quinta-feira, 21 de março de 2019

AQUELE QUE PROTEGE (CORAGEM E HONRA)



Filipe Levi 20/03/19
AQUELE QUE PROTEGE (CORAGEM E HONRA)


INTRODUÇÃO:

"Uma pessoa se torna muito forte quando seu objetivo é proteger algo ou alguém."

A Bíblia, a Palavra de Deus, relata que existem dois tipos de guerras, dois tipos de batalhas que os homens devem travar (principalmente, os cristãos, os servos de Deus). A guerra de Romanos 13 e a guerra de Efésios 6, ou seja, a Guerra Física e a Guerra Espiritual. Nós, jovens cristãos, somos os Guerreiros dos Sonhos, os Guerreiros do Futuro; e, em Nome do Senhor dos Exércitos, devemos combater Satanás, o Diabo (o Mestre dos Pesadelos) para poder salvar e libertar as vidas e as almas que estão acorrentadas por meio da opressão do pecado. A nossa missão é pregar o Evangelho; orar e interceder por essas pessoas para poder libertá-las das garras de Satanás, o Diabo. Esse é o nosso chamado, esse é o nosso destino. 

A nossa luta é principalmente contra os antigos espíritos do mal, mas isso não significa que temos que nos omitir diante da maldade. Tanto os demônios quanto os malfeitores são os nossos inimigos. Tanto os espíritos malignos quanto os bandidos devem ser combatidos. O capítulo 6 da Carta aos Efésios não invalida o capítulo 13 da Carta aos Romanos (Romanos 13:1-7). Portanto, as autoridades são estabelecidas por Deus para castigar os malfeitores (os soldados e policiais são ministros de Deus). Guerra Espiritual não é sinônimo de Pacifismo, pelo contrário, é a Guerra Santa entre o bem e o mal. O contexto de Efésios 6 é a luta da Igreja; e o contexto de Romanos 13 é a luta do Estado. Paulo não era esquizofrênico e nem bipolar, portanto, ele não tinha uma opinião em Romanos 13 e outra opinião em Efésios 6.

“Quando o espírito imundo sai do homem, anda por lugares áridos procurando repouso, porém, não encontra. Por isso diz: Voltarei para minha casa donde saí. E, tendo voltado, a encontra vazia, varrida e ornamentada. Então, vai, e leva consigo outros sete espíritos, piores do que ele, e, entrando, habitam ali; e o último estado daquele homem torna-se pior do que o primeiro. Assim, também acontecerá a esta geração perversa”. (Mateus 12:43-45)

Os demônios (espíritos malignos) gostam de lugares áridos, sombrios, mórbidos, que fedem a podridão, fungos e decadência; com um histórico de dor, de sofrimento e de morte. Satanás joga sujo e não sente pena de ninguém. Ele não conhece o remorso e nem a piedade. Lúcifer é extremamente cruel e vil. Ele é sádico e impiedoso. O seu coração é cheio de vilania e maldade. Ele é pérfido e extremamente astuto. Portanto, não podemos vacilar, o Diabo não perdoa.

NÃO SEJA COMO UMA TREPADEIRA (TENHA PERSONALIDADE):

A Bíblia, toda a Bíblia e nada mais do que a Bíblia, é a religião da Igreja de Cristo. - C. H. Spurgeon

Para as pessoas é muito mais fácil deixar os outros pensarem por elas, do que pensar por si mesmas. Com certeza, é mais conveniente não ter personalidade, vivendo como uma trepadeira nas árvores sem cortar algumas raízes. Não ter opinião própria e fazer tudo o que os outros mandam sem questionar é mais confortável. Nós, cristãos, devemos ser como os cristãos Bereanos, sempre devemos verificar (verificar sempre mesmo) se o que os líderes religiosos (pastores e padres) pregam está de acordo com os ensinamentos contidos na Bíblia. Não seja um “cordeirinho” e nem uma “trepadeira”, mas estude a Bíblia, mesmo, que você tenha que cortar algumas raízes (ervas daninhas) para saber a Verdade.

NÓS NÃO SOMOS ESPECIAIS (NÓS SOMOS DEPRAVADOS):

"A Cruz de Cristo não mostra o quanto somos preciosos, mas o quanto somos depravados". (Paul Washer)

Nós não somos Ouro de Ofir, mas, sim, somos promíscuos e depravados. Sem Deus eu sou deplorável, inferior e insignificante. A Graça de Deus me justifica. Se sou salvo é pela Graça de Deus por meio do sacrifício de Jesus Cristo. A Cruz de Cristo me mostra que sou indigno, mas amado. Jesus teve que morrer em meu lugar, porque eu sou um depravado (por natureza), mas a Graça de Deus tem me mudado, me tornando aos poucos numa pessoa melhor. É a Graça de Deus que inclina o meu coração mau para fazer o bem. Eu não sou Ouro de Ofir, mas, sim, um desgraçado, maldito e depravado por causa do pecado que foi salvo pela Graça de Deus. Não posso salvar a mim mesmo.

AS FILHAS DA ESPERANÇA (A INDIGNAÇÃO E A CORAGEM):

Segundo, Agostinho de Hipona (Santo Agostinho), a esperança tem duas filhas, a indignação e a coragem. A esperança é esperar aquilo que não podemos ver, mas que acreditamos que está lá. A indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão, e a coragem nos dá força e ousadia para mudá-las. Nunca se cale diante da injustiça! Jamais se omita diante da opressão. Sempre defenda a causa dos oprimidos. Não fique do lado do opressor. Faça a diferença! Proteja os fracos! Faça o bem sem esperar alguma recompensa em troca. Faça o certo, porque é o certo a se fazer. Faça a coisa certa. Lute por aqueles que não podem lutar por si mesmos. Seja a esperança dos perdidos. Seja a voz daqueles que não podem falar. Seja a mudança que deseja ver no mundo. Não se conforme com o que está errado. Concerte as coisas que estão erradas. Mude tudo aquilo que precisa ser mudado. Se não tem quem faça, faça você mesmo. Se todos são covardes, seja valente! Se todos se omitem, não se omita! Se todos são corruptos, seja honesto! Se todos são maus, seja bom! Se todos temem a morte, encare a morte! Se todos tem medo do Diabo, enfrente o Diabo! Faça o que ninguém mais quer fazer! Se ninguém quiser fazer o "trabalho sujo" faça você mesmo. Se omitir é a pior coisa que podemos fazer. Seja corajoso e indignado com as coisas erradas. Seja diferente, faça a diferença.

A GUERRA DO CRISTÃO (A TEOLOGIA E A ORAÇÃO):

"A única preocupação do Diabo é impedir os cristãos de alcançarem o território da oração. Satanás não teme estudos bíblicos separados da oração, labor cristão sem oração e vida religiosa distante da oração. Ele até ri da nossa labuta, zomba da nossa sabedoria, mas treme quando oramos." (Leonard Ravenhill)

A oração e o estudo bíblico (Teologia) são as coisas mais importantes para o cristão. A oração é o seu relacionamento com Deus, e a sua maior arma de guerra, ou melhor, dizendo, a oração é a sua própria guerra. Orar e interceder pelas pessoas. Lutar em prol dos outros. Buscar ter um verdadeiro e sincero relacionamento com Deus. Essa é a importância da oração. O estudo das Escrituras é importantíssimo para o cristão, pois a Bíblia, a Palavra de Deus, é a Espada que o cristão empunha e maneja para poder combater as forças satânicas deste mundo. O Diabo teme e se sente ameaçado com aquele crente que ora e estuda a Bíblia. Portanto, o cristão, o crente em Jesus, deve se dedicar a oração e ao estudo da Palavra.

A ESPADA DO ESPÍRITO:

"Os guerreiros também são feridos e chegam até ser derrotados, mas jamais largam a espada".
(Sid Aguiar)

“A frase "Espada do Espírito" é encontrada apenas uma vez nas Escrituras, em (Efésios 6:17). A espada é parte da armadura espiritual que Paulo diz aos cristãos para colocar a fim de poderem lutar eficazmente contra o mal (Efésios 6:13). A espada é uma arma tanto ofensiva quanto defensiva usada para se proteger do mal ou para atacar o inimigo e vencê-lo. Era necessário que um soldado tivesse um treinamento rígido sobre o uso correto de sua espada para obter dela o máximo benefício. Todos os soldados cristãos precisam do mesmo treinamento rígido para saberem como lidar corretamente com a Espada do Espírito, "que é a Palavra de Deus". Já que cada cristão encontra-se em uma batalha espiritual contra as forças satânicas deste mundo, precisamos saber como manusear a Palavra corretamente. Só, então, ela será uma defesa eficaz contra o mal e uma ofensa valiosa para "destruir fortalezas" do erro e da mentira (2 Coríntios 10:4-5). A Palavra também é chamada de espada em (Hebreus 4:12). Aqui, a Palavra é descrita como viva e eficaz e mais penetrante que uma espada de dois gumes. A espada romana era comumente de dois gumes, tornando-a melhor para perfurar e cortar em ambos os sentidos. A ideia das Escrituras penetrando significa que a Palavra de Deus atinge o "coração", o centro de ação, e traz à tona os motivos e sentimentos daqueles em quem ela toca. O propósito da Espada do Espírito -- a Bíblia -- é nos fortificar e capacitar a suportar os ataques de Satanás (Salmo 119:11; 119:33-40; 119:99-105). O Espírito Santo usa o poder da Palavra para salvar almas e dar-lhes força espiritual para serem soldados maduros para o Senhor. Quanto melhor conhecermos e compreendermos a Palavra de Deus, mais úteis seremos em fazer a vontade de Deus e mais eficazes em enfrentar o inimigo de nossas almas”.


NÃO EXISTE PERFEIÇÃO NESTE MUNDO, MAS DEVEMOS BUSCÁ-LA:

Não existe perfeição neste mundo. O nosso objetivo é superar aqueles que vieram antes de nós. A perfeição é uma meta inalcançável. Nós nunca seremos perfeitos aqui na Terra, mas devemos sempre procurar melhorar e nos aprimorar, sermos pessoas melhores. Nós devemos superar aqueles que vieram antes de nós, e não cometermos os seus mesmos erros. Devemos aprender com a História. Devemos aprender com o passado, para podermos criar um mundo melhor para os próximos que virão depois de nós. Devemos perpetuarmos os nossos nomes. Os nossos nomes devem ficar registrados na História, como aqueles que ousaram fazer a diferença quando todos queriam ser iguais. Nunca seremos perfeitos, mas devemos procurar chegar o mais próximo da perfeição.

A SÍNDROME DE ADÃO:

"A Síndrome de Adão é quando as pessoas costumam jogar a culpa nos outros e em seres inanimados para não ter que assumir a própria responsabilidade. Como, por exemplo, os desarmamentistas que jogam a culpa nas armas, os "ex-satanistas" que jogam a culpa nas artes marciais, os religiosos tapados que jogam a culpa em animes e videogames, os bandidos e psicopatas que jogam a culpa no Diabo ou na sua psicose ou situação social, o fornicário e o adúltero que jogam a culpa nos seus órgãos genitais, o bêbado que joga a culpa na cachaça, o drogado que joga a culpa nas drogas, e o religioso fanático que sempre joga a culpa no Diabo ou nos "pecadores". Essa é a Síndrome de Adão, a mania de sempre jogar a culpa nas outras pessoas ou em seres inanimados, porque não se tem coragem e nem dignidade para assumir os próprios erros e arcar com a própria responsabilidade".

EU QUERO FAZER A DIFERENÇA (EU QUERO SER A DIFERENÇA):

"A minha maior ambição na vida é estar na lista dos mais procurados do Diabo". (Leonard Ravenhill)

Eu não tenho medo de morrer, pelo contrário, eu até desejo a morte. Não tenho medo de Satanás, pelo contrário, eu desejo enfrentá-lo em uma luta até a morte. Quero salvar o máximo de pessoas que eu puder (eu sei que quem salva é a Graça de Deus, seus crentes burros, isso é só jeito de dizer). Sei que não posso ajudar todo mundo, mas tentarei ajudar o máximo de pessoas que eu puder.

Não tenho a ambição de ser rico e poderoso. A minha ambição é um pouco mais nobre. Assim, como Leonard Ravenhill, a minha maior ambição na vida é estar na lista dos mais procurados do Diabo. O meu maior desejo é que o meu nome seja conhecido no Céu e temido no Inferno. Eu quero ter uma vida e uma morte honrada. Eu quero fazer a diferença; eu quero ser a diferença.

OS PUNHOS E AS ARMAS EM PROL DA JUSTIÇA (LUTAR EM PROL DOS OUTROS):

Os punhos e as armas do cristão só devem ser usados em nome da justiça; não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. Devemos lutar com o coração em paz, para poder combater o mal em nome da justiça. Proteja os fracos! Lute por aqueles que não podem lutar por si mesmos. Os meus punhos são para serem usados para me proteger e defender os outros. Isso é ser um verdadeiro guerreiro. É isso o que um herói faz. Lute em prol da justiça. Lute em prol dos outros.

PROTEGER O QUE AMA (A PRINCIPAL CARACTERÍSTICA DOS HERÓIS):

“Um bom soldado não é aquele que luta, porque odeia o que está enfrentando, mas, sim, aquele que luta, porque ama o que está defendendo”.

Todos nós devemos decidir o que queremos proteger. Todos querem proteger algo, alguém ou alguma coisa. Queremos sempre proteger algo ou alguém que seja importante para nós. A verdadeira força não está no ódio que sentimos pelos nossos inimigos, mas, sim, no poder do amor que é liberado quando protegemos a quem amamos. Não é o ódio que libera a nossa verdadeira força, mas, sim, o poder do amor. A principal característica de um herói é o amor.

Quando todos se omitem diante do mal. Quando todos se conformam com as coisas erradas. Quando todos folgam com a injustiça. Quando todos te perseguem, porque você ousa questionar o que está errado. Os heróis são aqueles que fazem o que ninguém mais quer fazer. Se não tem quem faça, se não tem ninguém para fazer, o herói tem que tomar a iniciativa e fazer. Muitas vezes, os heróis são desprezados, rejeitados, abandonados e excluídos. Mesmo, você sabendo que levará a pior e que se dará mal por fazer o bem, mas mesmo, assim, você ousa fazer o que é correto, você é corajoso de verdade. Quando você ousar desafiar os malfeitores. Quando não temer o perigo e nem a morte. Quando você se importar mais com os outros do que consigo mesmo. Quando você estiver disposto a morrer lutando pelo que você acredita. Quando você amar tanto os seus amigos que você estaria disposto a morrer no lugar deles para salvá-los. Quando você encarar uma batalha impossível em prol dos outros. Quando você estiver na lista dos mais procurados do Diabo. Sinta-se honrado, pois é isso o que te faz ser um herói.

SOBRE A OMISSÃO DIANTE DO MAL (O MAIOR PECADO DA “IGREJA”):

“Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem, mal; que fazem da escuridão luz, e da luz escuridão; põem o amargo por doce, e o doce por amargo”! (Isaías 5:20)

Infelizmente, muitos cristãos consideram o que é mau, bom, e o que é bom, mau. Muitos crentes consideram o errado, certo, e o certo, errado.

A omissão diante do mal é pecado e sempre será pecado. Passar a mão na cabeça dos bandidos e dos terroristas não acabará com a maldade no mundo, pelo contrário, aumentará ainda mais a violência. Onde diz na Bíblia que eu devo encobrir os erros dos outros e ser conivente com o pecado?

