quinta-feira, 9 de março de 2017

FRASES DE FILIPE LEVI 6

"O culto imperial e os sacrifícios aos deuses, assim, como os rituais idolátricos praticados nas cerimônias cívicas e religiosas, dificultavam os primeiros cristãos de se alistarem no Exército e de ocuparem cargos públicos, porque os militares e políticos que se recusassem a cultuar o imperador e a sacrificar aos deuses, eram condenados a morte por traição ao Império. Muitos cristãos, que ocupavam cargos de autoridade no governo, foram martirizados, porque se recusaram a negar a Jesus. No século I, os cônsules, Acilius Glabrio e Flávio Clemente, foram martirizados por se recusarem a negar a sua fé em Cristo. Nos séculos II, III, e IV, inúmeros militares e políticos que se converteram ao Cristianismo foram exonerados de seus cargos, torturados, e assassinados por causa de sua fé. Foi um verdadeiro banho de sangue. Oficiais romanos, como, por exemplo, Sebastião (capitão da Guarda Pretoriana), Jorge (tribuno militar), e Expedito (comandante de uma legião), foram torturados, e brutalmente assassinados por amor a Jesus Cristo. Pessoas simples e importantes socialmente enfrentaram o martírio por amarem a Deus acima de tudo". (Filipe Levi)

"Primeiramente, quero falar sobre o mandamento “Não matarás”, que é uma tradução errada da Bíblia em português, porque a sua tradução correta é “Não assassinarás”. Há diferença entre um assassinato criminoso e um homicídio lícito. O verbo hebraico “ratsach” usado no sexto mandamento no Antigo Testamento se refere ao homicídio ilícito. O verbo grego “foneuo” usado para esse mesmo mandamento no Novo Testamento também é usado para se referir ao assassinato criminoso. Portanto, a Bíblia, a Palavra de Deus, condena apenas o assassinato, e não a legítima defesa e a pena capital. Sobre a pena de morte, o apóstolo Paulo deixa transparecer em suas Cartas que ele era favorável a pena capital. Na Carta aos Romanos, no capítulo 13 do versículo 1 ao 7, Paulo conta sobre o Estado (que segundo ele é instituído por Deus); e no versículo 4, a palavra grega usada para espada é “machaira”, que é um símbolo da pena de morte. Portanto, o apóstolo Paulo era um defensor da lei e da ordem. Para Paulo, a função do governo é punir os maus e exaltar os bons, porque essa é a vontade de Deus". (Filipe Levi)

"Infelizmente, a grande maioria dos evangélicos é incapaz de enxergar bons princípios e valores em coisas seculares. Os animes (desenhos japoneses) ensinam ensinamentos parecidos com os ensinamentos judaico-cristãos, como, por exemplo, o altruísmo, a amizade, a lealdade, a honra, se importar mais com os outros do que consigo mesmo, e proteger os fracos e indefesos. Os heróis dos animes muitas vezes têm uma conduta mais ética e tem mais moral do que a grande maioria dos evangélicos". (Filipe Levi)

"As pessoas que têm medo e que são tomadas pelo desespero, são fáceis de serem manipuladas. As pessoas que não têm mais sonhos e nem esperança são fáceis de serem controladas, e quem tem o controle, tem o poder". (Filipe Levi) 

"Infelizmente, a Igreja de Cristo carrega uma carga negativa vindo desde a Igreja Primitiva quando o assunto é a sexualidade e o sexo dentro do casamento. Devido a má influência de filosofias pagãs como, por exemplo, o Estoicismo (Zenão) e o Platonismo (Platão), os cristãos passaram a ter uma visão distorcida da sexualidade dentro da vontade de Deus. A Bíblia, a Palavra de Deus, sempre falou bem do sexo, dentro do contexto do casamento. Praticamente quase todos os Pais da Igreja satanizaram a sexualidade e a Igreja Católica enfatizou essa satanização ainda mais durante a Idade Média. Hoje, muitas igrejas evangélicas ainda afirmam que o prazer sexual é demoníaco e deve ser combatido. O livro de Cantares, o livro de Provérbios, e os apóstolos, Pedro e Paulo, e até o próprio Jesus Cristo sempre defenderam a sexualidade. Não importa o que os Pais da Igreja ensinaram ou deixaram de ensinar, se os seus ensinamentos são contrários a Bíblia, a Palavra de Deus". (Filipe Levi)

"O impressionante das Testemunhas de Jeová e de muitos evangélicos é que eles mentem descaradamente quando o assunto é o serviço militar e a guerra. É porque mentir e omitir a verdade em nome da paz e do amor pode, não é mesmo? Ele pegam Tertuliano de Cartago, Hipólito de Roma, Orígenes de Alexandria, Cipriano de Cartago e Lactâncio como exemplos e falam que a Igreja Primitiva inteira pensava como esses hereges. O interessante é que o Ireneu de Lyon, o Clemente de Alexandria e o Eusébio de Cesaréia defendiam abertamente a guerra justa e o serviço militar (bem antes de Agostinho de Hipona sonhar em existir). Clemente de Roma e Policarpo de Esmirna reconheciam que as autoridades governamentais são legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Mas como mentir por uma "boa causa" não é pecado, então, não tem problema nenhum. Ignoremos o fato de Satanás, o Diabo, ser o Pai da Mentira, porque mentir, caluniar, difamar e acusar em nome da paz e do amor não tem problema". (Filipe Levi)


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