sexta-feira, 29 de junho de 2018

UM INIMIGO À ALTURA (UM HOMEM QUE VALE À PENA MATAR)


"A minha maior ambição na vida é estar na lista dos mais procurados do Diabo". (Leonard Ravenhill)

Diante de tanta covardia e omissão, o mal impera no mundo e na Igreja de Cristo. A Igreja Cristã se corrompeu de tal forma, que no meio secular (mundano) é possível encontrar mais bondade e integridade entre os “pecadores” do que entre os “cristãos” da Igreja. Vejo mais decência e honra em muitos incrédulos do que em muitos evangélicos hipócritas e falsos que foram criados dentro da Igreja. Falta homem de verdade na Igreja! Satanás quer um inimigo à altura. O Diabo quer um homem que o desafie, que o afronte, que bata de frente com ele (sem ser legalista, fanático e fundamentalista); um homem que tenha peito e coragem para desafiá-lo, um homem que vale à pena matar. O Predador, o Diabo Caçador de Homens. Estou diante dos Portões do Submundo (As Portas do Inferno estão abertas). Os Assassinos estão livres. Um lugar com histórico de morte, terror, horror, angústia e sofrimento. Um ambiente hostil fedendo a carniça e morte. Cheio de vermes e de dor. Esse é o meu coração. Mesmo, em meio à escuridão, ainda há uma luz, tímida, mas existente. Talvez, seja isso o que chamam de fé. O ambiente é pesado e tem cheiro de morte. Vejo cadáveres por todos os lados. Gente mutilada e morta. A degeneração humana. A Depravação Total. A maldade do ser humano. Talvez, ainda brote a esperança em meu coração um dia, quem sabe. Eu estou preparado para morrer, mas eu escolho morrer lutando. Se eu cair, eu caio atirando. Se eu morrer, levarei todos os meus inimigos junto comigo. A morte, o Inferno e o Diabo são tão naturais para mim. Não busco a Deus por ter “medinho” do Inferno. Sempre desejei a morte. A minha maior ambição na vida é estar na lista dos mais procurados do Diabo. Um homem sem medo é um homem sem esperança. Eu não tenho nada a perder. Todos nós iremos morrer. Mas, podemos escolher, se morreremos como heróis ou como covardes. A morte é inevitável. Não tem como escapar da morte. Anseio muito por esse dia, quando a morte e eu nos encontraremos. Quero morrer como um herói. Almejo ter uma morte gloriosa. Desejo ter uma morte honrada. Não há honra no medo, na covardia e no desespero. Eu quero ser um inimigo a altura. Eu quero ser um homem que vale à pena matar. Eu quero ser um herói. Talvez, morrer lutando em prol dos outros seja a única coisa que vale à pena nessa minha miserável vida. Há uma grande vantagem em não ter nada a perder, assim é muito mais fácil para morrer e também para matar. Não ter com o que se preocupar. Quero que o meu nome e os meus feitos fiquem registrados na História, como o homem que ousou fazer o que mais ninguém quis fazer, fazer a diferença. Eu sou a ponta da lança. Eu sou a Espada de Miguel. Eu sou uma arma. Matei muitos dos meus sentimentos, mas garanto, foi tudo por legítima defesa. Eu serei protegido (Duro de Matar) até cumprir com o meu propósito. Acredito que enquanto eu fizer o bem e o que é certo, eu serei protegido. Não ferirei ninguém inocente, nem oprimirei os fracos (sempre abominei os homens que fazem isso). Eu prometi a Deus que jamais usaria as armas para o mal, nem os meus punhos para oprimir e subjugar os fracos (ao contrário dos crentes da Igreja, eu não sou violento com quem não pode revidar). Eu realmente tenho o desejo sincero e verdadeiro de fazer o bem. Quero mesmo fazer o que é certo. Quero fazer a coisa certa. Alguém tem que ficar e lutar. Alguém tem que proteger os fracos e socorrer os feridos (a Igreja é o único exército que abandona os seus feridos de guerra). Há diferença entre vingança e justiça. A vingança é apenas uma resposta emocional baseada no ódio e no rancor. A justiça dentro da Lei (tanto nas Leis dos homens quanto nas Leis de Deus) é o correto a ser feito. A violência pode ter um bom uso quando essa violência é usada como uma contingência (na legítima defesa ou na proteção dos indefesos). Eu quero justiça, não, vingança. Há diferença entre ser herói e ser justiceiro. O justiceiro é tão criminoso quanto os bandidos que ele assassina e executa. O herói somente usa os seus punhos e suas armas em prol dos outros, ou seja, para proteger os inocentes. O verdadeiro herói só deve usar a sua força, as suas armas e o seu treinamento marcial (militar) para promover a justiça e a paz. Há diferença entre ser pacifista e ser pacificador. O pacifista é aquele covarde que adora usar “amor, paz e perdão” como bordões para poder justificar e legitimar a sua covardia e omissão. O pacificador é aquele que luta em nome da justiça para poder promover a verdadeira paz. Por meio da Bíblia, descobri que Deus sempre apoiou o combate (Romanos 13:1-7), (1 Pedro 2:13-17) e (Lucas 3:14) se esta batalha for travada por uma causa nobre e por motivos justos. Eu não tenho nada a perder, mas nem por isso usarei isso como “bordão e desculpa” para fazer o mal. Eu quero mesmo fazer o bem. Eu quero fazer a diferença. Eu quero fazer a coisa certa. Eu quero ser um herói, mesmo, que eu seja ferido mortalmente, pereça e acabe morrendo por causa disso. (Filipe Levi)

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