“Erga a voz em favor dos que não podem defender-se, seja o defensor de todos os desamparados. Erga a voz e julgue com justiça; defenda os direitos dos pobres e dos necessitados”. (Provérbios 31:8-9)

Para mim, a omissão diante do mal é um pecado hediondo, porque quem se omite perante o mal é tão culpado quanto aquele que o pratica. Os cristãos costumam se omitir diante das coisas erradas alegando um falso amor e uma falsa paz, mas Deus nunca aprovou a omissão perante as coisas erradas. A vontade de Deus é que nós, cristãos, defendamos os fracos e oprimidos. O Altíssimo quer que nós lutemos em favor dos indefesos. É nossa obrigação proteger os inocentes.

"Há duas injustiças que o SENHOR abomina: que o inocente seja condenado e que o culpado seja colocado em plena liberdade como justo". (Provérbios 17:15)

O Livro de Provérbios critica muito a injustiça e a omissão diante do mal, portanto, o conformismo perante as coisas erradas não é bíblico. Deus, o Altíssimo, deseja que nós pelejemos em favor dos fracos e necessitados, porque é da vontade d’Ele, que nós defendamos os indefesos e desamparados.

“Não te furtes a fazer o bem a quem de direito, estando na tua mão o poder de fazê-lo”. (Provérbios 3:27)

Se estiver em nossas mãos o poder de ajudar os outros, nós devemos fazê-lo, porque essa é a vontade de Deus, que nós, cristãos, defendamos os direitos dos fracos e oprimidos. Nós temos a obrigação de lutar pelos direitos dos órfãos e das viúvas.

“Ai dos que decretam leis injustas, dos que escrevem leis de opressão, para negarem justiça aos pobres, para arrebatarem o direito aos aflitos do meu povo, a fim de despojarem as viúvas e roubarem os órfãos”! (Isaías 10:1-2)

Deus estabeleceu o Estado (governo) para ser um servo de Deus (ministro de Deus). A função e o dever do governo é servir o povo, e não explorá-lo e oprimi-lo. A vontade de Deus é que o Estado castigue os malfeitores e louve os homens que praticam o bem.

"Aprendam a fazer o bem! Busquem a justiça, acabem com a opressão. Lutem pelos direitos do órfão, defendam a causa da viúva".
(Isaías 1:17)

Desejar ser herói (proteger os fracos e indefesos) não é coisa de “criança e de gente infantil”, mas é o que a Bíblia manda. As Escrituras ordenam que todos os servos de Deus sejam heróis (protetores e defensores). A vontade de Deus é que os fortes protejam e defendam os fracos.

“Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, nisso está pecando”. (Tiago 4:17)

Omitir-se diante do mal é um pecado hediondo, porque quem se omite perante a maldade é tão ruim e perverso quanto quem a pratica. Os pecados de omissão são tão graves quanto os pecados de comissão. Portanto, se omitir também é pecado.

O opressor covarde sempre oprimirá quem é mais fraco ou quem não reage, porque assim é mais fácil e não terá grande resistência. Mesmo, que o fraco não tenha condições de resistir por muito tempo, se ele ousar se opor a opressão, o opressor provavelmente sentirá medo e procurará outro para oprimir. Quando o forte oprime o fraco, ele também acaba se tornando fraco, porque assim não se adquire experiência de luta e outro forte pode subjugá-lo.

Jesus Cristo, Mahatma Gandhi, Dietrich Bonhoeffer, Desmond Doss, Martin Luther King e Albert Einstein nunca pregaram a omissão diante do mal, pelo contrário, eles sempre pregaram contra isso. Esses homens nunca pregaram que ser da "paz" e "amar" é se omitir perante as coisas erradas. Eles nunca foram pacifistas, mas, sim, pacificadores. Há diferença entre ser pacificador e ser pacifista. Há diferença entre ser justo e ser idiota. Há diferença entre ser correto e ser retardado. Há diferença entre ser da paz e ser covarde. Há diferença entre amar e se omitir. Há diferença entre amor e omissão. Há diferença entre lutar pelo que é certo e acobertar os erros dos malfeitores. Há diferença entre ser “paz e amor” e ter compaixão pelos inocentes. Há diferença entre pregar a verdadeira paz e se omitir diante do mal por ser covarde mesmo.

AQUELE QUE PROTEGE (NÃO FUJA DO SEU CHAMADO):

"O sentimento de luta não deve ser medido pela probabilidade de vitória, mas, sim, pelos valores em defesa dos quais a luta foi feita".

Há batalhas que são travadas para proteger uma vida inocente; e há batalhas que são travadas para preservar a honra. Quantas vezes, você acha que pode escapar com vida da toca do leão sem ter nenhuma estratégia? Nunca deixe à ira e a paixão te desviarem do seu verdadeiro propósito. Não fuja do seu chamado! A ira entorpece a sua espada, portanto, não seja descuidado. Seja prudente. Seja sábio. Pense antes de agir. Seja estratégico. Seja tático. Sempre que tiver dúvidas sobre o que fazer, busque a Deus. Busque o seu Deus em oração. Cuide de sua mente, de seu corpo e de seu espírito. Não aja como um animal irracional (Tigre). Um animal apenas responde e reage por instinto. Um grande guerreiro (um homem prudente e sábio) pensa antes de agir, e procura outros caminhos e outros meios para vencer a batalha. Tenha domínio próprio (tenha autocontrole). O verdadeiro guerreiro é aquele que vence a si mesmo. Vença o Velho Adão, o Velho Homem (Demônio Interior). O verdadeiro campo de batalha é a mente. Um grande guerreiro precisa ter vontade, força e concentração. Seja forte e corajoso! Lute sempre em prol dos outros. O seu chamado, o seu propósito, a sua missão é proteger os inocentes. Use as suas armas e os seus punhos para proteger os indefesos. O seu dever é lutar em prol da justiça. Os verdadeiros heróis são Aqueles Que Enfrentam a Morte. Você é Aquele Que Protege. Não tenha medo da morte. Se for possível, morra com um sorriso no rosto (rindo da cara da morte). Combata o mal e os malfeitores. Proteja e defenda os fracos. Faça o bem.

OS TRÊS CICLOS DA IGREJA (APOSTASIA, PERSEGUIÇÃO E AVIVAMENTO):

Na História da Igreja percebo claramente que o povo de Deus sempre passa por três ciclos (apostasia, perseguição e no final, o avivamento). Infelizmente, quando a Igreja vive no marasmo (sem ser perseguida), os cristãos acabam ficando folgados e passam a viver uma falsa religiosidade e as heresias começam a prevalecer. Quando acontece uma guerra ou uma grande catástrofe, os heróis surgem para ajudar as pessoas e combater o mal. Quando há perseguição e tribulação, a Igreja se torna mais unida e passa a levar as coisas de Deus mais a sério. Quando as coisas pioram de vez, aí sim, as coisas começam a melhorar. As coisas precisam piorar para que comecem a melhorar. Sempre foi assim na História da Igreja, e sempre será. Em todas as grandes guerras e grandes catástrofes, os heróis surgiram para fazer a diferença. Deus só opera e os heróis só surgem, quando não há mais esperança. Quando a guerra vier, quando a perseguição começar, e parecer que é o fim, vocês se lembrarão de tudo o que disse. Quando o caos e a desordem tomarem conta de tudo, quando os maus prevalecerem, aí sim, Deus começará a agir, e os heróis surgirão para combater o mal e para proteger os inocentes.

A GRANDEZA DE DEUS:

Deus, o Altíssimo, é muito maior e mais poderoso do que as pessoas imaginam. Deus é grande. A grandeza de Deus é muito maior do que a mente humana pode imaginar. Neste texto, quero contar sobre vários milagres que Deus realizou para mostrar o quanto Ele é grande e poderoso. O Deus judaico-cristão é magnífico.

O Todo-Poderoso criou o Universo, ou seja, Ele criou as galáxias, os planetas, os astros, e tudo o que há no Universo. Deus criou a Terra e seus habitantes, pois Ele é o autor da Criação. Adonai tem um poder gigantesco (o seu poder é infinito), porque Ele é o Soberano Senhor.

No Egito, Deus levantou José, filho de Jacó, para ser o governador-geral do Egito. José foi vítima da inveja de seus irmãos, e foi vendido como escravo. Por causa de sua fidelidade, ele foi preso. Deus deu o dom de interpretar sonhos para José, e com isso esse servo de Deus, salvou o Egito e o seu povo da fome. José perdoou os seus irmãos, porque ele sabia que tudo o que aconteceu em sua vida era plano de Deus.

Moisés foi usado grandemente por Deus para libertar os hebreus da escravidão egípcia. Deus lançou pragas contra o Egito para poder mostrar a majestade do seu poder. Yahweh abriu o Mar Vermelho para fazer o seu povo passar, e depois fechou o mar, afogando o exército de faraó. Deus poderosamente libertou o seu povo do Egito.

Josué era um grande guerreiro; e foi usado por Deus para derrubar as muralhas de Jericó, e vencer os gigantes que habitavam a Terra Prometida. Esse combatente temente a Deus conquistou a Terra Prometida por Deus derrotando os gigantes que habitavam aquela região.

Gideão era um excelente estrategista; e usou a sua inteligência para derrotar os midianitas (os inimigos que oprimiam o seu povo). Gideão, com apenas trezentos combatentes, venceu milhares de midianitas. Deus estava com Gideão.

Sansão era um homem extremamente forte e corajoso. Esse grande guerreiro matou um leão com as suas próprias mãos, e sozinho venceu mil filisteus. A força de Sansão estava em seus cabelos, que foram cortados a mando de Dalila. Sansão foi capturado pelos seus inimigos, que cegaram os seus olhos. Quando os cabelos de Sansão cresceram novamente, Deus lhe devolveu a força prodigiosa, e esse poderoso guerreiro demoliu o Templo de Dagom, matando os filisteus e a si mesmo. Sansão morreu honradamente.

Davi era um homem que andava segundo o coração de Deus. Esse jovem pastor de ovelhas não tinha treinamento militar, isto é, ainda não havia empunhado uma espada, quando com a ajuda de Deus, ele matou um urso e um leão para poder proteger as suas ovelhas. Davi não tinha experiência militar, mas ele confiava no Deus Vivo. O Senhor dos Exércitos usou Davi para vencer Golias, um gigante filisteu experiente em batalhas. Davi venceu Golias sem ao menos ter uma espada na mão (somente usou a espada do próprio inimigo para lhe cortar a cabeça depois que a luta já havia terminado).

Elias era um profeta de Deus que desafiava o rei Acabe e a rainha Jezabel. Esse profeta temente a Deus desafiou os profetas de Baal. Tanto Elias quanto os profetas de Baal prepararam oferendas para os seus deuses. Os profetas de Baal se mutilavam implorando para o seu deus atendê-los, mas Baal não os atendeu. Elias zombou deles, e orou ao verdadeiro Deus lhe pedindo que lançasse fogo do céu. O holocausto de Elias foi molhado algumas vezes, e fogo do céu desceu e consumiu o holocausto. Elias provou para o seu povo que o Deus de Israel é Deus.

Hananias, Misael, e Azarias, eram políticos de Deus, que se recusaram a adorar a estátua de Nabucodonosor. O rei dos caldeus mandou os seus melhores soldados lançarem Hananias, Misael, e Azarias, na fornalha ardente, e mandou aquecê-la sete vezes mais. Deus livrou os seus servos das chamas ardentes, e Nabucodonosor reconheceu que o Deus de Hananias, Misael, e Azarias, é o verdadeiro Deus.

Daniel era também um político de Deus, que tinha o dom de interpretar sonhos. Daniel foi lançado na cova dos leões por causa de sua devoção a Deus. O Altíssimo livrou a Daniel dos leões para mostrar a sua fidelidade. Daniel era governador-geral da Babilônia; e os reis Nabucodonosor, Belsazar, Dario, e Ciro, reconheceram o seu valor.

Eu contei apenas os milagres que Deus realizou que eu mais admiro. Eu sou fã do Deus de Israel, porque Ele é o meu herói. Que Deus seja glorificado eternamente.

O ADVOGADO DE DEUS (ALGUÉM TEM QUE FICAR DO LADO DE DEUS):

Os religiosos durante a História sempre usaram o Nome de Deus para fazer o mal. Os homens sempre tem que culpar alguém ou alguma coisa, porque os seres humanos não tem a coragem e nem a dignidade de assumirem os próprios erros. Alguém tem que fazer o que é certo; alguém tem que ficar do lado de Deus. Eu sei que vou me ferrar e que terei um fim trágico, mas alguém tem que fazer a coisa certa. Alguém tem que fazer o bem, mesmo que eu pague com a minha própria vida por isso. Eu sou como o profeta “João Batista”, então, é justo que eu termine como ele, mas antes, eu preciso completar a minha obra. Eu tenho que cumprir com o meu propósito. As pessoas costumam sempre jogar a culpa em Deus pelas tragédias, catástrofes e atrocidades que acontecem no mundo. Os “ateus magoadinhos” com Deus nutrem um grande ódio pelo "cara lá de cima que não existe". De todos os homens maus, os homens maus religiosos são os piores. Mas, será que Deus tem culpa quando as pessoas ruins fazem mau uso do Nome d'Ele? Se as pessoas começarem a praticarem atrocidades e massacres em meu nome, isso significa que fui eu quem mandou elas fazerem isso? Claro, que não! Esses religiosos hipócritas, legalistas, fundamentalistas, fanáticos e safados não obedecem aos ensinamentos que Deus ensina na Bíblia. Se os pais criam os filhos com amor e carinho (sem espancamentos, humilhações e estupros), e se esses mesmos filhos renegam os bons ensinamentos dos pais e entram na criminalidade, a culpa seria desses pais? Claro, que também não! Independente de "livre arbítrio" ou "livre agência", os homens são responsáveis por suas obras.

A Inquisição, o Terrorismo Islâmico, as seitas racistas e xenófobas, as perseguições por causa do ódio, da intolerância e na busca pelo poder, que são feitas em nome da religião, nada disso é culpa de Deus. Se os homens maus fazem mau uso do Nome de Deus para praticar atrocidades, podem ter certeza, de que Deus nunca apoiou isso. Deus sempre foi a favor da justiça e da verdadeira paz. A Bíblia, a Palavra de Deus, sempre revelou que a vontade de Deus é que os fortes protejam e defendam os fracos. A vontade de Deus sempre foi que aqueles que tem poder devem usar o seu poder para salvar aqueles que não tem poder. A vontade de Deus é que o Estado (governo) sirva o seu povo e proteja os seus cidadãos de bem e castigue os malfeitores (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17). A vontade de Deus é que o marido honre, respeite e proteja a sua esposa. A vontade de Deus é que os pais cuidem, respeitem e protejam os seus filhos. O principal ministério de um homem é a sua esposa. O principal ministério de um homem é a sua família. Honre e proteja a sua esposa. Cuide dos seus filhos.

Jesus era conhecido como o amigo dos pecadores (o amigo das prostitutas). Jesus sempre teve aversão aos religiosos hipócritas e abominou os falsos moralistas. Os cristãos se tornaram naquilo que Jesus sempre combateu, em religiosos legalistas e hipócritas, que fazem mau uso do Nome de Deus para praticar maldades e atrocidades. Deus não tem culpa da tirania. Deus não é o culpado pela opressão. A culpa não é de Deus. Deus não é o culpado. Se os religiosos maus usam o Nome de Deus para destruir, então, que nós, homens de Deus, usemos o Nome de Deus para construir. Façamos justiça aos oprimidos. Nós, homens de Deus, devemos defender e proteger os fracos e indefesos. Esse é o nosso dever e obrigação como homens de Deus. Viver uma vida religiosa hipócrita e vazia não adianta nada. Um cavaleiro prova o seu valor por meio dos seus atos. Não só com palavras, mas são as suas atitudes que mostrarão a pessoa que você realmente é. Se os seus atos forem de honra, de bondade, de humildade, de integridade, de honestidade, de justiça, de respeito, de lealdade, de sinceridade e de coragem, saberemos que você é uma pessoa boa de verdade.

