sexta-feira, 31 de agosto de 2018

A NATUREZA DO PECADO (VÍRUS MORTAL)



A NATUREZA DO PECADO (VÍRUS MORTAL)

Para Agostinho, toda a humanidade é afetada pelo pecado em consequência da Queda, e todo ser humano teve sua mente obscurecida e enfraquecida pelo pecado, impossibilitando o pecador pensar com clareza e, especialmente compreender verdades e ideias espirituais mais elevadas.
Para Agostinho, o simples fato de ser pecadores significa que os homens estão seriamente enfermos, a ponto de não poder diagnosticar corretamente sua enfermidade e muito menos, curá-la. É somente por intermédio da Graça de Deus que essa enfermidade [o pecado] é diagnosticada, e a cura [a Graça] torna-se possível.
O ponto essencial de Agostinho está na ideia de que não temos controle sobre a nossa natureza pecaminosa, ou seja, é algo que contamina nossa vida no momento do nascimento, e a domina posteriormente. Uma situação que não podemos controlar.
Pode-se dizer que Agostinho compreendeu o fato de que a humanidade nasceu com uma "disposição" para o pecado, com uma "inclinação natural" para o pecado, a qual faz parte de sua natureza. Em resumo: "o pecado é a causa do pecado; a condição pecadora do ser humano é a causa dos pecados de cada um de nós.
Agostinho desenvolveu esta ideia através de três importantes analogias: O pecado original como "doença", como "força" e como "culpa".

--A 1ª analogia trata o pecado como uma "doença hereditária" propagada de geração em geração, e como a humanidade está enfraquecida, Cristo, é desta forma o médico divino, aquele por quem nossas feridas são curadas, sendo a salvação entendida em termos médicos e curativos. A Graça de Deus nos cura, de forma que nossas mentes possam conhecê-lo e nossos desejos possam corresponder à sua oferta da Graça.
-- A 2ª analogia trata o pecado como uma "força" que nos mantém cativos e de cujo domínio somos totalmente incapazes de nos libertar. O livre arbítrio é rendido pela força do pecado e somente pode se libertar por meio da Graça. Neste caso Cristo é visto como o libertador, a fonte da Graça que destrói a força do pecado.
-- A 3ª analogia trata o pecado como um conceito essencialmente jurídico - a culpa - transmitida de uma geração a outra. Para uma sociedade que valorizava excessivamente a "lei", como era o caso da sociedade do antigo Império Romano, em cujo contexto viveu Agostinho, essa era considerada uma maneira particularmente proveitosa de entender o pecado. Nessa analogia, Cristo veio para trazer a "absolvição e o perdão"
Livro TEOLOGIA SISTEMÁTICA, HISTÓRICA E FILOSÓFICA DE Alister E. McGrath - SHEDD PUBLICAÇÕES. edição nov. de 2010.

ALVOS A SEREM RESGATADOS (COMO PODEREI SALVÁ-LOS)?


Será que Carlos poderá salvar Paulo e Adélia de Chanclas? Será que Dale poderá salvar Jake e Nina de Raizen? Será que Ness poderá salvar Roberta e Diego de Al Capone? Será que Jericho poderá salvar Christine do Príncipe das Trevas? Será que Ikki poderá salvar Esmeralda de Guilty e Pandora de Hades? Será que Leonardo poderá salvar Karai do Destruidor? Será que Ichigo poderá salvar Nelliel de Nnoitra e Orihime de Ulquiorra e de Yammy? Será que André Matias poderá salvar Maria de Baiano? Será que Link poderá salvar Zelda de Ganon (Ganondorf, o Rei do Mal)? Será que Leon poderá salvar Ada Wong de Albert Wesker? Será que Naruto poderá salvar Sasuke de Orochimaru? Será que Elias, o Tisbita, poderá salvar Jezabel? Será que José poderá salvar Azenate e Sathy de Seth? Será que o profeta poderá salvar a filha do Rei de Tiro e a mulher de Potifar? Será que Yusuke poderá salvar Botan e Keiko de Suzaku? Será que eu poderei proteger e salvar essas pessoas das garras de Sosuke Aizen? Será que poderei ajudá-los? Como poderei resgatá-los? O que posso fazer de fato para ajudar essas pessoas? Como poderei salvá-las de Satanás, o Diabo? Acredito que Deus (Yahweh, o Eterno) colocou em meu coração o desejo de orar e interceder em favor dessas pessoas? Eu quero muito poder ajudá-los? Alguém precisa ajudar essas pessoas? Alguém precisa se importar com elas? Eu, de dia e de noite, oro e intercedo em favor da Salvação, da proteção e da libertação dessas pessoas? Infelizmente, eu não sou tão corajoso, valente, habilidoso, forte e poderoso como esses heróis que eu tanto admiro e me espelho? Mas, o que de fato eu posso fazer para salvar essas pessoas? Como eu posso ajudá-los? Como poderei libertá-los? Como poderei salvá-los? (Filipe Levi)

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

CORAÇÃO DE CAVALEIRO E ESPÍRITO DE SAMURAI (CÓDIGO DE HONRA - AQUELE QUE PROTEGE)



Filipe Levi 30/08/18
CORAÇÃO DE CAVALEIRO E ESPÍRITO DE SAMURAI (CÓDIGO DE HONRA - AQUELE QUE PROTEGE)

REBELIÃO (FOGO E FÚRIA):

“Quanto a mim, já estou sendo derramado como libação, e o tempo da minha partida está próximo.
Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé”.

Os crentes confundem “respeito” com o direito de oprimir e subjugar o mais jovem e mais fraco; os crentes confundem “submissão ao marido” com o direito de oprimir e humilhar a esposa; os crentes confundem “honrar os pais” com o direito de espancar, humilhar e abusar sexualmente dos filhos; os crentes confundem “gratidão” com barganha, chantagem e jogar as coisas na cara; os crentes confundem “reverência” com “VERBORRAGIA” (bajulação, puxação de saco e babação de ovo). A “paz e o amor” foram banalizados pelos “cristãos”, porque “o amor e a paz” se tornaram “bordões” para pregar a omissão e a apatia diante do mal. O “perdão e a misericórdia” também se tornaram em “chavões” para os crentes usarem como desculpa para se acomodarem e se conformarem com as coisas erradas. O “jargão” conhecido como “Não Julgueis” virou desculpa para se omitir perante a maldade ou, simplesmente, desculpa para poder “pecar em paz”. A heresia satânica e diabólica do “não toqueis no ungido do Senhor” virou argumento para legitimar a tirania e a opressão nas igrejas evangélicas. Os bordões, chavões e jargões dos crentes sempre são para favorecer o opressor e nunca o oprimido. Um dia, alguém terá que confrontá-los. Alguém tem que dar um basta nisso.

A OMISSÃO (A MAIOR ARMA DOS COVARDES):

A omissão é o maior pecado da sociedade e da Igreja. Omitir-se diante do mal é um pecado hediondo. A OMISSÃO TAMBÉM É PECADO!!! Quando os bons se omitem, os maus vencem. Quando vocês se omitem em situações de injustiça, vocês escolhem o lado do opressor. No Grande Dia do Juízo, você prestará contas a Deus por causa dos momentos e situações em que você se omitiu quando poderia defender alguém mais fraco e indefeso. Você prestará contas a Deus por causa da sua omissão. Quando estiver só você diante de Deus no Dia do Juízo Final, o seu dinheiro não poderá suborná-lo, ou seja, você não poderá comprar a sua Salvação. Quando estiver só você diante de Deus no Dia do Juízo Final, o seu falso moralismo e a sua hipocrisia religiosa não poderão te livrar do castigo eterno. Portanto, não finja que não é problema seu e que você não tem nada a ver com isso, porque, senão, quando você for para o Inferno, Deus também te dirá "não é problema meu, eu não tenho nada a ver com isso". Se omitir também é pecado!!! Você não é covarde só quando pratica o mal, você também é covarde quando desampara e abandona o fraco e indefeso.

SOBRE A OMISSÃO DIANTE DO MAL (O MAIOR PECADO DA “IGREJA”):

“Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem, mal; que fazem da escuridão luz, e da luz escuridão; põem o amargo por doce, e o doce por amargo”! (Isaías 5:20)

Infelizmente, muitos cristãos consideram o que é mau, bom, e o que é bom, mau. Muitos crentes consideram o errado, certo, e o certo, errado.

A omissão diante do mal é pecado e sempre será pecado. Passar a mão na cabeça dos bandidos e dos terroristas não acabará com a maldade no mundo, pelo contrário, aumentará ainda mais a violência. Onde diz na Bíblia que eu devo encobrir os erros dos outros e ser conivente com o pecado?

“Erga a voz em favor dos que não podem defender-se, seja o defensor de todos os desamparados. Erga a voz e julgue com justiça; defenda os direitos dos pobres e dos necessitados”. (Provérbios 31:8-9)

Para mim, a omissão diante do mal é um pecado hediondo, porque quem se omite perante o mal é tão culpado quanto aquele que o pratica. Os cristãos costumam se omitir diante das coisas erradas alegando um falso amor e uma falsa paz, mas Deus nunca aprovou a omissão perante as coisas erradas. A vontade de Deus é que nós, cristãos, defendamos os fracos e oprimidos. O Altíssimo quer que nós lutemos em favor dos indefesos. É nossa obrigação proteger os inocentes.

"Há duas injustiças que o SENHOR abomina: que o inocente seja condenado e que o culpado seja colocado em plena liberdade como justo". (Provérbios 17:15)

O Livro de Provérbios critica muito a injustiça e a omissão diante do mal, portanto, o conformismo perante as coisas erradas não é bíblico. Deus, o Altíssimo, deseja que nós pelejemos em favor dos fracos e necessitados, porque é da vontade d’Ele, que nós defendamos os indefesos e desamparados.

