quarta-feira, 11 de julho de 2018

A ARMA PERFEITA (A BÍBLIA)



Filipe Levi 11/07/18
A ARMA PERFEITA (A BÍBLIA)

A ORIGEM DA BÍBLIA:


Neste texto, eu pretendo mostrar a importância da Palavra de Deus para a história humana e para a história da minha vida. Eu sou apaixonado pela Bíblia desde que eu era adolescente (o período em que eu fui mais cristão em toda a minha existência). Deus, o Altíssimo, falou comigo diversas vezes através da sua Palavra. Eu encontrei muitas respostas na Bíblia, mas ainda tenho outras perguntas que não foram respondidas. Começarei contando desde o início quando a Bíblia que conhecemos hoje surgiu.

Em 325, no Concílio de Nicéia, cerca de 318 bispos que vieram de várias regiões se juntaram para reunirem os livros da Bíblia. No Concílio de Nicéia, os livros do Novo Testamento foram reunidos. Esses bispos, orientados por Deus, identificaram os livros inspirados pelo Espírito Santo, os livros canônicos, e desprezaram os livros apócrifos, os que não eram verdadeiros, até alguns deles eram histórias verídicas, mas não inspiradas pelo Espírito Santo. A Bíblia da Igreja Primitiva era o Antigo Testamento (os livros do Antigo Testamento haviam sido reunidos pelos judeus há muito tempo). Parte do Antigo Testamento era em aramaico e outra parte em hebraico. A Septuaginta (a versão grega do Antigo Testamento) circulava entre os cristãos primitivos também. O Novo Testamento era em grego. Jerônimo de Strídon traduziu a Bíblia inteira para o latim, facilitando o acesso do povo de sua época a Palavra de Deus.

O grande reformador, Martinho Lutero, traduziu a Bíblia para o alemão. William Tyndale e John Wycliffe traduziram a Bíblia para o inglês. João Ferreira de Almeida traduziu a Bíblia para o português. Essas são as versões mais conhecidas.

Entre os séculos IX e X, os judeus “massoretas” dividiram o Antigo Testamento em versículos. Os massoretas eram estudiosos das Escrituras Sagradas que se dedicaram a dividir a sua Bíblia em versículos. Os massoretas tinham hábitos ascéticos e monásticos; e eles foram importantíssimos para facilitar a compreensão das Sagradas Escrituras.

Influenciado pelo trabalho dos massoretas no Antigo Testamento, um impressor francês, que morava em Gênova, na Itália, chamado Robert d’Etiénne, concluiu a divisão do Novo Testamento em versículos no ano de 1551.

Quem dividiu a Bíblia em capítulos foi o teólogo inglês, Stephen Langhton, bispo de Canterbury, na Inglaterra, e professor da Universidade de Paris, na França, entre 1234 e 1242. Stephen Langhton contribuiu muito para o Cristianismo fazendo isso.

A primeira Bíblia a ser publicada incluindo integralmente todos os capítulos e versículos divididos foi a Bíblia de Genebra, na Suíça. Os primeiros editores da Bíblia de Genebra chegaram à conclusão de que a divisão da Bíblia em capítulos e versículos facilitava muito as pessoas na memorização, localização, e comparação de assuntos bíblicos. A Bíblia é dividida em 31.105 versículos e 1.189 capítulos.

Durante séculos, a Igreja Católica usou a Palavra de Deus para explorar e oprimir o povo. As pessoas leigas não tinham acesso as Escrituras Sagradas, porque a maioria não sabia latim, e muito menos ler. A Bíblia é uma arma extremamente poderosa apontada para os corações dos fracos e desesperados, quando usada pelas pessoas erradas para o mal. Satanás, o Diabo, usou a Palavra de Deus para tentar Jesus no deserto, e ainda a usa para disseminar inúmeras heresias, usando versículos bíblicos fora de contexto e textos isolados. A Bíblia pode ser usada tanto para o bem quanto para o mal. A Palavra de Deus é muito poderosa, e deve ser usada para promover a justiça. Deus se comunica com as pessoas através da Bíblia, pois a Palavra de Deus pode mudar vidas e transformar o mundo. Graças a Deus que existe a Bíblia, a Palavra de Deus.