Então, seres humanos, tenham a dignidade e a coragem de assumirem os seus próprios erros e arcarem com as consequências das merdas que vocês fazem (principalmente, vocês, seus religiosos safados)!!! Deus não tem obrigação de abençoar e de salvar ninguém. Se Deus abençoa ou salva alguém, é porque Ele é bom e misericordioso e não porque você é "santo" e "bom pra caramba". Aconteça o que acontecer, Deus é bom. Deus continua sendo Deus. Você acreditando em Deus ou não, você prestará contas a Ele. Você acreditando no Inferno ou não, se você morrer sem Jesus, você irá para lá do mesmo jeito. A Salvação é pela Graça, e não pelas obras. Não se barganha com um Deus que não precisa de você. Deus não é somente “paz e amor”, mas Deus também é IRA, SANTIDADE E JUSTIÇA. O recado foi dado.

A “CARICATURA” DIABÓLICA DE JESUS:

Essa "caricatura" diabólica de Jesus construída há mais de dois mil anos. Essa "visão" distorcida que as pessoas têm de Jesus que não é o Jesus da Bíblia. Cristo nunca foi "Hippie" (paz e amor); nem um "grande pacifista" (apático e omisso) e nem o “Bob Marley” (o que importa é ser feliz e não o que a Bíblia ensina). O Jesus da Bíblia se indignava com as coisas erradas e criticava as injustiças que o povo sofria. O Jesus da Bíblia xingava, ofendia e insultava os fariseus e os saduceus (religiosos hipócritas e falsos moralistas da época). O Jesus da Bíblia andava com os pecadores com a intenção de salvá-los, porque Ele era o “AMIGO DOS PECADORES”. O Jesus da Bíblia respeitava e valorizava as mulheres de seu tempo, por isso, Ele era conhecido como o “AMIGO DAS PROSTITUTAS”. O Jesus da Bíblia era incisivo, agressivo e justo. O Jesus da Bíblia desceu a chicotada nos cambistas lá do Templo de Jerusalém e saiu chutando as mesas. O Jesus da Bíblia reconheceu que o poder que Pôncio Pilatos tinha foi concedido por Deus, porque as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus (Romanos 13:1-7). O Jesus da Bíblia admirou a fé e a integridade de um centurião, mas desprezou a religiosidade e o falso moralismo dos fariseus. O homem que se assentava a mesa com prostitutas e ladrões. O AMIGO DOS PUBLICANOS E DAS PROSTITUTAS. Esse é o Jesus da Bíblia.

A APATIA E A OMISSÃO DOS EVANGÉLICOS:

"A apatia está por toda a parte, ninguém se preocupa em verificar se o que está sendo pregado é verdadeiro ou falso." (Charles H. Spurgeon)

Verossímil ou Sofisma é contar uma “meia verdade”, acrescentando alguns erros e mentiras nessa “verdade”. Tipo, o que os hereges do “Movimento Batalha Espiritual”, Rebecca Brown e Daniel Mastral, fazem para satanizar as artes marciais. Tipo, o que o Josué Yrion faz para satanizar desenhos animados e videogames. Tipo, o que o David Miranda fazia para satanizar vestimentas e a televisão. Os religiosos legalistas são peritos em usar “meias verdades”, ou seja, o Verossímil e o Sofismo para pregar as suas mentiras diabólicas. O que interessa e importa é o que a Bíblia ensina e não o seu achismo. Primeiro, a Bíblia, depois a sua opinião pessoal.

A LÓGICA DA TIRANIA E DA OPRESSÃO (NÃO SEJA UM COVARDE):

A lógica da tirania e da opressão é sempre descontar a sua frustração e fúria no mais fraco (em quem não pode revidar), ou seja, em quem está “abaixo de você”. Geralmente, aquele cara “machão” que mais lambe as botas do patrão é quem humilha mais a faxineira. Geralmente, o “opressor covarde” só sabe ser “corajoso e valentão” com os mais fracos (aquele cara que é tão macho, mas tão macho, que só sabe descer a porrada em mulheres, em adolescentes e em crianças). O interessante que peitar bandidos, terroristas e os anjos do Inferno, ninguém quer (nessas horas ninguém é macho, não é)? Podem acreditar, geralmente, aquele cara que precisa humilhar e subjugar os outros para se autoafirmar como “homem”, geralmente, é um “gay enrustido”, ou seja, é uma “tremenda de uma BICHONA”. Para mim, o cara que é homem mesmo, tem atitudes de um homem de verdade. O homem de verdade respeita as mulheres, as crianças e os mais fracos. O homem que é macho mesmo está disposto a se sacrificar lutando em prol dos outros. O homem de verdade é corajoso e valente quando é preciso ser (não só com quem é mais fraco e não pode revidar). O homem de verdade honra, respeita e protege a sua esposa. O homem de verdade respeita e cuida dos seus filhos, ou seja, protege e honra a sua prole. Homem de verdade é honesto e íntegro quando ninguém está olhando (há diferença entre reputação e caráter). Ser homem não é só ter uma “piroca e um saco escrotal” entre as pernas, mas é ter atitudes de um macho de verdade.

SOBRE O SEXTO MANDAMENTO:

O Sexto Mandamento sempre se referiu ao assassinato criminoso, e não a matar para se defender (legítima defesa) e a matar na guerra (soldados cumprindo com o seu dever). O verbo hebraico “ratsach” usado nesse Mandamento no Antigo Testamento, e o verbo grego “foneuo” usado nesse Mandamento no Novo Testamento, sempre são usados para se referir ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa e a pena capital. Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” se referem ao homicídio ilícito. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado. O Sexto Mandamento “Lo Tirsah” em hebraico e “Ou Foneuseis” em grego se refere ao assassinato e não a matar por uma causa justa. A violência deve ser usada como uma contingência (para defesa própria ou para proteger os outros). Seria uma grande incoerência Deus mandar os hebreus matarem nas guerras sendo que Ele mesmo disse “Não Matarás”, se no Sexto Mandamento Deus não se referisse somente ao homicídio criminoso (Deus não é bipolar). O guerreiro que não respeita a lâmina de sua espada (lâmina cortante, arma de fogo ou Bíblia) não é digno de sua espada. As armas do cristão somente devem ser disparadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. O cristão não deve usar a sua arma (Machaira) por motivos ou razões pessoais, mas apenas para promover a justiça e a paz. Matar sem nenhum fundamento moral não é nada além de assassinato. Matar por uma causa justa é apenas justiça.

SOBRE O ENSINAMENTO “OLHO POR OLHO E DENTE POR DENTE”:

O verdadeiro ensinamento sobre “olho por olho e dente por dente” nunca foi um incentivo a vingança, ao ódio ou a retaliação, mas, pelo contrário, era justamente para que os criminosos (bandidos e malfeitores) fossem punidos de uma forma justa, e não de uma maneira exagerada. O próprio Moisés ensinou que devemos amar os nossos inimigos e que a vingança pertence a Deus. Há diferença entre vingança e justiça. Os criminosos, bandidos, corruptos e malfeitores devem mesmo ser punidos severamente, mas dentro da legalidade (dentro da lei). A vingança pertence a Deus e a justiça deve ser aplicada somente pelas autoridades legalmente constituídas (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17).

O DEVER DOS COMBATENTES (DEFENSORES E PROTETORES):

“A definição final do amor, para os tais, não está na Bíblia toda, mas apenas no Novo Testamento, interpretado por eles mesmos. Se esquecem que o Novo está latente no Velho Testamento e o Velho está patente no Novo”. (Agostinho de Hipona)

“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor quando se faz o bem, e, sim, quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela; visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência. Por esse motivo também pagais tributos: porque são ministros de Deus, atendendo constantemente a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

O apóstolo Paulo foi o maior teólogo que já existiu. Ele era conhecido como o “Apóstolo dos Gentios”, porque, ao contrário, dos outros apóstolos, ele se preocupava com a Salvação das pessoas que não pertenciam ao povo judeu, ou seja, Paulo acreditava que todos os homens de todas as etnias e nacionalidades podem ser salvos, se reconhecerem Jesus Cristo em seus corações como o seu único e suficiente Salvador. Paulo destacou muito em suas Cartas a submissão às autoridades, e, assim, como Jesus, ele também ensinou que os cristãos devem pagar todos os seus impostos, sabendo que o dinheiro era usado para a manutenção do Exército. Esse apóstolo afirmou, claramente, que os agentes do Estado (magistrados, militares, policiais, e políticos) são ministros de Deus e os seus vingadores para castigarem os malfeitores. Além disso, Paulo, afirmou com convicção, que as autoridades não são apenas permitidas por Deus, mas, sim, estabelecidas por Ele. Portanto, não há nada de Demônio nas autoridades constituídas, porque Deus as instituiu para o bem-estar da população; e para manter a lei e a ordem na sociedade. Para Paulo, o governo é necessário para punir os criminosos (usando a violência mesmo) e exaltar os cidadãos de bem.

“Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor; quer seja ao rei, como soberano; quer às autoridades como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores, como para louvor dos que praticam o bem. Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos; como livres que sois, não usando, todavia, a liberdade por pretexto da malícia, mas vivendo como servos de Deus. Tratai a todos com honra, amai aos irmãos, temei a Deus, honrai ao rei”. (1 Pedro 2:13-17)

Segundo o apóstolo Pedro, os cristãos também têm o dever moral e cívico de se sujeitarem as autoridades governamentais, e também reconheceu que a função dos agentes do Estado é punir os malfeitores e louvar os homens que praticam o bem. Para Pedro, os enviados do rei (magistrados e soldados) têm a obrigação e o dever (autorizados por Deus) de castigar os bandidos usando a força se for necessário. Portanto, tanto Paulo quanto Pedro legitimavam a repressão contra o crime.

“Também soldados lhe perguntaram: E nós, que faremos? E ele lhes disse: A ninguém maltrateis, não deis denúncia falsa, e contentai-vos com o vosso soldo”. (Lucas 3:14)

João Batista, o precursor do Messias, e também o maior de todos os profetas, também legitimava e apoiava a profissão do militar, pois ele mesmo batizou alguns soldados, e se recusou a batizar os fariseus (os religiosos hipócritas da época).

“Morava em Cesaréia um homem de nome Cornélio, centurião da coorte, chamada a italiana, piedoso e temente a Deus com toda a sua casa, e que fazia muitas esmolas ao povo e de contínuo orava a Deus”. (Atos 10:1-2)

O centurião Cornélio era muito admirado e respeitado pelos judeus, pois ele era um homem justo e temente a Deus. Esse militar era honesto e piedoso. A Bíblia relata que Cornélio era um bom exemplo de ser humano e de cidadão romano. Esse guerreiro não deixou de ser bom e piedoso porque combatia, mas, sim, ele alcançou até elogios do próprio Deus e dos judeus. Em nenhum momento, Pedro o recriminou por ser militar, pelo contrário, o apóstolo o evangelizou, e ainda ordenou que Cornélio fosse batizado, ainda sendo um oficial romano. Tudo indica que Cornélio permaneceu em sua centúria, mesmo após a sua conversão.

“Tendo Jesus concluído todas as suas palavras dirigidas ao povo, entrou em Cafarnaum. E o servo de um centurião, a quem este muito estimava, estava doente, quase à morte. Tendo ouvido falar a respeito de Jesus, enviou-lhe alguns anciãos dos judeus, pedindo-lhe que viesse curar o seu servo. Estes, chegando-se a Jesus, com instância lhe suplicaram, dizendo: Ele é digno de que lhe faças isto; porque é amigo do nosso povo, e ele mesmo nos edificou a sinagoga. Então Jesus foi com eles. E já perto da casa, o centurião enviou-lhe amigos para lhe dizer: Senhor, não te incomodes, porque não sou digno de que entres em minha casa. Por isso, eu mesmo não me julguei digno de ir ter contigo; porém manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado. Porque também sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados às minhas ordens, e digo a este: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu servo: Faze isto, e ele o faz. Ouvidas estas palavras, admirou-se Jesus dele e, voltando-se para o povo que o acompanhava, disse: Afirmo-vos que nem mesmo em Israel achei fé como esta. E, voltando para casa os que foram enviados, encontraram curado o servo”. (Lucas 7:1-10)

O centurião de Cafarnaum era amigo do povo judeu, o povo de Deus; pois ele até edificou uma sinagoga para eles. Esse militar tinha tanta fé, mas tanta fé, que Jesus se admirou, porque nem os judeus tinham uma fé como aquela. A Palavra de Deus relata que o centurião de Cafarnaum era honesto e íntegro, pois ele era admirado por todos, e tinha muitos amigos que o amavam e o ajudavam. Tanto o centurião Cornélio como o centurião de Cafarnaum são relatados na Bíblia como exemplos de homens de bom caráter, portanto, eles são bons exemplos a serem seguidos pelos cristãos. Tanto Jesus quanto Pedro não recriminaram esses centuriões pelo fato de eles serem militares.

“Nenhum soldado em serviço se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra”. (2 Timóteo 2:4)

Há muitas semelhanças entre a vida cristã e o serviço militar, por isso, o apóstolo Paulo vivia comparando ambos. Os cristãos devem ser como soldados, isto é, devem acatar as ordens de seu Senhor e cumprir a sua missão.

“Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade”. (1 Timóteo 2:1-4)

Paulo também ensinou que os cristãos têm o dever e a obrigação de intercederem em favor das autoridades governamentais, porque também é da vontade de Deus que os governantes conheçam a Cristo. Com esses relatos bíblicos que usei, espero ter sido claro e objetivo. Quem não aceita a legitimidade do governo legalmente constituído é no mínimo muito ingênuo ou moralmente delinquente mesmo.

REFUTANDO OS ARGUMENTOS DOS “CRISTÃOS” PACIFISTAS:

“Será que um marinheiro ficaria parado se ouvisse o clamor de um naufrago? Será que um médico permaneceria sentado comodamente, deixando seus pacientes morrerem? Será que um bombeiro, ao saber que alguém está perecendo no fogo, ficaria parado e não prestaria socorro? E você, conseguiria ficar à vontade em Sião vendo o mundo ao seu redor ser condenado”?
(Leonard Ravenhill)

O Pacifismo sempre foi muito pregado entre os cristãos desde a Igreja Primitiva, mas o próprio Jesus Cristo e os apóstolos nunca condenaram o serviço militar e nem o direito que todos os seres humanos têm de lutar por suas vidas. Os religiosos pacifistas costumam usar versículos bíblicos fora de contexto (falta de hermenêutica e de exegese) para sustentar o Pacifismo biblicamente, mas qualquer pessoa inteligente e sábia verá que a Bíblia nunca sustentou tal heresia.

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do Diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes”. (Efésios 6:10-13)

É difícil para os crentes entenderem e compreenderem o verdadeiro contexto de Efésios 6. Esses cristãos desprezam Romanos 13 como se o autor de Efésios 6 não fosse o mesmo autor de Romanos 13. Paulo não era bipolar e nem incoerente. O apóstolo Paulo jamais iria pregar o serviço militar e a Guerra Justa em Romanos 13 e depois pregar o Pacifismo em Efésios 6. A luta da Igreja (instituição religiosa) é a Guerra Espiritual, mas a luta do Estado (Romanos 13) é a Guerra Física.

“Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas;”. (2 Coríntios 10:3-4)

Por isso, as armas carnais e humanas, tais como argúcia, habilidade, riqueza, capacidade organizacional, eloqüência, persuasão, influência e personalidade são em si mesmas inadequadas para destruir as fortalezas de Satanás; porque as únicas armas adequadas para desmantelar os arraiais do Diabo, as injustiças e os falsos ensinos são as armas que Deus nos dá. Esse trecho não se refere às armas bélicas, mas, sim, a capacidade humana e as vãs filosofias; e para combater o Inferno precisamos das armas espirituais dadas por Deus, pois somos incapazes de vencermos Satanás e os seus demônios sozinhos.

“Ouvistes que foi dito: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;”. (Mateus 5:38-39)

Sobre se te baterem na "face direita" ter que oferecer a outra, o interessante que arrancar o "olho direito" e cortar a "mão direita" ninguém quer. É óbvio que tudo isso é alegórico (simbólico). Jesus não está mandando ninguém ser saco de pancadas, mas apenas ensinou que a vingança é errada, mas em nenhum momento Ele condenou a legítima defesa ou a defesa pessoal.

“Então, Jesus lhe disse: Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada, à espada perecerão”. (Mateus 26:52)

Quando Pedro cortou a "orelha direita" de Malco, Jesus não mandou Pedro jogar a espada fora, mas apenas guardá-la. O próprio Cristo ordenou a Pedro comprar aquela espada. O apóstolo tentou impedir que a profecia sobre Jesus se cumprisse, por isso, houve essa repreensão de Jesus sobre o mau uso da espada. O apóstolo Paulo ensinou que Deus estabeleceu o governo e de que o Estado tem o poder da espada (Machaira) para punir os malfeitores (algo concedido e autorizado por Deus).

“E saberá toda esta congregação que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; porque do Senhor é a guerra, e ele vos entregará na nossa mão”. (Samuel 17:47)

Quando Davi afirmou que do Senhor é a guerra, ou seja, de que a batalha pertence ao Senhor, ele quis dizer que nós, servos de Deus, devemos confiar no Altíssimo e não em nossa própria força ou em armas bélicas; entretanto, em nenhum momento, ele hesitou lutar contra Golias por causa disso, porque ele confiava no Senhor dos Exércitos.

Sobre os juramentos (como o Juramento à Bandeira), Jesus Cristo não condenou totalmente os juramentos. O que Jesus condenou foram às pessoas que não têm palavra, e precisam se garantir em juramentos para os outros acreditarem que elas estão falando a verdade. Algumas Confissões de Fé protestantes explicam bem sobre isso. Não há problema algum em fazer juramentos honrados em nome da paz, da justiça e do amor.

A TENTATIVA DE EXTERMÍNIO DAS GERAÇÕES FUTURAS (A ESTRATÉGIA DE SATANÁS):

"Que o seu nome seja conhecido no Céu e temido no Inferno". (Leonard Ravenhill)

Uma tática suja muito usada por ditadores, conquistadores e genocidas é matar as crianças e os jovens, para que não haja resistência no futuro. Assim, eliminando as gerações futuras, não haverá resistência. É exatamente isso o que Satanás, o Diabo (Mestre dos Pesadelos) faz. O maior alvo de Satanás são as crianças e os jovens, pois assim, ele impedirá que existam os Guerreiros dos Sonhos, os Guerreiros do Futuro. O Diabo (Guilty) costuma desviar a atenção, o foco das pessoas (todos os bandidos e terroristas espertos fazem isso) para que as pessoas não foquem no que realmente importa. Satanás, o Diabo, quer destruir as vidas dos jovens, os usando em seus planos maléficos, para depois descartá-los. A Igreja precisa de homens de verdade (só tem frouxo na Igreja), de Guerreiros dos Sonhos, Cavaleiros da Esperança, para fazerem a diferença, porque alguém tem que lutar por esses jovens. Alguém tem que proteger as crianças. Alguém tem que salvá-los e livrá-los das garras de Satanás. Alguém tem que ter a coragem e a ousadia de libertá-los das correntes infernais do Diabo.

O LEGALISMO RELIGIOSO (O CÂNCER DA IGREJA CRISTÃ):

Infelizmente, os religiosos legalistas são pragas que existem desde o Cristianismo Primitivo. Esses hipócritas sempre impondo um padrão de falsa “santidade” para os outros que nem eles mesmos conseguem viver. Sempre distorcendo as Escrituras para forçar a Bíblia, a Palavra de Deus, a pregar somente o que lhes é conveniente, ou seja, apenas o que lhes convêm. Os “bordões”, “chavões”, “jargões”, “frases feitas”, “frases clichês” e “frases de efeito ruim” dos crentes comprovam isso. A apatia está por toda parte e a omissão dita às regras.

NUNCA PERCA A SUA INTEGRIDADE (FAÇA A DIFERENÇA, SEJA A DIFERENÇA):

“Quando os jovens tentarem ser como você. Quando os preguiçosos se incomodarem com você. Quando os poderosos olharem por cima dos ombros para você. Quando os covardes tramarem nas suas costas. Quando os corruptos desejarem que você desapareça e os bandidos desejarem você morto; somente aí, você terá feito a sua parte”. (Phil Messina)

O verdadeiro contexto de (Romanos 13:1-7) é justamente esse, o trabalho da Polícia no combate ao crime. Deus nunca foi e nem será pacifista. Os “cristãos” banalizaram e vulgarizaram “a paz, o amor e o perdão”. No primeiro século, no Império Romano, quem fazia o trabalho da Polícia atual, era o Exército (a Polícia é uma instituição do Estado Moderno). Hoje, a Segurança Privada é uma extensão da Segurança Pública. Os apóstolos, Pedro e Paulo, legitimaram o uso da força bruta e de armas letais para se combater o crime e para castigar os malfeitores (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17). O grande profeta, João Batista, que segundo o próprio Cristo, foi o maior profeta que já existiu, quando batizou alguns soldados, ele incentivou os militares a continuarem sendo combatentes, portanto, que esses guerreiros fossem honestos e justos (Lucas 3:14). O amor não folga com a injustiça, mas defende a verdade. O marido tem o dever e a obrigação de honrar e proteger a sua esposa. Os pais têm a obrigação e o dever de cuidar e de proteger os seus filhos. A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. O Estado (Romanos 13:1-7) tem a autorização de Deus para usar a espada (Machaira) para combater os malfeitores e corruptos, porque o dever do governo é louvar e proteger os bons, ou seja, os cidadãos de bem.

AS TRÊS REGRAS BÁSICAS DE SEGURANÇA (O CORRETO MANUSEIO COM AS ARMAS DE FOGO):

As três regras básicas de segurança para o correto manuseio com armas de fogo são estas. Primeiro, o atirador sempre deve deixar o dedo fora do gatilho para evitar que o gatilho seja acionado por acidente e ferir algum inocente. Só se deve colocar o dedo no gatilho quando você estiver preparado para disparar. Segundo, o atirador deve tratar toda arma como se esta arma estivesse carregada, portanto, sempre verifique (verifique sempre) se a arma está carregada ou não. Terceiro, nunca aponte o cano da arma para ninguém (a não ser que seja para um bandido ou um terrorista), para evitar acertar algum disparo acidental em alguma pessoa inocente. Sempre, aponte o cano da arma para algum local seguro e nunca mire em algo que você não tenha a intenção de destruir.

O BÁSICO DA ESTRATÉGIA MILITAR:

Você sempre deve conhecer o terreno do seu inimigo. Procure explorar as fraquezas de seu adversário. Procure destruir a economia (riquezas) de seus adversários (o dinheiro, a renda de organizações criminosas ou de exércitos inimigos). A ira entorpece a sua espada, portanto, nunca ataque com raiva (tenha técnica). Seja estratégico. Seja tático. A coragem é forjada no campo de batalha. Adquirindo experiência nas pelejas, você melhora os seus reflexos e aguça os seus sentidos. Os cangaceiros tinham vantagem sobre os policiais e soldados, porque conheciam a caatinga. Os vietnamitas tinham vantagem sobre os militares norte-americanos, porque conheciam a sua terra natal como ninguém. Os soldados norte-americanos somente conseguiram derrotar o Talibã, porque tiveram a ajuda dos combatentes da Aliança do Norte (que conheciam a região e o território). O básico da estratégia militar é sempre eliminar os líderes primeiro para que os seus subordinados fiquem confusos e comecem a disputar pelo poder. Cortar a luz elétrica e as linhas telefônicas para que os seus inimigos fiquem sem comunicação e desorientados na escuridão. Antecipe os passos de seu inimigo. Coloque-se em seu lugar para pensar exatamente como ele, porque assim você saberá qual será o seu próximo ataque. Cerque seus inimigos, destrua as suas plantações e os privem de água e de alimento, assim, você terá mais probabilidade de derrotá-los. O opressor só respeita a força que é maior do que a dele. Os violentos só conhecem a linguagem da violência. Negociar e argumentar com estupradores, torturadores e assassinos cruéis é perda de tempo, porque eles nem se darão ao trabalho de te ouvir. A resposta tem que ser rápida. O disparo tem que ser certeiro. Tenha foco de tiro. Use o fator surpresa, pois assim você surpreenderá o seu inimigo. Nunca implore por sua vida ou por misericórdia, pois isso apenas aumentará a sensação de poder e atiçará o sadismo dos malfeitores. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos bandidos. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos opressores. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos malfeitores. Você escolhe se quer ser apenas uma vítima indefesa ou um inimigo a altura.

CONCLUSÃO:

Geralmente, os heróis e os justiceiros sofreram algum trauma, ou seja, passaram por algum evento traumático que os levaram a combater o mal. Repare nos heróis das historinhas em quadrinhos e dos animes (é sempre a mesma história). Nós podemos escolher o que fazer com os nossos traumas. Não tem como mudar o nosso passado, mas o passado não precisa ser uma âncora em nossas vidas. Muitas vezes, os traumas e as dificuldades que passamos são para forjar o nosso caráter. Deus tem o poder para tornar o mal em benção. Temos vários personagens bíblicos e históricos que passaram por muitas dificuldades, mas tudo o que eles passaram foi para prepará-los para algo extraordinário. Todos os heróis passam por dificuldades para que seus princípios e ideais sejam testados. Muitas vezes, Deus nos coloca no deserto para provar e testar o nosso coração. Nas extremas dificuldades é que o nosso caráter é verdadeiramente testado. Geralmente, os heróis são órfãos, rejeitados, desprezados, oprimidos e humilhados, mas tudo isso o que eles passam, é uma preparação (um treinamento) para que nós sejamos preparados para cumprirmos o nosso propósito. Tudo tem um motivo. Tudo tem um propósito. Tudo tem um por que. Em um Universo governado por Deus, não existem coincidências. Se nascemos e existimos, há algum propósito para isso.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.

A CULPA NÃO É DOS GAMES (SOCIEDADE HIPÓCRITA)


"Os assírios empalavam e retalhavam os seus inimigos, porque eles jogavam muito GTA. Vlad, o Empalador, empalava os turcos e praticava várias atrocidades, porque ele jogava muito Zelda e Metroid. Nero quando jogava os seus escravos num poço cheio de moreias famintas e crucificava e botava fogo nos cristãos para iluminar as ruas de Roma a noite era porque ele jogava muito Mega Man. Quando Jack, o Estripador, estripava as prostitutas que ele matava era porque ele jogava muito Sonic. Isso prova que os homens sempre praticaram atrocidades e massacres durante a História, porque eles jogavam muito videogame. A culpa é sempre do videogame". (Filipe Levi)

quarta-feira, 20 de março de 2019

A LUTA ENTRE O BEM E O MAL (A LUTA DA IGREJA E A LUTA DO ESTADO)



Filipe Levi 20/03/19
A LUTA ENTRE O BEM E O MAL (A LUTA DA IGREJA E A LUTA DO ESTADO)


INTRODUÇÃO:

"Uma pessoa se torna muito forte quando seu objetivo é proteger algo ou alguém."

A Bíblia, a Palavra de Deus, relata que existem dois tipos de guerras, dois tipos de batalhas que os homens devem travar (principalmente, os cristãos, os servos de Deus). A guerra de Romanos 13 e a guerra de Efésios 6, ou seja, a Guerra Física e a Guerra Espiritual. Nós, jovens cristãos, somos os Guerreiros dos Sonhos, os Guerreiros do Futuro; e, em Nome do Senhor dos Exércitos, devemos combater Satanás, o Diabo (o Mestre dos Pesadelos) para poder salvar e libertar as vidas e as almas que estão acorrentadas por meio da opressão do pecado. A nossa missão é pregar o Evangelho; orar e interceder por essas pessoas para poder libertá-las das garras de Satanás, o Diabo. Esse é o nosso chamado, esse é o nosso destino. 

A nossa luta é principalmente contra os antigos espíritos do mal, mas isso não significa que temos que nos omitir diante da maldade. Tanto os demônios quanto os malfeitores são os nossos inimigos. Tanto os espíritos malignos quanto os bandidos devem ser combatidos. O capítulo 6 da Carta aos Efésios não invalida o capítulo 13 da Carta aos Romanos (Romanos 13:1-7). Portanto, as autoridades são estabelecidas por Deus para castigar os malfeitores (os soldados e policiais são ministros de Deus). Guerra Espiritual não é sinônimo de Pacifismo, pelo contrário, é a Guerra Santa entre o bem e o mal. O contexto de Efésios 6 é a luta da Igreja; e o contexto de Romanos 13 é a luta do Estado. Paulo não era esquizofrênico e nem bipolar, portanto, ele não tinha uma opinião em Romanos 13 e outra opinião em Efésios 6.

“Quando o espírito imundo sai do homem, anda por lugares áridos procurando repouso, porém, não encontra. Por isso diz: Voltarei para minha casa donde saí. E, tendo voltado, a encontra vazia, varrida e ornamentada. Então, vai, e leva consigo outros sete espíritos, piores do que ele, e, entrando, habitam ali; e o último estado daquele homem torna-se pior do que o primeiro. Assim, também acontecerá a esta geração perversa”. (Mateus 12:43-45)

Os demônios (espíritos malignos) gostam de lugares áridos, sombrios, mórbidos, que fedem a podridão, fungos e decadência; com um histórico de dor, de sofrimento e de morte. Satanás joga sujo e não sente pena de ninguém. Ele não conhece o remorso e nem a piedade. Lúcifer é extremamente cruel e vil. Ele é sádico e impiedoso. O seu coração é cheio de vilania e maldade. Ele é pérfido e extremamente astuto. Portanto, não podemos vacilar, o Diabo não perdoa.

NÃO SEJA COMO UMA TREPADEIRA (TENHA PERSONALIDADE):

A Bíblia, toda a Bíblia e nada mais do que a Bíblia, é a religião da Igreja de Cristo. - C. H. Spurgeon

Para as pessoas é muito mais fácil deixar os outros pensarem por elas, do que pensar por si mesmas. Com certeza, é mais conveniente não ter personalidade, vivendo como uma trepadeira nas árvores sem cortar algumas raízes. Não ter opinião própria e fazer tudo o que os outros mandam sem questionar é mais confortável. Nós, cristãos, devemos ser como os cristãos Bereanos, sempre devemos verificar (verificar sempre mesmo) se o que os líderes religiosos (pastores e padres) pregam está de acordo com os ensinamentos contidos na Bíblia. Não seja um “cordeirinho” e nem uma “trepadeira”, mas estude a Bíblia, mesmo, que você tenha que cortar algumas raízes (ervas daninhas) para saber a Verdade.

NÓS NÃO SOMOS ESPECIAIS (NÓS SOMOS DEPRAVADOS):

"A Cruz de Cristo não mostra o quanto somos preciosos, mas o quanto somos depravados". (Paul Washer)

Nós não somos Ouro de Ofir, mas, sim, somos promíscuos e depravados. Sem Deus eu sou deplorável, inferior e insignificante. A Graça de Deus me justifica. Se sou salvo é pela Graça de Deus por meio do sacrifício de Jesus Cristo. A Cruz de Cristo me mostra que sou indigno, mas amado. Jesus teve que morrer em meu lugar, porque eu sou um depravado (por natureza), mas a Graça de Deus tem me mudado, me tornando aos poucos numa pessoa melhor. É a Graça de Deus que inclina o meu coração mau para fazer o bem. Eu não sou Ouro de Ofir, mas, sim, um desgraçado, maldito e depravado por causa do pecado que foi salvo pela Graça de Deus. Não posso salvar a mim mesmo.

