sexta-feira, 17 de maio de 2013

O DEUS QUE EU CREIO



Primeiramente, quero dizer que a minha visão sobre a Igreja de Cristo tem mudado bastante, porque conheci cristãos verdadeiros que realmente vivem o Evangelho. Os crentes da minha igreja são bênçãos na minha vida. Uma semana antes do aniversário, a minha família adiantou a comemoração do dia do meu nascimento. Teve um culto de jovens na casa do meu primo Klayton, um culto que a minha amiga Lídia organizou em minha homenagem, porque geralmente, os cultos de jovens são na sexta-feira, e nesse dia, a Lídia resolveu fazer no sábado por minha causa. O culto foi uma benção, e quero começar falando a esse respeito.

Conversando com o Prado (pai da Lídia e marido da Léia), eu cheguei à conclusão de que grande parte dos evangélicos leva Deus a sério (pelo menos, os cristãos do meu convívio social). Infelizmente, existem as maçãs podres que queimam a imagem do Evangelho, mas vejo com clareza, agora, que muitos crentes têm um compromisso sério com Deus. Eu adorei o culto de jovens desse dia, e vi que sou muito amado e querido pela minha família e pelos meus queridos irmãos em Cristo da minha igreja. Fico muito feliz em saber que sou amado e querido pelas pessoas (existe uma meia dúzia de pessoas que me odeiam gratuitamente, mas nem Jesus Cristo agradou todo mundo, portanto, irei valorizar e dar atenção para quem gosta de mim de verdade).

Quero comentar sobre algo que me agoniou durante uma semana (inclusive, no dia do aniversário). Na faculdade onde eu estudo, um rapaz do meu grupo me ameaçou e me ofendeu por motivos fúteis e banais, e eu fiquei muito mal com isso. Uma moça do meu grupo também fica me atormentando, porque ela tirou uma nota baixa numa prova em grupo que eu fiz praticamente sozinho, e ela não sabia muita coisa, ou seja, mesmo assim ela saiu no lucro. Pensei seriamente em sair da faculdade por causa disso, mas eu conversei com o rapaz que me ameaçou e me ofendeu. Eu usei palavras brandas e mansas para falar com ele e até me desculpei por tê-lo deixado nervoso (por motivo banal e fútil). Esse rapaz não reconheceu o seu erro e ainda me tratou com soberba e arrogância. Pelo menos, eu sei que a minha parte eu fiz, e creio que agradei o coração de Deus com a minha atitude. Graças a Deus, aparentemente esse problema já está resolvido. Na verdade, eu nunca quis fazer faculdade, pois somente faço faculdade por causa da minha mãe mesmo. Não pretendo mais dar aulas, porque tenho pavor de falar em público, por isso, desisti de ser professor. Quero fazer outra coisa na vida em que eu seja mais valorizado.

Uma conclusão que cheguei é que Deus nunca me desamparou, e sempre me socorreu quando eu pedi a sua ajuda. O Altíssimo sempre me livrou quando eu precisei. Deus me mostrou que eu sou amado pelas pessoas (mesmo eu não tendo amor próprio). Adonai também tirou a angústia que atormentava o meu coração durante essa última semana que passou. Em relação a minha situação com as mulheres, eu também estou mais tranqüilo e sossegado, pois não sinto mais tanta agonia por causa disso. Por enquanto, eu estou mais preocupado em agradar o coração de Deus. O maior desejo do meu coração no momento é que Deus me liberte da escravidão do pecado, porque eu sonho em ser um homem livre. Não quero mais ser oprimido e subjugado pela minha carne. Desejo fazer a vontade de Deus, isto é, quero honrar o Todo-Poderoso com as minhas atitudes. O meu maior sonho (até mais do que ter uma esposa) é ser amigo de Deus. Eu adoraria ser amigo do Criador do Universo, pois desejo ardentemente me relacionar com Ele. Quero ter um compromisso sério com Deus. Decidi escrever este texto para agradecer a Deus pelo que Ele tem feito por mim, e espero que os casos que contei possam edificar em alguma coisa a vida de alguém.

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