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá. Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade de uma punição, mas também por questão de consciência. É por isso também que vocês pagam imposto, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho. Dêem a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

“Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Deus. Por isso quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação. Porque os magistrados não são motivo de temor para os que fazem o bem, mas para os que fazem o mal. Queres tu, pois, não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela; porquanto ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador em ira contra aquele que pratica o mal. Pelo que é necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa da ira, mas também por causa da consciência. Por esta razão também pagais tributo; porque são ministros de Deus, para atenderem a isso mesmo. Dai a cada um o que lhe é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra”. (Romanos 13:1-7)


“Todos devem sujeitar-se às autoridades superiores; porquanto, não, há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Ele. Portanto, quem se recusa a submeter-se à autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Porque os governantes não podem ser motivo de temor para os que praticam o bem, mas para os que fazem o mal. Não queres sentir-se ameaçado pela autoridade? Faze o bem, e ela o honrará. Pois ela serve a Deus para o teu bem. Mas, se fizerdes o mal, teme, pois não é sem razão que traz a espada. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. Portanto, é imprescindível que sejamos submissos às autoridades, não apenas devido à possibilidade de uma punição, mas também por causa da consciência. Por esta razão, igualmente pagais impostos; porque as autoridades estão a serviço de Deus, e seu trabalho é zelar continuamente pela sociedade. Dai a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

O apóstolo Paulo foi muito claro quando escreveu o capítulo 13 da Carta aos Romanos (uma grande pedra no sapato dos cristãos pacifistas e anarquistas). Paulo reconheceu que as autoridades governamentais são instituídas por Deus, isto é, Deus coloca no poder os governantes da Terra. Os magistrados, os soldados, os policiais e os políticos são estabelecidos por Deus para zelarem pelo bem-estar da sociedade. O Estado é servo de Deus, ministro de Deus, para castigar os malfeitores e louvar os homens que praticam o bem. As Testemunhas de Jeová e os evangélicos pacifistas podem negar isso até a morte, mas o capítulo 13 da Carta aos Romanos não sumirá da Bíblia por causa disso (para o azar deles). Paulo ensinou que os cristãos devem se submeter às autoridades em várias de suas Cartas (ele insistiu bastante nesse assunto). Paulo vivia usando o serviço militar como bom exemplo para a vida cristã. Claro, que se o governo for injusto e opressor (ditatorial e corrupto) ou exigir que os cristãos façam coisas contrárias ao que a Bíblia ensina, nós, cristãos, devemos obedecer mais a Deus do que aos homens.

AS TRADUÇÕES DE 1 PEDRO 2:13-17:

“Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor; quer seja ao rei, como soberano; quer às autoridades como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores, como para louvor dos que praticam o bem. Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos; como livres que sois, não usando, todavia, a liberdade por pretexto da malícia, mas vivendo como servos de Deus. Tratai a todos com honra, amai aos irmãos, temei a Deus, honrai ao rei”. (1 Pedro 2:13-17)

“Sujeitai-vos, pois, a toda a ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei, como superior; quer aos governadores, como por ele enviados para castigo dos malfeitores, e para louvor dos que fazem o bem. Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens insensatos; como livres, e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus. Honrai a todos. Amai a fraternidade. Temei a Deus. Honrai ao rei”. (1 Pedro 2:13-17)

“Por causa do Senhor, sujeitem-se a toda autoridade constituída entre os homens; seja ao rei, como autoridade suprema, seja aos governantes, como por ele enviados para punir os que praticam o mal e honrar os que praticam o bem. Pois é da vontade de Deus que, praticando o bem, vocês silenciem a ignorância dos insensatos. Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus. Tratem a todos com o devido respeito: amem os irmãos, temam a Deus e honrem o rei”. (1 Pedro 2:13-17)

“Pelo amor que vocês têm ao Senhor, obedeçam a todas as leis do governo; sejam as do rei, como a autoridade maior, sejam as que são dos oficiais do rei, pois ele os enviou para castigar todos os que fazem o mal e honrar aqueles que fazem o bem. É da vontade de Deus que a vida correta de vocês faça com que se calem aqueles que insensatamente condenam o Evangelho sem saberem o que ele pode fazer por eles, pois nunca experimentaram o seu poder. Vocês estão livres da lei, porém, isso não quer dizer que estão livres para fazer o mal. Vivam como aqueles que são livres para fazer somente a vontade de Deus em todas as ocasiões. Mostrem respeito para com todos. Amem os irmãos em toda parte. Temam a Deus e respeitem o governo”. (1 Pedro 2:13-17)


O apóstolo Pedro também reconheceu a legitimidade dos reis e das autoridades enviadas por eles (soldados e magistrados) para castigar os malfeitores e louvar os homens que praticam o bem. Paulo e Pedro ensinaram, claramente, que a função do Estado é punir os maus e louvar os bons.

ORAR E INTERCEDER EM FAVOR DAS AUTORIDADES:

“Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade”. (1 Timóteo 2:1-4)

O apóstolo Paulo também ensinou que o dever de todos os cristãos é interceder em favor dos homens investidos de autoridade, porque é da vontade de Deus que, inclusive, os governantes e os soldados se convertam e sejam salvos. Paulo, mais uma vez, reconhece a legitimidade das autoridades.

SOBRE O COMBATE (LUTAR EM PROL DA JUSTIÇA):

Matar sem nenhum fundamento moral não é nada além de assassinato. Matar por uma causa justa é apenas justiça. O Sexto Mandamento sempre se referiu ao homicídio ilícito, e não a matar por legítima defesa e a matar na guerra. O verbo hebraico “ratsach” usado nesse Mandamento no Antigo Testamento, e o verbo grego “foneuo” usado nesse Mandamento no Novo Testamento, sempre são usados para se referir ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa e a pena capital. Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” se referem ao homicídio ilícito. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado. Seria uma grande incoerência Deus mandar os hebreus matarem nas guerras sendo que Ele mesmo disse “Não Matarás”, se no Sexto Mandamento Deus não se referisse somente ao homicídio criminoso (Deus não é bipolar). O guerreiro que não respeita a lâmina de sua espada (Bíblia ou lâmina cortante) não é digno de sua espada. As flechas do cristão somente podem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. O cristão não deve usar a sua espada (Machaira) por motivos e razões pessoais, mas apenas para promover a justiça e a paz.

Apesar de terem existido muitos cristãos primitivos que satanizavam as autoridades governamentais, os apóstolos, Pedro e Paulo, reconheciam que as autoridades eram legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Paulo em (Romanos 13:1-7) e Pedro em (1 Pedro 2:13-17), reconheciam que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus e que são ministros de Deus para punir os maus e louvar os bons. Quando Paulo disse que “a nossa luta não é contra carne e sangue”, ele se referiu à luta da Igreja (instituição religiosa) e não a luta do Estado. O contexto de Efésios 6 é a luta da Igreja, mas o contexto de Romanos 13 é a luta do Estado (que é ministro de Deus). Quando Paulo falou que “as armas da nossa milícia não são carnais”, ele se referiu as vãs filosofias e a capacidade humana, pois o contexto em que ele disse isso nem é sobre armas bélicas. Quando Cristo ensinou que devemos oferecer a outra face, Ele quis dizer que não devemos ser vingativos, pois em nenhum momento (no contexto desse versículo), Jesus pregou contra a legítima defesa e disse que os cristãos devem ser sacos de pancadas dos outros. No mesmo capítulo, em que esse versículo está inserido, em outra parte Jesus fala que devemos arrancar o olho direito e decepar a mão direita se essas partes do nosso corpo nos fizerem pecar. Obviamente, Jesus usou puro simbolismo nessas passagens. Cristo ordenou para Pedro comprar aquela espada que o apóstolo usou para decepar a orelha direita de Malco. Pedro tentou impedir que a profecia sobre Jesus se cumprisse e Cristo quis salvar Pedro da punição de morte que seria aplicada contra ele, se Malco morresse. Jesus não mandou Pedro jogar a espada fora, mas apenas para guardá-la. Paulo reconheceu que o Estado tem o poder da espada (Machaira) que foi concedido e autorizado pelo próprio Deus.

SOBRE O SERVIÇO MILITAR:

“Nenhum soldado em serviço se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra”. (2 Timóteo 2:4)

Há muitas semelhanças entre a vida cristã e o serviço militar, por isso, o apóstolo Paulo vivia comparando ambos. Os cristãos devem ser como soldados, isto é, devem acatar as ordens de seu Senhor e cumprir a sua missão.

Sobre os juramentos (como o Juramento à Bandeira), Jesus Cristo não condenou totalmente os juramentos. O que Jesus condenou foram às pessoas que não têm palavra, e precisam se garantir em juramentos para os outros acreditarem que elas estão falando a verdade. Algumas confissões de fé protestantes explicam bem sobre isso. Não há problema algum em fazer juramentos honrados em nome da paz, da justiça e do amor.

No Concílio de Jerusalém, em 50, os judeus cristãos decidiram que todos os seguidores de Jesus não devem comer alimentos sacrificados aos ídolos, nem praticar relações sexuais ilícitas, não comer animais que morreram sufocados e nem beber sangue. Na 1 Carta aos Coríntios, o apóstolo Paulo ensinou que os cristãos podem comer alimentos sacrificados aos ídolos sim, portanto, que não escandalizem os irmãos “fracos” na fé. Se os cristãos orarem para Deus abençoar os alimentos sacrificados aos ídolos, não há problema nenhum em comê-los. O sexo deve ser praticado somente dentro do casamento mesmo. No caso da proibição de comer animais que morreram sufocados isso era um ritual religioso do Judaísmo e não significa nada para os cristãos de hoje. O sangue foi proibido de ser ingerido, porque no contexto daquela época, os pagãos bebiam sangue para adorar os seus deuses. Entretanto, hoje, não há problema algum em comer frango ao molho pardo, chouriço ou até mesmo beber sangue de galinha para sobreviver na selva.

Em relação à “cultuar as tradições”, na verdade, os militares não prestam culto as tradições e nem aos heróis do passado, mas, simplesmente, eles relembram os feitos do passado e prestam homenagens a esses grandes guerreiros, no entanto, ninguém bate continência ou se curva diante de quadros e estátuas.

“Então, alguns soldados lhe perguntaram: E nós, o que devemos fazer? Ele respondeu: Não pratiquem extorsão, nem acusem ninguém falsamente, e contentem-se com o seu salário”. (Lucas 3:14)


João Batista era o precursor do Messias; e foi o maior de todos os profetas. Esse grande servo de Deus foi o homem mais justo que já existiu sobre a Terra. Quando alguns soldados foram batizados por João Batista, esse grande profeta não os recriminou por serem combatentes, pelo contrário, ele lhes incentivou a continuarem sendo soldados, portanto, que eles exercessem a sua função com honestidade.

OS GUERREIROS DOS SONHOS (A TENTATIVA DE EXTERMÍNIO DAS GERAÇÕES FUTURAS):

"Que o seu nome seja conhecido no Céu e temido no Inferno". (Leonard Ravenhill)

Uma tática suja muito usada por ditadores, conquistadores e genocidas é matar as crianças e os jovens, para que não haja resistência no futuro. Assim, eliminando as gerações futuras, não haverá resistência. É exatamente isso o que Satanás, o Diabo (Mestre dos Pesadelos) faz. O maior alvo de Satanás são as crianças e os jovens, pois assim, ele impedirá que existam os Guerreiros dos Sonhos, os Guerreiros do Futuro. O Diabo (Guilty) costuma desviar a atenção, o foco das pessoas (todos os bandidos e terroristas espertos fazem isso). Enquanto as antas dos crentes, os burros dos evangélicos perdem o tempo com “Pokémon e Disney”, Satanás continua destruindo famílias, casamentos e vidas. Satanás além de ser músico, também é um líder militar, esse cara entende de estratégia. O Diabo é conhecido como o “O Olho Que Tudo Vê”, porque sabe das coisas. Satanás é conhecido como o “Tinhoso”, porque é muito mais esperto e astuto do que os crentes idiotas e trouxas da Igreja pensam que ele é. Enquanto os crentes fanáticos e legalistas ficam perdendo tempo com a hipocrisia religiosa e com o falso moralismo, Satanás, o Diabo (Destruidor), continuará matando e destruindo as gerações futuras. Por meio do pecado, Satanás, leva os homens à morte (Thanatos). As pessoas “batem cartão” na Igreja, ou simplesmente ignoram a existência do Diabo, porque se “cagam de medo dele”. O Diabo sabe que as pessoas tem medo dele, e esse desgraçado se aproveita disso. A Igreja precisa de homens de verdade (só tem frouxo na Igreja), de Guerreiros dos Sonhos, Cavaleiros da Esperança, para fazerem a diferença.

O CAMPO DAS CONVICÇÕES (A ESTRATÉGIA DO DIABO):

"A minha maior ambição na vida é estar na lista dos mais procurados do Diabo". (Leonard Ravenhill)

O campo das convicções é o grande alvo do Diabo. Satanás costuma usar mais “meias verdades” do que “mentiras descaradas”. Uma mentira descarada chocará de imediato, mas uma “mentirinha bonitinha e fofinha” não chocará tanto, pelo contrário, será aceita, inclusive, pelos crentes da Igreja. Versículos bíblicos usados fora de seus verdadeiros contextos (falta de exegese) são o que Satanás e os seus falsos profetas mais fazem. Sempre distorcendo as Escrituras para forçar a Bíblia, a Palavra de Deus, a pregar somente o que lhes é conveniente, ou seja, apenas o que lhes convêm. Os “bordões”, “chavões”, “jargões”, “frases feitas”, “frases clichês” e “frases de efeito ruim” dos crentes comprovam isso. A apatia está por toda parte e a omissão dita às regras.

