sábado, 14 de dezembro de 2013

VENDAVAL DO DRAGÃO


“Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; subirei acima das mais altas nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo”. (Isaías 14:12-14)

Satanás, o Diabo, é o maior adversário dos cristãos. Os servos de Deus, querendo ou não, estão dentro de uma grande guerra, a Guerra Espiritual. Quero deixar bem claro, que apesar do tema deste meu texto ser a Guerra Espiritual, não sou adepto do Movimento Batalha Espiritual, idealizado por Neuza Itioka, Rebecca Brown, Daniel Mastral, e companhia. Não sou fã desses hereges; e tampouco acredito em suas heresias demoníacas. Neste meu artigo, quero tratar da Batalha Espiritual de uma maneira séria e totalmente bíblica. Portanto, usarei embasamento totalmente bíblico, neste meu texto.

“Peso do deserto do mar. Como os tufões de vento do Sul, que tudo assolam, ele virá do deserto, da terra horrível. Visão dura se me manifesta: o pérfido trata perfidamente, e o destruidor anda destruindo. Sobe, ó Elão, sitia, ó medo, que já fiz cessar todo o seu gemido. Pelo que os meus lombos estão cheios de grande enfermidade; angústias se apoderaram de mim como as angústias da que dá à luz; estou tão atribulado, que não posso ouvir, e tão desfalecido, que não posso ver. O meu coração está anelante, e o horror apavora-me; o crepúsculo, que desejava, se me tornou em tremores”. (Isaías 21:1-4)

Muitas vezes, me senti assim, por causa das investidas do Diabo. Constantemente sou tentado a praticar coisas horríveis. Sugestões diabólicas sempre assombram a minha mente. Satanás me sugere sempre o suicídio para eu poder resolver os meus problemas, mas na verdade, eu apenas seria um empecilho a menos para ele se preocupar. Se Lúcifer me quer tanto morto, é porque eu sou importante e represento alguma ameaça para o seu reino. Jesus Cristo se sacrificou por mim numa cruz, porque Ele me ama; portanto, eu sou importante e valioso. Por isso, não posso me suicidar. O Vendaval do Dragão me deixa atribulado, mas resistirei até o fim.

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do Diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes”. (Efésios 6:10-13)

A nossa luta é principalmente contra os antigos espíritos do mal, mas isso não significa que temos que nos omitir diante da maldade. Tanto os demônios quanto os malfeitores são os nossos inimigos. Tanto os espíritos malignos quanto os bandidos devem ser combatidos. O capítulo 6 da Carta aos Efésios não invalida o capítulo 13 da Carta aos Romanos. Portanto, as autoridades são estabelecidas por Deus para castigar os malfeitores. Guerra Espiritual não é sinônimo de Pacifismo, pelo contrário, é a Guerra Santa entre o bem e o mal.

“Quando o espírito imundo sai do homem, anda por lugares áridos procurando repouso, porém, não encontra. Por isso diz: Voltarei para minha casa donde saí. E, tendo voltado, a encontra vazia, varrida e ornamentada. Então, vai, e leva consigo outros sete espíritos, piores do que ele, e, entrando, habitam ali; e o último estado daquele homem torna-se pior do que o primeiro. Assim, também acontecerá a esta geração perversa”. (Mateus 12:43-45)

Satanás joga sujo e não sente pena de ninguém. Ele não conhece o remorso e nem a piedade. Lúcifer é extremamente cruel e vil. Ele é sádico e impiedoso. O seu coração é cheio de vilania e maldade. Ele é pérfido e extremamente astuto. Portanto, não podemos vacilar.

“Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas;”. (2 Coríntios 10:3-4)

As armas letais são necessárias na guerra física, mas na Guerra Espiritual, as nossas armas, são a fé, a oração, e a Palavra de Deus. Portanto, em cada guerra devemos usar as armas certas. O Diabo teve a sua derrota decretada, mas ele ainda está em combate e sedento de sangue. Nós, cristãos, temos o direito e o dever, de lutarmos por nossas vidas e por nossas almas.

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