A ESPADA DO ESPÍRITO:

“A frase "Espada do Espírito" é encontrada apenas uma vez nas Escrituras, em Efésios 6:17. A espada é parte da armadura espiritual que Paulo diz aos cristãos para colocar a fim de poderem lutar eficazmente contra o mal (Efésios 6:13). A espada é uma arma tanto ofensiva quanto defensiva usada para se proteger do mal ou para atacar o inimigo e vencê-lo. Era necessário que um soldado tivesse um treinamento rígido sobre o uso correto de sua espada para obter dela o máximo benefício. Todos os soldados cristãos precisam do mesmo treinamento rígido para saberem como lidar corretamente com a Espada do Espírito, "que é a Palavra de Deus". Já que cada cristão encontra-se em uma batalha espiritual contra as forças satânicas deste mundo, precisamos saber como manusear a Palavra corretamente. Só, então, ela será uma defesa eficaz contra o mal e uma ofensa valiosa para "destruir fortalezas" do erro e da mentira (2 Coríntios 10:4-5). A Palavra também é chamada de espada em Hebreus 4:12. Aqui, a Palavra é descrita como viva e eficaz e mais penetrante que uma espada de dois gumes. A espada romana era comumente de dois gumes, tornando-a melhor para perfurar e cortar em ambos os sentidos. A ideia das Escrituras penetrando significa que a Palavra de Deus atinge o "coração", o centro de ação, e traz à tona os motivos e sentimentos daqueles em quem ela toca. O propósito da Espada do Espírito -- a Bíblia -- é nos fortificar e capacitar a suportar os ataques de Satanás (Salmo 119:11; 119:33-40; 119:99-105). O Espírito Santo usa o poder da Palavra para salvar almas e dar-lhes força espiritual para serem soldados maduros para o Senhor. Quanto melhor conhecermos e compreendermos a Palavra de Deus, mais úteis seremos em fazer a vontade de Deus e mais eficazes em enfrentar o inimigo de nossas almas”.



AS DISTORÇÕES DOS ENSINAMENTOS BÍBLICOS DURANTE A HISTÓRIA DA IGREJA:

O verdadeiro sentido bíblico de LIDERANÇA é servir aos outros e não ser servido por eles. A obrigação do marido é servir a sua esposa (a sua amada), honrá-la e respeitá-la, a protegendo de todo o mal. A obrigação dos pais é cuidar de sua prole e proteger os seus filhos e prepará-los para o Reino de Deus (para fazerem a diferença aqui na Terra, serem profetas da sua geração). A obrigação do pastor é servir ao seu rebanho, o protegendo e o orientando (o verdadeiro pastor está disposto a dar a sua própria vida pelas suas ovelhas). A obrigação do Estado (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17) é servir ao seu povo (cidadãos de bem), o protegendo (dando segurança) e punindo os culpados (castigando, exemplarmente, os malfeitores e corruptos). O dever do líder é servir e não impor a sua autoridade (abuso de autoridade) por meio da força e da opressão. O verdadeiro líder é aquele que desperta admiração e não medo. O bom marido, o bom pai, o bom pastor, o bom governante e o bom soldado (Lucas 3:14) é aquele que se importa mais com os outros do que consigo mesmo. Aprendi na Bíblia, a Palavra de Deus, que devemos fazer mais pelos outros do que por nós mesmos.

O DEVER DO MARIDO (HONRAR E PROTEGER):

"Homens com almas cheias do Evangelho não verão as mulheres como coisas para manipular ou controlar, mas como tesouros para honrar e proteger." — John Piper

A Bíblia, a Palavra de Deus, nunca foi machista. Infelizmente, as pessoas tem uma visão distorcida de Deus, de Jesus e da Bíblia. As Escrituras sempre ensinaram que o dever do homem é cuidar de sua família e proteger os mais fracos. Deus sempre abominou a covardia e teve aversão aos homens covardes. A obrigação dos homens é honrar e proteger as mulheres. O dever do homem, como marido, pai, líder e autoridade, é proteger os mais fracos. Homem de verdade não oprime os fracos. Um líder de verdade não humilha os seus subordinados, mas dá o exemplo. Alguém honrado é íntegro, corajoso, valente, altruísta, cuidadoso e protetor. Não é o que vejo nos homens da Igreja e da sociedade (pelo menos, em sua maioria, não passam de um bando de covardes). Satanás, o Diabo, sabe que quando as pessoas tem uma imagem distorcida de sua referência paterna, elas terão sérias dificuldades em se relacionar e buscar a Deus. Você quer ser um homem de verdade? Então, tenha hombridade e atitudes de um macho de verdade. Os homens devem honrar, valorizar, respeitar e proteger as suas mulheres, mesmo, que isso comprometa a sua integridade física ou até ponha em risco a sua própria vida. O seu dever, homem, é honrar e proteger a sua esposa. Valorize a sua mulher, como sendo um tesouro. O cavaleiro deve proteger a sua princesa. O guerreiro deve defender a sua rainha. Seja um homem de verdade. Respeite e valorize a sua mulher. Um homem cheio do Evangelho deve honrar e proteger a sua amada.