O CIRCO GOSPEL (O SHOW TEM QUE ACABAR):


“Nunca os evangélicos cantaram tanto e nunca foram tão analfabetos de Bíblia. Nunca houve tantos animadores de auditório e tão poucos pregadores da Palavra de Deus.”
(Augustus Nicodemus)

O entretenimento se tornou em uma das maiores ameaças da Igreja de Cristo. Existem dois extremos ruins (Ascetismo e Hedonismo – Estoicismo e Epicurismo). O legalismo (fundamentalismo e fanatismo religioso) se enquadra na hipocrisia religiosa e no falso moralismo (Ascetismo e Estoicismo); já o entretenimento (Hedonismo e Epicurismo); que são shows, espetáculos, danças e modismos se enquadra melhor no Pão e Circo mesmo. Além das três construções ideológicas que Satanás, o Diabo, tem insistido em enfatizar desde o primeiro século (Pacifismo, Satanização da Sexualidade e Antissemitismo), o Príncipe das Trevas já há um bom tempo tem usado o entretenimento (Pão e Circo) para gerar “falsas conversões”, afastando as pessoas do verdadeiro Evangelho. Os cristãos precisam aprender a ter equilíbrio (sabedoria), entre o Pacifismo e a violência gratuita; entre a Satanização da Sexualidade e a “putaria”; entre o Antissemitismo e a Judaização da Igreja. Assim, também, os cristãos precisam aprender a ter equilíbrio entre o legalismo e o entretenimento. Não sou contra música (amo música), também não condeno as pessoas se divertirem e serem felizes, mas a Igreja é um lugar para as pessoas buscarem e adorarem a Deus (estudar a Bíblia), e não um “clube”. Se quiserem se divertir vão a um parque, a um shopping, a uma danceteria, ao cinema ou para um teatro, não tem problema (fora da Igreja). Não sou legalista, mas o show tem que parar.

CONCLUSÃO:

"Cada época é salva por um pequeno punhado de homens que têm a coragem de não serem atuais".
— G. K. Chesterton.

O interessante da hipocrisia e do falso moralismo da sociedade (principalmente, da “Igreja”, dos religiosos) é que eles confundem “educação” com falsidade; “respeito” com o direito de oprimir e subjugar quem é mais fraco; “gratidão” com chantagem; e esses hipócritas só vivem na base da barganha e do medo. Esses falsos são incapazes de fazer o “bem” se não for para ganhar alguma recompensa ou vantagem em troca. Esses loucos são incapazes de buscar a Deus e de não “cometer crimes e delitos” se não for baseados pela coação e pelo medo. Esses hipócritas não se importam em zelar pelo seu caráter, mas só com a sua “reputação” mesmo. Esses falsos moralistas só usam “bordões”, “chavões”, “jargões”, “frases feitas”, “frases clichês” e “frases de efeito ruim” mesmo, porque estudar a Bíblia dá muito trabalho. Eu quero fazer a diferença, já que falta homem na “Igreja” para fazer (só tem frouxo na Igreja). Já tem pessoas demais usando o Nome de Deus e a Bíblia para fazer o mal (só usam o Nome de Deus e as Escrituras para fazer maldade e nunca para fazer o bem), então, alguém tem que ousar fazer o bem. Para esses crentes e evangélicos tudo é do Diabo, menos as coisas que são do Diabo, como, por exemplo, a dissimulação, a falsidade, a hipocrisia, a mentira, a calúnia, a difamação, a enganação, a omissão diante da opressão em nome da “paz e do amor”, a negligência, o conformismo perante o erro e a apatia diante do mal em nome da “misericórdia e do perdão”. Enquanto, vocês, seus dissimulados hipócritas, brincam de ser “cristãos”, eu tentarei mudar o que precisa ser mudado. Nós temos duas escolhas quando vemos alguma coisa errada no mundo; nós podemos escolher não fazermos nada ou escolhermos tentar mudar o que está errado. O nada, eu já tentei. Alguém tem que ser uma luz na escuridão. Alguém tem que ser o sal da Terra. Alguém tem que ficar e lutar. Alguém tem que fazer a diferença. Alguém tem que fazer.

"A coragem é contagiosa. Quando um homem valente permanece firme, os outros também endurecem.” (Billy Graham)

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.


terça-feira, 13 de novembro de 2018

A GUERRA SEMPRE COBRA O SEU PREÇO (EU SOU JOHN RAMBO)


Quando eu era criança, o meu maior sonho era ser o Rambo. Quando cresci, apesar de não ter tido treinamento militar (não fui treinado como soldado), aprendi a combater, pois me tornei lutador de Boxe e aprendi a manusear armas de fogo. Aprendi também a suportar a dor e a vencer o medo. Com o passar do tempo, da maneira mais dolorida possível, eu descobri que sou John Rambo. Eu me tornei no Rambo. Eu sou dispensável. (Filipe Levi)

domingo, 11 de novembro de 2018

O AMOR DEVE SER DADO GRATUITAMENTE (NÃO SE PODE COMPRAR O AMOR)


Descobri e aprendi com a minha própria experiência da maneira mais dolorida possível. Não podemos obrigar ninguém a ser nossos amigos e nem a nos amar. Não posso persuadir e nem obrigar ninguém a me amar (seja amiga ou esposa). O que não é dado livremente, nunca dará certo. As poucas amigas que tive na minha existência, as que realmente gostaram de mim e me amaram como amigo, foram elas que me escolheram, e não eu que as escolhi. Não devemos forçar nada. Se for para ser será. O amor não pode ser comprado e nem forçado, seja o amor da amizade ou o amor sentimental. (Filipe Levi)

AS PRINCIPAIS VIRTUDES DO BUSHIDO (O CÓDIGO DOS SAMURAIS)



Filipe Levi
AS PRINCIPAIS VIRTUDES DO BUSHIDO (O CÓDIGO DOS SAMURAIS)

As principais virtudes do Bushido (Código do Guerreiro) são Justiça (GI), Coragem (YUU), Compaixão (JIN), Respeito (REI), Sinceridade (MAKOTO), Honra (MEIYO) e Lealdade (CHUUGI). Essas são as verdadeiras características de um verdadeiro guerreiro (os mesmos princípios morais e valores éticos que a Bíblia, a Palavra de Deus, ensina).

A JUSTIÇA:

É quando o guerreiro opta por lutar pelo que é certo, quando o herói está disposto e determinado a fazer a coisa certa.