AS FILHAS DA ESPERANÇA (A INDIGNAÇÃO E A CORAGEM):

Segundo, Agostinho de Hipona (Santo Agostinho), a esperança tem duas filhas, a indignação e a coragem. A esperança é esperar aquilo que não podemos ver, mas que acreditamos que está lá. A indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão, e a coragem nos dá força e ousadia para mudá-las. Nunca se cale diante da injustiça! Jamais se omita diante da opressão. Sempre defenda a causa dos oprimidos. Não fique do lado do opressor. Faça a diferença! Proteja os fracos! Faça o bem sem esperar alguma recompensa em troca. Faça o certo, porque é o certo a se fazer. Faça a coisa certa. Lute por aqueles que não podem lutar por si mesmos. Seja a esperança dos perdidos. Seja a voz daqueles que não podem falar. Seja a mudança que deseja ver no mundo. Não se conforme com o que está errado. Concerte as coisas que estão erradas. Mude tudo aquilo que precisa ser mudado. Se não tem quem faça, faça você mesmo. Se todos são covardes, seja valente! Se todos se omitem, não se omita! Se todos são corruptos, seja honesto! Se todos são maus, seja bom! Se todos temem a morte, encare a morte! Se todos tem medo do Diabo, enfrente o Diabo! Faça o que ninguém mais quer fazer! Se ninguém quiser fazer o "trabalho sujo" faça você mesmo. Se omitir é a pior coisa que podemos fazer. Seja corajoso e indignado com as coisas erradas. Seja diferente, faça a diferença.

A GUERRA DO CRISTÃO (A TEOLOGIA E A ORAÇÃO):

"A única preocupação do Diabo é impedir os cristãos de alcançarem o território da oração. Satanás não teme estudos bíblicos separados da oração, labor cristão sem oração e vida religiosa distante da oração. Ele até ri da nossa labuta, zomba da nossa sabedoria, mas treme quando oramos." (Leonard Ravenhill)

A oração e o estudo bíblico (Teologia) são as coisas mais importantes para o cristão. A oração é o seu relacionamento com Deus, e a sua maior arma de guerra, ou melhor, dizendo, a oração é a sua própria guerra. Orar e interceder pelas pessoas. Lutar em prol dos outros. Buscar ter um verdadeiro e sincero relacionamento com Deus. Essa é a importância da oração. O estudo das Escrituras é importantíssimo para o cristão, pois a Bíblia, a Palavra de Deus, é a Espada que o cristão empunha e maneja para poder combater as forças satânicas deste mundo. O Diabo teme e se sente ameaçado com aquele crente que ora e estuda a Bíblia. Portanto, o cristão, o crente em Jesus, deve se dedicar a oração e ao estudo da Palavra.

A ESPADA DO ESPÍRITO:

"Os guerreiros também são feridos e chegam até ser derrotados, mas jamais largam a espada".
(Sid Aguiar)

“A frase "Espada do Espírito" é encontrada apenas uma vez nas Escrituras, em (Efésios 6:17). A espada é parte da armadura espiritual que Paulo diz aos cristãos para colocar a fim de poderem lutar eficazmente contra o mal (Efésios 6:13). A espada é uma arma tanto ofensiva quanto defensiva usada para se proteger do mal ou para atacar o inimigo e vencê-lo. Era necessário que um soldado tivesse um treinamento rígido sobre o uso correto de sua espada para obter dela o máximo benefício. Todos os soldados cristãos precisam do mesmo treinamento rígido para saberem como lidar corretamente com a Espada do Espírito, "que é a Palavra de Deus". Já que cada cristão encontra-se em uma batalha espiritual contra as forças satânicas deste mundo, precisamos saber como manusear a Palavra corretamente. Só, então, ela será uma defesa eficaz contra o mal e uma ofensa valiosa para "destruir fortalezas" do erro e da mentira (2 Coríntios 10:4-5). A Palavra também é chamada de espada em (Hebreus 4:12). Aqui, a Palavra é descrita como viva e eficaz e mais penetrante que uma espada de dois gumes. A espada romana era comumente de dois gumes, tornando-a melhor para perfurar e cortar em ambos os sentidos. A ideia das Escrituras penetrando significa que a Palavra de Deus atinge o "coração", o centro de ação, e traz à tona os motivos e sentimentos daqueles em quem ela toca. O propósito da Espada do Espírito -- a Bíblia -- é nos fortificar e capacitar a suportar os ataques de Satanás (Salmo 119:11; 119:33-40; 119:99-105). O Espírito Santo usa o poder da Palavra para salvar almas e dar-lhes força espiritual para serem soldados maduros para o Senhor. Quanto melhor conhecermos e compreendermos a Palavra de Deus, mais úteis seremos em fazer a vontade de Deus e mais eficazes em enfrentar o inimigo de nossas almas”.


NÃO EXISTE PERFEIÇÃO NESTE MUNDO, MAS DEVEMOS BUSCÁ-LA:

Não existe perfeição neste mundo. O nosso objetivo é superar aqueles que vieram antes de nós. A perfeição é uma meta inalcançável. Nós nunca seremos perfeitos aqui na Terra, mas devemos sempre procurar melhorar e nos aprimorar, sermos pessoas melhores. Nós devemos superar aqueles que vieram antes de nós, e não cometermos os seus mesmos erros. Devemos aprender com a História. Devemos aprender com o passado, para podermos criar um mundo melhor para os próximos que virão depois de nós. Devemos perpetuarmos os nossos nomes. Os nossos nomes devem ficar registrados na História, como aqueles que ousaram fazer a diferença quando todos queriam ser iguais. Nunca seremos perfeitos, mas devemos procurar chegar o mais próximo da perfeição.

A SÍNDROME DE ADÃO:

"A Síndrome de Adão é quando as pessoas costumam jogar a culpa nos outros e em seres inanimados para não ter que assumir a própria responsabilidade. Como, por exemplo, os desarmamentistas que jogam a culpa nas armas, os "ex-satanistas" que jogam a culpa nas artes marciais, os religiosos tapados que jogam a culpa em animes e videogames, os bandidos e psicopatas que jogam a culpa no Diabo ou na sua psicose ou situação social, o fornicário e o adúltero que jogam a culpa nos seus órgãos genitais, o bêbado que joga a culpa na cachaça, o drogado que joga a culpa nas drogas, e o religioso fanático que sempre joga a culpa no Diabo ou nos "pecadores". Essa é a Síndrome de Adão, a mania de sempre jogar a culpa nas outras pessoas ou em seres inanimados, porque não se tem coragem e nem dignidade para assumir os próprios erros e arcar com a própria responsabilidade".

A GRANDEZA DE DEUS:

Deus, o Altíssimo, é muito maior e mais poderoso do que as pessoas imaginam. Deus é grande. A grandeza de Deus é muito maior do que a mente humana pode imaginar. Neste texto, quero contar sobre vários milagres que Deus realizou para mostrar o quanto Ele é grande e poderoso. O Deus judaico-cristão é magnífico.

O Todo-Poderoso criou o Universo, ou seja, Ele criou as galáxias, os planetas, os astros, e tudo o que há no Universo. Deus criou a Terra e seus habitantes, pois Ele é o autor da Criação. Adonai tem um poder gigantesco (o seu poder é infinito), porque Ele é o Soberano Senhor.

No Egito, Deus levantou José, filho de Jacó, para ser o governador-geral do Egito. José foi vítima da inveja de seus irmãos, e foi vendido como escravo. Por causa de sua fidelidade, ele foi preso. Deus deu o dom de interpretar sonhos para José, e com isso esse servo de Deus, salvou o Egito e o seu povo da fome. José perdoou os seus irmãos, porque ele sabia que tudo o que aconteceu em sua vida era plano de Deus.

Moisés foi usado grandemente por Deus para libertar os hebreus da escravidão egípcia. Deus lançou pragas contra o Egito para poder mostrar a majestade do seu poder. Yahweh abriu o Mar Vermelho para fazer o seu povo passar, e depois fechou o mar, afogando o exército de faraó. Deus poderosamente libertou o seu povo do Egito.

Josué era um grande guerreiro; e foi usado por Deus para derrubar as muralhas de Jericó, e vencer os gigantes que habitavam a Terra Prometida. Esse combatente temente a Deus conquistou a Terra Prometida por Deus derrotando os gigantes que habitavam aquela região.

Gideão era um excelente estrategista; e usou a sua inteligência para derrotar os midianitas (os inimigos que oprimiam o seu povo). Gideão, com apenas trezentos combatentes, venceu milhares de midianitas. Deus estava com Gideão.

Sansão era um homem extremamente forte e corajoso. Esse grande guerreiro matou um leão com as suas próprias mãos, e sozinho venceu mil filisteus. A força de Sansão estava em seus cabelos, que foram cortados a mando de Dalila. Sansão foi capturado pelos seus inimigos, que cegaram os seus olhos. Quando os cabelos de Sansão cresceram novamente, Deus lhe devolveu a força prodigiosa, e esse poderoso guerreiro demoliu o Templo de Dagom, matando os filisteus e a si mesmo. Sansão morreu honradamente.

Davi era um homem que andava segundo o coração de Deus. Esse jovem pastor de ovelhas não tinha treinamento militar, isto é, ainda não havia empunhado uma espada, quando com a ajuda de Deus, ele matou um urso e um leão para poder proteger as suas ovelhas. Davi não tinha experiência militar, mas ele confiava no Deus Vivo. O Senhor dos Exércitos usou Davi para vencer Golias, um gigante filisteu experiente em batalhas. Davi venceu Golias sem ao menos ter uma espada na mão (somente usou a espada do próprio inimigo para lhe cortar a cabeça depois que a luta já havia terminado).

Elias era um profeta de Deus que desafiava o rei Acabe e a rainha Jezabel. Esse profeta temente a Deus desafiou os profetas de Baal. Tanto Elias quanto os profetas de Baal prepararam oferendas para os seus deuses. Os profetas de Baal se mutilavam implorando para o seu deus atendê-los, mas Baal não os atendeu. Elias zombou deles, e orou ao verdadeiro Deus lhe pedindo que lançasse fogo do céu. O holocausto de Elias foi molhado algumas vezes, e fogo do céu desceu e consumiu o holocausto. Elias provou para o seu povo que o Deus de Israel é Deus.

Hananias, Misael, e Azarias, eram políticos de Deus, que se recusaram a adorar a estátua de Nabucodonosor. O rei dos caldeus mandou os seus melhores soldados lançarem Hananias, Misael, e Azarias, na fornalha ardente, e mandou aquecê-la sete vezes mais. Deus livrou os seus servos das chamas ardentes, e Nabucodonosor reconheceu que o Deus de Hananias, Misael, e Azarias, é o verdadeiro Deus.

Daniel era também um político de Deus, que tinha o dom de interpretar sonhos. Daniel foi lançado na cova dos leões por causa de sua devoção a Deus. O Altíssimo livrou a Daniel dos leões para mostrar a sua fidelidade. Daniel era governador-geral da Babilônia; e os reis Nabucodonosor, Belsazar, Dario, e Ciro, reconheceram o seu valor.

Eu contei apenas os milagres que Deus realizou que eu mais admiro. Eu sou fã do Deus de Israel, porque Ele é o meu herói. Que Deus seja glorificado eternamente.

O ADVOGADO DE DEUS (ALGUÉM TEM QUE FICAR DO LADO DE DEUS):

Os religiosos durante a História sempre usaram o Nome de Deus para fazer o mal. Os homens sempre tem que culpar alguém ou alguma coisa, porque os seres humanos não tem a coragem e nem a dignidade de assumirem os próprios erros. Alguém tem que fazer o que é certo; alguém tem que ficar do lado de Deus. Eu sei que vou me ferrar e que terei um fim trágico, mas alguém tem que fazer a coisa certa. Alguém tem que fazer o bem, mesmo que eu pague com a minha própria vida por isso. Eu sou como o profeta “João Batista”, então, é justo que eu termine como ele, mas antes, eu preciso completar a minha obra. Eu tenho que cumprir com o meu propósito. As pessoas costumam sempre jogar a culpa em Deus pelas tragédias, catástrofes e atrocidades que acontecem no mundo. Os “ateus magoadinhos” com Deus nutrem um grande ódio pelo "cara lá de cima que não existe". De todos os homens maus, os homens maus religiosos são os piores. Mas, será que Deus tem culpa quando as pessoas ruins fazem mau uso do Nome d'Ele? Se as pessoas começarem a praticarem atrocidades e massacres em meu nome, isso significa que fui eu quem mandou elas fazerem isso? Claro, que não! Esses religiosos hipócritas, legalistas, fundamentalistas, fanáticos e safados não obedecem aos ensinamentos que Deus ensina na Bíblia. Se os pais criam os filhos com amor e carinho (sem espancamentos, humilhações e estupros), e se esses mesmos filhos renegam os bons ensinamentos dos pais e entram na criminalidade, a culpa seria desses pais? Claro, que também não! Independente de "livre arbítrio" ou "livre agência", os homens são responsáveis por suas obras.

A Inquisição, o Terrorismo Islâmico, as seitas racistas e xenófobas, as perseguições por causa do ódio, da intolerância e na busca pelo poder, que são feitas em nome da religião, nada disso é culpa de Deus. Se os homens maus fazem mau uso do Nome de Deus para praticar atrocidades, podem ter certeza, de que Deus nunca apoiou isso. Deus sempre foi a favor da justiça e da verdadeira paz. A Bíblia, a Palavra de Deus, sempre revelou que a vontade de Deus é que os fortes protejam e defendam os fracos. A vontade de Deus sempre foi que aqueles que tem poder devem usar o seu poder para salvar aqueles que não tem poder. A vontade de Deus é que o Estado (governo) sirva o seu povo e proteja os seus cidadãos de bem e castigue os malfeitores (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17). A vontade de Deus é que o marido honre, respeite e proteja a sua esposa. A vontade de Deus é que os pais cuidem, respeitem e protejam os seus filhos. O principal ministério de um homem é a sua esposa. O principal ministério de um homem é a sua família. Honre e proteja a sua esposa. Cuide dos seus filhos.

Jesus era conhecido como o amigo dos pecadores (o amigo das prostitutas). Jesus sempre teve aversão aos religiosos hipócritas e abominou os falsos moralistas. Os cristãos se tornaram naquilo que Jesus sempre combateu, em religiosos legalistas e hipócritas, que fazem mau uso do Nome de Deus para praticar maldades e atrocidades. Deus não tem culpa da tirania. Deus não é o culpado pela opressão. A culpa não é de Deus. Deus não é o culpado. Se os religiosos maus usam o Nome de Deus para destruir, então, que nós, homens de Deus, usemos o Nome de Deus para construir. Façamos justiça aos oprimidos. Nós, homens de Deus, devemos defender e proteger os fracos e indefesos. Esse é o nosso dever e obrigação como homens de Deus. Viver uma vida religiosa hipócrita e vazia não adianta nada. Um cavaleiro prova o seu valor por meio dos seus atos. Não só com palavras, mas são as suas atitudes que mostrarão a pessoa que você realmente é. Se os seus atos forem de honra, de bondade, de humildade, de integridade, de honestidade, de justiça, de respeito, de lealdade, de sinceridade e de coragem, saberemos que você é uma pessoa boa de verdade.