"O marido cristão mostra o que pensa de Cristo pela forma como ele trata a sua esposa." - John Mac Arthur.

O VERDADEIRO SENTIDO BÍBLICO DE LIDERANÇA (SERVIR E PROTEGER):

“Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades”.
(Benjamin Parker – Tio Ben)

Quando se é um líder, a cobrança é maior (principalmente, por parte de Deus). O que muitos evangélicos arrogantes não entendem (ou não querem entender mesmo) é que o sentido bíblico de liderança é servir, e não oprimir e humilhar os seus subordinados. Liderar é servir, no contexto bíblico. O líder (autoridade) não pode usar a ignorância como desculpa (para Deus, ignorância de quem está no poder não cola). Se você tem poder (autoridade) o seu dever é usar o seu poder para fazer o bem. Se você é forte, o seu dever é usar a sua força para proteger os fracos. A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Se você é um líder e faz mau uso de sua autoridade, Deus, a AUTORIDADE SUPREMA, cobrará essa covardia de você. Se Deus te deu poder e força, o seu dever como homem, líder e autoridade, é usar esse poder e essa força somente para fazer o bem. Faça justiça aos oprimidos. Erga a voz em favor daqueles que não podem falar. Lute por aqueles que não podem se defender. Defenda os fracos. Liberte os acorrentados das correntes infernais da opressão. Use o seu poder para o bem.

O QUE A BÍBLIA REALMENTE DE FATO ENSINA SOBRE A “SUBMISSÃO” AO MARIDO E SOBRE “HONRAR OS PAIS”:

“As mulheres sejam submissas a seus próprios maridos, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo Salvador do corpo. Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas a seus maridos. Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem cousa semelhante, porém santa e sem defeito. Assim também os maridos devem amar as suas mulheres como a seus próprios corpos. Quem ama a sua esposa, a si mesmo se ama. Porque ninguém jamais odiou a sua própria carne, antes a alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a igreja, porque somos membros do seu corpo”. (Efésios 5:22-30)

A Bíblia sempre mostra os dois lados da história, isto é, a Palavra de Deus mostra as obrigações dos filhos e das esposas, mas também mostra as obrigações dos pais e dos maridos. (É incrível como os cristãos machistas e opressores não enxergam isso na Bíblia)!

A Palavra de Deus ensina que o marido deve respeitar e honrar a sua esposa (e não descer o cassete nela), portanto, o marido não deve dar porrada na sua mulher, mas, sim, tratá-la com bastante amor e carinho. O marido deve ser fiel e amoroso com sua esposa, porque essa é a vontade de Deus. A esposa não é escrava do marido (nem escrava sexual e nem empregada), menos ainda, saco de pancada. A obrigação do homem é cuidar da sua mulher e protegê-la, porque ela precisa de seu respeito e de seu amor. A mulher precisa de carinho e de proteção.

“Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a Terra. E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor”. (Efésios 6:1-4)

A Bíblia também ensina que os pais devem cuidar dos seus filhos e protegê-los (não estuprá-los e espancá-los). Não é porque os filhos devem honrar pai e mãe, que os pais têm o direito de abusar sexualmente de seus filhos e de espancá-los. Os pais não devem provocar os filhos à ira, e nem usar como argumento o fato do dever dos filhos honrá-los para legitimar a opressão. Há diferença entre honrar os pais e lamber as botas do pai e da mãe. Como falei anteriormente, a Palavra de Deus sempre mostra os dois lados da história.


AS OPINIÕES DOS APÓSTOLOS E DO MAIOR DE TODOS OS PROFETAS SOBRE O ESTADO (GOVERNO):

“Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá. Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade de uma punição, mas também por questão de consciência. É por isso também que vocês pagam imposto, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho. Dêem a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

No Novo Testamento, o apóstolo Paulo confirma exatamente a mesma coisa que o profeta Daniel ensinou (Daniel 2:20-21 e Daniel 5:20-21), ou seja, de que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus. Paulo ainda vai mais além, pois ele também disse que o Estado é servo de Deus para punir os malfeitores. Paulo não só considera as autoridades legítimas, como também diz que os governantes, magistrados e soldados têm a autorização de Deus para usarem a espada para castigar os maus. A palavra grega usada para espada é “Machaira” que é um símbolo da pena capital. Paulo indica que era a favor da pena de morte quando usa a espada como símbolo da punição do Estado.