A CORAGEM:

Não é a ausência do medo, mas é a habilidade de superá-lo por uma causa maior. O guerreiro corajoso é aquele que supera o seu medo para poder ajudar os outros.

A COMPAIXÃO:

É a capacidade de se colocar no lugar do outro, ou seja, sentir e se compadecer da dor de seu semelhante.

O RESPEITO:

É respeitar os seus semelhantes (principalmente, os mais fracos e desamparados que precisam de proteção).

A SINCERIDADE:

É ser sincero e verdadeiro consigo mesmo e com os outros. Sempre falar a verdade, mesmo que isso não te beneficie. Ser correto e fazer o certo, mesmo, que você se “ferre e se lasque” por fazer a coisa certa.

A HONRA:

É a integridade e o caráter do herói, que mesmo diante das adversidades e da corrupção e degeneração humana, ele ousa ser bom. Ser um guerreiro honrado que usa os seus punhos e suas armas não por razões e motivos pessoais, mas apenas para promover a justiça e a paz.

A LEALDADE:

É quando o guerreiro é leal aos seus amigos e as pessoas que estão sob a sua proteção. As flechas do herói só devem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o herói jurou proteger.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

CORAÇÃO DE CAVALEIRO E ESPÍRITO DE SAMURAI (HONRAR E PROTEGER)



Filipe Levi 09/11/18
CORAÇÃO DE CAVALEIRO E ESPÍRITO DE SAMURAI (HONRAR E PROTEGER)


INTRODUÇÃO:

Os fariseus eram escarnecedores (esses religiosos zombavam e ridiculizavam as coisas de Deus). Jesus era conhecido como "O AMIGO DAS PROSTITUTAS - O AMIGO DOS PECADORES", porque esses "grandes pecadores" tinham muito mais respeito por Jesus e por Deus do que os fariseus. Cristo está mais próximo da prostituta que sabe que é pecadora do que do religioso que pensa que é "santo". O próprio Jesus disse que os publicanos e as prostitutas são mais dignos do Céu do que os fariseus (religiosos hipócritas e falsos moralistas). Jesus sempre andou, comeu e bebeu com os pecadores com a intenção de salvá-los. Os "pecadores" estavam mais dispostos a ouvir as palavras de Jesus do que os fariseus, porque esses religiosos eram "santos" demais para poderem dar ouvidos a Jesus.

SOBRE A OMISSÃO DIANTE DO MAL (O MAIOR PECADO DA “IGREJA”):

“Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem, mal; que fazem da escuridão luz, e da luz escuridão; põem o amargo por doce, e o doce por amargo”! (Isaías 5:20)

Infelizmente, muitos cristãos consideram o que é mau, bom, e o que é bom, mau. Muitos crentes consideram o errado, certo, e o certo, errado.

A omissão diante do mal é pecado e sempre será pecado. Passar a mão na cabeça dos bandidos e dos terroristas não acabará com a maldade no mundo, pelo contrário, aumentará ainda mais a violência. Onde diz na Bíblia que eu devo encobrir os erros dos outros e ser conivente com o pecado?

“Erga a voz em favor dos que não podem defender-se, seja o defensor de todos os desamparados. Erga a voz e julgue com justiça; defenda os direitos dos pobres e dos necessitados”. (Provérbios 31:8-9)

Para mim, a omissão diante do mal é um pecado hediondo, porque quem se omite perante o mal é tão culpado quanto aquele que o pratica. Os cristãos costumam se omitir diante das coisas erradas alegando um falso amor e uma falsa paz, mas Deus nunca aprovou a omissão perante as coisas erradas. A vontade de Deus é que nós, cristãos, defendamos os fracos e oprimidos. O Altíssimo quer que nós lutemos em favor dos indefesos. É nossa obrigação proteger os inocentes.

"Há duas injustiças que o SENHOR abomina: que o inocente seja condenado e que o culpado seja colocado em plena liberdade como justo". (Provérbios 17:15)

O Livro de Provérbios critica muito a injustiça e a omissão diante do mal, portanto, o conformismo perante as coisas erradas não é bíblico. Deus, o Altíssimo, deseja que nós pelejemos em favor dos fracos e necessitados, porque é da vontade d’Ele, que nós defendamos os indefesos e desamparados.

“Não te furtes a fazer o bem a quem de direito, estando na tua mão o poder de fazê-lo”. (Provérbios 3:27)

Se estiver em nossas mãos o poder de ajudar os outros, nós devemos fazê-lo, porque essa é a vontade de Deus, que nós, cristãos, defendamos os direitos dos fracos e oprimidos. Nós temos a obrigação de lutar pelos direitos dos órfãos e das viúvas.

“Ai dos que decretam leis injustas, dos que escrevem leis de opressão, para negarem justiça aos pobres, para arrebatarem o direito aos aflitos do meu povo, a fim de despojarem as viúvas e roubarem os órfãos”! (Isaías 10:1-2)

Deus estabeleceu o Estado (governo) para ser um servo de Deus (ministro de Deus). A função e o dever do governo é servir o povo, e não explorá-lo e oprimi-lo. A vontade de Deus é que o Estado castigue os malfeitores e louve os homens que praticam o bem.

"Aprendam a fazer o bem! Busquem a justiça, acabem com a opressão. Lutem pelos direitos do órfão, defendam a causa da viúva".
(Isaías 1:17)

Desejar ser herói (proteger os fracos e indefesos) não é coisa de “criança e de gente infantil”, mas é o que a Bíblia manda. As Escrituras ordenam que todos os servos de Deus sejam heróis (protetores e defensores). A vontade de Deus é que os fortes protejam e defendam os fracos.

“Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, nisso está pecando”. (Tiago 4:17)

Omitir-se diante do mal é um pecado hediondo, porque quem se omite perante a maldade é tão ruim e perverso quanto quem a pratica. Os pecados de omissão são tão graves quanto os pecados de comissão. Portanto, se omitir também é pecado.

O opressor covarde sempre oprimirá quem é mais fraco ou quem não reage, porque assim é mais fácil e não terá grande resistência. Mesmo, que o fraco não tenha condições de resistir por muito tempo, se ele ousar se opor a opressão, o opressor provavelmente sentirá medo e procurará outro para oprimir. Quando o forte oprime o fraco, ele também acaba se tornando fraco, porque assim não se adquire experiência de luta e outro forte pode subjugá-lo.

