terça-feira, 24 de maio de 2011

O SENHOR DA GUERRA



Eu havia decidido não escrever mais sobre os assuntos “serviço militar e política”, mas os religiosos alienados continuam propagando as suas mentiras na Internet caluniando todos os cristãos que são militares, policiais e políticos (no caso dos políticos, infelizmente, têm muitos que dão mau testemunho, mas têm os que são cristãos autênticos também). Não criticarei mais a Igreja Primitiva, porque agora eu sei como era difícil viver o Evangelho naquela época dominada pela idolatria greco-romana. Fato inegável é que o culto imperial, os sacrifícios aos deuses, os rituais idolátricos, e os juramentos pelos deuses dificultavam os cristãos se envolverem com o Estado. Portanto, tem explicação o não envolvimento dos cristãos primitivos com o serviço militar e a política. Têm pacifistas que falam que eu sou a favor do “ministério da morte”, então, a Bíblia também é favorável ao “ministério da morte”, porque a Palavra de Deus, tanto no Antigo Testamento quanto no Novo Testamento, afirma que o Estado é estabelecido por Deus, ou seja, Deus estabelece os governantes da Terra. Infelizmente, existem “cristãos” que demonizam até a Bíblia e a desprezam. A Palavra de Deus apóia o serviço militar e a política e somente não enxerga isso quem não quer.

Um argumento (até coerente) que os pacifistas usam é a crítica a situação de cristãos se matarem em uma guerra. O interessante é que no Antigo Testamento tinham os tementes a Deus em outros povos e nem por isso Israel deixou de guerrear contra esses mesmos povos. Usarei como exemplo a Segunda Guerra Mundial. Tiveram cristãos que se alistaram nos exércitos do Eixo do Mal e conseqüentemente tiveram cristãos que se alistaram nos exércitos dos Aliados. Os cristãos devem ser seletivistas, isto é, eles não podem participar de qualquer guerra, mas, sim, de uma guerra que seja justa. Os cristãos têm que estar do lado certo em uma guerra. Os cristãos que combateram o Nazismo e o Fascismo estavam certos; e os cristãos que combateram ao lado dos nazistas e fascistas estavam errados. Os bons soldados devem pelejar para proteger os indefesos e não massacrá-los. Os nazistas pregavam o extermínio de todos os judeus e negros, algo abominável para Deus, já que o Todo-Poderoso ama todos os povos. Portanto, Adolf Hitler e seus aliados precisavam ser combatidos para que a paz prevalecesse. A guerra é necessária em casos extremos.

Adonai, o Deus de Israel, também conhecido como o Senhor dos Exércitos, sempre teve uma natureza belicosa; mas mesmo assim, os religiosos pacifistas afirmam que Deus mudou de personalidade no Novo Testamento por causa da Graça. Essa é mais uma mentira dos cristãos pacifistas, porque os apóstolos, Pedro e Paulo, afirmaram que a função das autoridades governamentais é punir os malfeitores e louvar os homens que praticam o bem. Os centuriões mencionados no Novo Testamento eram honestos e piedosos, e quem diz essas coisas não sou eu, mas, sim, a Bíblia. Jesus Cristo e os apóstolos nunca demonizaram o serviço militar e a política, até porque Graça para nós, cristãos, é sinônimo de Salvação e não de demonização das autoridades constituídas. Se o Estado for repressor e contrário aos mandamentos de Deus, então, os cristãos têm todo o direito de não obedecê-lo, porque antes importa obedecer a Deus do que aos homens.

Vários artigos publicados no site “Militar Cristão” são meus, e fico muito feliz em saber que estou ajudando os meus irmãos em Cristo que são militares e policiais, já que, infelizmente, esses agentes da justiça sofrem muito preconceito no meio evangélico (sobre as Testemunhas de Jeová não irei nem comentar). O problema é que os religiosos pacifistas não querem aceitar a natureza bélica de Deus, como se o Deus do Novo Testamento não fosse o mesmo do Antigo Testamento. Deus é imutável, ou seja, Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Deus é o Senhor da Guerra.

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