sexta-feira, 20 de abril de 2018

MINISTROS DE DEUS



Filipe Levi 27/09/10
MINISTROS DE DEUS


“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor quando se faz o bem, e, sim, quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela; visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência. Por esse motivo também pagais tributos: porque são ministros de Deus, atendendo constantemente a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra”. (Romanos 13:1-7)
A Bíblia afirma que as autoridades constituídas foram instituídas por Deus e que todos os homens devem se sujeitar a elas. Na Carta aos Romanos, é relatado que os agentes do Estado são ministros de Deus e vingadores para castigar os que praticam o mal. Então, quando as Testemunhas de Jeová e os crentes pacifistas pregam que as autoridades constituídas são de procedência maligna, eles estão mentindo descaradamente; porque a Palavra de Deus fala que toda autoridade procede de Deus. Portanto, os militares, policiais, magistrados e políticos são ministros de Deus que exercem as suas funções, com a aprovação divina, para manter a lei e a ordem no mundo.
“Também soldados lhe perguntaram: E nós, que faremos? E ele lhes disse: A ninguém maltrateis, não deis denúncia falsa, e contentai-vos com o vosso soldo”. (Lucas 3:14)
João Batista era o precursor do Messias e ele preparava o povo para a vinda de Jesus Cristo quando batizou alguns soldados. Esse profeta em nenhum momento recriminou os militares, pelo contrário, ele lhes disse para exercerem a sua função com honestidade. O apóstolo Paulo vivia comparando a vida cristã com o serviço militar e com certeza ele não usaria algo profano como comparação, ou seja, o Exército procede de Deus como toda autoridade constituída.
O centurião Cornélio era um homem justo e temente a Deus, isto é, ele era um oficial romano que guerreava e não se envolvia com a idolatria que predominava na época. Cornélio servia em Cesaréia e a sua missão era manter a paz. Não está escrito na Bíblia que o apóstolo Pedro obrigou Cornélio a abandonar a sua centúria, e se o serviço militar fosse algo realmente diabólico, tenho certeza que a Palavra de Deus alertaria os cristãos sobre isso, no entanto, não existe sequer um versículo da Bíblia que proíba os cristãos de serem soldados. Todos os centuriões mencionados no Novo Testamento tinham bom caráter e eram honestos.
Há muitas provas arqueológicas sobre o procônsul Sérgio Paulo que relatam que ele governou Chipre durante três anos e depois se tornou curador de um banco em Roma. Apesar da maioria dos cristãos primitivos ter implicado com o serviço militar e a política, existiram autoridades que eram cristãs, como, por exemplo, o procônsul Sérgio Paulo.
O carcereiro de Filipos portava uma espada e a própria Palavra de Deus relata que ele permaneceu em sua profissão depois de sua conversão, pois ele libertou Paulo e Silas no dia seguinte e a Bíblia se refere a ele ainda como carcereiro nessa ocasião.
Na Carta aos Filipenses, o apóstolo Paulo comentou que evangelizou os guardas pretorianos que o vigiavam e afirmou que existiam santos no palácio de César, e a Palavra de Deus indica que esses santos eram os soldados evangelizados pelo apóstolo Paulo. Provavelmente, existiam cristãos na Guarda Pretoriana. 
Existiu um cônsul cristão, no primeiro século, chamado Acilius Glabrio, que foi martirizado por não negar a sua fé. A História relata que Acilius Glabrio continuou sendo cônsul depois que se converteu.
Os religiosos pacifistas se baseiam em versículos bíblicos fora de contexto e deturpam a História para propagar o pacifismo, mas nesse texto, eu mostro a verdade contida na Bíblia. Eu devo praticar as coisas certas que a Palavra de Deus ensina e não cometer os mesmos erros que a Igreja Primitiva cometeu.


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