“Não te furtes a fazer o bem a quem de direito, estando na tua mão o poder de fazê-lo”. (Provérbios 3:27)

Se estiver em nossas mãos o poder de ajudar os outros, nós devemos fazê-lo, porque essa é a vontade de Deus, que nós, cristãos, defendamos os direitos dos fracos e oprimidos. Nós temos a obrigação de lutar pelos direitos dos órfãos e das viúvas.

“Ai dos que decretam leis injustas, dos que escrevem leis de opressão, para negarem justiça aos pobres, para arrebatarem o direito aos aflitos do meu povo, a fim de despojarem as viúvas e roubarem os órfãos”! (Isaías 10:1-2)

Deus estabeleceu o Estado (governo) para ser um servo de Deus (ministro de Deus). A função e o dever do governo é servir o povo, e não explorá-lo e oprimi-lo. A vontade de Deus é que o Estado castigue os malfeitores e louve os homens que praticam o bem.

"Aprendam a fazer o bem! Busquem a justiça, acabem com a opressão. Lutem pelos direitos do órfão, defendam a causa da viúva".
(Isaías 1:17)

Desejar ser herói (proteger os fracos e indefesos) não é coisa de “criança e de gente infantil”, mas é o que a Bíblia manda. As Escrituras ordenam que todos os servos de Deus sejam heróis (protetores e defensores). A vontade de Deus é que os fortes protejam e defendam os fracos.

“Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, nisso está pecando”. (Tiago 4:17)

Omitir-se diante do mal é um pecado hediondo, porque quem se omite perante a maldade é tão ruim e perverso quanto quem a pratica. Os pecados de omissão são tão graves quanto os pecados de comissão. Portanto, se omitir também é pecado.

O opressor covarde sempre oprimirá quem é mais fraco ou quem não reage, porque assim é mais fácil e não terá grande resistência. Mesmo, que o fraco não tenha condições de resistir por muito tempo, se ele ousar se opor a opressão, o opressor provavelmente sentirá medo e procurará outro para oprimir. Quando o forte oprime o fraco, ele também acaba se tornando fraco, porque assim não se adquire experiência de luta e outro forte pode subjugá-lo.

Jesus Cristo, Mahatma Gandhi, Dietrich Bonhoeffer, Desmond Doss, Martin Luther King e Albert Einstein nunca pregaram a omissão diante do mal, pelo contrário, eles sempre pregaram contra isso. Esses homens nunca pregaram que ser da "paz" e "amar" é se omitir perante as coisas erradas. Eles nunca foram pacifistas, mas, sim, pacificadores. Há diferença entre ser pacificador e ser pacifista. Há diferença entre ser justo e ser idiota. Há diferença entre ser correto e ser retardado. Há diferença entre ser da paz e ser covarde. Há diferença entre amar e se omitir. Há diferença entre amor e omissão. Há diferença entre lutar pelo que é certo e acobertar os erros dos malfeitores. Há diferença entre ser “paz e amor” e ter compaixão pelos inocentes. Há diferença entre pregar a verdadeira paz e se omitir diante do mal por ser covarde mesmo.

“Todos devem sujeitar-se às autoridades superiores; porquanto, não, há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Ele. Portanto, quem se recusa a submeter-se à autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Porque os governantes não podem ser motivo de temor para os que praticam o bem, mas para os que fazem o mal. Não queres sentir-se ameaçado pela autoridade? Faze o bem, e ela o honrará. Pois ela serve a Deus para o teu bem. Mas, se fizerdes o mal, teme, pois não é sem razão que traz a espada. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. Portanto, é imprescindível que sejamos submissos às autoridades, não apenas devido à possibilidade de uma punição, mas também por causa da consciência. Por esta razão, igualmente pagais impostos; porque as autoridades estão a serviço de Deus, e seu trabalho é zelar continuamente pela sociedade. Dai a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

Segundo o apóstolo Paulo (o apóstolo Pedro ensinou exatamente a mesma coisa) é obrigação do Estado castigar os malfeitores e enaltecer os cidadãos de bem. O dever do governo é punir os maus e louvar os bons. Quem diz isso não sou eu, mas é o apóstolo Paulo, e também o apóstolo Pedro (1 Pedro 2:13-17). Para esses apóstolos, o papel do governo é garantir a segurança dos cidadãos de bem e punir severamente os criminosos perigosos, autores de crimes hediondos e bárbaros. Paulo também ensinou que devemos interceder em favor das autoridades governamentais (1 Timóteo 2:1-4) para que elas cumpram com a sua obrigação, que é zelar pela sociedade. Portanto, Deus estabeleceu as autoridades governamentais (governantes, magistrados e soldados) para castigo dos malfeitores e para louvor dos que praticam o bem.

Nós, servos de Deus, não temos desculpas para nos omitirmos diante do mal e “passar a mão na cabeça” dos malfeitores. Nós temos o dever e a obrigação de lutarmos em favor dos fracos e oprimidos. Portanto, a omissão diante do mal é coisa do Diabo, e não de Deus. O Pacifismo é uma heresia; e a maior arma a favor dos bandidos. O Pacifismo não tem base bíblica; e é condenado por Deus, porque Deus abomina a omissão.

BUSHIDO (CÓDIGO DO GUERREIRO):

As principais virtudes do Bushido (Código do Guerreiro) são Justiça (GI), Coragem (YUU), Compaixão (JIN), Respeito (REI), Sinceridade (MAKOTO), Honra (MEIYO) e Lealdade (CHUUGI). Essas são as verdadeiras características de um verdadeiro guerreiro (os mesmos princípios morais e valores éticos que a Bíblia, a Palavra de Deus, ensina).

A JUSTIÇA:

É quando o guerreiro opta por lutar pelo que é certo, quando o herói está disposto e determinado a fazer a coisa certa.

A CORAGEM:

Não é a ausência do medo, mas é a habilidade de superá-lo por uma causa maior. O guerreiro corajoso é aquele que supera o seu medo para poder ajudar os outros.

A COMPAIXÃO:

É a capacidade de se colocar no lugar do outro, ou seja, sentir e se compadecer da dor de seu semelhante.

O RESPEITO:

É respeitar os seus semelhantes (principalmente, os mais fracos e desamparados que precisam de proteção).

A SINCERIDADE:

É ser sincero e verdadeiro consigo mesmo e com os outros. Sempre falar a verdade, mesmo que isso não te beneficie. Ser correto e fazer o certo, mesmo, que você se “ferre e se lasque” por fazer a coisa certa.

A HONRA:

É a integridade e o caráter do herói, que mesmo diante das adversidades e da corrupção e degeneração humana, ele ousa ser bom. Ser um guerreiro honrado que usa os seus punhos e suas armas não por razões e motivos pessoais, mas apenas para promover a justiça e a paz.

A LEALDADE:

É quando o guerreiro é leal aos seus amigos e as pessoas que estão sob a sua proteção. As flechas do herói só devem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o herói jurou proteger.

O MESTRE DE TODOS OS BANDIDOS (O MAIOR DE TODOS OS VILÕES):

O verdadeiro bandido (gangster) nunca quer chamar a atenção. A última coisa que um bandido de verdade quer é chamar a atenção das autoridades e da mídia. O mafioso (bandido esperto) prefere se infiltrar no Estado por meio da corrupção do que entrar em confronto direto com as autoridades. Assim, como os agentes da Hidra se infiltraram na S.H.I.E.L.D (Marvel), ocultamente, sem ninguém perceber. Assim, como Saga de Gêmeos se infiltrou no Santuário matando o antigo Mestre (Saint Seiya), dando um Golpe de Estado e tomando o poder. Assim, como Sosuke Aizen e seus comparsas se infiltraram no Seireitei (Sociedade das Almas - Bleach) enganando a todos os Ceifeiros de Almas (Shinigamis). Assim, Satanás, o Diabo, faz com a Igreja. Lúcifer sabe que é muito mais eficiente semear o joio no Reino de Deus do que tentar arrancar o trigo. Ele mudou a sua estratégia, ou seja, Satanás sabe que terá mais êxito se tornando "membro" da Igreja do que batendo de frente diretamente. Por meio de heresias, como, por exemplo, Macumba Gospel e Satanismo Gospel (Movimento Batalha Espiritual), Teologia da Prosperidade, machismo, intolerância religiosa, xenofobia, incitação ao ódio contra feministas e homossexuais, politicamente correto, Pacifismo, omissão, conformismo, “paz e amor”, bordões e chavões, e a legitimação da opressão (só contra os mais fracos e indefesos, ou seja, com quem não pode revidar), Satanás tem corroído os alicerces da Igreja. O maior trunfo do Diabo foi convencer o mundo de que ele não existe, porque assim, ele fica livre para fazer o que bem entender, pois ninguém ousará se opor a ele. Satanás usa distrações, geralmente, baseadas na ignorância teológica e no preconceito religioso (legalismo e fundamentalismo) para desviar o foco dos cristãos com coisas secundárias enquanto o Diabo continua destruindo famílias, casamentos e vidas. Os “cristãos” precisam abandonar a sua soberba legalista e arrogância religiosa (parar de arrotar “santidade” e de pregar o falso moralismo) e aprenderem a serem humildes com Jesus. A Igreja precisa de homens de verdade; de homens corajosos, valentes e ousados. De grandes guerreiros que tenham peito e coragem para desafiar o poderio reinante do Diabo e seus anjos.

