quarta-feira, 24 de agosto de 2011

SAUDADES DO PASSADO


Durante muito tempo, eu somente tive más lembranças de meu passado, mas, hoje, aprendi a me recordar das coisas boas. Não negarei que sofri muito e passei por momentos difíceis na minha vida, mas devo louvar a Deus pelas coisas boas que me aconteceram. Eu passei por momentos tristes, mas também passei por momentos felizes. Neste texto, eu pretendo contar sobre os melhores momentos de minha vida.

Nos primeiros quatro anos de minha existência, eu fui criado pela minha avó, e afirmo categoricamente que esses anos foram os melhores de minha vida. A minha avó sofreu muito na vida, mas deu a volta por cima e superou os seus problemas. Eu convivia com os meus tios e a minha mãe. Eu tinha uma amiguinha chamada Hosana, que era muito gente fina. Nós brincávamos muito quando éramos pequenos, mas com o passar do tempo, acabamos perdendo o contato, e, hoje, ela mora em São Carlos. Eu brincava sempre de lutinha com o meu tio Carlos. O meu tio Marcelo (Narigaytor) sempre me divertiu, porque ele é muito engraçado. O meu tio Juninho também é muito gente boa.

Quando fiz cinco anos de idade, a minha mãe se casou, e sobre este momento sombrio de minha vida, eu prefiro não escrever a respeito, porque eu pretendo apenas escrever sobre coisas boas. Mas, teve uma coisa boa nesse período, eu conheci uma garota maravilhosa chamada Cristina. Eu era apenas uma criança e já era apaixonado pela Cristina. Ela era morena, alta e tinha olhos puxados (a Cristina era mestiça). Infelizmente, a última vez que vi a Cristina, foi quando eu tinha sete anos de idade. A Cristina foi me visitar na minha nova casa, mas ela estava com pressa, porque tinha compromisso. Eu implorei (chorando) para que ela ficasse mais tempo comigo, no entanto, ela teve que ir embora, e desde então, eu nunca mais a vi.

Quando eu completei oito anos, fui morar num condomínio chamado “Ilhas do Mediterrâneo” e lá passei por momentos difíceis, mas também conheci amigos inesquecíveis. Eu tinha um computador chamado “MSX” e jogava sempre aqueles joguinhos maravilhosos (na verdade, desde que eu tinha cinco anos, eu tinha esse computador). Nessa época, eu tive o meu primeiro videogame, um Master System sem fio, mas ele acabou queimando e não pude mais jogá-lo. Quando fiquei mais velho, a minha mãe comprou um Super Nintendo para mim, e me diverti durante anos jogando esse videogame magnífico. Quando eu fiz quatorze anos, me mudei desse condomínio, mas graças a Deus reencontrei muitos dos meus amigos no Orkut e ainda mantenho contato com eles.

Eu fui morar num bairro da periferia chamado “Vila Rubi” e lá conheci pessoas maravilhosas. Na escola onde eu estudei chamada “Parque das Árvores” tive muitos amigos, um mais legal do que o outro. Os meus principais amigos foram o Michel (Royal), o Ataíde (Zé Boquinha), o Rodrigo (Bob), o Wesley (Glomer), o José Rafael (Zé Pereba), o Anderson (Morsa), o Valério, o Charles, o Oséias (Nariz), o Rock, o Vicente (Cabeça), o Augusto e o Maciel (Miau). Conheci garotas admiráveis e honradas também, como a Michele, a Dayana e a Patrícia. O Diego e o Fabinho são grandes amigos que conheci na Vila Rubi. A Bruna e a Tatiane, irmãs da Michele, são mulheres magníficas que também marcaram a minha vida.

Durante grande parte da minha vida, eu assisti uma emissora de televisão que me fez muito feliz, a saudosa Rede Manchete. Eu me regozijava assistindo os animes e as séries japonesas que passavam na gloriosa Rede Manchete. O jornalismo dessa emissora era imparcial e excelente, e as suas novelas, as melhores que já foram feitas no Brasil. Infelizmente, hoje, é o monte de esterco chamado TV Ômega (Rede TV) que tomou o lugar da insubstituível Rede Manchete. Sinto muita falta da televisão de antigamente, porque na minha época, a televisão prestava. Orgulho-me muito de ter pertencido à geração Rede Manchete. Entretanto, hoje, sou obrigado a conviver com uma televisão de péssima qualidade. A Rede Excelsior, a TV Tupi e a Rede Manchete fazem muita falta. Gostaria muito que a televisão brasileira voltasse a ser como era antes, mas, infelizmente, é a baixaria que prevalece atualmente. O SBT (Sistema Brasileiro de Televisão) era excelente também, mas, hoje, deixa muito a desejar. Atualmente, a única emissora da TV aberta que presta é a TV Cultura.

Durantes anos, eu perguntei para Deus o porquê de minha existência e até hoje não obtive a resposta. Mas, uma coisa eu posso afirmar com certeza, valeu a pena ter vivido.

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