Jesus Cristo, Mahatma Gandhi, Dietrich Bonhoeffer, Desmond Doss, Martin Luther King e Albert Einstein nunca pregaram a omissão diante do mal, pelo contrário, eles sempre pregaram contra isso. Esses homens nunca pregaram que ser da "paz" e "amar" é se omitir perante as coisas erradas. Eles nunca foram pacifistas, mas, sim, pacificadores. Há diferença entre ser pacificador e ser pacifista. Há diferença entre ser justo e ser idiota. Há diferença entre ser correto e ser retardado. Há diferença entre ser da paz e ser covarde. Há diferença entre amar e se omitir. Há diferença entre amor e omissão. Há diferença entre lutar pelo que é certo e acobertar os erros dos malfeitores. Há diferença entre ser “paz e amor” e ter compaixão pelos inocentes. Há diferença entre pregar a verdadeira paz e se omitir diante do mal por ser covarde mesmo.

AS TRADUÇÕES DE ROMANOS 13:1-7:

“Obedeçam às autoridades governamentais, porque Deus foi quem estabeleceu todas elas. Não há governo, em parte alguma, que Deus não tenha colocado no poder. Portanto, aqueles que se recusam a obedecer às autoridades estão se recusando a obedecer a Deus, e o castigo virá sobre eles. Pois os governantes devem ser temidos apenas por aqueles que praticam o mal. Assim, se você não quiser ter medo da autoridade, guarde as leis e pratique o bem e tudo irá bem. Pois a autoridade é enviada por Deus para o seu bem. Mas, se você estiver fazendo algo errado, é natural que deve ter medo, pois ela terá de castigá-lo. Ela é serva de Deus, agente da justiça para castigar quem pratica o mal. Assim, vocês precisam obedecer às autoridades por duas razões: para evitar o castigo e por uma questão de consciência. Paguem também seus impostos, por essas mesmas razões. Porque as autoridades do governo estão a serviço de Deus, dedicadas a continuar a fazer essa obra. Dêem a cada um o que lhe é devido; paguem seus impostos e tributos, obedeçam aos seus superiores, e honrem e respeitem a todos aqueles a quem isso for devido”. (Romanos 13:1-7)


“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor quando se faz o bem, e, sim, quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela; visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência. Por esse motivo também pagais tributos: porque são ministros de Deus, atendendo constantemente a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

“Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá. Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade de uma punição, mas também por questão de consciência. É por isso também que vocês pagam imposto, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho. Dêem a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

“Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Deus. Por isso quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação. Porque os magistrados não são motivo de temor para os que fazem o bem, mas para os que fazem o mal. Queres tu, pois, não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela; porquanto ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador em ira contra aquele que pratica o mal. Pelo que é necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa da ira, mas também por causa da consciência. Por esta razão também pagais tributo; porque são ministros de Deus, para atenderem a isso mesmo. Dai a cada um o que lhe é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra”. (Romanos 13:1-7)


“Todos devem sujeitar-se às autoridades superiores; porquanto, não, há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Ele. Portanto, quem se recusa a submeter-se à autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Porque os governantes não podem ser motivo de temor para os que praticam o bem, mas para os que fazem o mal. Não queres sentir-se ameaçado pela autoridade? Faze o bem, e ela o honrará. Pois ela serve a Deus para o teu bem. Mas, se fizerdes o mal, teme, pois não é sem razão que traz a espada. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. Portanto, é imprescindível que sejamos submissos às autoridades, não apenas devido à possibilidade de uma punição, mas também por causa da consciência. Por esta razão, igualmente pagais impostos; porque as autoridades estão a serviço de Deus, e seu trabalho é zelar continuamente pela sociedade. Dai a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

O apóstolo Paulo foi muito claro quando escreveu o capítulo 13 da Carta aos Romanos (uma grande pedra no sapato dos cristãos pacifistas e anarquistas). Paulo reconheceu que as autoridades governamentais são instituídas por Deus, isto é, Deus coloca no poder os governantes da Terra. Os magistrados, os soldados, os policiais e os políticos são estabelecidos por Deus para zelarem pelo bem-estar da sociedade. O Estado é servo de Deus, ministro de Deus, para castigar os malfeitores e louvar os homens que praticam o bem. As Testemunhas de Jeová e os evangélicos pacifistas podem negar isso até a morte, mas o capítulo 13 da Carta aos Romanos não sumirá da Bíblia por causa disso (para o azar deles). Paulo ensinou que os cristãos devem se submeter às autoridades em várias de suas Cartas (ele insistiu bastante nesse assunto). Paulo vivia usando o serviço militar como bom exemplo para a vida cristã. Claro, que se o governo for injusto e opressor (ditatorial e corrupto) ou exigir que os cristãos façam coisas contrárias ao que a Bíblia ensina, nós, cristãos, devemos obedecer mais a Deus do que aos homens.

AS TRADUÇÕES DE 1 PEDRO 2:13-17:

“Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor; quer seja ao rei, como soberano; quer às autoridades como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores, como para louvor dos que praticam o bem. Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos; como livres que sois, não usando, todavia, a liberdade por pretexto da malícia, mas vivendo como servos de Deus. Tratai a todos com honra, amai aos irmãos, temei a Deus, honrai ao rei”. (1 Pedro 2:13-17)

“Sujeitai-vos, pois, a toda a ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei, como superior; quer aos governadores, como por ele enviados para castigo dos malfeitores, e para louvor dos que fazem o bem. Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens insensatos; como livres, e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus. Honrai a todos. Amai a fraternidade. Temei a Deus. Honrai ao rei”. (1 Pedro 2:13-17)

“Por causa do Senhor, sujeitem-se a toda autoridade constituída entre os homens; seja ao rei, como autoridade suprema, seja aos governantes, como por ele enviados para punir os que praticam o mal e honrar os que praticam o bem. Pois é da vontade de Deus que, praticando o bem, vocês silenciem a ignorância dos insensatos. Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus. Tratem a todos com o devido respeito: amem os irmãos, temam a Deus e honrem o rei”. (1 Pedro 2:13-17)

“Pelo amor que vocês têm ao Senhor, obedeçam a todas as leis do governo; sejam as do rei, como a autoridade maior, sejam as que são dos oficiais do rei, pois ele os enviou para castigar todos os que fazem o mal e honrar aqueles que fazem o bem. É da vontade de Deus que a vida correta de vocês faça com que se calem aqueles que insensatamente condenam o Evangelho sem saberem o que ele pode fazer por eles, pois nunca experimentaram o seu poder. Vocês estão livres da lei, porém, isso não quer dizer que estão livres para fazer o mal. Vivam como aqueles que são livres para fazer somente a vontade de Deus em todas as ocasiões. Mostrem respeito para com todos. Amem os irmãos em toda parte. Temam a Deus e respeitem o governo”. (1 Pedro 2:13-17)


O apóstolo Pedro também reconheceu a legitimidade dos reis e das autoridades enviadas por eles (soldados e magistrados) para castigar os malfeitores e louvar os homens que praticam o bem. Paulo e Pedro ensinaram, claramente, que a função do Estado é punir os maus e louvar os bons.