Então, seres humanos, tenham a dignidade e a coragem de assumirem os seus próprios erros e arcarem com as consequências das merdas que vocês fazem (principalmente, vocês, seus religiosos safados)!!! Deus não tem obrigação de abençoar e de salvar ninguém. Se Deus abençoa ou salva alguém, é porque Ele é bom e misericordioso e não porque você é "santo" e "bom pra caramba". Aconteça o que acontecer, Deus é bom. Deus continua sendo Deus. Você acreditando em Deus ou não, você prestará contas a Ele. Você acreditando no Inferno ou não, se você morrer sem Jesus, você irá para lá do mesmo jeito. A Salvação é pela Graça, e não pelas obras. Não se barganha com um Deus que não precisa de você. Deus não é somente “paz e amor”, mas Deus também é IRA, SANTIDADE E JUSTIÇA. O recado foi dado.

OS CRISTÃOS PRIMITIVOS E AS AUTORIDADES GOVERNAMENTAIS (OS PRIMEIROS CRISTÃOS E O SERVIÇO MILITAR):

“A definição final do amor, para os tais, não está na Bíblia toda, mas apenas no Novo Testamento, interpretado por eles mesmos. Se esquecem que o Novo está latente no Velho Testamento e o Velho está patente no Novo”. (Agostinho de Hipona)

O tema guerra sempre foi muito polêmico no Cristianismo, pois desde a Igreja Primitiva esse tema é discutido. Alguns Pais da Igreja demonizaram o serviço militar, mas outros Pais da Igreja defenderam a guerra justa abertamente. Devido ao culto imperial e os sacrifícios aos deuses, a maior parte dos cristãos se recusaram a se alistar no Exército. Os cristãos primitivos começaram a se alistar em grande número no Exército a partir do ano 170, durante o reinado do imperador Marco Aurélio, por causa da ameaça dos bárbaros que colocavam em risco a segurança do Império Romano e de seus cidadãos. O serviço militar era voluntário na época em que Roma estava em paz. Todos sabem que o Antigo Testamento ordenava até a pena de morte, e apoiava abertamente as guerras. Então, é lícito os cristãos hoje participarem de guerras, quando elas são travadas por razões justas? Neste artigo, pretendo mostrar as opiniões dos grandes teólogos da História do Cristianismo e o que a Bíblia diz a esse respeito.

No século I, o Cristianismo era visto como uma ramificação do Judaísmo (religião lícita para o Império Romano). Os judeus não eram obrigados a prestar culto ao imperador, nem sacrificar aos deuses pagãos, e eram isentos do serviço militar. Por causa disso, os cristãos primitivos nas primeiras décadas do primeiro século não tiveram problemas com o governo romano. No princípio, quem perseguia os primeiros cristãos era o Sinédrio, ou seja, os fariseus (os religiosos fanáticos e fundamentalistas da época). Saulo de Tarso foi um grande perseguidor da Igreja, a mando do Sinédrio. No ano 64, com o incêndio terrível que devastou Roma, Nero, acusou os cristãos de tê-lo provocado, por isso, começou a primeira perseguição estatal contra os cristãos.

Há três pontos que devo destacar sobre o fato de quase todos os primeiros cristãos não terem se alistado no Exército e nem terem ocupado cargos públicos até o final do século II (existiram cristãos no Exército e ocupando cargos públicos antes do ano 170 sim, mas eram poucos). Em primeiro lugar, o culto imperial, os sacrifícios aos deuses, às práticas idolátricas nas cerimônias cívicas e religiosas, os juramentos pelos deuses, e a perseguição estatal contra o Cristianismo, dificultavam que os cristãos se envolvessem com o Estado. Em segundo lugar, as guerras que o Império Romano promovia não eram para a defesa da nação, mas, sim, para oprimir e escravizar outros povos através da força militar. Em terceiro lugar, Jesus Cristo, João Batista, os apóstolos, e os Pais Apostólicos, nunca demonizaram o serviço militar e a política, pelo contrário, esses homens santos reconheciam a legitimidade e a necessidade de se existir um Estado para poder manter a lei e a ordem na sociedade. Jesus e Paulo ordenaram aos cristãos pagarem todos os seus impostos, sabendo que o dinheiro era usado para a manutenção do Exército. Pedro e Paulo ensinaram à submissão as autoridades governamentais e reconheceram que é a função do governo castigar os malfeitores e louvar os cidadãos de bem.

Neste artigo, mostrarei os argumentos bíblicos a favor do serviço militar e da política, e também as opiniões dos apóstolos, dos Pais da Igreja, e dos reformadores sobre esses assuntos tão polêmicos. Mostrarei que o Pacifismo não é bíblico, pois a Bíblia, a Palavra de Deus, nunca apoiou tal ideologia, mas, sim, sempre defendeu o direito das pessoas inocentes se defenderem de agressores injustos, e de que é o dever do Estado punir os maus e louvar os bons (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17).

A OPINIÃO DO PROFETA DANIEL:

“Falou Daniel e disse: Seja bendito o nome de Deus para todo o sempre, porque dele é a sabedoria e a força; ele muda os tempos e as horas; ele remove os reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e ciência aos entendidos”. (Daniel 2:20-21)

O profeta Daniel foi bem claro quando afirmou que Deus remove os reis e estabelece os reis, ou seja, Deus levanta os reis e derruba os reis do poder como bem entende. Há outra parte do Livro de Daniel que também fala a esse respeito.

"Mas, quando o seu coração se tornou arrogante e endurecido por causa do orgulho, ele foi deposto de seu trono real e despojado da sua glória. Foi expulso do meio dos homens e sua mente ficou como a de um animal; ele passou a viver com os jumentos selvagens e a comer capim como os bois; e o seu corpo se molhava com o orvalho do céu, até reconhecer que o Deus Altíssimo domina sobre os reinos dos homens e coloca no poder a quem ele quer". (Daniel 5:20-21)

O profeta Daniel, que também era um governante a serviço de Deus, declarou várias vezes (isso está registrado no Livro que leva o seu nome) que Deus tem o domínio sobre os reinos dos homens e coloca no poder a quem Ele quer. Deus tem o total controle sobre os reinos da Terra, porque Ele é o verdadeiro Rei das Nações.

JESUS E AS AUTORIDADES DO SEU TEMPO:

“Jesus, aquele a quem em tudo devemos imitar, veio ao mundo em uma época difícil. O seu país estava sob o domínio do poderoso Império Romano e muitos dos direitos dos cidadãos do seu povo não eram respeitados. César era o soberano senhor de um vasto império e mantinha o poder com mão de ferro. Além disso, as autoridades religiosas do seu país haviam se corrompido a tal ponto que foi preciso Ele fazer uma "limpeza" no Templo expulsando os camelôs e os cambistas de lá.

Contudo, por pelo menos duas vezes, Jesus defrontou-se com momentos decisivos na área de submissão a autoridade. A primeira delas foi quando os cobradores do imposto do Templo confrontaram a Pedro perguntando se Jesus pagava ou não o imposto das duas dracmas (Mt 17:24-27). A segunda foi quando alguns espertalhões, que o queriam pegar em cilada, lhe perguntaram se era certo ou não pagar imposto a César (Mt 22:15-22; Mc 12:13-17; Lc 20:20-25).

Na primeira ocasião, Jesus disse a Pedro, que fosse ao mar e lançasse o anzol, pois no primeiro peixe que ele fisgasse teria uma moeda de valor suficiente para pagar o imposto de Jesus e o dele. Na segunda ocasião, a resposta d’Ele foi: "Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus". Ou seja, ao filho de Deus é certo pagar imposto ao Estado. Mas a autoridade do Estado não é ilimitada, acima dele está Deus. O Deus que a tudo vê e conhece o coração de todos os homens. Até mesmo o de César! A César o imposto; a Deus, e somente a Ele, a adoração.

Atentar para o verbo grego usado por Jesus, nos ajudará a entender a força e o sentido do Mandamento do Senhor. Ele usou o verbo apodote (de apodidomi - que significa: dar o que é devido; devolver; pagar de volta; entregar) em lugar de dounai (de didomi - que significa simplesmente dar). Os três evangelistas usaram a mesma palavra, significando assim que temos uma obrigação tributária para com o Estado.

Quando caiu nas mãos das autoridades judaicas que o entregaram para as autoridades romanas, Jesus, não questionou o seu poder, aliás, o seu abuso de poder. Por que Ele não fez isso? Creio que a sua resposta a Pilatos nos ajuda a entender a sua atitude aparentemente apática. Pilatos lhe disse que tinha autoridade para matá-lo ou para livrá-lo da morte. Então, Jesus lhe disse: "Nenhuma autoridade terias sobre mim, se de cima não te fosse dada" (Mt 22:37). Ou seja, Jesus sabia que acima de Pilatos, acima do Império Romano estava aquele que tem o controle total da situação, Deus. Pilatos estava no poder porque Deus, por mais contraditório que pareça, o havia colocado ali.

Assim, sendo, podemos notar que até mesmo aquele que tem todo o poder do Universo, o Senhor Jesus, quando se fez homem respeitou e obedeceu a lei dos homens.” (Jabesmar A. Guimarães)

A OPINIÃO DO APÓSTOLO PAULO:

“Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá. Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade de uma punição, mas também por questão de consciência. É por isso também que vocês pagam imposto, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho. Dêem a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

No Novo Testamento, o apóstolo Paulo confirma exatamente a mesma coisa que o profeta Daniel ensinou, ou seja, de que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus. Paulo ainda vai mais além, pois ele também disse que o Estado é servo de Deus para punir os malfeitores. Paulo não só considera as autoridades legítimas, como também diz que os governantes, magistrados e soldados têm a autorização de Deus para usarem a espada para castigar os maus. A palavra grega usada para espada é “Machaira” que é um símbolo da pena capital. Paulo indica que era a favor da pena de morte quando usa a espada como símbolo da punição do Estado.

Paulo também ensinou que todos os cidadãos (principalmente, os cristãos) devem pagar todos os seus impostos, porque o dinheiro deve ser usado para a manutenção das Forças Armadas e das polícias para garantirem a segurança do país e para castigarem os homens que praticam o mal. Para Paulo, os agentes do Estado (governantes, magistrados e soldados) estão a serviço de Deus para o bem-estar da sociedade. Portanto, os cristãos devem se sujeitar a eles. O dever das autoridades é punir os maus e louvar os bons. Pelo menos, era assim que Paulo acreditava.

“Estas são as minhas instruções: Ore, faça súplicas, pedidos e dê graças por todos os homens. Ore dessa forma pelos reis e por todos os outros que exercem autoridade sobre nós ou que ocupam cargos de alta responsabilidade, a fim de que possamos viver em paz e tranqüilidade, passando o nosso tempo vivendo piedosa e dignamente. Isto é bom e agradável a Deus, nosso Salvador. Pois ele deseja que todos sejam salvos e compreendam esta verdade”: (1 Timóteo 2:1-4)

O apóstolo Paulo ensinou os cristãos a intercederem em favor dos homens investidos de autoridade (governantes, magistrados e soldados), porque é da vontade de Deus que as autoridades sejam salvas e conheçam a Verdade. Paulo, em outra parte da Bíblia, também ensinou que os cristãos devem estar dispostos a auxiliar as autoridades em tudo o que for preciso e necessário.

“Nenhum soldado em serviço se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra”. (2 Timóteo 2:4)

Há muitas semelhanças entre a vida cristã e o serviço militar, por isso, o apóstolo Paulo vivia comparando ambos. Os cristãos devem ser como soldados, isto é, devem acatar as ordens de seu Senhor e cumprir a sua missão.

Paulo evangelizou até a Guarda Pretoriana que o vigiava em uma ocasião. O apóstolo aproveitou que os guardas pretorianos o vigiavam para lhes falar da Salvação de Cristo. Em sua Carta aos Filipenses, Paulo até menciona sobre os santos do palácio de César, que provavelmente eram esses guardas e outros funcionários do governo que se converteram através dele.

A OPINIÃO DO APÓSTOLO PEDRO:

“Por causa do Senhor, sujeitem-se a toda autoridade constituída entre os homens; seja ao rei, como autoridade suprema, seja aos governantes, como por ele enviados para punir os que praticam o mal e honrar os que praticam o bem. Pois é da vontade de Deus que, praticando o bem, vocês silenciem a ignorância dos insensatos. Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus. Tratem a todos com o devido respeito: amem os irmãos, temam a Deus e honrem o rei”. (1 Pedro 2:13-17)

O apóstolo Pedro, assim, como o apóstolo Paulo e o profeta Daniel, também reconheceu que as autoridades governamentais são legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Para Pedro, a função das autoridades é castigar os malfeitores e louvar os homens que praticam o bem. Paulo tinha exatamente a mesma opinião. Ambos os apóstolos legitimaram o uso da força por parte do Estado (da violência mesmo) para punir os criminosos perigosos que ameaçam a sociedade.

A OPINIÃO DE JOÃO BATISTA:

“Então, alguns soldados lhe perguntaram: E nós, o que devemos fazer? Ele respondeu: Não pratiquem extorsão, nem acusem ninguém falsamente, e contentem-se com o seu salário”. (Lucas 3:14)

João Batista, o precursor do Messias, quando batizou alguns soldados, ele não lhes recriminou por serem combatentes, pelo contrário, João Batista lhes incentivou a serem soldados, portanto, que eles fossem militares honestos, honrados e íntegros.

SOBRE O SEXTO MANDAMENTO:

O Sexto Mandamento sempre se referiu ao assassinato criminoso, e não a matar para se defender (legítima defesa) e a matar na guerra (soldados cumprindo com o seu dever). O verbo hebraico “ratsach” usado nesse Mandamento no Antigo Testamento, e o verbo grego “foneuo” usado nesse Mandamento no Novo Testamento, sempre são usados para se referir ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa e a pena capital. Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” se referem ao homicídio ilícito. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado. O Sexto Mandamento “Lo Tirsah” em hebraico e “Ou Foneuseis” em grego se refere ao assassinato e não a matar por uma causa justa. A violência deve ser usada como uma contingência (para defesa própria ou para proteger os outros). Seria uma grande incoerência Deus mandar os hebreus matarem nas guerras sendo que Ele mesmo disse “Não Matarás”, se no Sexto Mandamento Deus não se referisse somente ao homicídio criminoso (Deus não é bipolar). O guerreiro que não respeita a lâmina de sua espada (lâmina cortante, arma de fogo ou Bíblia) não é digno de sua espada. As armas do cristão somente devem ser disparadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. O cristão não deve usar a sua arma (Machaira) por motivos ou razões pessoais, mas apenas para promover a justiça e a paz. Matar sem nenhum fundamento moral não é nada além de assassinato. Matar por uma causa justa é apenas justiça.

SOBRE O ENSINAMENTO “OLHO POR OLHO E DENTE POR DENTE”:

O verdadeiro ensinamento sobre “olho por olho e dente por dente” nunca foi um incentivo a vingança, ao ódio ou a retaliação, mas, pelo contrário, era justamente para que os criminosos (bandidos e malfeitores) fossem punidos de uma forma justa, e não de uma maneira exagerada. O próprio Moisés ensinou que devemos amar os nossos inimigos e que a vingança pertence a Deus. Há diferença entre vingança e justiça. Os criminosos, bandidos, corruptos e malfeitores devem mesmo ser punidos severamente, mas dentro da legalidade (dentro da lei). A vingança pertence a Deus e a justiça deve ser aplicada somente pelas autoridades legalmente constituídas (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17).