Paulo também ensinou que todos os cidadãos (principalmente, os cristãos) devem pagar todos os seus impostos, porque o dinheiro deve ser usado para a manutenção das Forças Armadas e das polícias para garantirem a segurança do país e para castigarem os homens que praticam o mal. Para Paulo, os agentes do Estado (governantes, magistrados e soldados) estão a serviço de Deus para o bem-estar da sociedade. Portanto, os cristãos devem se sujeitar a eles. O dever das autoridades é punir os maus e louvar os bons. Pelo menos, era assim que Paulo acreditava.

“Por causa do Senhor, sujeitem-se a toda autoridade constituída entre os homens; seja ao rei, como autoridade suprema, seja aos governantes, como por ele enviados para punir os que praticam o mal e honrar os que praticam o bem. Pois é da vontade de Deus que, praticando o bem, vocês silenciem a ignorância dos insensatos. Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus. Tratem a todos com o devido respeito: amem os irmãos, temam a Deus e honrem o rei”. (1 Pedro 2:13-17)

O apóstolo Pedro, assim, como o apóstolo Paulo e o profeta Daniel, também reconheceu que as autoridades governamentais são legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Para Pedro, a função das autoridades é castigar os malfeitores e louvar os homens que praticam o bem. Paulo tinha exatamente a mesma opinião. Ambos os apóstolos legitimaram o uso da força por parte do Estado (da violência mesmo) para punir os criminosos perigosos que ameaçam a sociedade.

“Então, alguns soldados lhe perguntaram: E nós, o que devemos fazer? Ele respondeu: Não pratiquem extorsão, nem acusem ninguém falsamente, e contentem-se com o seu salário”. (Lucas 3:14)

João Batista era o precursor do Messias; e foi o maior de todos os profetas. Para João Batista nunca houve nenhum problema em homens de Deus serem soldados, portanto, que eles sejam militares honrados e íntegros, ou seja, que exerçam a sua função e dever com integridade e honestidade.

SOBRE O SEXTO MANDAMENTO:

Os heróis podem matar os vilões para proteger os inocentes se for necessário, pois o Mandamento “Não Matarás” em sua tradução correta significa “Não Assassinarás”. O Sexto Mandamento em hebraico é “Lo Tirsah”, e em grego é “Ou Foneuseis”, e em ambas as línguas usadas na Bíblia original, esse Mandamento se refere somente ao assassinato criminoso e nunca a legítima defesa. Portanto, os inocentes têm o direito de se defender ou de serem defendidos por alguém.

O verbo hebraico “ratsach” usado nesse Mandamento no Antigo Testamento, e o verbo grego “foneuo” usado nesse Mandamento no Novo Testamento, sempre são usados para se referir ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa e a pena capital. Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” se referem ao homicídio ilícito. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado. Seria uma grande incoerência Deus mandar os hebreus matarem nas guerras sendo que Ele mesmo disse “Não Matarás”, se no Sexto Mandamento Deus não se referisse somente ao homicídio criminoso (Deus não é bipolar).

SOBRE O SERVIÇO MILITAR:

Sobre os juramentos, Jesus nunca condenou totalmente os juramentos, mas, sim, aquelas pessoas que não tem palavra e nem moral e que precisam fazer “juramentos” para que os outros acreditem que elas estão dizendo a verdade. A Bíblia, a Palavra de Deus, nunca condenou os juramentos que são feitos em nome da verdade, da paz, da justiça e do amor (o casamento é um juramento de lealdade a sua esposa).

Em relação à “cultuar as tradições”, na verdade, os militares não prestam culto as tradições e nem aos heróis do passado, mas, simplesmente, eles relembram os feitos do passado e prestam homenagens a esses grandes guerreiros, no entanto, ninguém bate continência ou se curva diante de quadros e estátuas.

AS ESCRITURAS NUNCA ENSINARAM O PACIFISMO:

Os cristãos pacifistas, para sustentar a heresia do Pacifismo, se utilizam de versículos bíblicos fora de contexto, então, eu mostrarei os verdadeiros contextos dos versículos usados por eles. Para se compreender a Bíblia é preciso lê-la em seu contexto histórico e cultural. Sempre devemos ler os capítulos inteiros inseridos em seu contexto.

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do Diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes”. (Efésios 6:10-13) 

Inúmeros cristãos interpretam mal o capítulo 6 da Carta aos Efésios, porque eles confundem guerra espiritual com Pacifismo. O autor da Carta aos Efésios é também o autor da Carta aos Romanos. O apóstolo Paulo, o autor de ambas as Cartas, não era pacifista, pois se percebe claramente a sua posição em relação ao Estado no capítulo 13 da Carta aos Romanos. No capítulo 6 da Carta aos Efésios, o apóstolo Paulo usa puro simbolismo militar para se referir à armadura de Deus. O apóstolo Paulo constantemente usava o serviço militar como bom exemplo para a vida cristã. O fato de Paulo ter dito que a nossa luta não é contra carne e sangue (muito deturpado pelos pacifistas hipócritas), não significa que ele fez apologia ao Pacifismo. O capítulo 6 da Carta aos Efésios não invalida o capítulo 13 da Carta aos Romanos, portanto, o apóstolo Paulo não pregou o Pacifismo. O contexto de Efésios 6 é a luta da Igreja; e o contexto de Romanos 13 é a luta do Estado. A Igreja (instituição religiosa) não deve se engajar em lutas armadas, mas o Estado (que é ministro de Deus) tem a obrigação de lutar nas guerras físicas. A guerra da Igreja é espiritual; e a guerra do Estado é física. Paulo não era bipolar e nem esquizofrênico, ou seja, ele não tinha uma opinião em Romanos 13 e outra opinião em Efésios 6.

“Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas;”. (2 Coríntios 10:3-4)

Por isso, as armas carnais e humanas, tais como argúcia, habilidade, riqueza, capacidade organizacional, eloqüência, persuasão, influência e personalidade são em si mesmas inadequadas para destruir as fortalezas de Satanás; porque as únicas armas adequadas para desmantelar os arraiais do Diabo, as injustiças e os falsos ensinos são as armas que Deus nos dá. Esse trecho não se refere às armas bélicas, mas, sim, a capacidade humana e as vãs filosofias; e para combater o Inferno precisamos das armas espirituais dadas por Deus, pois somos incapazes de vencermos Satanás e os seus demônios sozinhos.

“Ouvistes que foi dito: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;”. (Mateus 5:38-39)

Os fariseus deturpavam as Leis do Antigo Testamento para incentivar as pessoas ao ódio e a retaliação, porque olho por olho e dente por dente era na verdade as punições aplicadas pelas autoridades nos malfeitores e não um incentivo a represália do indivíduo (olho por olho e dente por dente era um ensinamento para que os criminosos fossem punidos de forma justa e não de maneira exagerada). Jesus condenou a vingança pessoal e não a legítima defesa, pois Ele usa muito simbolismo nas coisas em que ensina. Cristo, em outra parte da Bíblia, ensinou que se a sua mão direita te fizer pecar, se deve amputá-la. E se o seu olho direito te fizer pecar, se deve arrancá-lo. Oferecer a outra face está inserido no mesmo contexto. Jesus não falou para os cristãos se mutilarem e nem para serem sacos de pancadas dos outros. Tudo isso é puro simbolismo.

“Então, Jesus lhe disse: Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada, à espada perecerão”. (Mateus 26:52)

Cristo não fez apologia ao Pacifismo, mas, simplesmente, falou que os violentos sofrerão violência. Se Pedro tivesse matado Malco, ele seria punido com a morte pelo Estado Romano e Jesus quis impedir que isso acontecesse. O próprio Cristo ordenou a Pedro para que ele comprasse aquela espada. Jesus devia cumprir com a profecia a seu respeito e Pedro quis impedir o cumprimento dessa profecia. Jesus não disse para Pedro jogar a espada fora, mas apenas para guardá-la. Paulo reconhece que o Estado tem o poder da espada (Machaira) para castigar os malfeitores (algo concedido e autorizado por Deus).

“E saberá toda esta congregação que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; porque do Senhor é a guerra, e ele vos entregará na nossa mão”. (Samuel 17:47)

Quando Davi afirmou que do Senhor é a guerra, ou seja, de que a batalha pertence ao Senhor, ele quis dizer que nós, servos de Deus, devemos confiar no Altíssimo e não em nossa própria força ou em armas bélicas; entretanto, em nenhum momento, ele hesitou lutar contra Golias por causa disso, porque ele confiava no Senhor dos Exércitos.