ORAR E INTERCEDER EM FAVOR DAS AUTORIDADES:

“Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade”. (1 Timóteo 2:1-4)

O apóstolo Paulo também ensinou que o dever de todos os cristãos é interceder em favor dos homens investidos de autoridade, porque é da vontade de Deus que, inclusive, os governantes e os soldados se convertam e sejam salvos. Paulo, mais uma vez, reconhece a legitimidade das autoridades.

A PRINCIPAL CARACTERÍSTICA DOS HERÓIS:

“Um bom soldado não é aquele que luta, porque odeia o que está enfrentando, mas, sim, aquele que luta, porque ama o que está defendendo”.

Todos nós devemos decidir o que queremos proteger. Todos querem proteger algo, alguém ou alguma coisa. Queremos sempre proteger algo ou alguém que seja importante para nós. A verdadeira força não está no ódio que sentimos pelos nossos inimigos, mas, sim, no poder do amor que é liberado quando protegemos a quem amamos. Não é o ódio que libera a nossa verdadeira força, mas, sim, o poder do amor. A principal característica de um herói é o amor.

Quando todos se omitem diante do mal. Quando todos se conformam com as coisas erradas. Quando todos folgam com a injustiça. Quando todos te perseguem, porque você ousa questionar o que está errado. Os heróis são aqueles que fazem o que ninguém mais quer fazer. Se não tem quem faça, se não tem ninguém para fazer, o herói tem que tomar a iniciativa e fazer. Muitas vezes, os heróis são desprezados, rejeitados, abandonados e excluídos. Mesmo, você sabendo que levará a pior e que se dará mal por fazer o bem, mas mesmo, assim, você ousa fazer o que é correto, você é corajoso de verdade. Quando você ousar desafiar os malfeitores. Quando não temer o perigo e nem a morte. Quando você se importar mais com os outros do que consigo mesmo. Quando você estiver disposto a morrer lutando pelo que você acredita. Quando você amar tanto os seus amigos que você estaria disposto a morrer no lugar deles para salvá-los. Quando você encarar uma batalha impossível em prol dos outros. Quando você estiver na lista dos mais procurados do Diabo. Sinta-se honrado, pois é isso que te faz ser um herói.

O PROPÓSITO DOS HERÓIS:

"Se Deus impor as mãos sobre você todo o mundo saberá. E você não será conhecido aqui, você será conhecido no Inferno." (Leonard Ravenhill)

Existem pessoas que são pontos de luz no escuro. Pessoas boas que fazem a diferença nesse mundo decaído e pervertido. Homens e mulheres que ousam questionar as coisas erradas e fazer a diferença. Pessoas que se importam mais com os outros do que consigo mesmas. O herói, apesar de toda a escuridão que tem dentro de si, ainda a chama da esperança queima em seu coração. A sua luz interior ilumina o seu caminho para combater o mal e fazer justiça aos oprimidos. Os heróis são homens que vivem e morrem em nome da honra. O cavaleiro prova o seu valor por meio dos seus atos. O verdadeiro herói é aquele que usa os seus punhos e as suas armas somente para lutar em nome da justiça; não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o herói jurou proteger.

Há um herói dentro de cada um de nós. Que nos incentiva a sermos íntegros, que nos enobrece. Muitas vezes, para fazer o bem, precisamos desistir do que mais queremos. Desistir até mesmo dos nossos sonhos. Isso é altruísmo. Isso é ser altruísta. Se importar mais com os outros do que consigo mesmo. São homens assim que fazem a diferença. São homens assim que mudam o mundo. Homens que também tem as suas fraquezas, mas eles as superam, por algo maior do que eles próprios. A coragem não é a ausência do medo, mas é a habilidade de superá-lo. Homens que resistem à dor e vencem o medo. Homens cheios de coragem e de ousadia que ousam fazer o que ninguém mais quer fazer. Homens que estão dispostos a se sacrificar pelo semelhante. A inteligência deve ser usada para o bem da humanidade. Isso é um privilégio. Quando Deus nos escolhe para fazer a diferença e mudar a História, Ele não está tapando buraco (não se pode barganhar com um Deus que não precisa de você). Se Deus te escolher para fazer a diferença, Ele está te dando um privilégio. Isso é uma grande honra. Então, honre e valorize essa oportunidade que Deus lhe deu.

É muita ingenuidade acreditar que quando você invadir o território do seu inimigo, travando batalhas contra os seus soldados, resgatando os perdidos das trevas, libertando os acorrentados das correntes infernais, libertando os oprimidos da opressão, causando o caos e a desordem em seu reino, e ainda querer sair com os reféns resgatados e não querer ser notado. Quando você prega o Evangelho e busca fazer a vontade de Deus, isso chamará a atenção do Diabo e seus anjos (de todos os malfeitores em geral, tanto criminosos comuns quanto religiosos maus). Se você ousar se opor ao Diabo e seus seguidores, eles virão para cima de você. Se Deus impor as suas mãos sobre você, e as pessoas ao seu redor verem a Glória de Deus em sua vida, por meio de suas atitudes e gestos de justiça, de compaixão e de bondade, você não será conhecido somente aqui na Terra, mas também será conhecido no Inferno. Faço das palavras de Leonard Ravenhill minhas palavras também: “A minha maior ambição na vida é estar na lista dos mais procurados do Diabo”. Eu estou preparado para morrer, mas eu escolho morrer lutando.

PRINCÍPIOS E VALORES BÍBLICOS NAS ARTES MARCIAIS:

As principais virtudes do Bushido (Código do Guerreiro) são Justiça (GI), Coragem (YUU), Compaixão (JIN), Respeito (REI), Sinceridade (MAKOTO), Honra (MEIYO) e Lealdade (CHUUGI). Essas são as verdadeiras características de um verdadeiro guerreiro (os mesmos princípios morais e valores éticos que a Bíblia, a Palavra de Deus, ensina).

A JUSTIÇA:

É quando o guerreiro opta por lutar pelo que é certo, quando o herói está disposto e determinado a fazer a coisa certa.

A CORAGEM:

Não é a ausência do medo, mas é a habilidade de superá-lo por uma causa maior. O guerreiro corajoso é aquele que supera o seu medo para poder ajudar os outros.

A COMPAIXÃO:

É a capacidade de se colocar no lugar do outro, ou seja, sentir e se compadecer da dor de seu semelhante.

O RESPEITO:

É respeitar os seus semelhantes (principalmente, os mais fracos e desamparados que precisam de proteção).

A SINCERIDADE:

É ser sincero e verdadeiro consigo mesmo e com os outros. Sempre falar a verdade, mesmo que isso não te beneficie. Ser correto e fazer o certo, mesmo, que você se “ferre e se lasque” por fazer a coisa certa.