AS OPINIÕES DOS PAIS DA IGREJA E DOS REFORMADORES:

Muito se tem pregado que o Cristianismo Primitivo era contra o serviço militar, mas será que isso é verdade? Será mesmo que os cristãos primitivos condenavam o trabalho dos soldados? Pais da Igreja, como, por exemplo, Tertuliano de Cartago, Hipólito de Roma, Orígenes de Alexandria, Cipriano de Cartago e Lactâncio demonizavam o serviço militar, mas será que existiram Pais da Igreja que pensavam diferente deles? Será mesmo que os primeiros cristãos eram anarquistas e pacifistas? Já vimos que a Bíblia apóia o serviço militar. Então, existiram bispos que apoiavam?

Agora, contarei as opiniões dos Pais da Igreja sobre os temas, guerra e política. Os Pais da Igreja foram grandes teólogos da Igreja Primitiva (muitos eram até filósofos e historiadores), que ensinavam aos cristãos os ensinamentos da Palavra de Deus. Muitos deles pregaram heresias, mas outros foram fiéis ao Evangelho puro e simples. Também tiveram os Doutores da Igreja, que surgiram com a conversão do Império Romano ao Cristianismo. Tanto os bispos primitivos quanto os Doutores da Igreja foram homens importantes para a História da Igreja Cristã.

Clemente de Roma, conhecido como Clemente Romano, foi discípulo do apóstolo Pedro e cooperador do apóstolo Paulo. Clemente, em sua Carta aos Coríntios, reconhece que as autoridades governamentais são legítimas, e até elogia os soldados os usando como bons exemplos a serem seguidos pelos cristãos. Clemente de Roma ensinou os cristãos a orarem em favor dos governantes, porque eles são instituídos por Deus.

Policarpo de Esmirna foi discípulo do apóstolo João, e em seu martírio, registrado no livro “História Eclesiástica” de Eusébio de Cesaréia, ele afirma em seu julgamento, antes de ser martirizado, que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus; e de que é lícito pagar os tributos e os impostos aos governantes. Os Pais Apostólicos reconheciam a legitimidade das autoridades.

Clemente de Alexandria além de reconhecer a legitimidade das autoridades governamentais, também apoiava a guerra justa, pois ele era totalmente a favor do serviço militar. Clemente além de apoiar as guerras justas, também apoiava as revoluções justas contra governos tirânicos e opressores (Resistência ao Tirano). Clemente de Alexandria também defendia a prática de esportes (como o Pancrácio, a arte marcial grega, muito praticado pelos cristãos primitivos). Ao contrário de seu discípulo, Orígenes de Alexandria, Clemente não via problema algum em cristãos matarem nas guerras e revoluções justas.

Justino Mártir, Ireneu de Lyon, Teófilo de Antioquia, Melitão de Sardes, Eusébio de Cesaréia e outros bispos da Igreja Primitiva, também reconheceram que as autoridades governamentais são legítimas e estabelecidas por Deus. Essa “historinha” de que todos os Pais da Igreja do Cristianismo Primitivo condenavam o serviço militar é mentira do Diabo, porque isso não tem embasamento histórico e nem bíblico.

Agostinho de Hipona foi o maior de todos os Pais da Igreja, e ele foi o responsável por desenvolver a Teologia da Guerra Justa. Agostinho defendia a pena capital e ensinava claramente que os cristãos têm a obrigação de participarem de guerras justas para promoverem a justiça.

Ambrósio de Milão era mestre de Agostinho, pois foi ele quem o batizou. Ambrósio também era favorável à pena capital e apoiava a guerra justa, pois ele também reconhecia a legitimidade das Forças Armadas.

Jerônimo de Strídon foi o homem que criou a “Vulgata” (a versão em latim da Bíblia). Esse Doutor da Igreja conhecia a Bíblia inteira, então, ele podia falar com propriedade dos ensinamentos contidos nela. Jerônimo era a favor da pena de morte e também apoiava a guerra justa.

Tomás de Aquino, um Doutor da Igreja da Idade Média, além de apoiar a guerra justa e a pena capital, também apoiava a legítima defesa e a Resistência ao Tirano, pois ele desenvolveu uma Teologia para discutir sobre esses assuntos.

Os reformadores, Martinho Lutero, João Calvino e Ulrico Zuínglio também apoiavam a guerra justa e eram favoráveis a pena de morte, além de apoiarem a legítima defesa e as revoluções contra governos opressores e injustos também. Os luteranos, os huguenotes, os puritanos e outros protestantes empunharam armas não só para combater nas guerras justas, mas também para lutarem em revoluções justas contra os seus perseguidores que os perseguiam por causa do Evangelho.

CRISTÃOS PRIMITIVOS QUE OCUPARAM CARGOS DE AUTORIDADE:

No Concílio de Arles, em 314, a Igreja Primitiva reconheceu o serviço militar como sendo algo lícito, legítimo e bíblico para os cristãos. Deus nunca condenou as guerras justas. Muito se tem falado de que antes do ano 170 os cristãos não se alistavam no Exército, mas isso é uma tremenda mentira demoníaca. No ano 170, os cristãos começaram a se alistar em grande número no Exército por causa da ameaça dos bárbaros que colocavam em risco a segurança do Império Romano e de seus cidadãos, mas sempre existiram cristãos ocupando cargos de autoridade (eram poucos, mas eles existiram). O procônsul Lúcio Sérgio Paulo, e os cônsules, Mânio Acílio Glábrio e Tito Flávio Clemente, foram bons exemplos disso, pois foram autoridades cristãs. Deus sempre apoiou o serviço militar. Os oficiais romanos, Sebastião, Jorge, Expedito, Marino, Marcelo e Maurício foram bons exemplos de militares cristãos que combateram na época da Igreja Primitiva.

A “CARICATURA” DIABÓLICA DE JESUS:

Essa "caricatura" diabólica de Jesus construída há mais de dois mil anos. Essa "visão" distorcida que as pessoas têm de Jesus que não é o Jesus da Bíblia. Cristo nunca foi "Hippie" (paz e amor); nem um "grande pacifista" (apático e omisso) e nem o “Bob Marley” (o que importa é ser feliz e não o que a Bíblia ensina). O Jesus da Bíblia se indignava com as coisas erradas e criticava as injustiças que o povo sofria. O Jesus da Bíblia xingava, ofendia e insultava os fariseus e os saduceus (religiosos hipócritas e falsos moralistas da época). O Jesus da Bíblia andava com os pecadores com a intenção de salvá-los, porque Ele era o “AMIGO DOS PECADORES”. O Jesus da Bíblia respeitava e valorizava as mulheres de seu tempo, por isso, Ele era conhecido como o “AMIGO DAS PROSTITUTAS”. O Jesus da Bíblia era incisivo, agressivo e justo. O Jesus da Bíblia desceu a chicotada nos cambistas lá do Templo de Jerusalém e saiu chutando as mesas. O Jesus da Bíblia reconheceu que o poder que Pôncio Pilatos tinha foi concedido por Deus, porque as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus (Romanos 13:1-7). O Jesus da Bíblia admirou a fé e a integridade de um centurião, mas desprezou a religiosidade e o falso moralismo dos fariseus. O homem que se assentava a mesa com prostitutas e ladrões. O AMIGO DOS PUBLICANOS E DAS PROSTITUTAS. Esse é o Jesus da Bíblia.

A APATIA E A OMISSÃO DOS EVANGÉLICOS:

"A apatia está por toda a parte, ninguém se preocupa em verificar se o que está sendo pregado é verdadeiro ou falso." (Charles H. Spurgeon)

Verossímil ou Sofisma é contar uma “meia verdade”, acrescentando alguns erros e mentiras nessa “verdade”. Tipo, o que os hereges do “Movimento Batalha Espiritual”, Rebecca Brown e Daniel Mastral, fazem para satanizar as artes marciais. Tipo, o que o Josué Yrion faz para satanizar desenhos animados e videogames. Tipo, o que o David Miranda fazia para satanizar vestimentas e a televisão. Os religiosos legalistas são peritos em usar “meias verdades”, ou seja, o Verossímil e o Sofismo para pregar as suas mentiras diabólicas. O que interessa e importa é o que a Bíblia ensina e não o seu achismo. Primeiro, a Bíblia, depois a sua opinião pessoal.

A LÓGICA DA TIRANIA E DA OPRESSÃO (NÃO SEJA UM COVARDE):

A lógica da tirania e da opressão é sempre descontar a sua frustração e fúria no mais fraco (em quem não pode revidar), ou seja, em quem está “abaixo de você”. Geralmente, aquele cara “machão” que mais lambe as botas do patrão é quem humilha mais a faxineira. Geralmente, o “opressor covarde” só sabe ser “corajoso e valentão” com os mais fracos (aquele cara que é tão macho, mas tão macho, que só sabe descer a porrada em mulheres, em adolescentes e em crianças). O interessante que peitar bandidos, terroristas e os anjos do Inferno, ninguém quer (nessas horas ninguém é macho, não é)? Podem acreditar, geralmente, aquele cara que precisa humilhar e subjugar os outros para se autoafirmar como “homem”, geralmente, é um “gay enrustido”, ou seja, é uma “tremenda de uma BICHONA”. Para mim, o cara que é homem mesmo, tem atitudes de um homem de verdade. O homem de verdade respeita as mulheres, as crianças e os mais fracos. O homem que é macho mesmo está disposto a se sacrificar lutando em prol dos outros. O homem de verdade é corajoso e valente quando é preciso ser (não só com quem é mais fraco e não pode revidar). O homem de verdade honra, respeita e protege a sua esposa. O homem de verdade respeita e cuida dos seus filhos, ou seja, protege e honra a sua prole. Homem de verdade é honesto e íntegro quando ninguém está olhando (há diferença entre reputação e caráter). Ser homem não é só ter uma “piroca e um saco escrotal” entre as pernas, mas é ter atitudes de um macho de verdade.

EU QUERO FAZER A DIFERENÇA (EU QUERO SER A DIFERENÇA):

"A minha maior ambição na vida é estar na lista dos mais procurados do Diabo". (Leonard Ravenhill)

Eu não tenho medo de morrer, pelo contrário, eu até desejo a morte. Não tenho medo de Satanás, pelo contrário, eu desejo enfrentá-lo em uma luta até a morte. Quero salvar o máximo de pessoas que eu puder (eu sei que quem salva é a Graça de Deus, seus crentes burros, isso é só jeito de dizer). Sei que não posso ajudar todo mundo, mas tentarei ajudar o máximo de pessoas que eu puder.

Não tenho a ambição de ser rico e poderoso. A minha ambição é um pouco mais nobre. Assim, como Leonard Ravenhill, a minha maior ambição na vida é estar na lista dos mais procurados do Diabo. O meu maior desejo é que o meu nome seja conhecido no Céu e temido no Inferno. Eu quero ter uma vida e uma morte honrada. Eu quero fazer a diferença; eu quero ser a diferença.

OS PUNHOS E AS ARMAS EM PROL DA JUSTIÇA (LUTAR EM PROL DOS OUTROS):

Os punhos e as armas do cristão só devem ser usados em nome da justiça; não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. Devemos lutar com o coração em paz, para poder combater o mal em nome da justiça. Proteja os fracos! Lute por aqueles que não podem lutar por si mesmos. Os meus punhos são para serem usados para me proteger e defender os outros. Isso é ser um verdadeiro guerreiro. É isso o que um herói faz. Lute em prol da justiça. Lute em prol dos outros.

PROTEGER O QUE AMA (A PRINCIPAL CARACTERÍSTICA DOS HERÓIS):

“Um bom soldado não é aquele que luta, porque odeia o que está enfrentando, mas, sim, aquele que luta, porque ama o que está defendendo”.

Todos nós devemos decidir o que queremos proteger. Todos querem proteger algo, alguém ou alguma coisa. Queremos sempre proteger algo ou alguém que seja importante para nós. A verdadeira força não está no ódio que sentimos pelos nossos inimigos, mas, sim, no poder do amor que é liberado quando protegemos a quem amamos. Não é o ódio que libera a nossa verdadeira força, mas, sim, o poder do amor. A principal característica de um herói é o amor.

Quando todos se omitem diante do mal. Quando todos se conformam com as coisas erradas. Quando todos folgam com a injustiça. Quando todos te perseguem, porque você ousa questionar o que está errado. Os heróis são aqueles que fazem o que ninguém mais quer fazer. Se não tem quem faça, se não tem ninguém para fazer, o herói tem que tomar a iniciativa e fazer. Muitas vezes, os heróis são desprezados, rejeitados, abandonados e excluídos. Mesmo, você sabendo que levará a pior e que se dará mal por fazer o bem, mas mesmo, assim, você ousa fazer o que é correto, você é corajoso de verdade. Quando você ousar desafiar os malfeitores. Quando não temer o perigo e nem a morte. Quando você se importar mais com os outros do que consigo mesmo. Quando você estiver disposto a morrer lutando pelo que você acredita. Quando você amar tanto os seus amigos que você estaria disposto a morrer no lugar deles para salvá-los. Quando você encarar uma batalha impossível em prol dos outros. Quando você estiver na lista dos mais procurados do Diabo. Sinta-se honrado, pois é isso o que te faz ser um herói.

AQUELE QUE PROTEGE (NÃO FUJA DO SEU CHAMADO):

"O sentimento de luta não deve ser medido pela probabilidade de vitória, mas, sim, pelos valores em defesa dos quais a luta foi feita".

Há batalhas que são travadas para proteger uma vida inocente; e há batalhas que são travadas para preservar a honra. Quantas vezes, você acha que pode escapar com vida da toca do leão sem ter nenhuma estratégia? Nunca deixe à ira e a paixão te desviarem do seu verdadeiro propósito. Não fuja do seu chamado! A ira entorpece a sua espada, portanto, não seja descuidado. Seja prudente. Seja sábio. Pense antes de agir. Seja estratégico. Seja tático. Sempre que tiver dúvidas sobre o que fazer, busque a Deus. Busque o seu Deus em oração. Cuide de sua mente, de seu corpo e de seu espírito. Não aja como um animal irracional (Tigre). Um animal apenas responde e reage por instinto. Um grande guerreiro (um homem prudente e sábio) pensa antes de agir, e procura outros caminhos e outros meios para vencer a batalha. Tenha domínio próprio (tenha autocontrole). O verdadeiro guerreiro é aquele que vence a si mesmo. Vença o Velho Adão, o Velho Homem (Demônio Interior). O verdadeiro campo de batalha é a mente. Um grande guerreiro precisa ter vontade, força e concentração. Seja forte e corajoso! Lute sempre em prol dos outros. O seu chamado, o seu propósito, a sua missão é proteger os inocentes. Use as suas armas e os seus punhos para proteger os indefesos. O seu dever é lutar em prol da justiça. Os verdadeiros heróis são Aqueles Que Enfrentam a Morte. Você é Aquele Que Protege. Não tenha medo da morte. Se for possível, morra com um sorriso no rosto (rindo da cara da morte). Combata o mal e os malfeitores. Proteja e defenda os fracos. Faça o bem.

OS TRÊS CICLOS DA IGREJA (APOSTASIA, PERSEGUIÇÃO E AVIVAMENTO):

Na História da Igreja percebo claramente que o povo de Deus sempre passa por três ciclos (apostasia, perseguição e no final, o avivamento). Infelizmente, quando a Igreja vive no marasmo (sem ser perseguida), os cristãos acabam ficando folgados e passam a viver uma falsa religiosidade e as heresias começam a prevalecer. Quando acontece uma guerra ou uma grande catástrofe, os heróis surgem para ajudar as pessoas e combater o mal. Quando há perseguição e tribulação, a Igreja se torna mais unida e passa a levar as coisas de Deus mais a sério. Quando as coisas pioram de vez, aí sim, as coisas começam a melhorar. As coisas precisam piorar para que comecem a melhorar. Sempre foi assim na História da Igreja, e sempre será. Em todas as grandes guerras e grandes catástrofes, os heróis surgiram para fazer a diferença. Deus só opera e os heróis só surgem, quando não há mais esperança. Quando a guerra vier, quando a perseguição começar, e parecer que é o fim, vocês se lembrarão de tudo o que disse. Quando o caos e a desordem tomarem conta de tudo, quando os maus prevalecerem, aí sim, Deus começará a agir, e os heróis surgirão para combater o mal e para proteger os inocentes.