SOBRE O COMBATE (LUTAR EM PROL DA JUSTIÇA):

Matar sem nenhum fundamento moral não é nada além de assassinato. Matar por uma causa justa é apenas justiça. O Sexto Mandamento sempre se referiu ao homicídio ilícito, e não a matar por legítima defesa e a matar na guerra. O verbo hebraico “ratsach” usado nesse Mandamento no Antigo Testamento, e o verbo grego “foneuo” usado nesse Mandamento no Novo Testamento, sempre são usados para se referir ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa e a pena capital. Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” se referem ao homicídio ilícito. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado. Seria uma grande incoerência Deus mandar os hebreus matarem nas guerras sendo que Ele mesmo disse “Não Matarás”, se no Sexto Mandamento Deus não se referisse somente ao homicídio criminoso (Deus não é bipolar). O guerreiro que não respeita a lâmina de sua espada não é digno de sua espada. As flechas do cristão somente podem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. O cristão não deve usar a sua espada por motivos pessoais, mas apenas para promover a justiça e a paz.

Apesar de terem existido muitos cristãos primitivos que satanizavam as autoridades governamentais, os apóstolos, Pedro e Paulo, reconheciam que as autoridades eram legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Paulo em (Romanos 13:1-7) e Pedro em (1 Pedro 2:13-17), reconheciam que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus e que são ministros de Deus para punir os maus e louvar os bons. Quando Paulo disse que “a nossa luta não é contra carne e sangue”, ele se referiu à luta da Igreja (instituição religiosa) e não a luta do Estado. O contexto de Efésios 6 é a luta da Igreja, mas o contexto de Romanos 13 é a luta do Estado (que é ministro de Deus). Quando Paulo falou que “as armas da nossa milícia não são carnais”, ele se referiu as vãs filosofias e a capacidade humana, pois o contexto em que ele disse isso nem é sobre armas bélicas. Quando Cristo ensinou que devemos oferecer a outra face, Ele quis dizer que não devemos ser vingativos, pois em nenhum momento (no contexto desse versículo), Jesus pregou contra a legítima defesa e disse que os cristãos devem ser sacos de pancadas dos outros. No mesmo capítulo, em que esse versículo está inserido, em outra parte Jesus fala que devemos arrancar o olho direito e decepar a mão direita se essas partes do nosso corpo nos fizerem pecar. Obviamente, Jesus usou puro simbolismo nessas passagens. Cristo ordenou para Pedro comprar aquela espada que o apóstolo usou para decepar a orelha direita de Malco. Pedro tentou impedir que a profecia sobre Jesus se cumprisse e Cristo quis salvar Pedro da punição de morte que seria aplicada contra ele, se Malco morresse. Jesus não mandou Pedro jogar a espada fora, mas apenas para guardá-la. Paulo reconheceu que o Estado tem o poder da espada (Machaira) que foi concedido e autorizado pelo próprio Deus.

AQUELE QUE PROTEGE (NÃO FUJA DO SEU CHAMADO):

"O sentimento de luta não deve ser medido pela probabilidade de vitória, mas, sim, pelos valores em defesa dos quais a luta foi feita".

Há batalhas que são travadas para proteger uma vida inocente; e há batalhas que são travadas para preservar a honra. Quantas vezes, você acha que pode escapar com vida da toca do leão sem ter nenhuma estratégia? Nunca deixe à ira e a paixão te desviarem do seu verdadeiro propósito. Não fuja do seu chamado! A ira entorpece a sua espada, portanto, não seja descuidado. Seja prudente. Seja sábio. Pense antes de agir. Seja estratégico. Seja tático. Sempre que tiver dúvidas sobre o que fazer, busque a Deus. Busque o seu Deus em oração. Cuide de sua mente, de seu corpo e de seu espírito. Não aja como um animal irracional (Tigre). Um animal apenas responde e reage por instinto. Um grande guerreiro (um homem prudente e sábio) pensa antes de agir, e procura outros caminhos e outros meios para vencer a batalha. Tenha domínio próprio (tenha autocontrole). O verdadeiro guerreiro é aquele que vence a si mesmo. Vença o Velho Adão, o Velho Homem (Demônio Interior). O verdadeiro campo de batalha é a mente. Um grande guerreiro precisa ter vontade, força e concentração. Seja forte e corajoso! Lute sempre em prol dos outros. O seu chamado, o seu propósito, a sua missão é proteger os inocentes. Use as suas armas e os seus punhos para proteger os indefesos. O seu dever é lutar em prol da justiça. Os verdadeiros heróis são Aqueles Que Enfrentam a Morte. Você é Aquele Que Protege. Não tenha medo da morte. Se for possível, morra com um sorriso no rosto (rindo da cara da morte). Combata o mal e os malfeitores. Proteja e defenda os fracos. Faça o bem.

RETROCEDER NUNCA, RENDER-SE JAMAIS (PERSEVERE NA FÉ):

"Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra. E, se alguém também milita, não é coroado se não militar legitimamente." (2 Timóteo 2:4-5)

Um guerreiro sempre procura explorar as fraquezas do seu inimigo. Espera o momento oportuno em que ele abaixa a guarda para poder acertá-lo. Assim, Satanás faz. O primeiro alvo de seu ataque sempre será uma necessidade física sua. O Diabo conhece o ser humano, portanto, ele sabe como derrubá-lo. Durante milhares de anos, Satanás analisou os homens e os estudou para poder conhecer todas as suas forças e as suas fraquezas. No meu caso, Satanás sabe quando a minha libido está alta (para usar a promiscuidade sexual contra mim) e quando as minhas, endorfina e serotonina, estão baixas (para usar a depressão e se aproveitar de minha tendência suicida). Lúcifer sabe quando a minha adrenalina (química da coragem) está alta, e quando eu estou cheio de adrenalina, me torno num “homem-bomba ou kamiquaze”, isso pode ser vantajoso para mim ou não. O Diabo não é esse tolo e sonso que os crentes pregam por aí. Satanás não é conhecido como o “Tinhoso” porque ele é bobo e burro. Ele não é conhecido como o “olho que tudo vê”, porque é cego. Satanás, o Diabo, não era só músico, mas também era um líder militar. Ficar com legalismo, fanatismo e fundamentalismo religioso não vai ajudar na luta contra o Diabo. As mandingas dos hereges do Movimento Batalha Espiritual não representam nenhuma ameaça contra Satanás. Somente, o Nome de Jesus e o poder de sua Palavra (Bíblia) representam uma verdadeira ameaça para o Diabo e seus anjos. Se fortaleça em Deus e na sua Palavra. Dedique-se a oração e estude profundamente as Escrituras (Bíblia). Busque a santidade bíblica (por amor e não por medo). Não busque a Deus por interesse, mas busque-o por gratidão. Seja forte e corajoso. Não demonstre medo diante de seus inimigos. Os malfeitores e os demônios sentem o cheiro do seu medo. Implorar pela vida ou para não ser ferido, apenas atiçará o sadismo desses sádicos e aumentará a sensação de poder desses opressores. Nunca pare de lutar enquanto a luta não acabar. Muito mais do que saber bater (há diferença entre ter técnica para lutar e simplesmente bater como uma mula), você tem que ser resistente para aguentar apanhar também. Se você tem poder, use o seu poder para salvar aqueles que não tem poder. Se você é forte, use a sua força para proteger os fracos. Se você tem voz, fale por aqueles que não podem falar. Liberte os acorrentados das correntes infernais da opressão. Lute em favor dos fracos e oprimidos. Ajude os excluídos e desamparados. Tenha compaixão por aqueles que ninguém se importa. Coloque-se no lugar do outro, sinta a dor do outro, para, assim, você poder compreendê-lo. Faça justiça aos oprimidos. Defenda os fracos. Proteja os inocentes e indefesos. Quando o poder de fazer o bem estiver em suas mãos, não deixe de fazer o bem a quem de direito. Faça a diferença. Faça o bem. Se não tem ninguém para fazer, faça você mesmo. Alguém tem que fazer.

A PRINCIPAL CARACTERÍSTICA DOS HERÓIS:

“Um bom soldado não é aquele que luta, porque odeia o que está enfrentando, mas, sim, aquele que luta, porque ama o que está defendendo”.

Todos nós devemos decidir o que queremos proteger. Todos querem proteger algo, alguém ou alguma coisa. Queremos sempre proteger algo ou alguém que seja importante para nós. A verdadeira força não está no ódio que sentimos pelos nossos inimigos, mas, sim, no poder do amor que é liberado quando protegemos a quem amamos. Não é o ódio que libera a nossa verdadeira força, mas, sim, o poder do amor. A principal característica de um herói é o amor.

Quando todos se omitem diante do mal. Quando todos se conformam com as coisas erradas. Quando todos folgam com a injustiça. Quando todos te perseguem, porque você ousa questionar o que está errado. Os heróis são aqueles que fazem o que ninguém mais quer fazer. Se não tem quem faça, se não tem ninguém para fazer, o herói tem que tomar a iniciativa e fazer. Muitas vezes, os heróis são desprezados, rejeitados, abandonados e excluídos. Mesmo, você sabendo que levará a pior e que se dará mal por fazer o bem, mas mesmo, assim, você ousa fazer o que é correto, você é corajoso de verdade. Quando você ousar desafiar os malfeitores. Quando não temer o perigo e nem a morte. Quando você se importar mais com os outros do que consigo mesmo. Quando você estiver disposto a morrer lutando pelo que você acredita. Quando você amar tanto os seus amigos que você estaria disposto a morrer no lugar deles para salvá-los. Quando você encarar uma batalha impossível em prol dos outros. Quando você estiver na lista dos mais procurados do Diabo. Sinta-se honrado, pois é isso que te faz ser um herói.