SOBRE A OMISSÃO DIANTE DO MAL:

“Erga a voz em favor dos que não podem defender-se, seja o defensor de todos os desamparados. Erga a voz e julgue com justiça; defenda os direitos dos pobres e dos necessitados”. (Provérbios 31:8-9)

Para mim, a omissão diante do mal é um pecado hediondo, porque quem se omite perante o mal é tão culpado quanto aquele que o pratica. Os cristãos costumam se omitir diante das coisas erradas alegando um falso amor e uma falsa paz, mas Deus nunca aprovou a omissão perante as coisas erradas. A vontade de Deus é que nós, cristãos, defendamos os fracos e oprimidos. O Altíssimo quer que nós lutemos em favor dos indefesos. É nossa obrigação proteger os inocentes.

"Há duas injustiças que o SENHOR abomina: que o inocente seja condenado e que o culpado seja colocado em plena liberdade como justo". (Provérbios 17:15)

O Livro de Provérbios critica muito a injustiça e a omissão diante do mal, portanto, o conformismo perante as coisas erradas não é bíblico. Deus, o Altíssimo, deseja que nós pelejemos em favor dos fracos e necessitados, porque é da vontade d’Ele, que nós defendamos os indefesos e desamparados.

“Não te furtes a fazer o bem a quem de direito, estando na tua mão o poder de fazê-lo”. (Provérbios 3:27)

Se estiver em nossas mãos o poder de ajudar os outros, nós devemos fazê-lo, porque essa é a vontade de Deus, que nós, cristãos, defendamos os direitos dos fracos e oprimidos. Nós temos a obrigação de lutar pelos direitos dos órfãos e das viúvas.

“Ai dos que decretam leis injustas, dos que escrevem leis de opressão, para negarem justiça aos pobres, para arrebatarem o direito aos aflitos do meu povo, a fim de despojarem as viúvas e roubarem os órfãos”! (Isaías 10:1-2)

Deus estabeleceu o Estado (governo) para ser um servo de Deus (ministro de Deus). A função e o dever do governo é servir o povo, e não explorá-lo e oprimi-lo. A vontade de Deus é que o Estado castigue os malfeitores e louve os homens que praticam o bem.

"Aprendam a fazer o bem! Busquem a justiça, acabem com a opressão. Lutem pelos direitos do órfão, defendam a causa da viúva".
(Isaías 1:17)

Desejar ser herói (proteger os fracos e indefesos) não é coisa de “criança e de gente infantil”, mas é o que a Bíblia manda. As Escrituras ordenam que todos os servos de Deus sejam heróis (protetores e defensores). A vontade de Deus é que os fortes protejam e defendam os fracos.

“Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, nisso está pecando”. (Tiago 4:17)

Omitir-se diante do mal é um pecado hediondo, porque quem se omite perante a maldade é tão ruim e perverso quanto quem a pratica. Os pecados de omissão são tão graves quanto os pecados de comissão. Portanto, se omitir também é pecado.

O opressor covarde sempre oprimirá quem é mais fraco ou quem não reage, porque assim é mais fácil e não terá grande resistência. Mesmo, que o fraco não tenha condições de resistir por muito tempo, se ele ousar se opor a opressão, o opressor provavelmente sentirá medo e procurará outro para oprimir. Quando o forte oprime o fraco, ele também acaba se tornando fraco, porque assim não se adquire experiência de luta e outro forte pode subjugá-lo.

Jesus Cristo, Mahatma Gandhi, Dietrich Bonhoeffer, Desmond Doss, Martin Luther King e Albert Einstein nunca pregaram a omissão diante do mal, pelo contrário, eles sempre pregaram contra isso. Esses homens nunca pregaram que ser da "paz" e "amar" é se omitir perante as coisas erradas. Eles nunca foram pacifistas, mas, sim, pacificadores. Há diferença entre ser pacificador e ser pacifista. Há diferença entre ser justo e ser idiota. Há diferença entre ser correto e ser retardado. Há diferença entre ser da paz e ser covarde. Há diferença entre amar e se omitir. Há diferença entre amor e omissão. Há diferença entre lutar pelo que é certo e acobertar os erros dos malfeitores. Há diferença entre ser “paz e amor” e ter compaixão pelos inocentes. Há diferença entre pregar a verdadeira paz e se omitir diante do mal por ser covarde mesmo.

BUSHIDO (CÓDIGO DO GUERREIRO):

As principais virtudes do Bushido são Justiça (GI), Coragem (YUU), Compaixão (JIN), Respeito (REI), Sinceridade (MAKOTO), Honra (MEIYO) e Lealdade (CHUUGI). Essas são as verdadeiras características de um verdadeiro guerreiro (os mesmos princípios e valores éticos que a Bíblia, a Palavra de Deus, ensina).

