domingo, 10 de abril de 2011

POLITICAMENTE INCORRETO


“Entre as inúmeras arbitrariedades do domínio britânico na Índia, a História mostrará que a pior foi privar uma nação inteira de armas”. (Mahatma Gandhi)

No passado, a mídia foi usada por pessoas inescrupulosas para fazer lavagem cerebral na população para poder desarmá-la. A Rede Globo, a emissora de televisão que apoiou a Ditadura Militar e colocou Fernando Collor no poder, manipulava os seus telespectadores os induzindo a se desarmarem. Em 2005, houve um referendo ridículo na tentativa de desarmar os cidadãos de bem, mas os grupos anti-armas e a Rede Globo foram derrotados vergonhosamente.

Com o infeliz caso que ocorreu numa escola do Rio de Janeiro, quando Wellington Menezes de Oliveira, empunhando um revólver calibre 38 com numeração raspada e um revólver calibre 32 (que pertencia a um pai de família quando foi roubado há 18 anos atrás), executou covardemente várias crianças indefesas, a mídia tem dado indiretas de que pretende retomar a Campanha do Desarmamento, e antes que isso aconteça, eu divulgarei o meu ponto de vista em relação a esse tema.

Geralmente os movimentos anti-armas omitem fatos, manipulam dados e distorcem a verdade; e o Governo Federal se aproveita da boa vontade de muitos cidadãos que participam desses movimentos para impor a sua ideologia ditatorial legalista.

Fato inegável é que uma das armas usadas pelo psicopata do Wellington pertencia a um cidadão de bem no passado, mas muitas das armas que os bandidos usam pertenciam a militares e policiais. Então, será que teremos que desarmar as autoridades para que armas não parem mais nas mãos dos marginais? Por incrível que pareça, existem idiotas que querem que policiais e militares não portem as suas armas fora de serviço. Os militares e policiais são profissionais altamente treinados e eles podem salvar vidas mesmo estando fora de serviço. No caso dos policiais, o que eles fariam se fossem abordados por delinqüentes estando desarmados? Com certeza, eles morreriam.

Os bandidos sempre existiram, e sempre houve guerras e derramamento de sangue inocente no mundo, e antigamente se usavam armas brancas (ainda são usadas até hoje), como, por exemplo, espadas, machados e lanças. Quem mata não é a espada e nem a arma, mas o homem. Um psicopata vai matar tendo uma arma de fogo ou não, pois os crimes mais bárbaros são praticados com armas brancas.

“A seguir Jesus lhes perguntou: Quando vos mandei sem bolsa, sem alforje e sem sandálias, faltou-vos porventura alguma coisa? Nada, disseram eles. Então, lhes disse: Agora, porém, quem tem bolsa, tome-a, como também o alforje; e o que não tem espada, venda a sua capa e compre uma”. (Lucas 22:35-36)

Esse trecho da Bíblia é usado por alguns cristãos para defender biblicamente o porte de arma. Há duas versões para esse trecho bíblico. Uma delas é que Jesus quis cumprir uma profecia e a outra é que Cristo realmente autorizou os seus discípulos portarem espadas. Sobre a interpretação dessa parte da Palavra de Deus, cabe a cada cristão ter a sua opinião formada.

Sobre o mandamento “não matarás”, o verbo hebraico usado no Antigo Testamento para esse mandamento é “ratsach”; e no Novo Testamento, o verbo grego usado para o sexto mandamento é “foneuo”; ambos os verbos, tanto o hebraico quanto o grego, são usados para se referir apenas ao homicídio ilícito e não a legítima defesa. Deus no Antigo Testamento ordenava aos seus servos matarem os pagãos; e os apóstolos, Pedro e Paulo, reconheceram que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus e podem matar se for necessário. Eu sou totalmente favorável que os cidadãos de bem portem armas, portanto, que eles estejam preparados para poder portá-las.

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