O PROPÓSITO DOS HERÓIS:

"Se Deus impor as mãos sobre você todo o mundo saberá. E você não será conhecido aqui, você será conhecido no Inferno." (Leonard Ravenhill)

Existem pessoas que são pontos de luz no escuro. Pessoas boas que fazem a diferença nesse mundo decaído e pervertido. Homens e mulheres que ousam questionar as coisas erradas e fazer a diferença. Pessoas que se importam mais com os outros do que consigo mesmas. O herói, apesar de toda a escuridão que tem dentro de si, ainda a chama da esperança queima em seu coração. A sua luz interior ilumina o seu caminho para combater o mal e fazer justiça aos oprimidos. Os heróis são homens que vivem e morrem em nome da honra. O cavaleiro prova o seu valor por meio dos seus atos. O verdadeiro herói é aquele que usa os seus punhos e as suas armas somente para lutar em nome da justiça; não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o herói jurou proteger.

Há um herói dentro de cada um de nós. Que nos incentiva a sermos íntegros, que nos enobrece. Muitas vezes, para fazer o bem, precisamos desistir do que mais queremos. Desistir até mesmo dos nossos sonhos. Isso é altruísmo. Isso é ser altruísta. Se importar mais com os outros do que consigo mesmo. São homens assim que fazem a diferença. São homens assim que mudam o mundo. Homens que também tem as suas fraquezas, mas eles as superam, por algo maior do que eles próprios. A coragem não é a ausência do medo, mas é a habilidade de superá-lo. Homens que resistem à dor e vencem o medo. Homens cheios de coragem e de ousadia que ousam fazer o que ninguém mais quer fazer. Homens que estão dispostos a se sacrificar pelo semelhante. A inteligência deve ser usada para o bem da humanidade. Isso é um privilégio. Quando Deus nos escolhe para fazer a diferença e mudar a História, Ele não está tapando buraco (não se pode barganhar com um Deus que não precisa de você). Se Deus te escolher para fazer a diferença, Ele está te dando um privilégio. Isso é uma grande honra. Então, honre e valorize essa oportunidade que Deus lhe deu.

É muita ingenuidade acreditar que quando você invadir o território do seu inimigo, travando batalhas contra os seus soldados, resgatando os perdidos das trevas, libertando os acorrentados das correntes infernais, libertando os oprimidos da opressão, causando o caos e a desordem em seu reino, e ainda querer sair com os reféns resgatados e não querer ser notado. Quando você prega o Evangelho e busca fazer a vontade de Deus, isso chamará a atenção do Diabo e seus anjos (de todos os malfeitores em geral, tanto criminosos comuns quanto religiosos maus). Se você ousar se opor ao Diabo e seus seguidores, eles virão para cima de você. Se Deus impor as suas mãos sobre você, e as pessoas ao seu redor verem a Glória de Deus em sua vida, por meio de suas atitudes e gestos de justiça, de compaixão e de bondade, você não será conhecido somente aqui na Terra, mas também será conhecido no Inferno. Faço das palavras de Leonard Ravenhill minhas palavras também: “A minha maior ambição na vida é estar na lista dos mais procurados do Diabo”. Eu estou preparado para morrer, mas eu escolho morrer lutando.

SEMENTES DE ESPERANÇA (HONRA E JUSTIÇA):

“A consciência de uma alma justa se firma na busca constante em livrar da opressão as almas injustiçadas”. (Anísio Ferreira Souza)

Desde pequeno (quando era criança) o desejo de proteger os fracos já estava no meu coração. Depois de mais de três décadas se passarem, esse desejo permanece em mim. Apesar de todos os absurdos e calúnias que os crentes sempre falaram ao meu respeito, eu sempre quis proteger os indefesos, e nunca praticar injustiças em Nome de Deus. Eu quero defender aqueles que não têm voz. Eu quero lutar por aqueles que não podem lutar por si mesmos. Sempre quis aprender a lutar artes marciais e a manusear armas de fogo para poder combater os malfeitores (Romanos 13:1-7), (1 Pedro 2:13-17) e (Lucas 3:14). Apesar de ser boxeador (pugilista) e ter tido treinamento bélico (Segurança Privada – Vigilante Patrimonial) em manuseio com armas de fogo (revólver calibre 38, pistola calibre 380 e espingarda calibre 12), ainda não tenho o poder necessário para lutar em nome da justiça e proteger os inocentes. Eu sou historiador e professor de História, e me considero um teólogo autodidata. Eu costumo orar e interceder pelas pessoas. Eu prego o Evangelho da Salvação de Jesus pela Graça de Deus. Ainda considero pouco o que faço. Gostaria muito de poder fazer mais. Não folgo com a injustiça e também não quero me omitir diante do mal. Não tenho medo de morrer (pelo contrário, eu até desejo a morte). Tenho ódio, repulsa e aversão ao Diabo (Guilty). Desejo do fundo do meu coração fazer a diferença. Quero mudar tudo o que precisa ser mudado. Não tenho nenhuma garantia de que as pessoas por quem eu oro irão se converter. Eu prego o Evangelho, mas também não tenho garantia de que alguém será salvo. Mesmo, não vendo resultados e sabendo que não verei os meus frutos, continuarei lutando. Preciso plantar as sementes agora. Sementes de esperança. O meu sonho é que os meus textos e minhas obras façam a diferença no mundo e salvem vidas (mesmo, após a minha morte). Não quero ser o Cavaleiro do Ódio. Prefiro ser o Cavaleiro da Esperança. Eu estou preparado para morrer, mas eu escolho morrer lutando. Espero que o meu nascimento não seja em vão. Espero fazer a minha existência valer à pena. Não me importo em ser ferido ou ser morto, se eu conseguir salvar alguém. Só quero fazer a diferença. 

CONSTRUÇÕES IDEOLÓGICAS (DOUTRINAÇÃO E MANIPULAÇÃO)


As construções ideológicas em geral são mentiras muito bem elaboradas. Tipo, o famoso “telefone sem fio”. Quando uma mentira é dita mil vezes, essa mentira se torna numa “verdade”. Assim, se constrói uma construção ideológica. As construções ideológicas podem ser classificadas literalmente como “doutrinação” tanto política quanto religiosa. As construções ideológicas muitas vezes são “bordões”, “chavões”, “pensamentos políticos” ou “doutrinas religiosas”. Uma construção ideológica quando não é uma mentira descarada, pode também ser muitas vezes uma “meia verdade” ou uma “mentirinha disfarçada”. Os religiosos, intelectuais e políticos mal-intencionados costumam usar as construções ideológicas como armas para poder controlar e explorar algum povo desprovido de conhecimento e de senso crítico. (Filipe Levi)

A SÍNDROME DE ADÃO



"A Síndrome de Adão é quando as pessoas costumam jogar a culpa nos outros e em seres inanimados para não ter que assumir a própria responsabilidade. Como, por exemplo, os desarmamentistas que jogam a culpa nas armas, os "ex-satanistas" que jogam a culpa nas artes marciais, os religiosos tapados que jogam a culpa em animes e videogames, os bandidos e psicopatas que jogam a culpa no Diabo ou na sua psicose ou situação social, o fornicário e o adúltero que jogam a culpa nos seus órgãos genitais, o bêbado que joga a culpa na cachaça, o drogado que joga a culpa nas drogas, e o religioso fanático que sempre joga a culpa no Diabo ou nos "pecadores". Essa é a Síndrome de Adão, a mania de sempre jogar a culpa nas outras pessoas ou em seres inanimados, porque não se tem coragem e nem dignidade para assumir os próprios erros e arcar com a própria responsabilidade". (Filipe Levi)