A HONRA:

É a integridade e o caráter do herói, que mesmo diante das adversidades e da corrupção e degeneração humana, ele ousa ser bom. Ser um guerreiro honrado que usa os seus punhos e suas armas não por razões e motivos pessoais, mas apenas para promover a justiça e a paz.

A LEALDADE:

É quando o guerreiro é leal aos seus amigos e as pessoas que estão sob a sua proteção. As flechas do herói só devem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o herói jurou proteger.

CÓDIGO SAMURAI (INTEGRIDADE E HONRA):

“O caminho do valente não segue os passos da estupidez. Quando um samurai diz que fará algo, é como se já o tivesse feito. Nada nesta terra o deterá na realização do que disse que fará”.

Nós, homens de Deus, somos servos da justiça. Os nossos atos devem ser de justiça. Nós lutamos em prol da justiça. Se for preciso, nos tornaremos na própria justiça. As nossas flechas só devem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para nós mesmos, mas justiça para aqueles a quem nós juramos proteger. A nossa espada nunca deve ser usada por motivos ou razões pessoais, mas apenas para promover a paz e a justiça. Os servos de Deus são homens de palavra. Homens de honra devem defender e proteger os fracos. O sentido bíblico de liderança é servir e proteger. Os líderes devem servir aos outros e não ser servido por eles. Sejamos guerreiros honrados e íntegros. Sejamos homens de verdade. As nossas armas e os nossos punhos devem ser usados para proteger os indefesos e para a promoção da justiça. O dever do homem, do cavaleiro, do guerreiro, do soldado e do líder, é cuidar de seus protegidos. Sejamos homens valentes e corajosos. Sejamos homens íntegros e honrados. Sejamos homens de Deus. Sejamos heróis. Já tem homens demais fazendo o mal, então, ouse fazer o bem.

UMA NODACHI (O PODER DO IMPACTO PSICOLÓGICO):


“Uma Nodachi (野太刀) é uma espécie de Katana longa, e era utilizada por um dos mais famosos e habilidosos espadachins do Japão Feudal, Sasaki Kojirō (佐々木 小次郎). Kojirō aperfeiçoou suas habilidades no manuseio da nōdachi, e ganhou excelência em uma técnica própria chamada "Tsubame Gaeshi" (Rasante da Andorinha), capaz de cortar uma andorinha em pleno voo. Kojiro foi morto na ilha de Ganryūjima pelo lendário Miyamoto Musashi, que sabia que Kojirõ só poderia ser superado por um método que não se baseasse exclusivamente nas habilidades com a espada. Kojiro era muito orgulhoso, e Musashi se aproveitou desse orgulho utilizando de alguns truques psicológicos para desestabilizá-lo emocionalmente. Conta a história, baseada nas próprias narrativas de Musashi, que este, entendendo que superar o estilo de Sasaki Kojirō seria muito difícil e arriscado, propositalmente se atrasou mais de 2 horas da hora marcada para chegar no local do duelo enquanto esculpia em um remo do barco uma bokken (espada de madeira), um pouco maior que a nodachi de Kojirō. A ideia era enfurecer o adversário com o atraso e com a ofensa de batalhar contra uma espada de madeira, pois somente principiantes ou crianças lutavam com bokken. Musashi também planejou descer na praia exatamente na direção oposta à do sol, com a intenção de ofuscar a visão do oponente. Ao desembarcar na praia, estava usando vestes surradas e tinha os cabelos visivelmente desgrenhados, com a bokken recém-esculpida em uma mão e um cobertor na outra. Kojirō tomou isso como mais um insulto, pois no código samurai, apresentar-se desalinhado para um duelo significa completa desconsideração pelo adversário, ainda mais sem portar a espada, usando a bokken de madeira em vez da katana. Para a infelicidade de Kojirō, este caiu no jogo psicológico de Musashi, e, irritadíssimo com o menosprezo com que o adversário lhe demonstrava, correu exasperado em sua direção. A luta real durou apenas o lance do seu momento decisivo, embora Musashi tenha escrito que a luta começou no momento em que meditava e esculpia sua espada no barco. Apesar do jogo psicológico, Musashi considerou Kojirō como sendo o seu maior rival”. (autor desconhecido)

NÃO FUJA DO SEU CHAMADO (NÃO FUJA DO SEU DESTINO):


Lembro-me quando Coronel Trautman (Rambo III) conversou seriamente com John Rambo sobre a sua missão aqui na Terra. O veterano de guerra (Rambo) não queria mais lutar, porque para ele, a sua guerra já havia acabado. Trautman o lembrou de que Rambo é um soldado nato, um guerreiro que nasceu e existe com o propósito de lutar (em prol da justiça). Trautman e os outros oficiais que o treinaram, não criaram Rambo, mas apenas o poliram (moldaram). Rambo não podia fugir do seu chamado (propósito). Lembro-me quando Dean Winchester tentou fugir do seu destino, mas o anjo Zacarias foi conversar com Dean, para tentar convencê-lo de que o Caçador não podia abandonar o seu chamado, seu ministério. Dean, assim, como Rambo, não queria mais lutar e se envolver na guerra do bem contra o mal. Liu Kang também tentou fugir de seu destino, mas Raiden o convenceu a assumir o seu chamado e enfrentar o feiticeiro Shang Tsung no Torneio do Mortal Kombat. Ichigo Kurosaki tentou fugir de seu chamado como Ceifeiro de Almas, mas Rukia Kuchiki o convenceu a assumir a sua missão de lutar em prol dos outros, em proteger os inocentes. Uryuu Ishida foi treinado pelo seu avô, Soken Ishida, para se tornar num Quincy. Uryuu aprendeu com seu mestre que “as flechas do Quincy só devem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o Quincy jurou proteger”. O profeta Jonas tentou fugir de sua missão, e Deus usou um grande peixe para engoli-lo e vomita-lo bem no lugar de onde Jonas tentara fugir. O profeta Elias se escondeu em uma caverna (Monte Horebe), porque desejava morrer e tinha desistido de seu ministério, do seu chamado. Mas, o próprio Deus (O ETERNO) foi atrás de Elias. Deus tentou tirá-lo de dentro da caverna com o fogo, com o vento e com o terremoto, mas foi uma voz mansa e delicada que foi quem tirou Elias de dentro da caverna. Elias pensou que estava sozinho, mas mais sete mil profetas de Deus também se recusaram a se curvar diante de Baal e ousaram permanecer leais ao Deus de Israel, o Único Deus. Quando Pedro e Paulo estavam desanimados com sua missão, o próprio Jesus (Sol da Justiça) foi conversar com os seus apóstolos para poder confortá-los quando eles precisavam de consolo. Sempre quando os heróis tentam fugir de seu propósito, Deus vai até eles, para trazê-los de volta para a sua missão.

RETROCEDER NUNCA, RENDER-SE JAMAIS (PERSEVERE NA FÉ):

"Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra. E, se alguém também milita, não é coroado se não militar legitimamente." (2 Timóteo 2:4-5)

Um guerreiro sempre procura explorar as fraquezas do seu inimigo. Espera o momento oportuno em que ele abaixa a guarda para poder acertá-lo. Assim, Satanás faz. O primeiro alvo de seu ataque sempre será uma necessidade física sua. O Diabo conhece o ser humano, portanto, ele sabe como derrubá-lo. Durante milhares de anos, Satanás analisou os homens e os estudou para poder conhecer todas as suas forças e as suas fraquezas. No meu caso, Satanás sabe quando a minha libido está alta (para usar a promiscuidade sexual contra mim) e quando as minhas, endorfina e serotonina, estão baixas (para usar a depressão e se aproveitar de minha tendência suicida). Lúcifer sabe quando a minha adrenalina (química da coragem) está alta, e quando eu estou cheio de adrenalina, me torno num “homem-bomba ou kamiquaze”, isso pode ser vantajoso para mim ou não. O Diabo não é esse tolo e sonso que os crentes pregam por aí. Satanás não é conhecido como o “Tinhoso” porque ele é bobo e burro. Ele não é conhecido como o “olho que tudo vê”, porque é cego. Satanás, o Diabo, não era só músico, mas também era um líder militar. Ficar com legalismo, fanatismo e fundamentalismo religioso não vai ajudar na luta contra o Diabo. As mandingas dos hereges do Movimento Batalha Espiritual não representam nenhuma ameaça contra Satanás. Somente, o Nome de Jesus e o poder de sua Palavra (Bíblia) representam uma verdadeira ameaça para o Diabo e seus anjos. Se fortaleça em Deus e na sua Palavra. Dedique-se a oração e estude profundamente as Escrituras (Bíblia). Busque a santidade bíblica (por amor e não por medo). Não busque a Deus por interesse, mas busque-o por gratidão. Seja forte e corajoso. Não demonstre medo diante de seus inimigos. Os malfeitores e os demônios sentem o cheiro do seu medo. Implorar pela vida ou para não ser ferido, apenas atiçará o sadismo desses sádicos e aumentará a sensação de poder desses opressores. Nunca pare de lutar enquanto a luta não acabar. Muito mais do que saber bater (há diferença entre ter técnica para lutar e simplesmente bater como uma mula), você tem que ser resistente para aguentar apanhar também. Se você tem poder, use o seu poder para salvar aqueles que não tem poder. Se você é forte, use a sua força para proteger os fracos. Se você tem voz, fale por aqueles que não podem falar. Liberte os acorrentados das correntes infernais da opressão. Lute em favor dos fracos e oprimidos. Ajude os excluídos e desamparados. Tenha compaixão por aqueles que ninguém se importa. Coloque-se no lugar do outro, sinta a dor do outro, para, assim, você poder compreendê-lo. Faça justiça aos oprimidos. Defenda os fracos. Proteja os inocentes e indefesos. Quando o poder de fazer o bem estiver em suas mãos, não deixe de fazer o bem a quem de direito. Faça a diferença. Faça o bem. Se não tem ninguém para fazer, faça você mesmo. Alguém tem que fazer.

SOBRE O COMBATE (LUTAR EM PROL DA JUSTIÇA):

"O sentimento de luta não deve ser medido pela probabilidade de vitória, mas, sim, pelos valores em defesa dos quais a luta foi feita".

Matar sem nenhum fundamento moral não é nada além de assassinato. Matar por uma causa justa é apenas justiça. O Sexto Mandamento sempre se referiu ao homicídio ilícito, e não a matar por legítima defesa e a matar na guerra. O verbo hebraico “ratsach” usado nesse Mandamento no Antigo Testamento, e o verbo grego “foneuo” usado nesse Mandamento no Novo Testamento, sempre são usados para se referir ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa e a pena capital. Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” se referem ao homicídio ilícito. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado. Seria uma grande incoerência Deus mandar os hebreus matarem nas guerras sendo que Ele mesmo disse “Não Matarás”, se no Sexto Mandamento Deus não se referisse somente ao homicídio criminoso (Deus não é bipolar). O guerreiro que não respeita a lâmina de sua espada (Bíblia ou lâmina cortante) não é digno de sua espada. As flechas do cristão somente podem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. O cristão não deve usar a sua espada (Machaira) por motivos e razões pessoais, mas apenas para promover a justiça e a paz.

Apesar de terem existido muitos cristãos primitivos que satanizavam as autoridades governamentais, os apóstolos, Pedro e Paulo, reconheciam que as autoridades eram legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Paulo em (Romanos 13:1-7) e Pedro em (1 Pedro 2:13-17), reconheciam que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus e que são ministros de Deus para punir os maus e louvar os bons. Quando Paulo disse que “a nossa luta não é contra carne e sangue”, ele se referiu à luta da Igreja (instituição religiosa) e não a luta do Estado. O contexto de Efésios 6 é a luta da Igreja, mas o contexto de Romanos 13 é a luta do Estado (que é ministro de Deus). Quando Paulo falou que “as armas da nossa milícia não são carnais”, ele se referiu as vãs filosofias e a capacidade humana, pois o contexto em que ele disse isso nem é sobre armas bélicas. Quando Cristo ensinou que devemos oferecer a outra face, Ele quis dizer que não devemos ser vingativos, pois em nenhum momento (no contexto desse versículo), Jesus pregou contra a legítima defesa e disse que os cristãos devem ser sacos de pancadas dos outros. No mesmo capítulo, em que esse versículo está inserido, em outra parte Jesus fala que devemos arrancar o olho direito e decepar a mão direita se essas partes do nosso corpo nos fizerem pecar. Obviamente, Jesus usou puro simbolismo nessas passagens. Cristo ordenou para Pedro comprar aquela espada que o apóstolo usou para decepar a orelha direita de Malco. Pedro tentou impedir que a profecia sobre Jesus se cumprisse e Cristo quis salvar Pedro da punição de morte que seria aplicada contra ele, se Malco morresse. Jesus não mandou Pedro jogar a espada fora, mas apenas para guardá-la. Paulo reconheceu que o Estado tem o poder da espada (Machaira) que foi concedido e autorizado pelo próprio Deus.

CONCLUSÃO:

O guerreiro que não respeita a sua espada não é digno de sua espada. O policial que não respeita o seu distintivo não é digno de seu distintivo. O oficial que não respeita a sua patente não é digno de sua patente. O marido que não respeita a sua esposa não é digno de sua esposa. Os pais que não respeitam os seus filhos não são dignos de seus filhos. O governante que não respeita o seu povo não é digno de seu povo. O pastor que não respeita as suas ovelhas não é digno de suas ovelhas. A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. O sentido bíblico de liderança é servir e proteger.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.