terça-feira, 29 de janeiro de 2019

CORAÇÃO DE HERÓI (DEFENDER E PROTEGER)



Filipe Levi
CORAÇÃO DE HERÓI (DEFENDER E PROTEGER)



Deus, o Altíssimo, criou o Universo, as galáxias, os astros e os planetas. Yahweh, o Eterno, criou a Terra e todos os seus habitantes. Ele também criou o homem a sua imagem e semelhança, mas por causa da desobediência do homem, o pecado afastou o homem de Deus. O pecado era como uma doença, um vírus que se alastrava sobre o mundo, contaminando todos os seres humanos. Por causa do pecado, a morte, a dor, o sofrimento e a destruição assolavam o planeta. Essa epidemia viral se alastrava sobre a Terra, levando todos os homens a morte. Deus, por amor do seu povo (que Ele mesmo elegeu, escolheu e predestinou antes da fundação do mundo), enviou o seu Único Filho para sofrer e morrer no lugar do seu povo, para que o seu sangue inocente resgatasse os escolhidos de Deus das trevas e os livrasse da morte eterna.
Jesus, o Cristo, andava com as pessoas que eram a escória da sociedade. O Messias se assentava a mesa com prostitutas e ladrões. Jesus comia e bebia com os pecadores. Cristo era conhecido como o “amigo das prostitutas e dos pecadores”. Apesar de Jesus nunca ter se envolvido com os Zelotes (guerrilheiros radicais que pretendiam derrubar o Império Romano do poder), Ele nunca foi “Hippie” e nem pacifista. Jesus elogiou a fé e a integridade de um centurião e reconheceu que o poder que Pôncio Pilatos tinha foi concedido por Deus. João Batista, o seu precursor, em uma ocasião, batizou alguns soldados que lhe perguntaram o que eles deveriam fazer para agradar a Deus, e em nenhum momento, João Batista lhes recriminou por serem militares, pelo contrário, ele lhes incentivou a permanecerem no serviço militar, portanto, que eles fossem soldados justos e honestos (Lucas 3:14).
Jesus Cristo foi traído por um dos seus apóstolos, que se enforcou mais tarde por causa do remorso de tê-lo traído. O Messias foi ferozmente espancado e torturado com torturas indescritíveis. Depois, Jesus foi obrigado a carregar a própria cruz onde Ele seria crucificado. Cristo foi pregado vivo numa cruz, onde Ele derramou o seu precioso e poderoso sangue, pelo qual purificaria todos os nossos pecados. Jesus Cristo morreu, mas no terceiro dia ressuscitou, vencendo a morte e o pecado, porque Ele é o Grande Libertador de Israel (Aquele Que Venceu a Morte). Cristo tem as chaves da morte e do Inferno. O Nome de Jesus é o Nome que está sobre todos os nomes. O Rei dos reis e o Senhor dos senhores. O Rei legítimo de Israel. O verdadeiro herdeiro do trono de Davi. O verdadeiro Rei dos judeus. Esse é Jesus, o Filho de Deus.
Os primeiros seguidores de Jesus eram conhecidos como os nazarenos, mas em Antioquia da Síria, eles passaram a serem conhecidos como “cristãos”. Os seus doze apóstolos eram os principais líderes da Igreja. Paulo e Pedro foram os mais importantes deles. Nas primeiras décadas, o Império Romano não importunou os cristãos, mas, sim, o Sinédrio (liderado pelos malditos fariseus, os religiosos hipócritas e falsos moralistas que Jesus tanto combatia). Em 64, com o incêndio que devastou Roma, Nero, acusou os cristãos de tê-lo provocado, e com isso, começou uma grande perseguição contra a Igreja. Em 66, começou a Revolta Judaica, liderada principalmente pelos Zelotes. Em 68, com a morte de Nero, quando o imperador foi cercado pela própria Guarda Pretoriana, que pretendia torturá-lo e matá-lo, Nero, preferiu se suicidar a ser capturado e sofrer nas mãos dos guardas pretorianos. Em 69, Vespasiano, que liderava o Exército Romano contra os judeus, teve que voltar para Roma para assumir o trono. O general Tito, o Abominável da Desolação, liderou os soldados romanos em seu lugar. Em 70, Tito destruiu o Templo de Jerusalém e derrotou a resistência, sufocando a rebelião. Flávio Josefo, um historiador judeu, que participou da Revolta Judaica, relatou em seus escritos sobre esta grande guerra, e também sobre João Batista e Jesus Cristo.
No Concílio de Jerusalém, em 50, os cristãos judeus e gentios se reuniram para discutir sobre os costumes judaicos na Igreja. Foi decidido entre eles, que os cristãos não praticassem relações sexuais ilícitas, não bebessem sangue e nem comessem animais que morressem estrangulados ou sufocados, e nem comessem alimentos sacrificados aos ídolos. Paulo explica que se os cristãos orarem antes de comerem alimentos sacrificados aos ídolos, e, portanto, que não escandalizassem os irmãos fracos na fé, não seria pecado ingeri-los. Sobre beber sangue, isso era uma prática do contexto judaico, assim como não comer animais que morressem estrangulados ou sufocados, até porque, os pagãos tinham o costume de beber sangue como um ato de adoração para adorarem os seus deuses. Isso era do contexto histórico da época, e não implica em nada os cristãos de hoje, comerem toicinho, galinha ao molho pardo ou ingerir sangue de animais na selva para sobreviver. Sobre as práticas sexuais ilícitas, a Bíblia, a Palavra de Deus, ensina mesmo que o sexo somente deve ser praticado entre um homem e uma mulher no contexto do casamento, fora disso, é pecado e desagrada a Deus.
Sobre os juramentos, Jesus nunca condenou o juramento em si, mas, sim, as pessoas que não tem palavra e precisam se garantir em juramentos para que os outros acreditem nelas.
Nos três primeiros séculos da Igreja Cristã, os cristãos foram perseguidos sem piedade. Os seguidores de Jesus eram presos, espancados, torturados, violentados e mortos das mais terríveis formas possíveis. A maior parte dos cristãos evitava se alistar no Exército e ocupar cargos públicos devido ao culto imperial e os sacrifícios aos deuses. Muitos soldados que se convertiam ao Cristianismo eram exonerados de seus cargos e executados como traidores, porque se recusavam a prestar culto ao imperador e a sacrificar aos deuses. Apesar de toda essa perseguição por parte do Estado, existiam cristãos entre a Guarda Pretoriana (Os Santos da Casa de César) e um centurião de Cesaréia conhecido como Cornélio. Houve um procônsul cristão em Chipre chamado Sérgio Paulo e o rei de Edessa da Síria chamado Abgaro. Existiram dois cônsules cristãos, Acílio Glabrio e Flávio Clemente. Esses homens investidos de autoridade estavam entre os poucos cristãos primitivos do primeiro século que ocupavam cargos no governo. Apesar de terem existido muitos cristãos primitivos que satanizavam as autoridades governamentais, os apóstolos, Pedro e Paulo, reconheciam que as autoridades eram legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Paulo em (Romanos 13:1-7) e Pedro em (1 Pedro 2:13-17), reconheciam que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus e que são ministros de Deus para punir os maus e louvar os bons.
Quando Paulo disse que “a nossa luta não é contra carne e sangue”, ele se referiu à luta da Igreja (instituição religiosa) e não a luta do Estado. O contexto de Efésios 6 é a luta da Igreja, mas o contexto de Romanos 13 é a luta do Estado (que é ministro de Deus). Quando Paulo falou que “as armas da nossa milícia não são carnais”, ele se referiu as vãs filosofias e a capacidade humana, pois o contexto em que ele disse isso nem é sobre armas bélicas. Quando Cristo ensinou que devemos oferecer a outra face, Ele quis dizer que não devemos ser vingativos, pois em nenhum momento (no contexto desse versículo), Jesus pregou contra a legítima defesa e disse que os cristãos devem ser sacos de pancadas dos outros. No mesmo capítulo, em que esse versículo está inserido, em outra parte Jesus fala que devemos arrancar o olho direito e decepar a mão direita se essas partes do nosso corpo nos fizerem pecar. Obviamente, Jesus usou puro simbolismo nessas passagens. Cristo ordenou para Pedro comprar aquela espada que o apóstolo usou para decepar a orelha direita de Malco. Pedro tentou impedir que a profecia sobre Jesus se cumprisse e Cristo quis salvar Pedro da punição de morte que seria aplicada contra ele, se Malco morresse. Jesus não mandou Pedro jogar a espada fora, mas apenas para guardá-la. Paulo reconheceu que o Estado tem o poder da espada (Machaira) que foi concedido e autorizado pelo próprio Deus.
O Sexto Mandamento (Lo Tirsah em hebraico e Ou Foneuseis em grego) sempre se referiu somente ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa, a matar nas guerras e a pena capital. O verbo hebraico “ratsach” e o verbo grego “foneuo” só eram usados para se referir ao homicídio ilícito, e nunca a matar quando realmente há necessidade, como, por exemplo, na legítima defesa, nas pelejas e na pena capital (pena de morte). Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” são usados somente quando se trata de assassinato, ou seja, do homicídio criminoso. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado. A violência pode ter um bom uso quando essa violência é usada como uma contingência (para a defesa própria ou para a proteção dos outros).
Os Pais da Igreja, Ireneu de Lyon, Clemente de Alexandria e Eusébio de Cesaréia defendiam abertamente o serviço militar e a Guerra Justa (muito antes de Agostinho de Hipona existir). Clemente de Alexandria além de defender o combate bélico, também defendia a prática de esportes (como o Pancrácio, a arte marcial grega). Clemente defendia a Resistência ao Tirano, quando um governante era opressor.
Com o Édito de Milão, em 313, os cristãos finalmente conseguiram a sua tão almejada liberdade religiosa e com isso, cessou a perseguição. Em 314, no Concílio de Arles, a Igreja Primitiva reconheceu oficialmente que o serviço militar é bíblico e que é lícito os cristãos se alistarem no Exército. Em 325, no Concílio de Nicéia, o imperador Flávio Valério Constantino, organizou essa reunião entre 318 bispos cristãos que vieram de várias regiões. Neste Concílio, os 27 Livros do Novo Testamento foram reunidos e junto com os 39 Livros do Antigo Testamento, os 66 Livros da Bíblia foram considerados inspirados pelo Espírito Santo de Deus. O Imperador Constantino não poderia ter manipulado este Concílio, pois ele não sabia ler e nem escrever. Constantino apenas se preocupava em resolver as desavenças entre os cristãos (por questões políticas, obviamente), pois ele pouco se importava com a fé cristã de fato (esse imperador somente se converteu ao Cristianismo no final de sua vida). A Igreja Primitiva passou a ser conhecida como Igreja Católica.
No começo, o Catolicismo era verdadeiramente bíblico e cristão, mas com o passar do tempo, a corrupção, a idolatria e as heresias dominaram a Igreja Católica, a corrompendo de tal modo, que foi necessária uma Reforma, que só aconteceria no século XVI, provocada por um monge agostiniano chamado Martinho Lutero, um gênio, rebelde e libertador, que ousou questionar e se opor ao poder do Clero e da Igreja Católica.
Durante a Idade Média, antes da Reforma Protestante, inúmeras pessoas inocentes acusadas de serem bruxas ou hereges foram queimadas vivas nas fogueiras da Inquisição. Incontáveis pessoas inocentes foram torturadas, violentadas e mortas, acusadas por crimes que nunca cometeram. Com as vendas de relíquias, indulgências e cargos eclesiásticos, muitos homens de Deus (muitos eram do próprio Clero) passaram a discordar e a combater as heresias pregadas pela Igreja Católica e ousaram se opor ao seu domínio e opressão. Durante este tempo, também houve as Cruzadas, que os cavaleiros medievais (apesar de muitos deles serem guerreiros honrados) foram enganados pelo Clero, que distorceu a teologia da Guerra Justa ensinada por Agostinho de Hipona. Tomás de Aquino também apoiava a Guerra Justa, e também a legítima defesa e a Resistência ao Tirano (quando um governante era corrupto e ditador).
Durante a Idade Moderna, no século XVI, os Reformadores, Martinho Lutero, João Calvino e Ulrico Zuínglio, foram os principais provocadores da Reforma Protestante. Os luteranos na Alemanha, os huguenotes na França e os puritanos na Inglaterra (XVII) e muitos outros protestantes empunharam armas para combater os seus perseguidores e para restituir a identidade da Igreja de Cristo.
Com o Avivamento Puritano, que ocorreu depois da Reforma Protestante, a Igreja de Cristo se fortaleceu, mas depois veio à apostasia, e a Igreja passou a se esfriar novamente. Com o declínio do Cristianismo, as heresias passaram a dominar as igrejas evangélicas novamente, e Satanás, o Diabo, distorcendo as Escrituras (como ele sempre fez desde o início dos tempos), passou a ludibriar e a enganar os cristãos com mentiras e heresias destruidoras.
No século XX, aconteceram as Duas Grandes Guerras, onde vários genocídios foram praticados. Com o Nazismo e com o Fascismo, a intolerância ideológica tomou conta de vários corações pré-dispostos para o mal (assim, como o maldito Socialismo que pregava a igualdade social, mas na prática só igualava a miséria dos pobres e enriquecia os seus governantes que eram ditadores cruéis e corruptos). Na União Soviética, na China e na Coreia do Norte foram onde os religiosos (principalmente, cristãos) foram os mais perseguidos. Os cristãos sofreram torturas terríveis, violência sexual e assassinatos bárbaros. Na Segunda Guerra Mundial, a Alemanha, a Itália e o Japão foram os responsáveis por vários crimes de guerra e atentados contra a humanidade. Adolf Hitler e seus comparsas (Eixo do Mal) praticaram atrocidades em nome do ódio e da intolerância, mas no final, foram derrotados pelos Aliados.
No século XXI, o Terrorismo se fortaleceu e passou a aterrorizar a Europa e os Estados Unidos da America. A China, a Rússia e a Coreia do Norte declararam guerra contra os Estados Unidos e seus aliados. Armas nucleares e bombas de hidrogênio foram usadas, sem contar com armas químicas e biológicas. Armas de destruição em massa foram usadas para dizimar diversos povos. O planeta ficou em chamas. Depois dessa Grande Guerra, houve muita fome na Terra e poucos conseguiram sobreviver.
Por causa da Primavera Árabe (que ocorreu antes da Terceira Guerra Mundial), surgiram muitos grupos terroristas extremistas. Já não bastavam a Al-Qaeda e o Talibã, também acabaram surgindo o Boko Haram e o Daesh, conhecido também como ISIS (Estado Islâmico do Iraque e da Síria). O Boko Haram e o EI (Estado Islâmico) torturavam e assassinavam os seus desafetos das maneiras mais brutais possíveis. Esses terroristas malditos capturavam mulheres inocentes e as escravizavam as tornando em suas escravas sexuais. Existiam muçulmanos moderados, que eram homens bons e guerreiros honrados, que não concordavam com os métodos sujos e brutais do Estado Islâmico, como os Peshmergas (Aqueles Que Enfrentam a Morte) e os Yazidis, que tinham a sua religião própria (existiam mulheres e até cristãos que se alistavam nos exércitos Peshmergas para poderem combater o Estado Islâmico). 
Com o avanço da Ciência, animais pré-históricos foram ressuscitados e deformidades e aberrações genéticas também foram criadas em laboratórios clandestinos. A Inteligência Artificial foi criada, e com ela máquinas de matar com autonomia própria passaram a caçar os seres humanos, porque enxergavam a raça humana como ameaça. Os cientistas quiseram criar o soldado perfeito, e acabaram criando mortos-vivos que ficaram fora de controle e que começaram a matar e a comer os vivos. Vampiros e zumbis se espalharam pelo mundo, conquistando e dominando muitas cidades.
Ditadura após ditadura; revoluções e mais revoluções; rebeliões e motins tomavam conta de muitas nações. Os reinos dos homens se destruíam entre si. Nação se levantava contra nação; e reino se levantava contra reino. Era só genocídio e carnificina. Os homens não se entendiam entre si. Na verdade, a humanidade nunca soube se entender.
Depois do cataclisma global, os homens se tornaram mais bárbaros do que já eram. Com o colapso mundial, os homens passaram a se matar e a se massacrar como nunca aconteceu antes. Eles se devoravam literamente entre si. A fome e a miséria assolavam a Terra. A sociedade estava totalmente desestruturada.
Os homens se esqueceram de Deus e dos seus Santos Mandamentos. A corrupção, a maldade, o sadismo, a crueldade, a vilania, a prostituição, o homossexualismo, a perversão, a depravação, a ganância, a avareza, a idolatria, a feitiçaria, o assassinato criminoso, a covardia, a opressão, a violência sexual, a tortura, o egoísmo e o individualismo das pessoas. O pecado tomou conta de tudo. 
No Brasil, a apostasia também tomava conta das igrejas evangélicas, mas aos poucos, os verdadeiros cristãos se posicionavam e o avivamento (de volta as Escrituras) começou a aflorar. Existiam jovens crentes em Jesus que eram profetas de Deus na sua geração. Rapazes que faziam a diferença, porque amavam a Deus e não se contaminavam com a corrupção desse mundo. Existia um grupo de jovens cristãos, praticantes de artes marciais e com treinamento militar que combatiam todos os homens maus que ameaçavam os indefesos e as pessoas que eles amavam. Oseias, Jericho, Dante, Leonardo e Carlos.
Oseias era graduado em História, praticava Boxe (Pugilismo) e defesa pessoal. Ele tinha treinamento militar e na Segurança Privada (Vigilante Patrimonial), pois fez vários cursos de manuseio com armas de fogo. O Herói era um historiador e professor de História que acreditava piamente na inerrância das Escrituras, pois para ele, a Bíblia era realmente a Palavra de Deus. Para Oseias, os 66 Livros da Bíblia foram realmente de fato inspirados pelo Espírito Santo de Deus. Oseias aprendeu a falar com dois anos de idade, e desde essa época, ele tinha o costume de conversar com Deus. Com dez anos de idade, começou a ler as Escrituras Sagradas com afinco, e se apaixonou ardentemente pela Palavra de Deus. As suas maiores paixões eram a Bíblia, as artes marciais, as armas de fogo, animes e videogames. Com o seu interesse obsessivo pela Bíblia, Oseias adquiriu uma boa base teológica, e não era tão facilmente enganado como a maioria dos cristãos era enganada pelos falsos profetas. Deus usou a sua paixão pelas artes marciais para que Oseias adquirisse aversão ao “Movimento Batalha Espiritual” (o movimento herético, maldito e diabólico liderado por “ex-satanistas” que mesmo após as suas supostas “conversões” continuavam ensinando os ensinamentos satânicos que eles aprenderam no Satanismo). Deus conversava com Oseias por meio dos desenhos animados, séries e filmes. Deus usava esse método para se comunicar com o Herói. O Altíssimo entrava no mundo de Oseias para conversar com ele. O Herói, apesar de sua irreverência, ironia e sarcasmo (ele era irreverente, irônico e sarcástico), ele no fundo do seu coração, tinha um profundo respeito pelo Deus de Israel. A sua Graduação em História, o seu treinamento bélico (militar) e o seu vasto conhecimento teológico o ajudaram muito a trabalhar em prol do Reino de Deus.
Dante era um oficial do Exército e também mestre de artes marciais. Um grande guerreiro e exímio atirador. Dante era apaixonado por Beatriz, a mulher amada por Dante desde a sua mocidade. Dante pretendia se casar com Beatriz e ter filhos com ela. Esse grande guerreiro a amava tanto que desejava constituir uma família com ela.
Jericho era um oficial da Polícia Militar. Esse agente da lei era honesto e íntegro e nunca aceitou subornos e propinas, apesar das tentações. Jericho amava Christine, uma jovem que ele ajudou e protegeu no passado, e que agora era a sua protegida e a mulher que Jericho amava.
Leonardo era um grande lutador e pregador da Palavra de Deus. Um profeta da sua geração. Leonardo queria fazer a diferença e mudar tudo o que precisava ser mudado. Esse grande pregador amava Karai, a mulher por quem ele orou durante anos e que se converteu por meio da Graça de Deus. Leonardo orou e intercedeu por Karai durante anos, e quando ela se converteu, viu os seus frutos e que suas orações não foram em vão. Leonardo sabia que alguém tinha que lutar em prol do Reino de Deus. Alguém tinha que ficar e lutar. A maior ambição da vida de Leonardo era estar na lista dos mais procurados do Diabo. O seu nome era conhecido no Céu e temido no Inferno. Os anjos do Inferno o temiam.
Carlos era um jovem cristão reto e justo nos seus caminhos. Carlos sempre pregava o Evangelho para os seus amigos. Esse jovem cristão era íntegro e honrado, que preferia buscar a Deus e pregar o Evangelho de Jesus Cristo do que curtir o pecado. Carlos tinha dois amigos, Paulo e Adélia, por quem ele orava e intercedia constantemente. Durante anos, Carlos, orou, intercedeu e pregou a Palavra de Deus para Paulo e Adélia, quando finalmente, Adélia e Paulo, foram salvos por meio da Graça de Deus e se converteram a Jesus Cristo.
Gômer era uma “prostituta” amiga de Oseias que era escravizada e torturada por Drakon, o “Cafetão” que costumava escravizar muitas mulheres e as subjugava sem piedade ou clemência. Drakon era sádico e impiedoso. A sua mentalidade era doentia e o seu coração cheio de maldade. Oseias sabia que o propósito do seu nascimento era salvar Gômer de Drakon. A história do profeta que foi preparado a sua vida toda para salvar uma “prostituta”. Essa era a história de Oseias e Gômer. A missão de Oseias era resgatá-la e salvá-la.
Um demônio muito poderoso pretendia destruir Oseias e seus amigos, e junto com os seus mais fortes e poderosos guerreiros, armou uma emboscada contra os heróis. Esse demônio era Baphomet (Azazel), o deus das bruxas, conhecido como o Bode de Mendes. Os seus capangas eram King Willie (Cara-Ferrada), o Cavaleiro da Guerra, o Cavaleiro da Fome, o Cavaleiro da Peste e o Cavaleiro da Morte.