O ADVOGADO DE DEUS


As pessoas costumam sempre jogar a culpa em Deus pelas tragédias, catástrofes e atrocidades que acontecem no mundo. Os ateus magoadinhos com Deus nutrem um grande ódio pelo "cara lá de cima que não existe". De todos os homens maus, os homens maus religiosos são os piores. Mas, será que Deus tem culpa quando as pessoas ruins fazem mau uso do Nome d'Ele? Se as pessoas começarem a praticarem atrocidades e massacres em meu nome, isso significa que fui eu quem mandou elas fazerem isso? Claro, que não! Esses religiosos hipócritas, legalistas, fundamentalistas, fanáticos e safados não obedecem aos ensinamentos que Deus ensina na Bíblia. Se os pais criam os filhos com amor e carinho (sem espancamentos, humilhações e estupros), e se esses mesmos filhos renegam os bons ensinamentos dos pais e entram na criminalidade, a culpa seria desses pais? Claro, que também não! Independente de "livre arbítrio" ou "livre agência", os homens são responsáveis por suas obras.
A Inquisição, o Terrorismo Islâmico, as seitas racistas e xenófobas, as perseguições por causa do ódio, da intolerância e na busca pelo poder, que são feitas em nome da religião, nada disso é culpa de Deus. Se os homens maus fazem mau uso do Nome de Deus para praticar atrocidades, podem ter certeza, de que Deus nunca apoiou isso. Deus sempre foi a favor da justiça e da verdadeira paz. A Bíblia, a Palavra de Deus, sempre revelou que a vontade de Deus é que os fortes protejam e defendam os fracos. A vontade de Deus sempre foi que aqueles que tem poder devem usar o seu poder para salvar aqueles que não tem poder. A vontade de Deus é que o Estado (governo) sirva o seu povo e proteja os seus cidadãos de bem e castigue os malfeitores (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17). A vontade de Deus é que o marido honre, respeite e proteja a sua esposa. A vontade de Deus é que os pais cuidem, respeitem e protejam os seus filhos. O principal ministério de um homem é a sua esposa. O principal ministério de um homem é a sua família. Honre e proteja a sua esposa. Cuide dos seus filhos.
Jesus era conhecido como o amigo dos pecadores (o amigo das prostitutas). Jesus sempre teve aversão aos religiosos hipócritas e abominou os falsos moralistas. Os cristãos se tornaram naquilo que Jesus sempre combateu, em religiosos legalistas e hipócritas, que fazem mau uso do Nome de Deus para praticar maldades e atrocidades. Deus não tem culpa da Tirania. Deus não é o culpado pela opressão. A culpa não é de Deus. Deus não é o culpado. Se os religiosos maus usam o Nome de Deus para destruir, então, que nós, homens de Deus, usemos o Nome de Deus para construir. Façamos justiça aos oprimidos. Nós, homens de Deus, devemos defender e proteger os fracos e indefesos. Esse é o nosso dever e obrigação como homens de Deus. Viver uma vida religiosa hipócrita e vazia não adianta nada. Um cavaleiro prova o seu valor por meio dos seus atos. Não só com palavras, mas são as suas atitudes que mostrarão a pessoa que você realmente é. Se os seus atos forem de honra, de bondade, de humildade, de integridade, de honestidade, de justiça, de respeito, de lealdade, de sinceridade e de coragem, saberemos que você é uma pessoa boa de verdade.
Então, seres humanos, tenham a dignidade e a coragem de assumirem os seus próprios erros e arcarem com as consequências das merdas que vocês fazem (principalmente, vocês, seus religiosos safados)!!! Deus não tem obrigação de abençoar e de salvar ninguém. Se Deus abençoa ou salva alguém, é porque Ele é bom e misericordioso e não porque você é "santo" e "bom pra caramba". Aconteça o que acontecer, Deus é bom. Deus continua sendo Deus. Você acreditando em Deus ou não, você prestará contas a Ele. Você acreditando no Inferno ou não, se você morrer sem Jesus, você irá para lá do mesmo jeito. O recado foi dado. (Filipe Levi)

O CERTO E O ERRADO (O BEM E O MAL)


Se existe um extremo, o outro extremo existe também. Se existe o bem, também existe o mal. Se existe o certo, também existe o errado. Se existe o covarde, também existe o valente. Se existe a vida, também existe a morte. Se existe Deus, também existe o Diabo. Se existe o Céu, também existe o Inferno. Se existem bandidos, também existem heróis. Muitas vezes, o herói e o vilão eram amigos antes de cada um seguir o seu caminho. Essa é a eterna luta entre o bem e o mal. Entre o certo e o errado. Entre a vida e a morte. A Guerra Santa entre o bem e o mal. Você sabe de qual lado você está? Não tem como ficar em cima do muro. Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado do opressor. Não se pode servir a dois senhores. Não se pode servir a Deus e a Baal. Não se pode servir a Jesus e a Satanás. Você sabe mesmo de que lado você está? (Filipe Levi)

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

DEUS EXISTE? EXISTEM EVIDÊNCIAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS?


DEUS EXISTE? EXISTEM EVIDÊNCIAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS?

A existência de Deus não pode ser provada ou refutada. A Bíblia diz que devemos aceitar pela fé o fato de que Deus existe: "Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam" (Hebreus 11:6). Se Deus assim desejasse, Ele poderia simplesmente aparecer e provar para o mundo inteiro que Ele existe. Mas se fizesse isso, não haveria necessidade de fé. "Então Jesus lhe disse: ‘Porque me viu, você creu? Felizes os que não viram e creram’" (João 20:29). Isso não significa, porém, que não há provas da existência de Deus. A Bíblia diz: "Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos. Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite. Sem discurso nem palavras, não se ouve a sua voz. Mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as suas palavras, até os confins do mundo" (Salmo 19:1-4). Observar as estrelas, compreender a vastidão do universo, admirar as maravilhas da natureza, enxergar a beleza de um pôr do sol - todas estas coisas apontam para um Deus Criador. Se tudo isso ainda não fosse suficiente, também há evidência de Deus em nossos próprios corações. Eclesiastes 3:11 nos diz: "... Também pôs no coração do homem o anseio pela eternidade." Temos o reconhecimento dentro de nós de que há algo além desta vida e alguém além deste mundo. Podemos até negar este conhecimento intelectualmente, mas a presença de Deus em nós e ao nosso redor ainda é óbvia. Apesar disso, a Bíblia nos adverte de que alguns ainda vão negar a existência de Deus: "Diz o tolo em seu coração: ‘Deus não existe’" (Salmo 14:1). Uma vez que a grande maioria das pessoas ao longo da história, em todas as culturas, em todas as civilizações, e em todos os continentes acreditam na existência de algum tipo de Deus, deve haver algo (ou alguém) causando esta crença. Além dos argumentos bíblicos para a existência de Deus, existem argumentos lógicos. Em primeiro lugar, existe o argumento ontológico. A forma mais popular do argumento ontológico usa o conceito de Deus para provar a existência de Deus. Ele começa com a definição de Deus como "um ser do qual nada maior pode ser concebido." Em seguida, é argumentado que existir é maior do que não existir e, portanto, o maior ser concebível deve existir. Se Deus não existisse, então Deus não seria o maior ser concebível, o que estaria em contradição com a própria definição de Deus. Um segundo argumento é o argumento teleológico. O argumento teleológico afirma que já que o universo apresenta um projeto tão incrível, deve ter havido um designer divino. Por exemplo, se a Terra fosse significativamente mais perto ou mais longe do sol, não seria capaz de suportar a maior parte da vida que atualmente sustenta. Se os elementos na nossa atmosfera fossem apenas alguns pontos percentuais diferentes, quase todos os seres vivos na terra morreriam. As chances de uma única molécula de proteína se formar ao acaso é de 1 em 10.243 (ou seja, 1 seguido de 243 zeros). Uma única célula é constituída por milhares de moléculas de proteína. Um terceiro argumento lógico para a existência de Deus é chamado de argumento cosmológico. Todo efeito deve ter uma causa. Este universo e tudo nele é um efeito. Deve haver algo que causou tudo a existir. Em última análise, deve haver alguma coisa "não-causada" a fim de fazer com que todo o resto passasse a existir. Essa causa "sem causa" é Deus. Um quarto argumento é conhecido como o argumento moral. Cada cultura ao longo da história tem tido alguma forma de lei. Todo mundo tem um senso de certo e errado. Assassinar, mentir, roubar e imoralidade são quase universalmente rejeitados. De onde veio este senso de certo e errado se não de um Deus santo? Apesar de tudo isto, a Bíblia nos diz que as pessoas irão rejeitar o conhecimento claro e inegável de Deus e acreditarão em uma mentira em seu lugar. Romanos 1:25 declara: "Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém." A Bíblia também proclama que as pessoas não têm desculpa para não acreditarem em Deus: "Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis" (Romanos 1:20). As pessoas afirmam não acreditar em Deus porque “não é científico” ou “porque não há prova”. A verdadeira razão é que, quando se admite que há um Deus, também é necessário aceitar que devem ter responsabilidade para com Deus e que precisam do Seu perdão (Romanos 3:23; Romanos 6:23). Se Deus existe, então devemos prestar contas das nossas ações a Ele. Se Deus não existe, então podemos fazer o que quisermos sem termos de nos preocupar com o Seu julgamento sobre nós. É por isso que muitos dos que negam a existência de Deus se agarram tão fortemente à evolução naturalista – isso lhes dá uma alternativa a acreditar em um Deus Criador. Deus existe e todo mundo sabe, no fim das contas, que Ele existe. O próprio fato de que alguns tentam tão agressivamente provar que Ele não existe é em si um argumento para a Sua existência. Como sabemos que Deus existe? Como cristãos, sabemos que Deus existe porque falamos com Ele todos os dias. Nós não audivelmente o escutamos falando conosco, mas sentimos a Sua presença, sentimos a Sua liderança, conhecemos o Seu amor, desejamos a Sua graça. Certas coisas têm acontecido em nossas vidas que não têm outra explicação possível que não seja Deus. Deus tem tão milagrosamente nos salvado e mudado as nossas vidas que não podemos deixar de reconhecer e louvar a Sua existência. Nenhum destes argumentos pode persuadir alguém que se recusa a reconhecer o que já é evidente. No final, a existência de Deus deve ser aceita pela fé (Hebreus 11:6). A fé em Deus não é um salto cego no escuro; mas um passo seguro em um quarto bem iluminado, onde a grande maioria das pessoas já estão presentes.