A JUSTIÇA:

É quando o guerreiro opta por lutar pelo que é certo, quando o herói está disposto e determinado a fazer a coisa certa.

A CORAGEM:

Não é a ausência do medo, mas é a habilidade de superá-lo por uma causa maior. O guerreiro corajoso é aquele que supera o seu medo para poder ajudar os outros.

A COMPAIXÃO:

É a capacidade de se colocar no lugar do outro, ou seja, sentir e se compadecer da dor de seu semelhante.

O RESPEITO:

É respeitar os seus semelhantes (principalmente, os mais fracos e desamparados que precisam de proteção).

A SINCERIDADE:

É ser sincero e verdadeiro consigo mesmo e com os outros. Sempre falar a verdade, mesmo que isso não te beneficie. Ser correto e fazer o certo, mesmo, que você se “ferre e se lasque” por fazer a coisa certa.

A HONRA:

É a integridade e o caráter do herói, que mesmo diante das adversidades e da corrupção e degeneração humana, ele ousa ser bom. Ser um guerreiro honrado que usa os seus punhos e suas armas não por razões e motivos pessoais, mas apenas para promover a justiça e a paz.

A LEALDADE:

É quando o guerreiro é leal aos seus amigos e as pessoas que estão sob a sua proteção. As flechas do herói só devem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o herói jurou proteger.


O BÁSICO DA ESTRATÉGIA MILITAR:

Você sempre deve conhecer o terreno do seu inimigo. Procure explorar as fraquezas de seu adversário. A ira entorpece a sua espada, portanto, nunca ataque com raiva (tenha técnica). Seja estratégico. Seja tático. A coragem é forjada no campo de batalha. Adquirindo experiência nas pelejas, você melhora os seus reflexos e aguça os seus sentidos. Os cangaceiros tinham vantagem sobre os policiais (macacos), porque conheciam a caatinga. Os vietnamitas tinham vantagem sobre os militares norte-americanos, porque conheciam a sua terra natal como ninguém. Os soldados norte-americanos somente conseguiram derrotar o Talibã, porque tiveram a ajuda dos combatentes da Aliança do Norte (que conheciam a região e o território). O básico da estratégia militar é sempre eliminar os líderes primeiro para que os seus subordinados fiquem confusos e comecem a disputar pelo poder. Cortar a luz elétrica e as linhas telefônicas para que os seus inimigos fiquem sem comunicação e desorientados na escuridão. Antecipe os passos de seu inimigo. Coloque-se em seu lugar para pensar exatamente como ele, porque assim você saberá qual será o seu próximo ataque. Cerque seus inimigos, destrua as suas plantações e os privem de água e de alimento, assim, você terá mais probabilidade de derrotá-los. O opressor só respeita a força que é maior do que a dele. Os violentos só conhecem a linguagem da violência. Negociar e argumentar com estupradores, torturadores e assassinos cruéis é perda de tempo, porque eles nem se darão ao trabalho de te ouvir. A resposta tem que ser rápida. O disparo tem que ser certeiro. Tenha foco de tiro. Use o fator surpresa, pois assim você surpreenderá o seu inimigo. Nunca implore por sua vida ou por misericórdia, pois isso apenas aumentará a sensação de poder e atiçará o sadismo dos malfeitores. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos bandidos. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos opressores. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos malfeitores. Você escolhe se quer ser apenas uma vítima indefesa ou um inimigo a altura.

O NOSSO PROPÓSITO (A NOSSA MISSÃO):

Os heróis lutam em prol dos outros. Os guerreiros honrados e íntegros usam os seus punhos e suas armas para lutar em prol da justiça. Há diferença entre vingança e justiça. Nós queremos justiça, não, vingança. Criminosos são como ervas daninhas; quando se arranca uma, cresce, logo, outra no lugar. Seja íntegro. Lute em nome da honra. Seja o defensor dos fracos e desamparados. Proteja os inocentes e os indefesos. Os verdadeiros heróis fazem o bem sem esperar nada em troca. Isso é altruísmo. Isso é ser altruísta. Erga a voz em favor daqueles que não podem falar. Fale por eles. Lute por aqueles que não podem lutar. Lute as batalhas deles. Ajude aqueles que ninguém ajuda. Ajude-os. Se importe com aqueles que ninguém se importa. Tenha compaixão pelos fracos. Seja um defensor. Seja um protetor. Seja a esperança dos perdidos. Liberte os oprimidos da opressão. Faça a diferença. Seja um herói.