A TENTATIVA DE EXTERMÍNIO DAS GERAÇÕES FUTURAS (A ESTRATÉGIA DE SATANÁS):

"Que o seu nome seja conhecido no Céu e temido no Inferno". (Leonard Ravenhill)

Uma tática suja muito usada por ditadores, conquistadores e genocidas é matar as crianças e os jovens, para que não haja resistência no futuro. Assim, eliminando as gerações futuras, não haverá resistência. É exatamente isso o que Satanás, o Diabo (Mestre dos Pesadelos) faz. O maior alvo de Satanás são as crianças e os jovens, pois assim, ele impedirá que existam os Guerreiros dos Sonhos, os Guerreiros do Futuro. O Diabo (Guilty) costuma desviar a atenção, o foco das pessoas (todos os bandidos e terroristas espertos fazem isso) para que as pessoas não foquem no que realmente importa. Satanás, o Diabo, quer destruir as vidas dos jovens, os usando em seus planos maléficos, para depois descartá-los. A Igreja precisa de homens de verdade (só tem frouxo na Igreja), de Guerreiros dos Sonhos, Cavaleiros da Esperança, para fazerem a diferença, porque alguém tem que lutar por esses jovens. Alguém tem que proteger as crianças. Alguém tem que salvá-los e livrá-los das garras de Satanás. Alguém tem que ter a coragem e a ousadia de libertá-los das correntes infernais do Diabo.

O LEGALISMO RELIGIOSO (O CÂNCER DA IGREJA CRISTÃ):

Infelizmente, os religiosos legalistas são pragas que existem desde o Cristianismo Primitivo. Esses hipócritas sempre impondo um padrão de falsa “santidade” para os outros que nem eles mesmos conseguem viver. Sempre distorcendo as Escrituras para forçar a Bíblia, a Palavra de Deus, a pregar somente o que lhes é conveniente, ou seja, apenas o que lhes convêm. Os “bordões”, “chavões”, “jargões”, “frases feitas”, “frases clichês” e “frases de efeito ruim” dos crentes comprovam isso. A apatia está por toda parte e a omissão dita às regras.

NUNCA PERCA A SUA INTEGRIDADE (FAÇA A DIFERENÇA, SEJA A DIFERENÇA):

“Quando os jovens tentarem ser como você. Quando os preguiçosos se incomodarem com você. Quando os poderosos olharem por cima dos ombros para você. Quando os covardes tramarem nas suas costas. Quando os corruptos desejarem que você desapareça e os bandidos desejarem você morto; somente aí, você terá feito a sua parte”. (Phil Messina)

O verdadeiro contexto de (Romanos 13:1-7) é justamente esse, o trabalho da Polícia no combate ao crime. Deus nunca foi e nem será pacifista. Os “cristãos” banalizaram e vulgarizaram “a paz, o amor e o perdão”. No primeiro século, no Império Romano, quem fazia o trabalho da Polícia atual, era o Exército (a Polícia é uma instituição do Estado Moderno). Hoje, a Segurança Privada é uma extensão da Segurança Pública. Os apóstolos, Pedro e Paulo, legitimaram o uso da força bruta e de armas letais para se combater o crime e para castigar os malfeitores (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17). O grande profeta, João Batista, que segundo o próprio Cristo, foi o maior profeta que já existiu, quando batizou alguns soldados, ele incentivou os militares a continuarem sendo combatentes, portanto, que esses guerreiros fossem honestos e justos (Lucas 3:14). O amor não folga com a injustiça, mas defende a verdade. O marido tem o dever e a obrigação de honrar e proteger a sua esposa. Os pais têm a obrigação e o dever de cuidar e de proteger os seus filhos. A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. O Estado (Romanos 13:1-7) tem a autorização de Deus para usar a espada (Machaira) para combater os malfeitores e corruptos, porque o dever do governo é louvar e proteger os bons, ou seja, os cidadãos de bem.

REFUTANDO OS ARGUMENTOS DOS “CRISTÃOS” PACIFISTAS:

“Será que um marinheiro ficaria parado se ouvisse o clamor de um naufrago? Será que um médico permaneceria sentado comodamente, deixando seus pacientes morrerem? Será que um bombeiro, ao saber que alguém está perecendo no fogo, ficaria parado e não prestaria socorro? E você, conseguiria ficar à vontade em Sião vendo o mundo ao seu redor ser condenado”?
(Leonard Ravenhill)

O Pacifismo sempre foi muito pregado entre os cristãos desde a Igreja Primitiva, mas o próprio Jesus Cristo e os apóstolos nunca condenaram o serviço militar e nem o direito que todos os seres humanos têm de lutar por suas vidas. Os religiosos pacifistas costumam usar versículos bíblicos fora de contexto (falta de hermenêutica e de exegese) para sustentar o Pacifismo biblicamente, mas qualquer pessoa inteligente e sábia verá que a Bíblia nunca sustentou tal heresia.

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do Diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes”. (Efésios 6:10-13)

É difícil para os crentes entenderem e compreenderem o verdadeiro contexto de Efésios 6. Esses cristãos desprezam Romanos 13 como se o autor de Efésios 6 não fosse o mesmo autor de Romanos 13. Paulo não era bipolar e nem incoerente. O apóstolo Paulo jamais iria pregar o serviço militar e a Guerra Justa em Romanos 13 e depois pregar o Pacifismo em Efésios 6. A luta da Igreja (instituição religiosa) é a Guerra Espiritual, mas a luta do Estado (Romanos 13) é a Guerra Física.

“Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas;”. (2 Coríntios 10:3-4)

Por isso, as armas carnais e humanas, tais como argúcia, habilidade, riqueza, capacidade organizacional, eloqüência, persuasão, influência e personalidade são em si mesmas inadequadas para destruir as fortalezas de Satanás; porque as únicas armas adequadas para desmantelar os arraiais do Diabo, as injustiças e os falsos ensinos são as armas que Deus nos dá. Esse trecho não se refere às armas bélicas, mas, sim, a capacidade humana e as vãs filosofias; e para combater o Inferno precisamos das armas espirituais dadas por Deus, pois somos incapazes de vencermos Satanás e os seus demônios sozinhos.

“Ouvistes que foi dito: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;”. (Mateus 5:38-39)

Sobre se te baterem na "face direita" ter que oferecer a outra, o interessante que arrancar o "olho direito" e cortar a "mão direita" ninguém quer. É óbvio que tudo isso é alegórico (simbólico). Jesus não está mandando ninguém ser saco de pancadas, mas apenas ensinou que a vingança é errada, mas em nenhum momento Ele condenou a legítima defesa ou a defesa pessoal.

“Então, Jesus lhe disse: Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada, à espada perecerão”. (Mateus 26:52)

Quando Pedro cortou a "orelha direita" de Malco, Jesus não mandou Pedro jogar a espada fora, mas apenas guardá-la. O próprio Cristo ordenou a Pedro comprar aquela espada. O apóstolo tentou impedir que a profecia sobre Jesus se cumprisse, por isso, houve essa repreensão de Jesus sobre o mau uso da espada. O apóstolo Paulo ensinou que Deus estabeleceu o governo e de que o Estado tem o poder da espada (Machaira) para punir os malfeitores (algo concedido e autorizado por Deus).

“E saberá toda esta congregação que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; porque do Senhor é a guerra, e ele vos entregará na nossa mão”. (Samuel 17:47)

Quando Davi afirmou que do Senhor é a guerra, ou seja, de que a batalha pertence ao Senhor, ele quis dizer que nós, servos de Deus, devemos confiar no Altíssimo e não em nossa própria força ou em armas bélicas; entretanto, em nenhum momento, ele hesitou lutar contra Golias por causa disso, porque ele confiava no Senhor dos Exércitos.

Sobre os juramentos (como o Juramento à Bandeira), Jesus Cristo não condenou totalmente os juramentos. O que Jesus condenou foram às pessoas que não têm palavra, e precisam se garantir em juramentos para os outros acreditarem que elas estão falando a verdade. Algumas Confissões de Fé protestantes explicam bem sobre isso. Não há problema algum em fazer juramentos honrados em nome da paz, da justiça e do amor.

AS TRÊS REGRAS BÁSICAS DE SEGURANÇA (O CORRETO MANUSEIO COM AS ARMAS DE FOGO):

As três regras básicas de segurança para o correto manuseio com armas de fogo são estas. Primeiro, o atirador sempre deve deixar o dedo fora do gatilho para evitar que o gatilho seja acionado por acidente e ferir algum inocente. Só se deve colocar o dedo no gatilho quando você estiver preparado para disparar. Segundo, o atirador deve tratar toda arma como se esta arma estivesse carregada, portanto, sempre verifique (verifique sempre) se a arma está carregada ou não. Terceiro, nunca aponte o cano da arma para ninguém (a não ser que seja para um bandido ou um terrorista), para evitar acertar algum disparo acidental em alguma pessoa inocente. Sempre, aponte o cano da arma para algum local seguro e nunca mire em algo que você não tenha a intenção de destruir.

O BÁSICO DA ESTRATÉGIA MILITAR:

Você sempre deve conhecer o terreno do seu inimigo. Procure explorar as fraquezas de seu adversário. Procure destruir a economia (riquezas) de seus adversários (o dinheiro, a renda de organizações criminosas ou de exércitos inimigos). A ira entorpece a sua espada, portanto, nunca ataque com raiva (tenha técnica). Seja estratégico. Seja tático. A coragem é forjada no campo de batalha. Adquirindo experiência nas pelejas, você melhora os seus reflexos e aguça os seus sentidos. Os cangaceiros tinham vantagem sobre os policiais e soldados, porque conheciam a caatinga. Os vietnamitas tinham vantagem sobre os militares norte-americanos, porque conheciam a sua terra natal como ninguém. Os soldados norte-americanos somente conseguiram derrotar o Talibã, porque tiveram a ajuda dos combatentes da Aliança do Norte (que conheciam a região e o território). O básico da estratégia militar é sempre eliminar os líderes primeiro para que os seus subordinados fiquem confusos e comecem a disputar pelo poder. Cortar a luz elétrica e as linhas telefônicas para que os seus inimigos fiquem sem comunicação e desorientados na escuridão. Antecipe os passos de seu inimigo. Coloque-se em seu lugar para pensar exatamente como ele, porque assim você saberá qual será o seu próximo ataque. Cerque seus inimigos, destrua as suas plantações e os privem de água e de alimento, assim, você terá mais probabilidade de derrotá-los. O opressor só respeita a força que é maior do que a dele. Os violentos só conhecem a linguagem da violência. Negociar e argumentar com estupradores, torturadores e assassinos cruéis é perda de tempo, porque eles nem se darão ao trabalho de te ouvir. A resposta tem que ser rápida. O disparo tem que ser certeiro. Tenha foco de tiro. Use o fator surpresa, pois assim você surpreenderá o seu inimigo. Nunca implore por sua vida ou por misericórdia, pois isso apenas aumentará a sensação de poder e atiçará o sadismo dos malfeitores. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos bandidos. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos opressores. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos malfeitores. Você escolhe se quer ser apenas uma vítima indefesa ou um inimigo a altura.

O CRISTÃO E O ESTADO (O CRISTÃO E A GUERRA):

A vontade de Deus é que o governo não seja corrupto e nem repressor, mas, sim, um ministro de Deus para o bem-estar da sociedade. Deus instituiu as autoridades governamentais para estabelecer a lei e a ordem no mundo. Por causa do pecado, o homem é ruim por natureza; por isso, Deus estabeleceu o Estado para que ele seja um intermediador entre os homens. Há diferença entre a vingança pessoal e a correta justiça aplicada pelo Estado. A justiça pertence a Deus e as autoridades legalmente constituídas. É errado fazer justiça com as próprias mãos. Os homens precisam de regras para poder viver em sociedade. Existem religiosos alienados que dizem que os cristãos são embaixadores de Cristo e, por isso, eles não podem se envolver com a política e nem com o serviço militar. Isso é mentira do Diabo, porque Deus nunca condenou a política e nem o serviço militar. Não existe um versículo sequer na Bíblia que proíba os cristãos de ocuparem cargos de autoridade. A obrigação de todos os cristãos é intercederem a favor das autoridades governamentais, para que os governantes governem com justiça.

Durante a História, existiram incontáveis guerreiros honrados que lutavam em prol da justiça, e que não deixaram de ser bons por causa disso. Incrédulos e cristãos que combatiam baseados em princípios morais e valores éticos que fizeram a diferença no mundo. Os samurais (apesar da prática do ritual suicida quando eles eram derrotados) e os cavaleiros medievais eram guerreiros que tinham princípios éticos e bons valores. Como eu gostaria de ter vivido nas épocas em que os samurais e os cavaleiros existiam. As flechas do cristão só devem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. O cristão não deve usar a espada por motivos pessoais, mas apenas para promover a justiça. A Bíblia não condena os homens lutarem, portanto, que eles lutem por causas nobres e justas. Mesmo, que tenham cristãos no exército inimigo, se esses “cristãos” estiverem combatendo do lado errado, eles devem ser combatidos também. Na Segunda Guerra Mundial, tiveram muitos “cristãos” que apoiaram Adolf Hitler, isto é, que eram nazistas mesmo, e eles pediram para morrer, porque escolheram o lado errado da guerra. Na Guerra Civil Americana, muitos “cristãos” eram assassinos cruéis, torturadores, estupradores e apoiavam a Escravidão, e esses mereceram morrer também. Em guerras justas, os cristãos devem optar pelo lado justo do conflito, e não pelo lado do opressor. Portanto, os cristãos que se alistam em exércitos mal-intencionados, estão arcando com as conseqüências desse ato, e vão colher exatamente o que plantarem. Quando os cristãos se omitem em situações de injustiça, eles escolhem o lado do opressor. Essa desculpa de que se o cristão matar os bandidos e os terroristas irá impedi-los de se converter não têm embasamento bíblico, pois tanto no Arminianismo Clássico quanto no Calvinismo, Deus já predestinou os salvos antes da fundação do mundo. Espero ter sido claro e objetivo neste meu artigo.

CONCLUSÃO:

Geralmente, os heróis e os justiceiros sofreram algum trauma, ou seja, passaram por algum evento traumático que os levaram a combater o mal. Repare nos heróis das historinhas em quadrinhos e dos animes (é sempre a mesma história). Nós podemos escolher o que fazer com os nossos traumas. Não tem como mudar o nosso passado, mas o passado não precisa ser uma âncora em nossas vidas. Muitas vezes, os traumas e as dificuldades que passamos são para forjar o nosso caráter. Deus tem o poder para tornar o mal em benção. Temos vários personagens bíblicos e históricos que passaram por muitas dificuldades, mas tudo o que eles passaram foi para prepará-los para algo extraordinário. Todos os heróis passam por dificuldades para que seus princípios e ideais sejam testados. Muitas vezes, Deus nos coloca no deserto para provar e testar o nosso coração. Nas extremas dificuldades é que o nosso caráter é verdadeiramente testado. Geralmente, os heróis são órfãos, rejeitados, desprezados, oprimidos e humilhados, mas tudo isso o que eles passam, é uma preparação (um treinamento) para que nós sejamos preparados para cumprirmos o nosso propósito. Tudo tem um motivo. Tudo tem um propósito. Tudo tem um por que. Em um Universo governado por Deus, não existem coincidências. Se nascemos e existimos, há algum propósito para isso.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.