SEMENTES DE ESPERANÇA (HONRA E JUSTIÇA)


“A consciência de uma alma justa se firma na busca constante em livrar da opressão as almas injustiçadas”. (Anísio Ferreira Souza)

Desde pequeno (quando era criança) o desejo de proteger os fracos já estava no meu coração. Depois de mais de três décadas se passarem, esse desejo permanece em mim. Apesar de todos os absurdos e calúnias que os crentes sempre falaram ao meu respeito, eu sempre quis proteger os indefesos, e nunca praticar injustiças em Nome de Deus. Eu quero defender aqueles que não têm voz. Eu quero lutar por aqueles que não podem lutar por si mesmos. Sempre quis aprender a lutar artes marciais e a manusear armas de fogo para poder combater os malfeitores (Romanos 13:1-7), (1 Pedro 2:13-17) e (Lucas 3:14). Apesar de ser boxeador (pugilista) e ter tido treinamento bélico (Segurança Privada – Vigilante Patrimonial) em manuseio com armas de fogo (revólver calibre 38, pistola calibre 380 e espingarda calibre 12), ainda não tenho o poder necessário para lutar em nome da justiça e proteger os inocentes. Eu sou historiador e professor de História, e me considero um teólogo autodidata. Eu costumo orar e interceder pelas pessoas. Eu prego o Evangelho da Salvação de Jesus pela Graça de Deus. Ainda considero pouco o que faço. Gostaria muito de poder fazer mais. Não folgo com a injustiça e também não quero me omitir diante do mal. Não tenho medo de morrer (pelo contrário, eu até desejo a morte). Tenho ódio, repulsa e aversão ao Diabo (Guilty). Desejo do fundo do meu coração fazer a diferença. Quero mudar tudo o que precisa ser mudado. Não tenho nenhuma garantia de que as pessoas por quem eu oro irão se converter. Eu prego o Evangelho, mas também não tenho garantia de que alguém será salvo. Mesmo, não vendo resultados e sabendo que não verei os meus frutos, continuarei lutando. Preciso plantar as sementes agora. Sementes de esperança. O meu sonho é que os meus textos e minhas obras façam a diferença no mundo e salvem vidas (mesmo, após a minha morte). Não quero ser o Cavaleiro do Ódio. Prefiro ser o Cavaleiro da Esperança. Eu estou preparado para morrer, mas eu escolho morrer lutando. Espero que o meu nascimento não seja em vão. Espero fazer a minha existência valer à pena. Não me importo em ser ferido ou ser morto, se eu conseguir salvar alguém. Só quero fazer a diferença. (Filipe Levi)

"O sentimento de luta não deve ser medido pela probabilidade de vitória, mas, sim, pelos valores em defesa dos quais a luta foi feita".

O GRANDE LIBERTADOR (O AMIGO DOS PECADORES - O AMIGO DAS PROSTITUTAS)



Filipe Levi 29/08/18
O GRANDE LIBERTADOR (O AMIGO DOS PECADORES - O AMIGO DAS PROSTITUTAS)

“Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor? Porque foi subindo como renovo perante ele e como raiz duma terra seca; não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões; e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”. (Isaías 53:1-5)

O Jesus "paz e amor" que pregam por aí, não é o Jesus histórico, menos ainda o Jesus da Bíblia. Essa "historinha" de que Jesus era um "grande pacifista" não tem embasamento histórico, menos ainda base bíblica. Os "historiadores de Internet" (geralmente, Testemunhas de Jeová e evangélicos que não terminaram nem o Ensino Fundamental), adoram usar o argumento de que os cristãos primitivos não se alistavam no Exército, e por causa disso o serviço militar é do Diabo. Existem historiadores (historiadores de verdade) que até defendem a teoria de que Jesus era um líder dos zelotes (judeus revolucionários que tentavam derrubar o Império Romano do poder). Eu sei que Jesus e os apóstolos nunca apoiaram os zelotes, mas Cristo e seus fiéis apóstolos sempre defenderam a submissão às autoridades (portanto, que as autoridades não exigissem nada contra a Palavra de Deus). Paulo (Romanos 13:1-7) e Pedro (1 Pedro 2:13-17), claramente, ensinaram que a função das autoridades governamentais é punir os maus e louvar os bons. Pedro evangelizou o centurião Cornélio, e ordenou que ele fosse batizado ainda sendo um oficial romano. João Batista batizou alguns soldados e lhes incentivou a permanecerem no serviço militar, portanto, que eles fossem honestos e justos (Lucas 3:14). Paulo (assim, como o profeta Daniel no Antigo Testamento) afirmou, claramente, que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus e que são ministros de Deus para castigar os malfeitores e para enaltecer os cidadãos de bem (sem contar que Paulo também evangelizou a Guarda Pretoriana, os Santos da Casa de César). Portanto, essa "historinha" de que Jesus e seus apóstolos eram um bando de pacifistas e anarquistas, não tem embasamento histórico, e menos ainda base bíblica. 

O Príncipe da Paz, também é o Senhor dos Exércitos. Deus é amor, mas também se ira em fervor. A essência de Deus é o amor, mas o seu princípio é a justiça. O Deus da Paz, também é o Deus da Guerra. O Cordeiro de Deus, também é o Leão de Judá. Jesus é o Grande Libertador de Israel, e não esse songamonga idealizado pelos evangélicos. O Jesus da Bíblia é o Messias e o verdadeiro Rei dos judeus. Cristo é o Rei legítimo de Israel. O Príncipe da Paz, também é o Senhor da Guerra. O Deus que concede Salvação por meio de sua Graça é o mesmo que também lança os pecadores no Tártaro (Lago de Fogo). De Deus não se zomba! Deus se ira e também tem senso de justiça.

O impressionante dos evangélicos é que eles somente gostam de divulgar o "jesuis" distorcido e o "evangelho" deturpado deles. O Jesus cordeirinho e pacifista dos crentes, ou seja, o Jesus songamonga dos evangélicos. E os cristãos pacifistas e babacas que são capachos e sacos de pancadas dos outros. Eles não gostam de pregar sobre o Jesus que comia e bebia com os pecadores. Eles não gostam de pregar sobre o Jesus que xingava e julgava os religiosos hipócritas. Eles não gostam de pregar sobre o Jesus que amava os oprimidos e que se indignava com as coisas erradas e contra as injustiças que o povo sofria. Eles não gostam de pregar sobre o Jesus que desceu a chicotada num bando de religiosos hipócritas e safados, e que virou as mesas para expulsar os "ungidos do Senhor" do Templo de Jerusalém. Esses crentes não gostam de divulgar sobre os cristãos que empunham armas para combater o Boko Haram e o Estado Islâmico. Esses evangélicos não gostam de divulgar sobre os protestantes (luteranos, huguenotes e puritanos) que empunharam armas para combater a Igreja Católica na época da Reforma da Igreja. É porque ser pacifista e politicamente correto é mais fofinho e bonitinho do que fazer o que a Bíblia realmente ensina. Esses religiosos hipócritas querem ser mais santos do que próprio Jesus, o "amigo dos pecadores". Esses crentes safados querem ser mais santos do que o próprio Espírito Santo que inspirou a Bíblia, a Palavra de Deus. Esses malditos fariseus querem ser mais santos do que o próprio Yahweh, o Eterno.

Eu admiro muito Jesus Cristo. Eu me identifico com Jesus. Não com o Jesus pacifista e omisso (songamonga dos evangélicos), mas com o Jesus da Bíblia, que era bocudo, que andava com os pecadores (o amigo das prostitutas), que se indignava com as coisas erradas, que xingava os fariseus, que amava os oprimidos e que não suportava a hipocrisia religiosa e o falso moralismo.

O mundo clama por um grande herói que combata o mal e proteja os indefesos. A Terra está assolada pela maldade, e Satanás oprime a raça humana através do pecado. Deus amou o mundo de tal maneira que Ele enviou Jesus para sofrer e morrer numa Cruz por nós. Cristo sofreu torturas indescritíveis e foi brutalmente assassinado por amor ao seu povo, mas no terceiro dia, Ele ressuscitou. Jesus venceu a morte e o pecado, porque Ele é o Soberano Senhor. Cristo tem as chaves da morte e do Inferno, portanto, Satanás não tem nem a chave de sua própria casa, e nem pode mais usar a morte para ameaçar os escolhidos de Deus, porque os remidos pelo Cordeiro têm a vida eterna.

Quem vai lutar pelo que é certo? Quem vai nos ajudar a sobreviver? Quem vai lutar pelos fracos? Quem vai fazê-los acreditar? A resposta para essas perguntas é Jesus Cristo. Eu sempre admirei os heróis dos filmes de ação e dos desenhos japoneses (animes), mas passei a admirar muito Jesus, tanto que quero ser igual a Ele. Desejo ardentemente me tornar a imagem e a semelhança de Jesus Cristo. Almejo ser mais parecido com Jesus. O Deus que se fez homem para habitar entre nós. O Messias curou os enfermos e ressuscitou os mortos. Ele expulsou demônios e acalmou a tempestade. O Grande Libertador de Israel, o Rei dos judeus, sangrou dolorosamente até morrer, para que o seu santo sangue nos purificasse de todo o pecado. Os judeus esperavam um Messias guerreiro e nacionalista, mas Jesus Cristo veio ensinar a compaixão, o amor e o perdão. Alguns séculos depois, o Império Romano caiu sob o domínio dos bárbaros, mas isso aconteceu no tempo de Deus. Na época em que Jesus veio aqui na Terra foi mais importante ensinar as pessoas a se amarem do que acabar com o domínio dos romanos.

Existe uma cura para o vírus mortal chamado pecado. Existe uma maneira de conter a epidemia viral que se alastra sobre a Terra. O sangue de Jesus é a cura para o pecado. Cristo veio para nos libertar da escravidão do pecado e da opressão do Diabo. Jesus é o Único Caminho para se chegar até Deus (não existe outro caminho). Cristo é a Única Salvação, pois Ele é o único que pode nos salvar. Ele veio para nos resgatar do Império das Trevas. O Reino das Sombras sucumbiu diante de seu poder. Jesus Cristo veio para proteger os fracos. Ele veio nos trazer Salvação. Cristo veio nos libertar da opressão. Lúcifer foi derrotado na Cruz do Calvário, porque quando Jesus Cristo derramou o seu precioso sangue, Ele venceu o mal. Jesus veio nos salvar.