O MESTRE DE TODOS OS BANDIDOS (O MAIOR DE TODOS OS VILÕES):

Satanás, o Diabo, procura fraquezas (quando estamos com a guarda-baixa, para nos golpear). Ele dissemina heresias destruidoras e ensinamentos satânicos nas igrejas (usa coisas aparentemente "bíblicas", "evangélicas", "cristãs", "fofinhas" e "bonitinhas" para ludibriar e enganar as pessoas). É como se existisse uma cerca elétrica, e Satanás, tenta encontrar algum ponto vulnerável para tentar entrar. Ele é um mestre do disfarce, um mestre do ilusionismo. O Diabo usa coisas com a "patente evangélica" e "gospel", baseadas em versículos bíblicos distorcidos e fora de seus verdadeiros contextos para destruir as vidas das pessoas, e por meio do pecado, levá-las a perdição (morte eterna). Acreditem, o Príncipe das Trevas conhece muito bem as Escrituras, e ele é muito habilidoso com a Bíblia. O Diabo é um grande "teólogo", e também conhece muito bem a História da humanidade. Quando uma mentira é dita mil vezes, ela acaba se tornando numa "verdade”. Assim, se constrói uma construção ideológica. Os mesmos pecados de Gênesis e as mesmas heresias da época da Igreja Primitiva são usados até hoje para proliferar a destruição e para furtar o coração dos homens. Satanás não é ignorante, nem burro e nem um animal. Ele pode ser metódico e sistemático, mas ele conhece muito bem o ser humano e sabe como derrubá-lo. Se nós, cristãos, nos basearmos nas Escrituras (termos uma boa base teológica) teremos grandes chances de vencermos. Temos que ter sustentação na nossa fé. Devemos dar prioridade à oração (nossa relação e comunhão com Deus). Devemos ter "foco de tiro". Devemos sempre manter o foco. Satanás tenta desviar o foco das pessoas para coisas secundárias (para que os cristãos não se importem com o que realmente importa). Devemos buscar sabedoria em Deus, para que possamos resistir às ciladas, armadilhas e ataques do Diabo.

O VERDADEIRO CAMPO DE BATALHA:
O verdadeiro campo de batalha de todo ser humano é a mente. Satanás atua principalmente usando sugestões diabólicas ocultamente as infiltrando nas mentes das pessoas. O verdadeiro contexto de Efésios 6 é a luta da Igreja (isso não invalida a luta do Estado, que é ministro de Deus, ensinado em Romanos 13). O primeiro alvo do ataque de Satanás será sempre uma necessidade física sua. O Diabo é o Pai da Mentira, mas muitas vezes, ele distorce a verdade ou não a conta totalmente para poder enganar as pessoas (assim, como ele fez com Adão e Eva no Jardim do Éden). Lúcifer costuma usar muito as Escrituras (as distorcendo totalmente usando versículos bíblicos fora de seus verdadeiros contextos apenas para pregar o que lhe é conveniente, claro). Eu sou um "pouquinho" mais esperto do que a grande maioria dos evangélicos, mas ainda tenho a mera impressão de que o Diabo é muito mais esperto do que penso, acho e imagino que ele seja. Estudem a Bíblia, a Palavra de Deus! Procurem ter comunhão com Deus! Busquem a santidade (santidade bíblica, e não o maldito legalismo religioso hipócrita)! Busquem ter um verdadeiro e sincero relacionamento com Deus! Assim, vocês sairão vitoriosos contra o Diabo e seus anjos.

CONCLUSÃO:

Deus estabeleceu os seus Santos Mandamentos (muitas vezes, proibições) para o próprio bem do ser humano. Deus nunca proibiu as coisas, simplesmente, por capricho ou por birra (os Mandamentos de Deus não são arbitrários, mas legítimos e necessários), mas, sim, porque o Altíssimo, mesmo sendo Santo e Soberano, se importa com os homens (Deus não deve nada a ninguém, Ele nunca deveu). Não se pode barganhar com um Deus que não precisa de você. Os Mandamentos de Deus são para o próprio bem do homem, porque o pecado é uma doença degenerativa, um vírus mortal, que leva todas as pessoas a morte (morte eterna). Deus ama o ser humano sem o homem merecer. Isso se chama Graça (favor imerecido). Nós devemos para Deus até o ar que respiramos. Deus tem misericórdia de quem Ele quiser ter misericórdia. Deus tem compaixão de quem lhe aprouver ter compaixão. Deus não nos deve nada. Somos nós que devemos para Deus.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.

Nenhum comentário: