segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

FRASES DE FILIPE LEVI 2

"Eu admiro muito Jesus Cristo. Eu me identifico com Jesus. Não com o Jesus Hippie (pacifista e omisso) e songamonga dos evangélicos, mas com o Jesus da Bíblia, que era bocudo, que andava com os pecadores, que se indignava com as coisas erradas, que xingava os fariseus, que amava os oprimidos e que não suportava a hipocrisia religiosa e o falso moralismo". (Filipe Levi)

“Eu, realmente, me acho um anormal. Não vejo graça no que os jovens vêem graça. Principalmente, os jovens que foram criados na Igreja, mas que não estão nem aí para Deus. Não vejo graça em balada, nem em bar, menos ainda no puteiro. Vejo garotos que tratam as mulheres como objetos, e mulheres que se tratam como objetos. Eu realmente queria saber se os pais e pastores desses jovens sabem o que eles publicam nas redes sociais e fazem fora da Igreja. É tanta futilidade e tanta sensualidade que chega a me dar nojo. Realmente, eu sou uma aberração para a sociedade, porque não vejo nenhuma graça nessas coisas. Eu, particularmente, no lugar da balada, prefiro uma vigília. No lugar do bar, prefiro sair com os meus amigos cristãos verdadeiros. No lugar do puteiro, prefiro beijar e fazer sexo com a mulher certa para mim (seja ela quem for). Eu não sirvo para esse mundo, e nem para esse circo chamado igreja evangélica moderna. Isso é apenas um desabafo”. (Filipe Levi)

“Tem coisas que são tão ridículas, que são tão idiotas, que chegam a ser engraçadas. Tipo as mulheres que usam calças apertadas, shortinhos, maquiagem, batom, que se depilam e são fãs do David Miranda. O mais engraçado disso, é que o David Miranda falava claramente que o Facebook é do Diabo (tipo as televisões que ele guardava na sua casa, que também são do Diabo, é claro), e os fãs do David Miranda, em sua homenagem, criaram páginas em homenagem ao David Miranda no Facebook”. (Filipe Levi)

"Matar sem nenhum fundamento moral não é nada além de assassinato. Matar por uma causa é apenas justiça". (Kaname Tousen)

“O impressionante dos "cristãos pacifistas" é que eles querem fazer as pessoas acreditarem que o tema guerra justa foi uma invenção que o Agostinho de Hipona tirou da cabeça dele, mas isso não é verdade. Tito Flávio Clemente, o Clemente de Alexandria, já defendia a guerra justa no século II. Os Pais Apostólicos, Policarpo de Esmirna e Clemente de Roma, reconheciam a legitimidade das autoridades governamentais, pois eles acreditavam que Deus estabelece as autoridades governamentais. Ireneu de Lyon, Melitão de Sardes, Teófilo de Antioquia e Eusébio de Cesaréia também reconheciam que as autoridades governamentais são legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Em Romanos 13:1-7 e em I Pedro 2:13-17, os apóstolos, Paulo e Pedro, deixam bem claro a sua opinião sobre as autoridades governamentais castigarem e punirem os malfeitores até com a morte se for preciso. Leiam a Bíblia, seus pacifistas idiotas”. (Filipe Levi)

“O interessante dos "não julguetes" é que eles falam que é para sermos iguais a Jesus em todas as suas atitudes, mas quando é para julgar as coisas erradas é só Jesus que podia. Para eles, somente João Batista, os apóstolos, os Pais da Igreja e os reformadores podiam julgar, mas nós, cristãos atuais, devemos nos omitir perante as coisas erradas e sermos apáticos diante da maldade. É tanta idiotice que eu chego a passar até mal de tanto nervoso em ouvir tanta besteira”. (Filipe Levi)

“O interessante de um certo tipo de crentes (ainda mais contraditórios do que os "cristãos pacifistas e anarquistas"), são aqueles crentes que reconhecem que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus, mas para eles os cristãos não podem ocupar cargos de autoridade, porque eles são embaixadores de Cristo (algo totalmente contraditório e sem embasamento bíblico, sem contar que é uma coisa sem pé e nem cabeça mesmo), e, por isso, não podem ser autoridades. Se é Deus quem coloca os governantes no poder, os governantes sendo cristãos ou não de qualquer maneira foi Deus quem os colocou no poder. É cada imbecilidade que os "cristãos" inventam a cada dia”. (Filipe Levi)

“Então, Jesus lhe disse: Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada, à espada perecerão”. (Mateus 26:52)
“Cristo não pregou o pacifismo, mas, ele simplesmente devia cumprir a profecia a seu respeito e se sacrificar na cruz. O próprio Jesus ordenou que Pedro comprasse aquela espada e ele não lhe disse para jogá-la fora, mas apenas para guardá-la. Paulo reconhece que o Estado tem o poder da espada para castigar os malfeitores (algo concedido e autorizado por Deus)”. (Filipe Levi)

“Na verdade, o ensinamento do "olho por olho e dente por dente" nunca se referiu ao ódio e a vingança pessoal (isso era distorção dos fariseus). Moisés nunca pregou esse tipo de coisa, até porque foi ele quem ensinou primeiro que a vingança pertence a Deus e de que se deve amar o próximo como a ti mesmo. Olho por olho e dente por dente sempre se referiu à legítima defesa e as punições aplicadas pelas autoridades legalmente constituídas contra os malfeitores. Olho por olho e dente por dente significa que a reação contra um agressor injusto ou a punição aplicada contra um malfeitor deve ser de acordo com a agressão sofrida ou com o delito cometido, ou seja, na mesma proporção, e nunca de forma exagerada”. (Filipe Levi)

“Ouvistes que foi dito: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;”. (Mateus 5:38-39)
“Os fariseus deturpavam as leis do Antigo Testamento para incentivar as pessoas ao ódio e a retaliação, porque olho por olho e dente por dente eram na verdade as punições aplicadas pelas autoridades nos malfeitores e não um incentivo a represália do indivíduo. Jesus condenou a vingança pessoal e não a legítima defesa, pois Ele usa muito simbolismo nas coisas em que ensina. Cristo, em outra parte da Bíblia, ensinou que se a sua mão direita te fizer pecar, se deve amputá-la. E se o seu olho direito te fizer pecar, se deve arrancá-lo. Oferecer a outra face está inserido no mesmo contexto. Jesus não falou para os cristãos se mutilarem e nem para serem sacos de pancadas dos outros. Tudo isso é puro simbolismo”. (Filipe Levi)


“Em Efésios 6, quando Paulo fala que a nossa luta não é contra carne e sangue, ele se refere a luta da Igreja, ou seja, que a Igreja não deve se engajar em lutas armadas (Igreja, instituição, ou quer que eu desenhe?). Em Romanos 13, (o autor é o mesmo de Efésios 6, ou seja, ele não era bipolar), Paulo ensina, claramente, que a luta do Estado (que é ministro de Deus) é contra os malfeitores. Como, Paulo, não era bipolar e nem esquizofrênico, ele não tinha uma opinião em Romanos 13 e outra opinião em Efésios 6. Paulo não era pacifista, ele simplesmente disse que a guerra da Igreja é espiritual, e a guerra do Estado é física”. (Filipe Levi)

“Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas;”. (2 Coríntios 10:3-4)
“Por isso, as armas carnais e humanas, tais como argúcia, habilidade, riqueza, capacidade organizacional, eloqüência, persuasão, influência e personalidade são em si mesmas inadequadas para destruir as fortalezas de Satanás; porque as únicas armas adequadas para desmantelar os arraiais do Diabo, as injustiças e os falsos ensinos são as armas que Deus nos dá. Esse trecho não se refere às armas bélicas, mas, sim, a capacidade humana; e para combater o Inferno precisamos das armas espirituais dadas por Deus, pois somos incapazes de vencermos Satanás e os seus demônios sozinhos”. (Filipe Levi)

“As flechas do cristão somente podem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para as pessoas a quem o cristão jurou proteger. O cristão não deve usar a espada por motivos pessoais, mas apenas para promover a justiça”. (Filipe Levi)

“Os heróis podem matar os vilões para proteger os inocentes se for necessário, pois o mandamento “não matarás” em sua tradução correta significa “não assassinarás”. O sexto mandamento em hebraico é “lo tirsah”, e em grego é “ou foneuseis”, e em ambas as línguas usadas na Bíblia original, esse mandamento se refere somente ao assassinato criminoso e nunca a legítima defesa. Portanto, os inocentes têm o direito de se defender ou de serem defendidos por alguém”. (Filipe Levi)

“O verbo hebraico “ratsach” usado nesse mandamento no Antigo Testamento, e o verbo grego “foneuo” usado nesse mandamento no Novo Testamento, sempre são usados para se referir ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa e a pena capital. Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” se referem ao homicídio ilícito. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado. Seria uma grande incoerência Deus mandar os hebreus matarem nas guerras sendo que Ele mesmo disse “não matarás”, se no sexto mandamento Deus não se referisse somente ao homicídio criminoso (Deus não é bipolar)”. (Filipe Levi)






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