“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim”. (João 14:6)

Jesus Cristo pode levar todos os homens até Deus. Jesus é o Caminho para se chegar até o Todo-Poderoso (não existe outro caminho). Cristo é o Único Salvador que pode nos livrar da maldição eterna. Qualquer homem que reconhecer Jesus Cristo como o seu único e suficiente Salvador será salvo. Os verdadeiros cristãos são templos do Espírito Santo e se tornam amigos de Deus através de Jesus Cristo. O sacrifício de Jesus foi o preço pago para que todos nós possamos ser salvos. A Salvação é de graça. Qualquer um pode ser salvo se buscar a Deus e se converter de seus maus caminhos.

“Jesus respondeu e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada”. (João 14:23)

Se as pessoas amarem a Deus acima de todas as coisas e guardarem a sua Palavra, o Altíssimo e o Messias farão morada em seus corações. Todos os homens que amam a Deus acima de tudo e obedecem aos seus Mandamentos se tornam templos do Espírito Santo. Deus, Jesus Cristo, e o Espírito Santo, amam o ser humano; e querem fazer do homem a sua morada.

“Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou humilde e manso de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. (Mateus 11:28-30) 

Todas as pessoas que estão cansadas e sobrecarregadas podem se aliviar se forem até Jesus Cristo. O Messias pode consolá-las de todo o sofrimento. O jugo de Jesus é suave e o seu fardo é leve. Não é preciso pagar promessas para alcançar bênçãos, porque Jesus já pagou o preço por nós. O sacrifício de Cristo é o suficiente para que sejamos salvos e abençoados. Então, vão até Jesus, que Ele aliviará vocês de todo o cansaço e os libertará de toda a opressão.

Jesus não estava tão preocupado com o domínio dos conquistadores romanos, mas, sim, com os líderes religiosos "mercenários" que usavam o Santo Nome de Deus para explorar o povo. Jesus era agressivo e incisivo. Jesus era bravo e se revoltava com as coisas erradas. Jesus amava os oprimidos e criticava as injustiças que o povo sofria. Jesus xingava os fariseus e saduceus e desceu a chicotada nos cambistas lá no Templo de Jerusalém e ainda saiu chutando as mesas os expulsando do local. Jesus nunca foi “um grande pacifista”. O Messias que elogiou a fé e a integridade de um oficial romano, e que desprezou a religiosidade e o falso moralismo dos fariseus. O "AMIGO DAS PROSTITUTAS". O HOMEM SANTO QUE COMIA E BEBIA COM OS PECADORES. Jesus sempre combateu o legalismo religioso, o politicamente correto e a falsa moralidade. O "jesuis" que pregam por aí, NÃO É O JESUS DA BÍBLIA!!! O Jesus Cristo da Bíblia é o GRANDE LIBERTADOR DE ISRAEL (AQUELE QUE VENCEU A MORTE). Esse é o verdadeiro Jesus, o Jesus histórico, o Jesus da Bíblia.

Quanto mais a Igreja Cristã era perseguida, mais os cristãos se tornavam numerosos. Durante todas as perseguições que a Igreja Primitiva sofreu, mais os cristãos aumentavam em número, porque cada vez mais pessoas se convertiam. A coragem dos cristãos diante do terror da morte impressionava os pagãos, que ficaram interessados na fé que dava coragem para os cristãos encararem a morte. Os pagãos não compreendiam o porquê dos cristãos se absterem dos prazeres momentâneos da vida e morrerem por amor a um Deus invisível. Os cristãos primitivos realmente faziam a diferença na sociedade. Os primeiros cristãos amparavam os órfãos e as viúvas, e ajudavam todos os necessitados. Os cristãos primitivos amavam de verdade os seus semelhantes (até os seus próprios inimigos). Nós, cristãos atuais, temos muito que aprender com os nossos irmãos da Igreja Primitiva. Que Deus seja louvado hoje e sempre.

O símbolo da Casa de El (Casa de Deus) significa "ESPERANÇA". Todos os povos aguardam por uma figura "messiânica". Todos os homens têm fome e sede por um Salvador. Por isso, se criam os "heróis", porque todos nós precisamos de bons exemplos para seguir. Os heróis nos enobrecem, nos mostram como podemos nos tornar nobres e íntegros. A Bíblia, a Palavra de Deus, e a História da Igreja estão repletas de bons exemplos de heróis, não porque esses homens em sua "natureza pecaminosa" fossem bons, mas porque a Graça de Deus os transformou em homens bons, os tornando em verdadeiros heróis. O personagem "Super-Homem" foi inspirado no Messias da Bíblia (Jesus Cristo). O mundo precisa de heróis, e, principalmente, do principal, o Messias, o Salvador anunciado pelos profetas do passado. Esse "jesuis" falso que pregam por aí é uma fraude, porque o Jesus da Bíblia se importava mesmo com os desamparados e oprimidos e condenava a hipocrisia e criticava a injustiça. O Jesus da Bíblia nunca se omitiu diante do mal, tampouco, ensinou à omissão, o conformismo e a covardia para os seus discípulos. Jesus é a Esperança de que precisamos. Cristo sofreu e morreu numa Cruz para que você e eu fôssemos salvos. Se você reconhecer o sacrifício de Jesus por você na Cruz, a Graça de Deus lhe concederá a vida eterna. Jesus Cristo é o Único Caminho para se chegar até Deus (não existe outro caminho). Jesus é a nossa Esperança.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

REBELIÃO (FOGO E FÚRIA)


“Quanto a mim, já estou sendo derramado como libação, e o tempo da minha partida está próximo.
Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé”.

Os crentes confundem “respeito” com o direito de oprimir e subjugar o mais jovem e mais fraco; os crentes confundem “submissão ao marido” com o direito de oprimir e humilhar a esposa; os crentes confundem “honrar os pais” com o direito de espancar, humilhar e abusar sexualmente dos filhos; os crentes confundem “gratidão” com barganha, chantagem e jogar as coisas na cara; os crentes confundem “reverência” com “VERBORRAGIA” (bajulação, puxação de saco e babação de ovo). A “paz e o amor” foram banalizados pelos “cristãos”, porque “o amor e a paz” se tornaram “bordões” para pregar a omissão e a apatia diante do mal. O “perdão e a misericórdia” também se tornaram em “chavões” para os crentes usarem como desculpa para se acomodarem e se conformarem com as coisas erradas. O “jargão” conhecido como “Não Julgueis” virou desculpa para se omitir perante a maldade ou, simplesmente, desculpa para poder “pecar em paz”. A heresia satânica e diabólica do “não toqueis no ungido do Senhor” virou argumento para legitimar a tirania e a opressão nas igrejas evangélicas. Os bordões, chavões e jargões dos crentes sempre são para favorecer o opressor e nunca o oprimido. Um dia, alguém terá que confrontá-los. Alguém tem que dar um basta nisso. (Filipe Levi) 

ÉTICA CRISTÃ (A PROMOÇÃO DA JUSTIÇA E A PROTEÇÃO DOS INOCENTES)


             
     
Filipe Levi 28/08/18
   ÉTICA CRISTÃ (A PROMOÇÃO DA JUSTIÇA E A PROTEÇÃO DOS INOCENTES)

     O Cristianismo é polêmico desde a sua origem, pois os cristãos sempre interpretaram a Bíblia de diversas maneiras. Pentecostais (sem bizarrices), tradicionais (muitos precisam se contextualizar), arminianos (que acreditam que a Salvação é pela Graça), calvinistas (que amam os arminianos), ativistas, pacifistas (os sinceros e não os hipócritas) e seletivistas; ambos são cristãos, mas cada um tem a sua opinião sobre determinado assunto. A pena de morte e a guerra são assuntos éticos que geram muita polêmica no meio evangélico, porque cada cristão tem o seu ponto de vista. Antes de o imperador Flávio Valério Constantino dar liberdade religiosa aos seguidores de Cristo, alguns Pais da Igreja endiabravam as autoridades instituídas pelo próprio Deus (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17), e julgavam injustamente os cristãos que se alistavam no Exército ou que se envolviam com a política, e os expulsavam das igrejas baseados apenas em seu preconceito religioso ridículo. Existiram poucos seguidores de Cristo que foram militares e políticos antes do século II, pois a sua grande maioria era formada por cidadãos comuns que não se envolviam com a administração civil e defesa militar do Império Romano. Com o Édito de Milão, em 313, no século IV, os Pais da Igreja passaram a enxergar o Estado com bons olhos e já não viam mal algum em cristãos servirem o seu país. No Concílio de Arles, em 314, a Igreja Primitiva reconheceu, oficialmente, o serviço militar como legítimo e bíblico (Lucas 3:14).

Basear-se no fato de muitos cristãos primitivos não terem guerreado para propagar o Pacifismo (omissão e apatia diante do mal) é uma tremenda hipocrisia e falsa moralidade, porque existiam problemas sérios que impediam os primeiros cristãos de participarem das guerras que o Império Romano promovia. O culto imperial era obrigatório para todos os militares e políticos, e se esses indivíduos não adorassem o imperador, eram condenados a morte. Os legionários romanos guerreavam para conquistar e escravizar os outros povos e não para defender a sua nação de uma invasão inimiga, por isso, não era aconselhável os seguidores de Cristo se envolverem com o serviço militar. Existiram alguns funcionários públicos cristãos no século I, como o centurião Cornélio (que foi batizado ainda sendo um oficial romano), o procônsul Sérgio Paulo (que não deixou de ser um governante por ter se tornado cristão) e o carcereiro de Filipos (que continuou portando a sua espada mesmo após a sua conversão), os Santos da Casa de César (guardas pretorianos evangelizados pelo apóstolo Paulo) que mesmo depois de se converterem, permaneceram em suas profissões, mas eles foram exceções. Na minha humilde opinião, eu acredito que se os cristãos primitivos tivessem se envolvido mais em todos os setores da sociedade para fazer a diferença, eles não seriam tão perseguidos, e o Império Romano poderia ter sido uma benção para o mundo e o derramamento de sangue inocente teria sido evitado.

