segunda-feira, 9 de maio de 2011

A PROFECIA



O rei dos caldeus, Nabucodonosor, sitiou Jerusalém.
O Templo foi saqueado
Mas havia uma profecia
O filho da união de duas nações seria o libertador de Israel
Ciro, o Persa.
O bebê havia nascido na Pérsia
Seu pai e sua mãe se casaram
A Média e a Pérsia se aliaram
A esperança havia brotado
Seu avô tentou assassiná-lo
Mas por um pastor de ovelhas ele foi salvo
Quando Ciro cresceu, descobriu que era rei.
Voltou para a Média, e seu avô foi condenado.
Ciro, o Persa, o escolhido de Deus.
O libertador dos judeus
Nabucodonosor dormiu com seus pais, e Nabonidus, seu filho, reinou em seu lugar.
O rei dos caldeus viajou para a Arábia para estudar história e religião.
Belsazar, seu filho, ficou em seu lugar.
Belsazar se embriagou nos cálices sagrados de Deus
O próprio Deus decretou a sua derrota
Uma mão descarnada escreveu defronte do castiçal do palácio
Mene, Mene, Tequel e Parsim.
Contou Deus o teu reino e o acabou
Tu foste pesado na balança
Tu foste achado em falta
Dividiu-se o teu reino e deu-se para os medos e os persas
Belsazar ficou desesperado
Ciro e Dario cruzaram o Eufrates
Um canal desviou a água
Um espião abriu a porta
Os medos e os persas invadiram
Os babilônios foram massacrados
Nessa mesma noite, foi assassinado Belsazar, o rei dos caldeus.
Dario, o Medo, reinou em Babilônia.
Ciro, o Persa, voltou para a Pérsia.
Israel foi salvo.


(Esse poema foi escrito em meados de 2002, então, não liguem se tiver algum erro de português ou alguma informação errada, porque nessa época eu havia começado a escrever há pouco tempo).

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