King Willie, o Cara-Ferrada, era um narcotraficante jamaicano, que era um grande espadachim e também um grande feiticeiro, perito em magia negra. Por meio das vendas de suas armas ilegais e entorpecentes ilícitos, ele dominava grande parte do país. King Willie era temido por seus inimigos e sua maior ambição era derrotar Oseias e seus amigos, que constantemente atrapalhavam os seus negócios e destruíam os seus planos de expandir o seu império do crime.
O Cavaleiro da Guerra era um mestre na arte de lutar e de matar. Um perito nas lutas e no manuseio com todos os tipos de armas. Esse grande guerreiro trazia consigo o caos e a desordem.
O Cavaleiro da Fome era um guerreiro muito forte e poderoso. Ele causava a fome na Terra e incontáveis pessoas pereceram em suas mãos. A sua força era descomunal e o seu poder grandioso.
O Cavaleiro da Peste era um guerreiro pestilento que tinha o grande poder de lançar pestes, doenças e maldições sobre os seus inimigos. Consigo trazia a dor, a tristeza e a morte.
O Cavaleiro da Morte por onde passava causava dor, tormento, sofrimento e agonia. O caos e a desordem eram os seus “atributos”. A raiva, o ódio e o rancor eram os seus sentimentos. Por onde ele passava deixava rastros de destruição e de morte. O terror era a sua maior arma. 
Os heróis cristãos eram verdadeiros combatentes, eles eram soldados de Cristo, que estavam dispostos a serem feridos ou até mesmo mortos para lutar pelo que é certo. Eles queriam fazer a coisa certa, pois esses grandes guerreiros preferiam ser punidos por fazer o bem do que por fazer o mal. Oseias e seus amigos se importavam mais com os outros do que consigo mesmos. O motivo deles era justo, e eles estavam dispostos a morrer por isso. Esses soldados de Cristo foram até a fortaleza onde Azazel (Baphomet) e seus comparsas estavam aguardando a chegada dos heróis. Oseias empunhava uma espingarda calibre 12 (Shotgun), e carregava em sua cintura uma pistola Glock calibre 380 e um revólver Taurus calibre 38. Jericho, o oficial da Polícia, empunhava um FAL (Fuzil Automático Leve) calibre 7.62 e carregava em sua cintura duas pistolas Colt calibre 45. Dante empunhava um fuzil IA-2 (calibre 556), e carregava em sua cintura duas pistolas Beretta calibre 9mm. Leonardo empunhava um fuzil M-16, e carregava em sua cintura duas pistolas Glock calibre ponto 40. Carlos empunhava um revólver Magnum calibre 357 e carregava em sua cintura uma pistola Taurus calibre 765. 
Quando os heróis invadiram a fortaleza foram recebidos a bala. Vários bandidos fortemente armados, com armas de grosso calibre, trocaram tiros com os invasores. Houve uma violenta troca de tiros. Dezenas de bandidos foram alvejados e mortos pelos soldados de Cristo. A maior parte desses marginais eram capangas de King Willie (Cara-Ferrada), e o restante satanistas que serviam a Azazel.
Os heróis se separaram e cada um foi por um corredor a procura dos líderes e de Baphomet, o deus das bruxas, para poderem detê-los, antes que esses maus elementos causassem ainda mais problemas para a sociedade e para a Igreja de Cristo. King Willie foi até onde Oseias estava. O Cavaleiro da Guerra e o Cavaleiro da Fome foram ao encontro de Dante e Jericho. O Cavaleiro da Peste foi ao encalço de Leonardo, e o Cavaleiro da Morte correu em direção a Carlos.
Na sala onde o historiador cristão estava, tinham vários tipos de armas brancas penduradas na parede (lanças, espadas e machados de combate). O Herói pegou uma espada longa para si, para poder duelar com King Willie. O feiticeiro jamaicano era um mestre na arte do Vodu (magia negra), mas mesmo com todos os seus poderes concedidos pelo Inferno, o guerreiro cristão ainda permanecia de pé, pelejando bravamente contra o feiticeiro. Ambos cortavam um ao outro com suas espadas, afiadas e mortais. Oseias conseguiu desarmar King Willie, mas como o Herói não era covarde, ele jogou a sua espada longe, pois queria enfrentar o seu adversário numa luta justa. O que Oseias tinha de honrado, King Willie tinha de corrompido. O jovem lutador apanhou muito do feiticeiro, mas se sobressaiu na batalha, espancando o seu oponente com diversos tipos de socos no abdômen e no rosto, conseguindo derrotá-lo.
O Cavaleiro da Guerra, mesmo usando todas as suas magias e táticas de batalha, não conseguia matar Dante, que mesmo muito ferido, permanecia lutando e golpeando fortemente o feiticeiro. O Cavaleiro da Guerra não entendia, como que um homem aparentemente comum, conseguia resistir aos seus poderosos golpes. Dante, mesmo tendo apanhado muito, conseguiu golpear o Cavaleiro da Guerra de tal forma, que o derrotou.
O Cavaleiro da Fome enchia Jericho de porrada, mas, mesmo, assim, o policial ainda persistia resistindo aos golpes do Cavaleiro da Fome e também golpeava com bastante eficiência o seu inimigo. O feiticeiro espancava Jericho, mas o policial determinado em vencer a batalha, revidou em dobro todos os ataques que recebeu, vencendo o Cavaleiro da Fome.
O Cavaleiro da Peste usou vários de seus encantos e magias para tentar destruir Leonardo, mas o grande pregador, mesmo todo arrebentado e ferido, persistia, socando o feiticeiro com ferocidade. O Cavaleiro da Peste e o lutador cristão trocavam socos, esmurrando um ao outro com selvageria. Leonardo, se aproveitando de um descuido do Cavaleiro da Peste, que acabou deixando a sua guarda-baixa, lhe desferiu um potente soco na cara e o nocauteou.
O Cavaleiro da Morte desembainhou uma espada inflamada (flamejante) e tentava esquartejar Carlos, que armado com um machete, duelava com o espadachim. O jovem cristão se esquivava diversas vezes da lâmina mortal de seu inimigo, mas, mesmo assim, acabou sendo ferido algumas vezes. O Cavaleiro da Morte era um mestre na Arte da Guerra, mas Carlos também era um grande combatente que tinha muita experiência no campo de batalha. O guerreiro cristão com muita dificuldade e seriamente ferido, conseguiu ganhar vantagem na batalha e derrotar o Cavaleiro da Morte.
Os heróis se reuniram novamente e foram até a Arena de Combate, onde se encontrava Baphomet (Azazel). No centro da arena tinha o símbolo de um pentagrama invertido e várias velas acesas em volta, de repente, uma chama surgiu no local, e do meio do fogo, surgiu um homem com cabeça de bode e de olhos amarelos. Era Baphomet, o Bode de Mendes. Os soldados de Cristo o cercaram e avançaram para atacá-lo, mas o deus das bruxas usando a sua telecinese os arremessou longe. Azazel estendeu as suas mãos, lançando bolas de fogo e rajadas de gelo na direção dos heróis, que se esquivaram das magias e tentaram atacá-lo novamente. Oseias desferiu um potente soco no estômago de Baphomet, que gargalhou sadicamente, e falou, dizendo:
__É só isso o que você pode fazer? Vejo que você é tão fraco e indefeso quanto um recém-nascido. Hahahahahahahahahaha.
Baphomet agarrou Oseias na traqueia e o ergueu, o suspendendo no ar. O Herói socava e chutava o demônio, que mesmo sendo constantemente golpeado, continuava estrangulando o jovem guerreiro.
Os amigos do Herói golpeavam o deus das bruxas com brutalidade e o demônio arremessou Oseias contra a parede, e começou a pelejar com os demais. O Bode de Mendes os espancava, mas apesar dos heróis receberem os seus poderosos golpes, eles ainda continuavam de pé, lutando com determinação e ousadia.
Azazel estendeu as suas mãos, e vários fios mortais saíram das pontas de seus dedos que prenderam os jovens guerreiros, e começaram a dilacerá-los. O Herói se levantou meio cambaleante e atordoado por causa do impacto, se recompôs e partiu para cima de Baphomet.
__Mesmo, que morramos aqui lutando com você, você vem conosco. Nós podemos até sermos destruídos, mas nós levaremos você conosco também. Se morrermos, você também morre.
__De que adianta você vencer, se você também morrerá?
__Eu não tenho medo de morrer. Se for preciso, eu me explodo junto com você. Se ainda estou vivo é por causa da misericórdia de Deus. Se eu morrer, que seja por algo que vale a pena. Se for para perecer, que seja em uma batalha com propósito. Quero ter uma morte honrada.
Os soldados de Cristo, cheios de ousadia e de coragem, estavam determinados a vencer Baphomet, e continuaram lutando, desferindo diversos tipos de socos e de chutes no Bode de Mendes. O deus das bruxas apanhou tanto, e mesmo golpeando diversas vezes os heróis, os combatentes cristãos ainda continuavam de pé, pelejando sem demonstrar fraqueza diante do inimigo. Azazel, sabendo que não ganharia a batalha, e suspeitando de que se continuasse, acabaria sendo derrotado, decidiu recuar, para poder lutar num outro dia, e fugiu humilhado como um covarde.
Os heróis pensavam que haviam derrotado todos os vilões, mas Oseias, devido a sua ótima percepção, desconfiava que ainda tinha sobrado mais um inimigo. O Herói saiu de dentro da fortaleza e seguindo a sua intuição e instinto foi guiado para outro local.
Oseias chegou até um campo aberto e viu um homem formoso, alto e forte, revestido por uma armadura negra e trajando vestimentas vermelhas e uma capa também vermelha. Era outro guerreiro também muito antigo. Era Drakon, o Terrível.
Oseias e Drakon pelejaram de forma brutal. Ambos se espancaram e ficaram gravemente feridos. O Herói e o “Cafetão” se surravam até ambos ficarem esgotados. Nem os fortes punhos e as poderosas magias de Drakon conseguiam fazer Oseias desistir da luta. Drakon era muito mais forte e ágil de que Oseias, mas o guerreiro cristão não estava sozinho nessa batalha. Os companheiros de Oseias chegaram para auxiliar o seu amigo. Quando os heróis juntaram as suas forças e habilidades, Drakon começou a perder.
Drakon, o Terrível, sabendo que não conseguiria matar os heróis, decidiu fugir para poder lutar outro dia. Assim, os servos de Deus venceram Drakon (o Terrível) e Baphomet (Azazel), o deus das bruxas, o Bode de Mendes.
Oseias e seus companheiros de batalha libertaram todos os escravos e “prostitutas” do domínio maligno de Drakon. Gômer e os demais prisioneiros foram libertados e agora estavam livres para servir a Deus. 
King Willie, o Cavaleiro da Guerra, o Cavaleiro da Fome, o Cavaleiro da Peste e o Cavaleiro da Morte foram capturados e presos pelas autoridades, para serem julgados e condenados por todos os seus crimes. A organização criminosa liderada por King Willie foi desmantelada pelas autoridades, e todos os seus subordinados e subalternos foram encarcerados ou mortos. O império do crime de Cara-Ferrada foi derrubado, e a sociedade pôde viver mais segura e em paz. Os soldados de Cristo venceram, porque confiavam em Deus e acreditavam em seus ideais.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

CAOS E DESORDEM (A GUERRA, A FOME, A PESTE E A MORTE ASSOLAM A TERRA)



Filipe Levi 25/01/19
CAOS E DESORDEM (A GUERRA, A FOME, A PESTE E A MORTE ASSOLAM A TERRA)



INTRODUÇÃO:


“A única coisa necessária para que o mal triunfe é os homens de bem não fazerem absolutamente nada”. (Edmund Burke)

Com a guerra veio à fome, a peste e a morte. O mal deve ser combatido. Alguém tem que se opor aos malfeitores. O fato de inocentes também morrerem nas guerras (algo inevitável) não deve ser usado como “desculpa” para justificar a omissão diante do mal. Você querendo lutar ou não, os malfeitores, os bandidos e os terroristas continuarão praticando as suas maldades. O seu discurso hipócrita e sua demagogia falsa moralista não serve para nada nesse caso.

A Bíblia, a Palavra de Deus, sempre reprovou e condenou a omissão diante do mal, ou seja, quando nos calamos, nos silenciamos e nos omitimos diante da opressão, nós somos cúmplices do opressor. Portanto, devemos combater o mal e os malfeitores tanto com duras palavras quanto com armas bélicas e com os nossos punhos mesmo.

VIDA DE HERÓI (A GUERRA SEMPRE COBRA O SEU PREÇO):

A guerra sempre cobra o seu preço. Geralmente, o homem que deseja fazer a diferença costuma sofrer muito. Muitas vezes, quem ousa tentar mudar o que está errado, é rejeitado e desprezado pelos homens. Grandes heróis do passado foram martirizados e perseguidos, porque ousaram fazer o bem. Ter bondade é ter coragem. Quando você tem compaixão pelos fracos. Quando você defende os indefesos e protege os inocentes. Isso demonstra que você é um herói de verdade. Mas, saiba, que se você for um herói, você será perseguido e odiado, e pode ser ferido e até morto por sua ousadia. A guerra sempre cobra o seu preço. Você está disposto a pagar esse preço?

AS PRINCIPAIS AMEAÇAS DO CRISTIANISMO (CONSTRUÇÕES IDEOLÓGICAS):

As quatro maiores ameaças do Cristianismo são: O Pacifismo, a Satanização da Sexualidade (Sexo), o Antissemitismo e o Entretenimento (Pão e Circo). O Pacifismo, a Satanização da Sexualidade e o Antissemitismo assombram a Igreja de Cristo desde a época do Cristianismo Primitivo. Nas últimas décadas, o Entretenimento tem "substituído" o Evangelho de Cristo, pois o povo só quer saber de "Pão e Circo" mesmo. A Bíblia, a Palavra de Deus, nunca condenou o serviço militar, a defesa pessoal e a Guerra Justa (Romanos 13:1-7), (1 Pedro 2:13-17) e (Lucas 3:14). A Bíblia, a Palavra de Deus, sempre defendeu o prazer sexual (Cantares - Cântico dos Cânticos). O Deus da Bíblia é o Deus de Israel, o Deus dos hebreus. Jesus é o Rei dos judeus. Essas construções ideológicas satânicas, demoníacas e diabólicas devem ser quebradas para o próprio bem da Igreja.

VIDA DE SOLDADO (COMBATENDO O BOM COMBATE):

O que todo bom soldado quer? O bom soldado luta não porque ele odeia o que está enfrentando, mas, sim, porque ele ama o que está defendendo. O dever de um soldado é salvar vidas. O dever dos fortes é proteger os fracos. O dever do combatente é combater em prol da justiça. O que um bom soldado mais deseja? O que um grande guerreiro mais almeja? O que um herói mais procura? Proteger o que ama e ter uma morte honrada.

SERVIÇO MILITAR VERSUS PACIFISMO:

Eu sou contra o serviço militar obrigatório, porque só deve se alistar nas Forças Armadas quem tem vocação, desejo e interesse em ser militar (Romanos 13:1-7), (1 Pedro 2:13-17) e (Lucas 3:14). Mas, com certeza, sou mais contra ainda o Pacifismo "obrigatório", porque se você não gosta de armas, não quer se defender e nem proteger os outros, o problema é seu. O legalista sempre quer impor o seu legalismo para os outros, uma falsa "santidade" que, muitas vezes, nem os próprios legalistas conseguem viver, mas adoram cobrar dos outros.

A JUSTIÇA E A VINGANÇA:

Há séculos, um samurai foi incumbido de vingar a morte de seu mestre, pelejou contra o assassino e o derrotou. Quando o samurai estava prestes a executá-lo, o assassino ficou desesperado e cuspiu em seu rosto. O Guerreiro Sagrado guardou a sua espada (Katana) e foi embora, pois era desonroso para um samurai matar por motivos pessoais. Há diferença entre vingança e justiça e muitos leigos acabam confundindo uma com a outra. A própria Bíblia é a favor da justiça, mas não da vingança. A justiça é necessária para a punição e castigo dos malfeitores (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17). A vingança é apenas uma resposta emocional baseada no ódio e no rancor, mas a justiça é baseada na coragem e na honra.
OS COVARDES (BONZINHOS) SÃO SEMPRE OS PIORES:

“A consciência de uma alma justa se firma na busca constante em livrar da opressão as almas injustiçadas”.
(Anísio Ferreira Souza)

Os "bonzinhos" são sempre os piores, porque é por causa deles que os maus prevalecem. Há diferença entre amor e omissão. Perdoar não é se omitir. Se você adora usar "chavões e bordões" como "paz, amor e perdão" para justificar a sua covardia e omissão, você não é "paz e amor", você só é covarde mesmo.

A BASE DA TEOLOGIA:

"A hermenêutica é a ciência da interpretação bíblica, exegese é a compreensão do significado do texto dentro de seu contexto e a homilética é a arte da pregação, como preparar e comunicar um sermão".

AS TRÊS REGRAS BÁSICAS DE SEGURANÇA (O CORRETO MANUSEIO COM AS ARMAS DE FOGO):

As três regras básicas de segurança para o correto manuseio com armas de fogo são estas. Primeiro, o atirador sempre deve deixar o dedo fora do gatilho para evitar que o gatilho seja acionado por acidente e ferir algum inocente. Só se deve colocar o dedo no gatilho quando você estiver preparado para disparar. Segundo, o atirador deve tratar toda arma como se esta arma estivesse carregada, portanto, sempre verifique (verifique sempre) se a arma está carregada ou não. Terceiro, nunca aponte o cano da arma para ninguém (a não ser que seja para um bandido ou um terrorista), para evitar acertar algum disparo acidental em alguma pessoa inocente. Sempre, aponte o cano da arma para algum local seguro e nunca mire em algo que você não tenha a intenção de destruir.

A PRINCIPAL CARACTERÍSTICA DE UM HERÓI (O AMOR):

"A compreensão espiritual das coisas de Deus não são produtos da humanidade decaída, mas sim de uma divina revelação. Verdades espirituais só podem ser compreendidas por aqueles cujas faculdades espirituais foram despertadas por Deus." (D.L. MOODY)

Vejo as pessoas mais odiarem o mal do que amarem o bem. Muitos odeiam mais o Diabo do que amam a Deus. Odeiam mais o pecado do que amam os pecadores. Odeiam mais os bandidos do que amam os inocentes. Não é o nosso ódio que libera o poder da Espada, mas, sim, o amor. Eu também preciso aprender isso. No começo, o meu ódio por Satanás era o que me incentivava a lutar pelo bem. Hoje, a minha compaixão pelas pessoas é o que mais me incentiva a lutar em prol dos outros. Há diferença entre amor e omissão. Perdoar não é se omitir. Tenham compaixão pelos oprimidos também. Eu sempre quis ser herói. Combater o mal e proteger os indefesos. Mas, descobri, que para ser um verdadeiro herói, eu devo amar mais o bem do que odiar o mal. Eu devo amar mais a Deus do que odiar o Diabo. Eu devo amar mais os pecadores do que odiar o pecado. Hoje, eu enxergo, claramente, o que eu preciso fazer para me tornar num herói. Eu descobri que a principal característica de um herói é o amor.

SEJA DIGNO DE SUA AUTORIDADE (RESPEITE O SEU PODER):

O guerreiro que não respeita a sua espada não é digno de sua espada. O policial que não respeita o seu distintivo não é digno de seu distintivo. O oficial que não respeita a sua patente não é digno de sua patente. O marido que não respeita a sua esposa não é digno de sua esposa. Os pais que não respeitam os seus filhos não são dignos de seus filhos. O governante que não respeita o seu povo não é digno de seu povo. O pastor que não respeita as suas ovelhas não é digno de suas ovelhas. A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. O sentido bíblico de liderança é servir e proteger.

SEJA UM HOMEM DE VERDADE (SEJA ÍNTEGRO):

Quem é forte se defende sozinho, mas o mais forte defende os outros. A obrigação do forte é proteger o fraco. A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. Se quiser testar o caráter de alguém, de a ele poder. Diante das provações o nosso caráter é forjado e revelado. Como uma manada de animais selvagens, o dever dos adultos (dos mais velhos e mais fortes) é sempre proteger os mais novos e mais fracos. O dever do líder é servir. O dever do governante é servir o seu povo. O verdadeiro sentido bíblico de liderança é servir. O dever do pastor é servir e proteger as suas ovelhas. O dever do marido é honrar e proteger a sua esposa. O dever dos pais é cuidar de sua prole e proteger os seus filhos. O dever de um soldado é salvar vidas. O dever de um cavaleiro é proteger os fracos. O dever de um guerreiro é defender os indefesos. As mulheres são tesouros que nós, homens, devemos honrar e proteger, mesmo que isso comprometa a nossa integridade física ou corramos risco de vida. Isso é ser homem de verdade. Satanás, o Diabo, tenta desfigurar a imagem do homem nas famílias, pois com uma péssima referência masculina (paterna), as pessoas crescem traumatizadas e, muitas vezes, revoltadas com o próprio Deus. O Reino de Deus precisa de homens de verdade (homens corajosos e ousados) que tenham peito e coragem para proteger os fracos, combater o mal e fazer a diferença na sociedade.

SEJA ESTRATÉGICO (SEJA TÁTICO):

"Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra. E, se alguém também milita, não é coroado se não militar legitimamente." (2 Timóteo 2:4-5)

Quando se é um guerreiro (lutador e combatente) se deve pensar várias vezes antes de agir (pelo menos, em alguns casos específicos). Um grande guerreiro, um herói de verdade, não se importa em ser ferido ou morto, mas ele deve se importar com os civis (inocentes) que podem ser feridos ocasionalmente por um golpe ou bala perdida. Eu, jamais, poderei sacar uma arma e trocar tiros com bandidos ou terroristas em um lugar muito movimentado (cheio de pessoas), porque a probabilidade de algum inocente ser atingido sem querer é muito grande. Eu, jamais, posso beber bebida alcoólica (encher o caneco, encher a cara) e sair dirigindo por aí, porque o problema não é somente eu me ferrar, mas, sim, envolver pessoas inocentes no meio dessa merda que eu estou fazendo. Em uma ocasião, quando Ryu e Ken, estavam na Índia, quando esses grandes lutadores (duas feras) iam descer a porrada e o cassete em alguns bandidos, Dhalsim, o líder da aldeia chamou-lhes a atenção, para que pensassem antes de agir, pois aldeões inocentes poderiam sair feridos nesse combate. Sempre quando Goku vai enfrentar algum inimigo muito poderoso, ele leva a batalha para algum lugar isolado, para que civis inocentes não sejam atingidos e acabem sendo feridos em suas batalhas. A polícia quando invade uma favela (comunidade periférica) deve pensar nisso, para não envolver os moradores inocentes (civis indefesos) em seus combates bélicos e conflitos armados contra os traficantes. A Bíblia, a Palavra de Deus, apoia o combate (Romanos 13:1-7), (1 Pedro 2:13-17) e (Lucas 3:14). Tanto Jesus, quanto, João Batista, e os apóstolos, Pedro e Paulo, nunca, jamais, ensinaram que combater é moralmente errado. A violência pode ser muito útil, se essa violência for usada como uma contingência (para a defesa própria ou para a proteção dos outros). Não devemos jamais usar os “bordões e chavões”, como, por exemplo, “amor, paz e perdão” para justificar e legitimar a omissão diante do mal, porque as Escrituras nunca ensinaram que amar e perdoar é se omitir perante a maldade. Quando você se cala diante da injustiça e da opressão e se omite em nome “do amor e do perdão”, você não é da “paz”, você só é covarde mesmo. Sempre esteja disposto a lutar (usar a violência mesmo), mas sempre em prol dos outros, e não de si mesmo.

O MEDO É A MAIOR ARMA DO OPRESSOR (ELE LHES CONQUISTOU O ESPÍRITO):

O medo é a maior arma dos opressores. O ditador que oprime o seu povo. O marido que oprime a sua esposa. Os pais que oprimem os seus filhos. O pastor que oprime as suas ovelhas. O Diabo que oprime os seus seguidores. A maior arma da opressão é o medo. O opressor lhes conquistou o espírito. Tenha a coragem e a ousadia de enfrentá-los e desafiá-los. A coragem não é a ausência do medo, mas é a habilidade de superá-lo. Seja corajoso! Tenha coragem! Enfrente o seu medo. Combata o mal.

O TIGRE E O DRAGÃO (DOMÍNIO PRÓPRIO):

“Como a cidade com seus muros derrubados, assim é quem não sabe dominar-se”. (Provérbios 25:28)

O Tigre é um animal irracional, uma fera, que somente age por instinto. O Tigre não pensa nas consequências dos seus atos, e sai matando e destruindo tudo o que encontra pelo caminho. O Dragão (no contexto oriental, e não no contexto do Apocalipse, seus crentes burros) representa a Sabedoria, porque o Dragão é sábio e teme pelo poder de sua força, porque ele tem consciência de que o seu poder pode causar dano nos outros. Os nossos punhos e as nossas armas somente devem ser usados em Nome da Justiça. Não Justiça para nós mesmos, mas Justiça para aqueles a quem nós juramos proteger. Não devemos usar os nossos punhos em causa própria e as nossas armas devem ser usadas em prol da Justiça.

SAMURAI (AQUELE QUE SERVE):


Samurai significa "Aquele Que Serve". O sentido bíblico de liderança é servir e proteger. Um samurai deve proteger as pessoas que estão sob a sua proteção. A sua espada e as suas flechas só devem ser usadas em prol da justiça, em prol dos outros. Seja como um samurai, lute em favor dos outros. Seja o defensor dos fracos e desamparados. Lute por aqueles que não podem lutar por si mesmos. Fale por aqueles que não têm voz. Proteja os indefesos. Seja a voz daqueles que não podem falar. Seja um defensor e protetor, seja um verdadeiro herói.

O CRISTÃO E O COMBATE (LUTAR EM PROL DA JUSTIÇA):

Matar sem nenhum fundamento moral não é nada além de assassinato. Matar por uma causa justa é apenas justiça. O Sexto Mandamento sempre se referiu ao homicídio ilícito, e não a matar por legítima defesa e a matar na guerra. O verbo hebraico “ratsach” usado nesse Mandamento no Antigo Testamento, e o verbo grego “foneuo” usado nesse Mandamento no Novo Testamento, sempre são usados para se referir ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa e a pena capital. Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” se referem ao homicídio ilícito. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado. O Sexto Mandamento “Lo Tirsah” em hebraico e “Ou Foneuseis” em grego se refere ao assassinato e não a matar por uma causa justa. Seria uma grande incoerência Deus mandar os hebreus matarem nas guerras sendo que Ele mesmo disse “Não Matarás”, se no Sexto Mandamento Deus não se referisse somente ao homicídio criminoso (Deus não é bipolar). O guerreiro que não respeita a lâmina de sua espada (lâmina cortante, arma de fogo ou Bíblia) não é digno de sua espada. As flechas do cristão somente podem ser lançadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. O cristão não deve usar a sua espada (Machaira) por motivos ou razões pessoais, mas apenas para promover a justiça e a paz.

Criminosos são como ervas daninhas. Você arranca uma, e aparece logo outra no lugar. Por isso, que os homens bons devem sempre estar preparados para combatê-los. Sejam esses homens bons investidos de autoridade ou não. Não devemos nos igualar aos criminosos, pois não devemos pagar o mal com o mal. (nós somos diferentes deles). A nossa compaixão nos torna diferentes dos malfeitores. Devemos usar a força bruta e as armas sim, mas dentro da legalidade e em confrontos justos. Olho por olho e dente por dente nunca foi um incentivo ao ódio e a vingança, pelo contrário, é um ensinamento que ensina justamente que devemos combater os maus numa luta justa, baseada na honra e na justiça, e para que os criminosos sejam punidos de forma justa, e não de forma exagerada. Os heróis sempre existirão. Mesmo, que as pessoas céticas digam que não, sempre existirão homens valentes, cheios de coragem e ousadia, que ousarão se opor ao mal e aos malfeitores. Os heróis existem sim, podem acreditar.

“Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá. Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade de uma punição, mas também por questão de consciência. É por isso também que vocês pagam imposto, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho. Dêem a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

No Novo Testamento, o apóstolo Paulo confirma exatamente a mesma coisa que o profeta Daniel ensinou (Daniel 5:20-21), ou seja, de que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus. Paulo ainda vai mais além, pois ele também disse que o Estado é servo de Deus para punir os malfeitores. Paulo não só considera as autoridades legítimas, como também diz que os governantes, magistrados e soldados têm a autorização de Deus para usarem a espada para castigar os maus. A palavra grega usada para espada é “Machaira” que é um símbolo da pena capital. Paulo indica que era a favor da pena de morte quando usa a espada como símbolo da punição do Estado.

Paulo também ensinou que todos os cidadãos (principalmente, os cristãos) devem pagar todos os seus impostos, porque o dinheiro deve ser usado para a manutenção das Forças Armadas e das polícias para garantirem a segurança do país e para castigarem os homens que praticam o mal. Para Paulo, os agentes do Estado (governantes, magistrados e soldados) estão a serviço de Deus para o bem-estar da sociedade. Portanto, os cristãos devem se sujeitar a eles. O dever das autoridades é punir os maus e louvar os bons. Pelo menos, era assim que Paulo acreditava.

“Por causa do Senhor, sujeitem-se a toda autoridade constituída entre os homens; seja ao rei, como autoridade suprema, seja aos governantes, como por ele enviados para punir os que praticam o mal e honrar os que praticam o bem. Pois é da vontade de Deus que, praticando o bem, vocês silenciem a ignorância dos insensatos. Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus. Tratem a todos com o devido respeito: amem os irmãos, temam a Deus e honrem o rei”. (1 Pedro 2:13-17)


O apóstolo Pedro, assim, como o apóstolo Paulo e o profeta Daniel, também reconheceu que as autoridades governamentais são legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Para Pedro, a função das autoridades é castigar os malfeitores e louvar os homens que praticam o bem. Paulo tinha exatamente a mesma opinião. Ambos os apóstolos legitimaram o uso da força por parte do Estado (da violência mesmo) para punir os criminosos perigosos que ameaçam a sociedade.

“Então, alguns soldados lhe perguntaram: E nós, o que devemos fazer? Ele respondeu: Não pratiquem extorsão, nem acusem ninguém falsamente, e contentem-se com o seu salário”. (Lucas 3:14)

João Batista, o precursor do Messias, e também o maior de todos os profetas, reconheceu a legitimidade do trabalho dos soldados, pois ele mesmo batizou alguns militares e lhes incentivou a permanecerem no Exército, portanto, que eles fossem combatentes honestos e justos. A própria Bíblia reconhece que João Batista foi o homem pecador mais justo que já existiu sobre a Terra. João Batista não condenou o serviço militar, tampouco, Jesus e os apóstolos.

“Será que um marinheiro ficaria parado se ouvisse o clamor de um naufrago? Será que um médico permaneceria sentado comodamente, deixando seus pacientes morrerem? Será que um bombeiro, ao saber que alguém está perecendo no fogo, ficaria parado e não prestaria socorro? E você, conseguiria ficar à vontade em Sião vendo o mundo ao seu redor ser condenado”?
(Leonard Ravenhill)

O Pacifismo sempre foi muito pregado entre os cristãos desde a Igreja Primitiva, mas o próprio Jesus Cristo e os apóstolos nunca condenaram o serviço militar e nem o direito que todos os seres humanos têm de lutar por suas vidas. Os religiosos pacifistas costumam usar versículos bíblicos fora de contexto para sustentar o Pacifismo biblicamente, mas qualquer pessoa inteligente e sábia verá que a Bíblia nunca sustentou tal heresia.

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do Diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes”. (Efésios 6:10-13)

O interessante desse trecho bíblico é que ele foi escrito pelo mesmo autor da Carta aos Romanos, ou seja, o apóstolo Paulo. Em nenhum momento, na Carta aos Efésios, o apóstolo Paulo pregou o Pacifismo, até porque o contexto não fala de guerra física, mas, sim, de guerra espiritual. Na Carta aos Romanos, o apóstolo Paulo ensinou que as autoridades governamentais foram estabelecidas por Deus e que os magistrados e militares são seus ministros para castigar os malfeitores. Então, seria contraditório o autor da Carta aos Romanos pregar o Pacifismo na Carta aos Efésios. O apóstolo Paulo quis dizer que a função dos cristãos civis é se preocupar com a guerra espiritual, mas os cristãos que são magistrados e militares devem cumprir com o seu dever, que é castigar os que praticam o mal; porque eles são investidos de autoridade por Deus para essa função. (Eu sei que quem escreveu a Carta aos Romanos foi Tércio a mando de Paulo). A luta da Igreja é espiritual e a luta do Estado é física. Tanto os guerreiros da Igreja quanto os guerreiros do Estado são ministros de Deus.

“Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas;”. (2 Coríntios 10:3-4)

Por isso, as armas carnais e humanas, tais como argúcia, habilidade, riqueza, capacidade organizacional, eloqüência, persuasão, influência e personalidade são em si mesmas inadequadas para destruir as fortalezas de Satanás; porque as únicas armas adequadas para desmantelar os arraiais do Diabo, as injustiças e os falsos ensinos são as armas que Deus nos dá. Esse trecho não se refere às armas bélicas, mas, sim, a capacidade humana e as vãs filosofias; e para combater o Inferno precisamos das armas espirituais dadas por Deus, pois somos incapazes de vencermos Satanás e os seus demônios sozinhos.

“Ouvistes que foi dito: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;”. (Mateus 5:38-39)


Os fariseus deturpavam as Leis do Antigo Testamento para incentivar as pessoas ao ódio e a retaliação, porque o ensinamento “olho por olho e dente por dente” era sobre as punições aplicadas pelas autoridades nos malfeitores (para que os criminosos não fossem punidos de forma exagerada) e não um incentivo a represália do indivíduo. Jesus condenou a vingança pessoal e não a legítima defesa, pois Ele usa muito simbolismo nas coisas em que ensina. Cristo, em outra parte da Bíblia, ensinou que se a sua mão direita te fizer pecar, se deve amputá-la. E se o seu olho direito te fizer pecar, se deve arrancá-lo. Oferecer a outra face está inserido no mesmo contexto. Jesus não falou para os cristãos se mutilarem e nem para serem sacos de pancadas dos outros. Tudo isso é puro simbolismo (Alegorismo).

“Então, Jesus lhe disse: Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada, à espada perecerão”. (Mateus 26:52)

Cristo não fez apologia ao Pacifismo, mas, simplesmente, falou que os violentos sofrerão violência. Se Pedro tivesse matado Malco, ele seria punido com a morte pelo Estado Romano e Jesus quis impedir que isso acontecesse. O próprio Cristo ordenou a Pedro para que ele comprasse aquela espada. Jesus devia cumprir com a profecia a seu respeito e Pedro quis impedir o cumprimento dessa profecia. Jesus não disse para Pedro jogar a espada fora, mas apenas para guardá-la. Paulo reconhece que o Estado tem o poder da espada (Machaira) para castigar os malfeitores (algo concedido e autorizado por Deus).

“E saberá toda esta congregação que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; porque do Senhor é a guerra, e ele vos entregará na nossa mão”. (Samuel 17:47)

Quando Davi afirmou que do Senhor é a guerra, ou seja, de que a batalha pertence ao Senhor, ele quis dizer que nós, servos de Deus, devemos confiar no Altíssimo e não em nossa própria força ou em armas bélicas; entretanto, em nenhum momento, ele hesitou lutar contra Golias por causa disso, porque ele confiava no Senhor dos Exércitos.

Sobre os juramentos (como o Juramento à Bandeira), Jesus Cristo não condenou totalmente os juramentos. O que Jesus condenou foram às pessoas que não têm palavra, e precisam se garantir em juramentos para os outros acreditarem que elas estão falando a verdade. Algumas Confissões de Fé protestantes explicam bem sobre isso. Não há problema algum em fazer juramentos honrados em nome da paz, da justiça e do amor.

JESUS, O AMIGO DOS PECADORES (PUBLICANOS E PROSTITUTAS):

Os fariseus eram escarnecedores (esses religiosos zombavam e ridiculizavam as coisas de Deus). Jesus era conhecido como "O AMIGO DAS PROSTITUTAS - O AMIGO DOS PECADORES", porque esses "grandes pecadores" tinham muito mais respeito por Jesus e por Deus do que os fariseus. Cristo está mais próximo da prostituta que sabe que é pecadora do que do religioso que pensa que é "santo". O próprio Jesus disse que os publicanos e as prostitutas são mais dignos do Céu do que os fariseus (religiosos hipócritas e falsos moralistas). Jesus sempre andou, comeu e bebeu com os pecadores com a intenção de salvá-los. Os "pecadores" estavam mais dispostos a ouvir as palavras de Jesus do que os fariseus, porque esses religiosos eram "santos" demais para poderem dar ouvidos a Jesus.

O JESUS DISTORCIDO E IDEALIZADO PELOS CRISTÃOS DURANTE A HISTÓRIA DA IGREJA:

A "visão" que o mundo e a Igreja têm de Jesus é totalmente distorcida do Jesus verdadeiro revelado nas Escrituras. As pessoas enxergam Jesus como um tipo de "Hippie" (paz e amor), um "grande pacifista" (que não tem senso de justiça e que pregou a omissão e a apatia diante do mal), ou o "Bob Marley" (o que importa é que as pessoas sejam felizes e não o que a Bíblia ensina), menos o Messias relatado na Bíblia. O Jesus da Bíblia era desbocado (Ele era boca suja mesmo). O Jesus da Bíblia se indignava com as coisas erradas e criticava as injustiças que o povo sofria. O Jesus da Bíblia xingava, insultava e ofendia os fariseus e os saduceus (os religiosos hipócritas e falsos moralistas da época). O Jesus da Bíblia tinha compaixão pelos "pecadores" e amava os desamparados e os oprimidos. O Jesus da Bíblia elogiou a fé e a integridade de um militar, mas desprezou a religiosidade hipócrita e o falso moralismo dos fariseus. O Jesus da Bíblia era conhecido como o "AMIGO DAS PROSTITUTAS" (o amigo das "putas" mesmo). O Jesus da Bíblia comia e bebia com os "pecadores", porque Ele era o "AMIGO DOS PECADORES". O Jesus da Bíblia (segundo os fariseus) tinha o Diabo no corpo, porque Ele expulsava os demônios em nome de Belzebu. O Jesus da Bíblia pegou um chicote nas mãos e desceu a chicotada nos cambistas e saiu chutando as mesas lá no Templo de Jerusalém. Viram como o Jesus da Bíblia é um "Hippie e grande pacifista"? Quando uma mentira é repetida mil vezes (como se fosse um mantra), ela se torna numa "verdade". Assim, se constrói uma construção ideológica.

A GRANDE AMEAÇA (JESUS):

"Jesus não foi apenas um cara legal que fez o bem no mundo. Você não crucifica caras legais. Você crucifica ameaças". (Tim Keller)

No primeiro século, no tempo de Jesus, Israel era dominada religiosamente pelas quatro seitas principais do Judaísmo: Os fariseus, os saduceus, os herodianos e os essênios. Os fariseus e os saduceus mandavam no Sinédrio. No começo, os seguidores de Jesus eram conhecidos como “Nazarenos” e não pregavam contra o serviço militar e nem satanizavam a sexualidade. Jesus defendia muito as mulheres de sua época (por isso, Ele era conhecido como o AMIGO DAS PROSTITUTAS). Jesus comia e bebia com os pecadores. Cristo estava mais próximo dos publicanos e das prostitutas que sabiam que eram “pecadores” do que dos fariseus que pensavam que eram “santos”. Existem historiadores que defendem até a teoria de que Jesus era um líder dos Zelotes (um Revolucionário que pretendia reunir um exército de guerreiros para poder derrubar o Império Romano do poder). Tanto a Bíblia, a Palavra de Deus, quanto esses historiadores (que são ateus) são as maiores provas de que Jesus nunca foi “paz e amor”, ou seja, o Jesus histórico, o Jesus da Bíblia, nunca foi um “grande pacifista”. Cristo sempre se indignou com as coisas erradas e criticou as injustiças que o povo sofria. O Messias amava os “pecadores” e defendia os fracos e oprimidos. O Grande Libertador de Israel, Jesus Cristo (AQUELE QUE VENCEU A MORTE), não foi crucificado porque era um cara “bonzinho”, mas, sim, porque Jesus representava uma grande ameaça para os fariseus (religiosos da época) e para os próprios romanos (os conquistadores daquele tempo).

A RESISTÊNCIA AO TIRANO (A LUTA CONTRA A TIRANIA E A OPRESSÃO):

Nós, homens e mulheres de Deus, temos o dever moral de desobedecer às leis injustas. Tanto Clemente de Alexandria quanto Tomás de Aquino defendiam até a luta armada contra governantes opressores e tiranos (a Resistência ao Tirano), além de apoiarem a Guerra Justa, obviamente. A Bíblia realmente de fato ensina que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus e que são ministros de Deus para castigar os malfeitores e louvar os cidadãos de bem (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17). Mas, como os próprios apóstolos também ensinaram, nós, servos de Deus, devemos obedecer mais a Deus do que aos homens. A obrigação, função e dever das autoridades constituídas são servir ao seu povo, e não roubá-lo, oprimi-lo e explorá-lo. O sentido bíblico de liderança é servir e proteger. A vontade de Deus é que os governantes, magistrados, policiais e soldados protejam o povo (cidadãos de bem) e castiguem severamente (dentro da legalidade, dentro da lei) os criminosos perigosos, autores de crimes hediondos e bárbaros. A obrigação, função e dever dos agentes de repressão ao crime são serem justos e honestos (Lucas 3:14). Se o governo é injusto e opressor, nós, cristãos, devemos desobedecê-lo.

O MESTRE DE TODOS OS BANDIDOS (O MAIOR DE TODOS OS VILÕES):

Satanás, o Diabo, procura fraquezas (quando estamos com a guarda-baixa, para nos golpear). Ele dissemina heresias destruidoras e ensinamentos satânicos nas igrejas (usa coisas aparentemente "bíblicas", "evangélicas", "cristãs", "fofinhas" e "bonitinhas" para ludibriar e enganar as pessoas). É como se existisse uma cerca elétrica, e Satanás, tenta encontrar algum ponto vulnerável para tentar entrar. Ele é um mestre do disfarce, um mestre do ilusionismo. O Diabo usa coisas com a "patente evangélica" e "gospel", baseadas em versículos bíblicos distorcidos e fora de seus verdadeiros contextos para destruir as vidas das pessoas, e por meio do pecado, levá-las a perdição (morte eterna). Acreditem, o Príncipe das Trevas conhece muito bem as Escrituras, e ele é muito habilidoso com a Bíblia. O Diabo é um grande "teólogo", e também conhece muito bem a História da humanidade. Quando uma mentira é dita mil vezes, ela acaba se tornando numa "verdade”. Assim, se constrói uma construção ideológica. Os mesmos pecados de Gênesis e as mesmas heresias da época da Igreja Primitiva são usados até hoje para proliferar a destruição e para furtar o coração dos homens. Satanás não é ignorante, nem burro e nem um animal. Ele pode ser metódico e sistemático, mas ele conhece muito bem o ser humano e sabe como derrubá-lo. Se nós, cristãos, nos basearmos nas Escrituras (termos uma boa base teológica) teremos grandes chances de vencermos. Temos que ter sustentação na nossa fé. Devemos dar prioridade à oração (nossa relação e comunhão com Deus). Devemos ter "foco de tiro". Devemos sempre manter o foco. Satanás tenta desviar o foco das pessoas para coisas secundárias (para que os cristãos não se importem com o que realmente importa). Devemos buscar sabedoria em Deus, para que possamos resistir às ciladas, armadilhas e ataques do Diabo.

AS DUAS GUERRAS (A GUERRA DA IGREJA E A GUERRA DO ESTADO):

"Uma pessoa se torna muito forte quando seu objetivo é proteger algo ou alguém."

A Bíblia, a Palavra de Deus, relata que existem dois tipos de guerras, dois tipos de batalhas que os homens devem travar (principalmente, os cristãos, os servos de Deus). A guerra de Romanos 13 e a guerra de Efésios 6, ou seja, a Guerra Física e a Guerra Espiritual. Nós, jovens cristãos, somos os Guerreiros dos Sonhos, os Guerreiros do Futuro; e, em Nome do Senhor dos Exércitos, devemos combater Satanás, o Diabo (o Mestre dos Pesadelos) para poder salvar e libertar as vidas e as almas que estão acorrentadas por meio da opressão do pecado. A nossa missão é pregar o Evangelho; orar e interceder por essas pessoas para poder libertá-las das garras de Satanás, o Diabo. Esse é o nosso chamado, esse é o nosso destino. 

A ORAÇÃO E A TEOLOGIA (A GUERRA DO CRISTÃO):

"A oração não é uma arma de guerra. A oração é a própria guerra".

A oração e o estudo bíblico (Teologia) são as coisas mais importantes para o cristão. A oração é o seu relacionamento com Deus, e a sua maior arma de guerra, ou melhor, dizendo, a oração é a sua própria guerra. Orar e interceder pelas pessoas. Lutar em prol dos outros. Buscar ter um verdadeiro e sincero relacionamento com Deus. Essa é a importância da oração. O estudo das Escrituras é importantíssimo para o cristão, pois a Bíblia, a Palavra de Deus, é a Espada que o cristão empunha e maneja para poder combater as forças satânicas deste mundo. O Diabo teme e se sente ameaçado com aquele crente que ora e estuda a Bíblia. Portanto, o cristão, o crente em Jesus, deve se dedicar a oração e ao estudo da Palavra.

A ESPADA DO ESPÍRITO:

“A frase "Espada do Espírito" é encontrada apenas uma vez nas Escrituras, em (Efésios 6:17). A espada é parte da armadura espiritual que Paulo diz aos cristãos para colocar a fim de poderem lutar eficazmente contra o mal (Efésios 6:13). A espada é uma arma tanto ofensiva quanto defensiva usada para se proteger do mal ou para atacar o inimigo e vencê-lo. Era necessário que um soldado tivesse um treinamento rígido sobre o uso correto de sua espada para obter dela o máximo benefício. Todos os soldados cristãos precisam do mesmo treinamento rígido para saberem como lidar corretamente com a Espada do Espírito, "que é a Palavra de Deus". Já que cada cristão encontra-se em uma batalha espiritual contra as forças satânicas deste mundo, precisamos saber como manusear a Palavra corretamente. Só, então, ela será uma defesa eficaz contra o mal e uma ofensa valiosa para "destruir fortalezas" do erro e da mentira (2 Coríntios 10:4-5). A Palavra também é chamada de espada em (Hebreus 4:12). Aqui, a Palavra é descrita como viva e eficaz e mais penetrante que uma espada de dois gumes. A espada romana era comumente de dois gumes, tornando-a melhor para perfurar e cortar em ambos os sentidos. A ideia das Escrituras penetrando significa que a Palavra de Deus atinge o "coração", o centro de ação, e traz à tona os motivos e sentimentos daqueles em quem ela toca. O propósito da Espada do Espírito -- a Bíblia -- é nos fortificar e capacitar a suportar os ataques de Satanás (Salmo 119:11; 119:33-40; 119:99-105). O Espírito Santo usa o poder da Palavra para salvar almas e dar-lhes força espiritual para serem soldados maduros para o Senhor. Quanto melhor conhecermos e compreendermos a Palavra de Deus, mais úteis seremos em fazer a vontade de Deus e mais eficazes em enfrentar o inimigo de nossas almas”.


O VERDADEIRO CAMPO DE BATALHA:

O verdadeiro campo de batalha de todo ser humano é a mente. Satanás atua principalmente usando sugestões diabólicas ocultamente as infiltrando nas mentes das pessoas. O verdadeiro contexto de Efésios 6 é a luta da Igreja (isso não invalida a luta do Estado, que é ministro de Deus, ensinado em Romanos 13). O primeiro alvo do ataque de Satanás será sempre uma necessidade física sua. O Diabo é o Pai da Mentira, mas muitas vezes, ele distorce a verdade ou não a conta totalmente para poder enganar as pessoas (assim, como ele fez com Adão e Eva no Jardim do Éden). Lúcifer costuma usar muito as Escrituras (as distorcendo totalmente usando versículos bíblicos fora de seus verdadeiros contextos apenas para pregar o que lhe é conveniente, claro). Eu sou um "pouquinho" mais esperto do que a grande maioria dos evangélicos, mas ainda tenho a mera impressão de que o Diabo é muito mais esperto do que penso, acho e imagino que ele seja. Estudem a Bíblia, a Palavra de Deus! Procurem ter comunhão com Deus! Busquem a santidade (santidade bíblica, e não o maldito legalismo religioso hipócrita)! Busquem ter um verdadeiro e sincero relacionamento com Deus! Assim, vocês sairão vitoriosos contra o Diabo e seus anjos.

O BÁSICO DA ESTRATÉGIA MILITAR:

Você sempre deve conhecer o terreno do seu inimigo. Procure explorar as fraquezas de seu adversário. Procure destruir a economia (riquezas) de seus adversários (o dinheiro, a renda de organizações criminosas ou de exércitos inimigos). A ira entorpece a sua espada, portanto, nunca ataque com raiva (tenha técnica). Seja estratégico. Seja tático. A coragem é forjada no campo de batalha. Adquirindo experiência nas pelejas, você melhora os seus reflexos e aguça os seus sentidos. Os cangaceiros tinham vantagem sobre os policiais e soldados, porque conheciam a caatinga. Os vietnamitas tinham vantagem sobre os militares norte-americanos, porque conheciam a sua terra natal como ninguém. Os soldados norte-americanos somente conseguiram derrotar o Talibã, porque tiveram a ajuda dos combatentes da Aliança do Norte (que conheciam a região e o território). O básico da estratégia militar é sempre eliminar os líderes primeiro para que os seus subordinados fiquem confusos e comecem a disputar pelo poder. Cortar a luz elétrica e as linhas telefônicas para que os seus inimigos fiquem sem comunicação e desorientados na escuridão. Antecipe os passos de seu inimigo. Coloque-se em seu lugar para pensar exatamente como ele, porque assim você saberá qual será o seu próximo ataque. Cerque seus inimigos, destrua as suas plantações e os privem de água e de alimento, assim, você terá mais probabilidade de derrotá-los. O opressor só respeita a força que é maior do que a dele. Os violentos só conhecem a linguagem da violência. Negociar e argumentar com estupradores, torturadores e assassinos cruéis é perda de tempo, porque eles nem se darão ao trabalho de te ouvir. A resposta tem que ser rápida. O disparo tem que ser certeiro. Tenha foco de tiro. Use o fator surpresa, pois assim você surpreenderá o seu inimigo. Nunca implore por sua vida ou por misericórdia, pois isso apenas aumentará a sensação de poder e atiçará o sadismo dos malfeitores. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos bandidos. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos opressores. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos malfeitores. Você escolhe se quer ser apenas uma vítima indefesa ou um inimigo a altura.

DEVEMOS APRENDER COM AS NOSSAS FALHAS E CONCERTAR OS NOSSOS ERROS:

Muitas vezes, o medo nos impede de fazermos o que é certo. Em momentos de crise, o sábio constrói pontes, pois só o tolo constrói barreiras. Muitos monstros que existem foram criados pela própria Igreja, e o nosso dever, como cristãos, é corrigirmos esses erros. Não podemos cometer os mesmos erros que os nossos antepassados e antigos cometeram. Temos que mudar tudo o que precisa ser mudado. Temos que fazer a coisa certa. Nós, homens de Deus, devemos fazer a diferença, porque é o nosso dever (a nossa obrigação). Esqueçamos esses “bordões”, “chavões”, “jargões” e “frases clichês”, que não passam de “frases feitas” tremendamente ridículas e sem embasamento bíblico nenhum. A Bíblia, a Palavra de Deus, nunca nos ensinou a nos conformar com as coisas erradas e se omitir diante do mal (tudo isso é mentira do Diabo). Nós, cristãos, temos o dever e a obrigação de ajudar aqueles que ninguém ajuda. Temos que lutar as batalhas daqueles que não podem lutar por si mesmos (nós devemos lutar por eles). Nós devemos defender aqueles que não podem se defender. Devemos proteger os indefesos. Alguém precisa lutar pelos fracos. Alguém tem que socorrer os desamparados. É nosso dever fazer isso. Nós temos que fazer a diferença. Nós somos o Sal da Terra e a Luz do mundo. Essa é a nossa missão.

CONCLUSÃO:

“Com armas os homens conquistam terras. Nas terras conquistadas nasce a lei. A lei se defende com armas. Só existe paz em terras onde há lei. Onde houver terra, haverá homens e onde houver homens, se imporá leis e, para impor a lei, haverá armas. Portanto, nunca vá desarmado para uma terra onde não há lei”.

Quando um povo perde a fé nas instituições, o declínio dessa civilização está próximo. O futuro do Brasil é tenebroso. Se os cristãos verdadeiros não se posicionarem, as coisas só vão piorar (por favor, não me venham com esse "bordão" do Diabo de que "Jesus está voltando e a tendência é piorar mesmo", porque isso é só desculpa para justificar a omissão e o conformismo de vocês, seus crentes hipócritas). Precisamos orar e interceder em favor da nossa nação e começar a viver o Evangelho de Verdade (e não essa "imitação barata” que pregam por aí do Jesus pacifista que é só "paz e amor" e que não tem senso de justiça). Paulo em (Romanos 13:1-7) e Pedro em (1 Pedro 2:13-17) afirmaram, claramente, que as autoridades governamentais são legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Nós, cristãos, precisamos nos posicionar e fazer algo concreto de fato para ajudar a nossa nação, antes que seja tarde demais e a nossa sociedade entre em colapso e deixe de existir.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.