Muitos dos grandes teólogos que participaram da História da Igreja de Cristo eram favoráveis a pena capital e não viam problema algum em cristãos ingressarem nas Forças Armadas ou ocuparem cargos públicos.

Clemente de Roma, conhecido como Clemente Romano, foi discípulo do apóstolo Pedro e cooperador do apóstolo Paulo. Clemente, em sua Carta aos Coríntios, reconhece que as autoridades governamentais são legítimas, e até elogia os soldados os usando como bons exemplos a serem seguidos pelos cristãos. Clemente de Roma ensinou os cristãos a orarem em favor dos governantes, porque eles são instituídos por Deus.

Policarpo de Esmirna foi discípulo do apóstolo João, e em seu martírio, registrado no livro “História Eclesiástica” de Eusébio de Cesaréia, ele afirma em seu julgamento, antes de ser martirizado, que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus; e de que é lícito pagar os tributos e os impostos aos governantes. Os Pais Apostólicos reconheciam a legitimidade das autoridades.

Clemente de Alexandria (Tito Flávio Clemente) além de reconhecer a legitimidade das autoridades governamentais, também apoiava a guerra justa, pois ele era totalmente a favor do serviço militar. Clemente além de apoiar as guerras justas, também apoiava as revoltas armadas contra governos tirânicos e opressores. Clemente de Alexandria também defendia a prática de esportes (como o Pancrácio, a arte marcial grega, muito praticado pelos cristãos primitivos). Ao contrário de seu discípulo, Orígenes de Alexandria, Clemente não via problema algum em cristãos matarem nas guerras justas e revoltas armadas (Resistência ao Tirano).

Agostinho de Hipona desenvolveu a Teologia da Guerra Justa, pois ele acreditava que os cristãos têm o dever moral de participar de guerras justas para promover a justiça. Agostinho é considerado por muitos cristãos, o maior de todos os Pais da Igreja, e ele escreveu muitas obras que beneficiaram a Cristandade. Esse grande teólogo era a favor da pena de morte e os Reformadores do século XVI se inspirariam nele para reformar a Igreja Cristã.

Tomás de Aquino foi um dos maiores teólogos que já existiu e falava positivamente sobre a legítima defesa e considerava necessária a execução de criminosos perigosos para o bem-estar da sociedade. Tomás de Aquino foi o maior teólogo da Idade Média e também defendia a “Resistência ao Tirano”.

Martinho Lutero era um monge agostiniano e acreditava que a pena capital era indispensável em casos de crimes bárbaros; inclusive, ele incentivou os príncipes alemães a exterminarem os camponeses que se rebelaram contra as autoridades constituídas, e os anabatistas, que se diziam pacifistas, participaram dessa rebelião.

João Calvino foi um grande teólogo francês e era favorável a pena de morte até nos casos de heresias; ele condenou o médico, Miguel Serveto, que blasfemou contra a Trindade, a morrer na fogueira. Entretanto, João Calvino, se arrependeu de ter mandado matar, Miguel Serveto, mas ele nunca mudou a sua opinião em relação a executar malfeitores.

Ulrico Zuínglio era capelão do Exército e morreu em combate lutando contra os cantões católicos. Ele foi um dos principais responsáveis pela Reforma da Igreja na Suíça, e como João Calvino, Ulrico Zuínglio era também a favor da pena capital em caso de heresia.

Eu não concordo com a execução de hereges (nem de bruxas), mas sou totalmente favorável a pena de morte (espada-machaira) em casos de crimes hediondos e de que nós, cristãos, temos a obrigação moral de guerrear para promover a justiça, porque Deus não se agrada da omissão diante do mal. Portanto, devemos pelejar em favor dos fracos e oprimidos. O nosso dever é proteger os inocentes e indefesos.

OS VINGADORES DE DEUS (OS AGENTES DA JUSTIÇA DE DEUS):

“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor quando se faz o bem, e, sim, quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela; visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência. Por esse motivo também pagais tributos: porque são ministros de Deus, atendendo constantemente a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

O apóstolo Paulo foi bem claro quando afirmou na Carta aos Romanos que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus, ou seja, os agentes do Estado são ministros de Deus que têm a autorização do Altíssimo para usar a força para reprimir os criminosos. Os juízes, os promotores, os policiais e os militares são agentes da justiça divina, isto é, são vingadores de Deus para castigar os que praticam o mal. O governo tem a autorização de Deus para usar a espada (símbolo frequentemente associado à morte como instrumento de sua execução) para castigar os malfeitores. A vontade do Deus da Bíblia (que também é IRA e JUSTIÇA) é que os bandidos, os terroristas, os corruptos e os malfeitores sejam combatidos e punidos (dentro da legalidade, claro).

“Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor; quer seja ao rei, como soberano; quer às autoridades como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores, como para louvor dos que praticam o bem. Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos; como livres que sois, não usando, todavia, a liberdade por pretexto da malícia, mas vivendo como servos de Deus. Tratai a todos com honra, amai aos irmãos, temei a Deus, honrai ao rei”. (1 Pedro 2:13-17)

O apóstolo Pedro também afirmou que a função do Estado é castigar os bandidos para que haja paz na sociedade. Tanto o apóstolo Paulo quanto o apóstolo Pedro foram claros em suas afirmações quando mostraram que o dever do governo é punir os malfeitores e enaltecer os que praticam o bem.

“Também soldados lhe perguntaram: E nós, que faremos? E ele lhes disse: A ninguém maltrateis, não deis denúncia falsa, e contentai-vos com o vosso soldo”. (Lucas 3:14)

João Batista era o precursor do Messias; e foi o homem mais justo que já existiu sobre a Terra. João Batista era primo de Jesus Cristo; e foi o maior de todos os profetas. O precursor do Messias em nenhum momento recriminou os soldados, pelo contrário, ele lhes incentivou a continuarem sendo soldados, portanto, que exercessem a sua função com honestidade.

“Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade”. (1 Timóteo 2:1-4)

O apóstolo Paulo também nos ensinou que devemos orar por todos os homens, principalmente, em favor dos homens investidos de autoridade.

A obrigação da Igreja de Cristo é interceder em favor das autoridades governamentais; e não ficar amaldiçoando os governantes. A Palavra de Deus é clara sobre a relação dos cristãos com as autoridades legalmente constituídas. Somente não enxerga que os cristãos não devem demonizar as autoridades governamentais, mas, sim, orar em favor delas, quem não quer.

As Testemunhas de Jeová e muitos evangélicos adoram endiabrar as autoridades legalmente constituídas, ou seja, eles se divertem demonizando e praguejando. Muitos desses hereges e hipócritas também adoram demonizar as artes marciais (marcial – militar), mas as lutas esportivas (a defesa pessoal) são armas poderosas que podem ser muito úteis nas mãos dos agentes do Estado se elas forem usadas com sabedoria (portanto, que os militares e policiais se abstenham da idolatria e usem as artes marciais para proteger os cidadãos de bem).

O PERIGO DAS CONSTRUÇÕES IDEOLÓGICAS (AS MENTIRAS DO DIABO DURANTE A HISTÓRIA DA IGREJA):

Quando uma mentira é dita mil vezes, ela se torna numa "verdade". Assim, se constrói uma construção ideológica. Satanás, o Diabo, desde o início sempre distorceu as Escrituras e as "filosofias humanas". Satanás é o Pai da Mentira, um mestre na arte da enganação. O Diabo não é esse bobo e sonso que os crentes pregam por aí. Podem acreditar que o "olho que tudo vê" não é cego. O Tinhoso não é ingênuo e nem burro (ao contrário do que os evangélicos pensam). Mentiras diabólicas e ensinamentos satânicos (como o Pacifismo, a antisexualização dos cristãos, o antissemitismo, a Teologia da Prosperidade, o famoso bordão "Não julgueis" e a famosa "imunidade parlamentar" do "não toqueis no ungido do Senhor", essas são as maiores mentiras criadas por Satanás que imperam dentro da Igreja de Cristo). Infelizmente, a inteligência nunca foi o ponto forte dos "cristãos", mas, sim, o legalismo religioso e a ignorância teológica mesmo. Enquanto, o pecado idiotiza as pessoas, ou seja, emburrece o homem, o mundo e a Igreja, continuam fazendo do "jeito que o Diabo gosta".

Matar sem nenhum fundamento moral não é nada além de assassinato. Matar por uma causa justa é apenas justiça. O Sexto Mandamento sempre se referiu ao homicídio ilícito, e não a matar por legítima defesa e a matar na guerra. O verbo hebraico “ratsach” usado nesse Mandamento no Antigo Testamento, e o verbo grego “foneuo” usado nesse Mandamento no Novo Testamento, sempre são usados para se referir ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa e a pena capital. Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” se referem ao homicídio ilícito. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado. Seria uma grande incoerência Deus mandar os hebreus matarem nas guerras sendo que Ele mesmo disse “Não Matarás”, se no Sexto Mandamento Deus não se referisse somente ao homicídio criminoso (Deus não é bipolar). O guerreiro que não respeita a lâmina de sua espada não é digno de sua espada. As flechas do cristão só devem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. O cristão não deve usar a espada por motivos pessoais, mas apenas para promover a paz e a justiça.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.