segunda-feira, 21 de abril de 2014

O CRISTÃO E AS AUTORIDADES


“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores, porque não há autoridade que não proceda de Deus e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe a autoridade, resiste à ordenação de Deus e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor quando se faz o bem e sim quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela. Visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem, entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus e vingador para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeito, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência. Por esse motivo também pagais tributos; porque são ministros de Deus, atendendo constantemente a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra".

Segundo o Apóstolo Paulo, as autoridades são ministros de Deus para castigarem os malfeitores, então, os soldados e os policiais estão a serviço de Deus para o bem-estar da sociedade.

As Testemunhas de Jeová e outros religiosos afirmam que as autoridades são do Diabo, mas a Bíblia diz que toda autoridade procede de Deus. Os pacifistas hipócritas se baseiam no Sexto Mandamento para poder proibir os cristãos de se envolverem com o serviço militar e a polícia, mas tanto no Judaísmo quanto no verdadeiro Cristianismo o mandamento "Não Matarás" sempre se referiu ao assassinato e não a legítima defesa e a pena capital.

As Sagradas Escrituras relatam que o Carcereiro de Filipos permaneceu na carceragem mesmo depois de se converter e ele portava uma espada.

O Centurião Cornélio provavelmente permaneceu no Exército, pois em nenhum momento o Apóstolo Pedro o recriminou por ser militar e ordenou que ele fosse batizado ainda sendo um oficial romano.

Jesus Cristo de maneira alguma condenou a profissão do Centurião de Cafarnaum, pelo contrário, elogiou até a sua fé.

Muitos se baseiam nos relatos de alguns historiadores como Edward Gibbon alegando que os cristãos primitivos não se alistavam no Exército e nem ocupavam cargos públicos e, por isso, é pecado um cristão se envolver com o Estado; mas, existiram militares e políticos cristãos no primeiro século sim, como os Quarenta Lutadores por Cristo, o Cônsul Acilius Glabrio e o Procônsul Sérgio Paulo.

Na minha humilde opinião, Deus apóia os soldados, os policiais e os políticos quando são honestos e bons sim, e quem prega o contrário é no mínimo ingênuo ou moralmente delinquente mesmo.

Nenhum comentário: