terça-feira, 30 de abril de 2019

LEGALISMO RELIGIOSO – DOUTRINAÇÃO DIABÓLICA (PACIFISMO E SATANIZAÇÃO DA SEXUALIDADE)



Filipe Levi 30/04/19
LEGALISMO RELIGIOSO – DOUTRINAÇÃO DIABÓLICA (PACIFISMO E SATANIZAÇÃO DA SEXUALIDADE)


INTRODUÇÃO:

"A minha maior ambição na vida é estar na lista dos mais procurados do Diabo". (Leonard Ravenhill)

Desde o primeiro século, Satanás, o Diabo, tem doutrinado os cristãos em duas construções ideológicas (Pacifismo e Satanização da Sexualidade). Como, historiador e teólogo, me sinto na obrigação de tentar fazer o que puder para desconstruir essas duas construções ideológicas, satânicas, demoníacas e diabólicas. Tentarei fazer a diferença, mesmo que eu não veja os meus frutos. Se eu não tentar, nunca haverá resultados. Não tenho nada a perder, mas, mesmo, assim, tentarei fazer o bem. Eu escolho morrer lutando.

O QUE SÃO CONSTRUÇÕES IDEOLÓGICAS (DOUTRINAÇÃO POLÍTICA OU RELIGIOSA)?

“A causa de Deus nem sempre é de sucesso; nós realmente podemos ser “mal sucedidos” e, ainda assim, estar no caminho certo”.
(Dietrich Bonhoeffer)

As construções ideológicas em geral são mentiras muito bem elaboradas. Tipo, o famoso “telefone sem fio”. Quando uma mentira é dita mil vezes, essa mentira se torna numa “verdade”. Assim, se constrói uma construção ideológica. As construções ideológicas podem ser classificadas literalmente como “doutrinação” tanto política quanto religiosa. As construções ideológicas muitas vezes são “bordões”, “chavões”, “pensamentos políticos” ou “doutrinas religiosas”. Uma construção ideológica quando não é uma mentira descarada, pode também ser muitas vezes uma “meia verdade” ou uma “mentirinha disfarçada”. Os religiosos, intelectuais e políticos mal-intencionados costumam usar as construções ideológicas como armas para poder controlar e explorar algum povo desprovido de conhecimento e de senso crítico.

O DIABO É O PAI DA MENTIRA (AS CONSTRUÇÕES IDEOLÓGICAS CRIADAS POR SATANÁS DURANTE A HISTÓRIA DA IGREJA):

Desde o primeiro século, a Igreja Cristã se envolveu com a hipocrisia e os cristãos primitivos pregavam ensinamentos que Jesus e seus apóstolos nunca pregaram, como, por exemplo, a demonização das autoridades governamentais, o antissemitismo e a satanização da sexualidade e do sexo. Os cristãos e os hebreus não se davam bem e se odiavam, e a maioria dos seguidores de Cristo não se alistava no Exército e nem ocupava cargos públicos, pois acreditava que as instituições humanas eram demoníacas. O apóstolo Paulo disse que as autoridades governamentais são instituídas (estabelecidas, colocadas no poder) por Deus e que são ministros de Deus para castigar os malfeitores e louvar os cidadãos de bem (Romanos 13:1-7), mas os “cristãos pacifistas” ignoraram isso descaradamente. Pedro ensinou exatamente a mesma coisa (1 Pedro 2:13-17). João Batista apoiava o serviço militar, portanto, que os soldados exercessem a sua função e dever com honestidade (Lucas 3:14). O próprio Jesus reconheceu que a autoridade que Pilatos tinha fora concedida por Deus, e Ele mesmo ensinou que é para dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.

A Igreja Primitiva se auto-intitulava “Ekklesia”, e esse nome em sua origem significava “assembléia popular”, formada por cidadãos, que se reuniam para discutir sobre política, em Atenas, na Grécia. O apóstolo Paulo constantemente usava o serviço militar como bom exemplo para a vida cristã. Então, será mesmo que as autoridades constituídas são do Diabo ou elas foram instituídas por Deus como as Escrituras Sagradas ensinam?

Desde o primeiro século, Satanás, o Diabo, tem insistido, compulsivamente, em duas construções ideológicas, o Pacifismo e a Satanização da Sexualidade e do Sexo, para poder oprimir os cristãos. As Escrituras (inclusive, o Novo Testamento) ensinam, claramente, que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus (e não por Satanás). O Novo Testamento também deixa bem claro que Deus apoia e aprova a prática sexual no contexto do casamento (Deus criou o sexo e não o Diabo). Então, por que será que Satanás insiste tanto nessas construções ideológicas diabólicas? O Diabo é um grande estrategista, portanto, o cara não dá “ponto sem nó”. Com certeza, Satanás, tem algum plano maléfico por detrás disso. O Diabo não é tolo. Se ele insiste tanto em propagar o Pacifismo (omissão diante do mal) e a Satanização da Sexualidade (demonizar o prazer sexual), ele desde a época da Igreja Primitiva, já tramava algo diabólico com tudo isso.

A BÍBLIA E A SEXUALIDADE (OS CRISTÃOS E A COSMOVISÃO DO SEXO):

“As curvas dos seus quadris são como jóias, são trabalhos de um artista... Você é tão graciosa como uma palmeira; os seus seios são como cedros e tâmaras. Vou subir na palmeira e colher os seus frutos. Os seus seios são para mim cachos de uvas. A sua boca têm o perfume das maçãs, e os seus beijos são como vinho delicioso”. (Cantares 7:1-9)

“A Igreja Cristã tem problemas com a área sexual, mesmo quando o assunto é tratado na esfera conjugal, porque desde os Pais da Igreja (líderes cristãos dos primeiros séculos) o ensino eclesiástico associou a vida sexual ao pecado. Muitos Pais da Igreja, nos primeiros séculos (e mesmo mais tarde na época medieval) se equivocaram e imprimiram nos cristãos uma intensa culpa. Para eles, o sexo era uma força infernal que se opunha à busca pela santidade. Por isso, boa parte da liderança pastoral pregou abertamente uma conduta de vida contrária ao prazer sexual. Quanto menos sexo, mais santo se era. Logo, as pessoas mais virtuosas e santas eram as castas. Quem espontaneamente decidia não se casar era vista como uma santa alma cristã, alguém que se dedicou a buscar a Deus, e não os seus desejos próprios, alguém que abriu mão de suas paixões para viver para Deus. Por isso, os bons religiosos da época mantinham-se castos. Por isso, também, as prostitutas eram vistas como o último degrau de uma vida pecaminosa; ninguém estava mais abaixo delas na escala do afastamento de Deus”. (Samuel Costa)

A SATANIZAÇÃO DA SEXUALIDADE NA IGREJA CRISTÃ:

“Conquanto os Pais da Igreja buscassem consagração a todo custo, tiveram uma visão equivocada a respeito da santidade sexual. Aliás, a vida sexual na perspectiva patrística, em si mesma era um pecado diante de Deus. Para boa parte dos líderes cristãos dos primeiros séculos da Era Cristã, o sexo era entendido como uma afronta a Deus”.

“A atitude imperativa da Igreja durante toda a Idade Média era de que o amor sexual era mau em si mesmo, e não diminuía a sua malignidade, mesmo quando usufruído pelos cônjuges no casamento. Nos primeiros séculos da Igreja Cristã, a tendência anti-sexual e anticonjugal pregada por alguns líderes foi se tornando tão crescente que o imperador Domiciano Cesar decretou ser crime aqueles que defendessem a antisexualização da pessoa. Mais tarde, o imperador Adriano estendenderia essa proibição também aos que voluntariamente concordavam em ser castrados. Estes seriam punidos com a pena de morte, bem como os médicos que fizessem esse tipo de operação mutilatória. Mesmo assim, Orígenes de Alexandria, alguns anos mais tarde, tomou o texto de Mateus 19.12 tão literalmente que se castrou antes de ser ordenado, acreditando que a extirpação de seu órgão genital eliminaria o desejo sexual e, consequentemente, as tentações que o afligiam nessa área”.

“Tertuliano de Cartago, considerado o Pai da Igreja latina, declarava sua repulsa ao sexo feminino ao afirmar que a mulher era a causa de toda a derrota humana e, como tal, deveria ser frontalmente combatida. Para ele, a mulher era a responsável pela queda em pecado”.

“Vós sois a porta do Demônio; vós sois quem rompeu o lacre daquela árvore (proibida); vós sois a primeira desertora da lei divina; vós sois quem persuadiu aquele que o Diabo não era bastante valente para atacar. Vós destruístes muito facilmente a imagem de Deus, o homem. Em virtude da vossa deserção – isto é a morte – até mesmo o Filho de Deus teve de morrer”. (Samuel Costa)

No Concílio de Nicéia, em 325, os bispos (líderes da Igreja Cristã) tiveram que proibir os cristãos de se castrarem por causa da satanização da sexualidade no meio da Igreja. Séculos depois, por causa de um erro de tradução da Bíblia, na Igreja Russa, os cristãos russos passaram a se castrar quando se convertiam, porque confundiram o Cristo, o Redentor, com o Cristo, o Castrador.

NUNCA SE OMITA DIANTE DO MAL (A OMISSÃO TAMBÉM É PECADO):

“A única coisa necessária para que o mal triunfe é os homens de bem não fazerem absolutamente nada”. (Edmund Burke)

O opressor só respeita a força que é maior do que a dele. A violência é a única linguajem que os violentos conhecem. Se omitir diante do mal é tão pecaminoso como praticar o próprio mal. Nós devemos lutar por aqueles que não podem lutar por si mesmos. A nossa obrigação é defender os fracos e oprimidos. Devemos amparar os órfãos e as viúvas. É nosso dever proteger os indefesos.

A PUNIÇÃO ETERNA (O CASTIGO ETERNO):

O homem mau pode até parecer que está vivendo na impunidade, mas se a justiça dos homens não castigá-lo por seus crimes (Romanos 13:1-7), a justiça de Deus o alcançará. Se as autoridades estabelecidas por Deus não punir o malfeitor, Deus vai. Quando as portas do Inferno se fecharem, os seus privilégios irão acabar. Todos os crimes e maldades que você praticou cairão sobre você, seu maldito! Você que mata inocentes só por diversão. Você que estupra mulheres indefesas, porque se acha o "machão". Você que abusa de criancinhas às escondidas. Você que oprime e humilha a sua mulher. Você que espanca e humilha os seus filhos. Você que rouba o órfão e a viúva e todos os necessitados. Você que explora os pobres e desamparados e que subjuga quem não tem chance contra você. Quando as portas do Inferno se fecharem, os seus privilégios irão acabar. As chamas do Inferno te aguardam, seu maldito! O Diabo e seus anjos te esperam para você sofrer junto com eles por toda a eternidade. Você que pensava que ficaria na impunidade, que o seu dinheiro e seu poder seriam o seu escudo, terá toda a eternidade para se arrepender, sofrendo e agonizando amargamente, em tormento e dor, por tudo o que você fez os inocentes e indefesos passarem. Você pode continuar se divertindo roubando os pobres, oprimindo, humilhando e violentando os fracos e indefesos, só não se esqueça, que quando você morrer, o Inferno te aguarda.

O MEU TESTAMENTO (EU SÓ ENSINEI A FAZER O BEM):

Quero deixar um Testamento antes que muitos lunáticos comecem a estuprar, a torturar, a assassinar e a cometer várias atrocidades em meu nome e depois vão dizer que foi o Filipe Levi quem mandou. Na Idade Média queimaram pessoas inocentes acusadas de Bruxaria e depois disseram que foi Jesus quem mandou. Os extremistas islâmicos (que são um bando de homossexuais enrustidos), praticam atrocidades e barbáries e depois dizem que foi Maomé quem mandou. Os esquerdistas alienados estupram, torturam e assassinam e depois dizem que foi Karl Marx quem mandou. Esses homens nunca disseram para ninguém fazer nada disso, mas são eles que levam toda a culpa, não é verdade? Então, antes que os seguidores fanáticos de "Filipe Levi" façam coisas parecidas em meu nome, saibam que não fui eu quem mandei. Eu não tenho nada a ver com essa merda!

A AGONIA DO PLANETA (A GRANDE TORMENTA):

As guerras civis nos países africanos, a fome na África, os ataques terroristas na Europa e nos Estados Unidos da America, catástrofes naturais nos países do Oriente, o aumento assustador da criminalidade no Brasil, a corrupção, famílias destruídas, casamentos destruídos, vidas destruídas e igrejas dominadas e tomadas pela apostasia e pelas heresias. Essa é a grande tormenta, a agonia do planeta.

A GUERRA SANTA ENTRE O BEM E O MAL (A GUERRA FÍSICA E A GUERRA ESPIRITUAL):

"O sentimento de luta não deve ser medido pela probabilidade de vitória, mas, sim, pelos valores em defesa dos quais a luta foi feita".

A luta da Igreja é a Guerra Espiritual (Efésios 6) e a luta do Estado é a Guerra Física (Romanos 13). Os ministros da Igreja devem se dedicar a Batalha Espiritual e os agentes do Estado devem se dedicar a Batalha Física. Cada ministro de Deus deve exercer a sua função, tanto como guerreiro espiritual quanto como soldado, magistrado ou policial. Todos nós, cristãos, somos soldados, com armas nas mãos ou não. A Bíblia, a Palavra de Deus, convoca todos os cristãos a serem heróis, seja como um guerreiro bélico ou como um guerreiro de oração. Cada um tem a sua batalha para travar, seja a física ou a espiritual.

O SENTIDO BÍBLICO DE LIDERANÇA (SERVIR E PROTEGER):

"Uma pessoa se torna muito forte quando seu objetivo é proteger algo ou alguém."

O guerreiro que não respeita a sua espada não é digno de sua espada. O policial que não respeita o seu distintivo não é digno de seu distintivo. O oficial que não respeita a sua patente não é digno de sua patente. O marido que não respeita a sua esposa não é digno de sua esposa. Os pais que não respeitam os seus filhos não são dignos de seus filhos. O governante que não respeita o seu povo não é digno de seu povo. O pastor que não respeita as suas ovelhas não é digno de suas ovelhas. A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. O sentido bíblico de liderança é servir e proteger.

SEJA UM HOMEM DE VERDADE (SEJA ÍNTEGRO):

Quem é forte se defende sozinho, mas o mais forte defende os outros. A obrigação do forte é proteger o fraco. A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. Se quiser testar o caráter de alguém, dê a ele poder. Diante das provações o nosso caráter é forjado e revelado. Como uma manada de animais selvagens, o dever dos adultos (dos mais velhos e mais fortes) é sempre proteger os mais novos e mais fracos. O dever do líder é servir. O dever do governante é servir o seu povo. O verdadeiro sentido bíblico de liderança é servir. O dever do pastor é servir e proteger as suas ovelhas. O dever do marido é honrar e proteger a sua esposa. O dever dos pais é cuidar de sua prole e proteger os seus filhos. O dever de um soldado é salvar vidas. O dever de um cavaleiro é proteger os fracos. O dever de um guerreiro é defender os indefesos. As mulheres são tesouros que nós, homens, devemos honrar e proteger, mesmo que isso comprometa a nossa integridade física ou corramos risco de vida. Isso é ser homem de verdade. Satanás, o Diabo, tenta desfigurar a imagem do homem nas famílias, pois com uma péssima referência masculina (paterna), as pessoas crescem traumatizadas e, muitas vezes, revoltadas com o próprio Deus. O Reino de Deus precisa de homens de verdade (homens corajosos e ousados) que tenham peito e coragem para proteger os fracos, combater o mal e fazer a diferença na sociedade.

A JUSTIÇA E A VINGANÇA:

Há séculos, um samurai foi incumbido de vingar a morte de seu mestre, pelejou contra o assassino e o derrotou. Quando o samurai estava prestes a executá-lo, o assassino ficou desesperado e cuspiu em seu rosto. O Guerreiro Sagrado guardou a sua espada (Katana) e foi embora, pois era desonroso para um samurai matar por motivos pessoais. Há diferença entre vingança e justiça e muitos leigos acabam confundindo uma com a outra. A própria Bíblia é a favor da justiça, mas não da vingança. A justiça é necessária para a punição e castigo dos malfeitores (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17). A vingança é apenas uma resposta emocional baseada no ódio e no rancor, mas a justiça é baseada na coragem e na honra.
DIFERENÇA ENTRE PACIFICAÇÃO (PACIFICADOR) E PACIFISMO (PACIFISTA):

Há diferença entre Pacificação e Pacifismo. Há diferença entre ser pacificador e ser pacifista. Há diferença entre ser da paz e ser covarde. Há diferença entre ser "paz e amor" e ter compaixão. Há diferença entre amor e omissão. Se omitir diante do mal é ser covarde e conivente com a maldade mesmo, e não ser "paz e amor". Paulo em (Romanos 13:1-7) e Pedro em (1 Pedro 2:13-17) deixam bem claro isso na BÍBLIA (A PALAVRA DE DEUS). João Batista, o precursor do MESSIAS em (Lucas 3:14) deixa bem claro a opinião dele sobre o serviço militar também. Se você quer ser covarde e omisso, ou seja, pacifista, o problema é seu, mas, por favor, não invente coisas na Bíblia que a Bíblia nunca ensinou, e nem coloque palavras na boca de Deus, que Deus nunca disse.

A TENTATIVA DE EXTERMÍNIO DAS GERAÇÕES FUTURAS (A ESTRATÉGIA DE SATANÁS):

"Que o seu nome seja conhecido no Céu e temido no Inferno". (Leonard Ravenhill)

Uma tática suja muito usada por ditadores, conquistadores e genocidas é matar as crianças e os jovens, para que não haja resistência no futuro. Assim, eliminando as gerações futuras, não haverá resistência. É exatamente isso o que Satanás, o Diabo (Mestre dos Pesadelos) faz. O maior alvo de Satanás são as crianças e os jovens, pois assim, ele impedirá que existam os Guerreiros dos Sonhos, os Guerreiros do Futuro. O Diabo (Guilty) costuma desviar a atenção, o foco das pessoas (todos os bandidos e terroristas espertos fazem isso) para que as pessoas não foquem no que realmente importa. Satanás, o Diabo, quer destruir as vidas dos jovens, os usando em seus planos maléficos, para depois descartá-los. A Igreja precisa de homens de verdade (só tem frouxo na Igreja), de Guerreiros dos Sonhos, Cavaleiros da Esperança, para fazerem a diferença, porque alguém tem que lutar por esses jovens. Alguém tem que proteger as crianças. Alguém tem que salvá-los e livrá-los das garras de Satanás. Alguém tem que ter a coragem e a ousadia de libertá-los das correntes infernais do Diabo.

AS FILHAS DA ESPERANÇA (A INDIGNAÇÃO E A CORAGEM):

"Cada época é salva por um pequeno punhado de homens que têm a coragem de não serem atuais".
— G. K. Chesterton.

Segundo, Agostinho de Hipona (Santo Agostinho), a esperança tem duas filhas, a indignação e a coragem. A esperança é esperar aquilo que não podemos ver, mas que acreditamos que está lá. A indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão, e a coragem nos dá força e ousadia para mudá-las. Nunca se cale diante da injustiça! Jamais se omita diante da opressão. Sempre defenda a causa dos oprimidos. Não fique do lado do opressor. Faça a diferença! Proteja os fracos! Faça o bem sem esperar alguma recompensa em troca. Faça o certo, porque é o certo a se fazer. Faça a coisa certa. Lute por aqueles que não podem lutar por si mesmos. Seja a esperança dos perdidos. Seja a voz daqueles que não podem falar. Seja a mudança que deseja ver no mundo. Não se conforme com o que está errado. Concerte as coisas que estão erradas. Mude tudo aquilo que precisa ser mudado. Se não tem quem faça, faça você mesmo. Se todos são covardes, seja valente! Se todos se omitem, não se omita! Se todos são corruptos, seja honesto! Se todos são maus, seja bom! Se todos temem a morte, encare a morte! Se todos tem medo do Diabo, enfrente o Diabo! Faça o que ninguém mais quer fazer! Se ninguém quiser fazer o "trabalho sujo" faça você mesmo. Se omitir é a pior coisa que podemos fazer. Seja corajoso e indignado com as coisas erradas. Seja diferente, faça a diferença.

A GUERRA DO CRISTÃO (A TEOLOGIA E A ORAÇÃO):

"A única preocupação do Diabo é impedir os cristãos de alcançarem o território da oração. Satanás não teme estudos bíblicos separados da oração, labor cristão sem oração e vida religiosa distante da oração. Ele até ri da nossa labuta, zomba da nossa sabedoria, mas treme quando oramos." (Leonard Ravenhill)

A oração e o estudo bíblico (Teologia) são as coisas mais importantes para o cristão. A oração é o seu relacionamento com Deus, e a sua maior arma de guerra, ou melhor, dizendo, a oração é a sua própria guerra. Orar e interceder pelas pessoas. Lutar em prol dos outros. Buscar ter um verdadeiro e sincero relacionamento com Deus. Essa é a importância da oração. O estudo das Escrituras é importantíssimo para o cristão, pois a Bíblia, a Palavra de Deus, é a Espada que o cristão empunha e maneja para poder combater as forças satânicas deste mundo. O Diabo teme e se sente ameaçado com aquele crente que ora e estuda a Bíblia. Portanto, o cristão, o crente em Jesus, deve se dedicar a oração e ao estudo da Palavra.

A ESPADA DO ESPÍRITO:

"Os guerreiros também são feridos e chegam até ser derrotados, mas jamais largam a espada".
(Sid Aguiar)

“A frase "Espada do Espírito" é encontrada apenas uma vez nas Escrituras, em (Efésios 6:17). A espada é parte da armadura espiritual que Paulo diz aos cristãos para colocar a fim de poderem lutar eficazmente contra o mal (Efésios 6:13). A espada é uma arma tanto ofensiva quanto defensiva usada para se proteger do mal ou para atacar o inimigo e vencê-lo. Era necessário que um soldado tivesse um treinamento rígido sobre o uso correto de sua espada para obter dela o máximo benefício. Todos os soldados cristãos precisam do mesmo treinamento rígido para saberem como lidar corretamente com a Espada do Espírito, "que é a Palavra de Deus". Já que cada cristão encontra-se em uma batalha espiritual contra as forças satânicas deste mundo, precisamos saber como manusear a Palavra corretamente. Só, então, ela será uma defesa eficaz contra o mal e uma ofensa valiosa para "destruir fortalezas" do erro e da mentira (2 Coríntios 10:4-5). A Palavra também é chamada de espada em (Hebreus 4:12). Aqui, a Palavra é descrita como viva e eficaz e mais penetrante que uma espada de dois gumes. A espada romana era comumente de dois gumes, tornando-a melhor para perfurar e cortar em ambos os sentidos. A ideia das Escrituras penetrando significa que a Palavra de Deus atinge o "coração", o centro de ação, e traz à tona os motivos e sentimentos daqueles em quem ela toca. O propósito da Espada do Espírito -- a Bíblia -- é nos fortificar e capacitar a suportar os ataques de Satanás (Salmo 119:11; 119:33-40; 119:99-105). O Espírito Santo usa o poder da Palavra para salvar almas e dar-lhes força espiritual para serem soldados maduros para o Senhor. Quanto melhor conhecermos e compreendermos a Palavra de Deus, mais úteis seremos em fazer a vontade de Deus e mais eficazes em enfrentar o inimigo de nossas almas”.


SOBRE O SEXTO MANDAMENTO:

O Sexto Mandamento sempre se referiu ao assassinato criminoso, e não a matar para se defender (legítima defesa) e a matar na guerra (soldados cumprindo com o seu dever). O verbo hebraico “ratsach” usado nesse Mandamento no Antigo Testamento, e o verbo grego “foneuo” usado nesse Mandamento no Novo Testamento, sempre são usados para se referir ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa e a pena capital. Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” se referem ao homicídio ilícito. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado. O Sexto Mandamento “Lo Tirsah” em hebraico e “Ou Foneuseis” em grego se refere ao assassinato e não a matar por uma causa justa. A violência deve ser usada como uma contingência (para defesa própria ou para proteger os outros). Seria uma grande incoerência Deus mandar os hebreus matarem nas guerras sendo que Ele mesmo disse “Não Matarás”, se no Sexto Mandamento Deus não se referisse somente ao homicídio criminoso (Deus não é bipolar). O guerreiro que não respeita a lâmina de sua espada (lâmina cortante, arma de fogo ou Bíblia) não é digno de sua espada. As armas do cristão somente devem ser disparadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. O cristão não deve usar a sua arma (Machaira) por motivos ou razões pessoais, mas apenas para promover a justiça e a paz. Matar sem nenhum fundamento moral não é nada além de assassinato. Matar por uma causa justa é apenas justiça.

SOBRE O ENSINAMENTO “OLHO POR OLHO E DENTE POR DENTE”:

O verdadeiro ensinamento sobre “olho por olho e dente por dente” nunca foi um incentivo a vingança, ao ódio ou a retaliação, mas, pelo contrário, era justamente para que os criminosos (bandidos e malfeitores) fossem punidos de uma forma justa, e não de uma maneira exagerada. O próprio Moisés ensinou que devemos amar os nossos inimigos e que a vingança pertence a Deus. Há diferença entre vingança e justiça. Os criminosos, bandidos, corruptos e malfeitores devem mesmo ser punidos severamente, mas dentro da legalidade (dentro da lei). A vingança pertence a Deus e a justiça deve ser aplicada somente pelas autoridades legalmente constituídas (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17).

AS OPINIÕES DOS APÓSTOLOS E DO MAIOR DE TODOS OS PROFETAS SOBRE O COMBATE:

“A definição final do amor, para os tais, não está na Bíblia toda, mas apenas no Novo Testamento, interpretado por eles mesmos. Se esquecem que o Novo está latente no Velho Testamento e o Velho está patente no Novo”. (Agostinho de Hipona)

“Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá. Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade de uma punição, mas também por questão de consciência. É por isso também que vocês pagam imposto, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho. Dêem a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

No Novo Testamento, o apóstolo Paulo ensinou, claramente, que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus para punir os maus e louvar os bons. Paulo pregou, claramente, que os magistrados, governantes e soldados são ministros de Deus para castigar os malfeitores e para proteger os cidadãos de bem. Deus não apenas permitiu as autoridades governamentais, mas as instituiu (colocou no poder) para fazer justiça. A palavra usada para espada é “Machaira”, que é um símbolo da pena capital. Paulo não só legitimava o uso da força bruta, mas também o uso de armas letais. 

“Por causa do Senhor, sujeitem-se a toda autoridade constituída entre os homens; seja ao rei, como autoridade suprema, seja aos governantes, como por ele enviados para punir os que praticam o mal e honrar os que praticam o bem. Pois é da vontade de Deus que, praticando o bem, vocês silenciem a ignorância dos insensatos. Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus. Tratem a todos com o devido respeito: amem os irmãos, temam a Deus e honrem o rei”. (1 Pedro 2:13-17)

O apóstolo Pedro era a favor da lei e da ordem, pois até ele reconhecia que era necessário que os agentes do Estado usassem a força bruta para castigar os criminosos. Além de Paulo, Pedro também defendia o uso da força por parte do Estado para se fazer justiça. Os apóstolos reconheciam que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus para o bem-estar da sociedade.

“Então, alguns soldados lhe perguntaram: E nós, o que devemos fazer? Ele respondeu: Não pratiquem extorsão, nem acusem ninguém falsamente, e contentem-se com o seu salário”. (Lucas 3:14)

O grande profeta, João Batista, quando batizou alguns soldados não lhes condenou por serem combatentes, pelo contrário, esse grande profeta lhes aconselhou a serem militares, portanto, que exercessem a sua função com honestidade e integridade. João Batista foi o maior de todos os profetas e o homem mais justo que existiu sobre a Terra (além de Jesus, obviamente).

REFUTANDO O PACIFISMO (A OMISSÃO DIANTE DO MAL):

“Será que um marinheiro ficaria parado se ouvisse o clamor de um naufrago? Será que um médico permaneceria sentado comodamente, deixando seus pacientes morrerem? Será que um bombeiro, ao saber que alguém está perecendo no fogo, ficaria parado e não prestaria socorro? E você, conseguiria ficar à vontade em Sião vendo o mundo ao seu redor ser condenado”?
(Leonard Ravenhill)

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do Diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes”. (Efésios 6:10-13)

A luta da Igreja é a Guerra Espiritual (Efésios 6) e a luta do Estado é a Guerra Física (Romanos 13). Paulo é o autor de ambas as Cartas. Paulo defende tanto o combate físico quanto o combate espiritual. Satanás, o Diabo, também atua usando os bandidos e os terroristas para fazer o mal. Paulo nunca pregou o Pacifismo, ou seja, a omissão diante do mal, mas apenas ensinou que a luta da Igreja é a Batalha Espiritual, mas isso não invalida a luta do Estado, a Batalha Física. Tanto os guerreiros da Igreja quanto os guerreiros do Estado são ministros de Deus.

“Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas;”. (2 Coríntios 10:3-4)

Esse trecho não se refere às armas bélicas, mas, sim, a capacidade humana e as vãs filosofias; e para combater os Anjos do Inferno e as heresias dos falsos profetas precisamos das armas espirituais dadas por Deus, pois somos incapazes de vencermos Satanás e os seus demônios sozinhos. Para se combater os falsos ensinos e as heresias precisamos da sabedoria vinda de Deus e do poder de sua Palavra (a Bíblia).

“Ouvistes que foi dito: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;”. (Mateus 5:38-39)

Sobre se te baterem na "face direita" ter que oferecer a outra, o interessante que arrancar o "olho direito" e cortar a "mão direita" ninguém quer. É óbvio que tudo isso é alegórico (simbólico). Jesus não está mandando ninguém ser saco de pancadas, mas apenas ensinou que a vingança é errada, mas em nenhum momento Ele condenou a legítima defesa ou a defesa pessoal. Esse trecho da Bíblia é muito deturpado para poder pregar à apatia e a omissão diante do mal. A obrigação dos fortes é defender os fracos e proteger os indefesos.

“Então, Jesus lhe disse: Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada, à espada perecerão”. (Mateus 26:52)

Quando Pedro cortou a "orelha direita" de Malco, Jesus não mandou Pedro jogar a espada fora, mas apenas para guardá-la. O próprio Jesus Cristo ordenou a Pedro comprar aquela espada. O apóstolo tentou impedir que a profecia sobre Jesus se cumprisse, por isso, houve essa repreensão de Cristo sobre o mau uso da espada. O apóstolo Paulo ensinou que Deus estabeleceu o governo e de que o Estado tem o poder da espada (Machaira) para punir os malfeitores (algo concedido e autorizado por Deus).

“E saberá toda esta congregação que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; porque do Senhor é a guerra, e ele vos entregará na nossa mão”. (Samuel 17:47)

Quando Davi afirmou que do Senhor é a guerra, ou seja, de que a batalha pertence ao Senhor, ele quis dizer que nós, servos de Deus, devemos confiar no Altíssimo e não em nossa própria força ou em armas bélicas; entretanto, em nenhum momento, ele hesitou lutar contra Golias por causa disso, porque ele confiava no Senhor dos Exércitos.

Sobre os juramentos (como o Juramento à Bandeira), Jesus Cristo não condenou totalmente os juramentos. O que Jesus condenou foram às pessoas que não têm palavra, e precisam se garantir em juramentos para os outros acreditarem que elas estão falando a verdade. Algumas Confissões de Fé protestantes explicam bem sobre isso. Não há problema algum em fazer juramentos honrados em nome da paz, da justiça e do amor.

OS PUNHOS E AS ARMAS EM PROL DA JUSTIÇA (LUTAR EM PROL DOS OUTROS):

"Covarde não é aquele que evita um combate, covarde é aquele que mesmo sabendo que é superior luta e fere o mais fraco" (Bruce Lee)

Os punhos e as armas do cristão só devem ser usados em nome da justiça; não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. Devemos lutar com o coração em paz, para poder combater o mal em nome da justiça. Proteja os fracos! Lute por aqueles que não podem lutar por si mesmos. Os meus punhos são para serem usados para me proteger e defender os outros. Isso é ser um verdadeiro guerreiro. É isso o que um herói faz. Lute em prol da justiça. Lute em prol dos outros.

NUNCA PERCA A SUA INTEGRIDADE (FAÇA A DIFERENÇA, SEJA A DIFERENÇA):

“Quando os jovens tentarem ser como você. Quando os preguiçosos se incomodarem com você. Quando os poderosos olharem por cima dos ombros para você. Quando os covardes tramarem nas suas costas. Quando os corruptos desejarem que você desapareça e os bandidos desejarem você morto; somente aí, você terá feito a sua parte”. (Phil Messina)

O verdadeiro contexto de (Romanos 13:1-7) é justamente esse, o trabalho da Polícia no combate ao crime. Deus nunca foi e nem será pacifista. Os “cristãos” banalizaram e vulgarizaram “a paz, o amor e o perdão”. No primeiro século, no Império Romano, quem fazia o trabalho da Polícia atual, era o Exército (a Polícia é uma instituição do Estado Moderno). Hoje, a Segurança Privada é uma extensão da Segurança Pública. Os apóstolos, Pedro e Paulo, legitimaram o uso da força bruta e de armas letais para se combater o crime e para castigar os malfeitores (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17). O grande profeta, João Batista, que segundo o próprio Cristo, foi o maior profeta que já existiu, quando batizou alguns soldados, ele incentivou os militares a continuarem sendo combatentes, portanto, que esses guerreiros fossem honestos e justos (Lucas 3:14). O amor não folga com a injustiça, mas defende a verdade. O marido tem o dever e a obrigação de honrar e proteger a sua esposa. Os pais têm a obrigação e o dever de cuidar e de proteger os seus filhos. A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. O Estado (Romanos 13:1-7) tem a autorização de Deus para usar a espada (Machaira) para combater os malfeitores e corruptos, porque o dever do governo é louvar e proteger os bons, ou seja, os cidadãos de bem.

CONCLUSÃO:

"A coragem é contagiosa. Quando um homem valente permanece firme, os outros também endurecem.” (Billy Graham)

“A doutrina da guerra justa (em latim Bellum iustum ou jus ad bellum) é um modelo de pensamento e um conjunto de regras de conduta que define em quais condições a guerra é uma ação moralmente aceitável. A doutrina se refere mais particularmente à guerra preventiva e a noção de prova do casus belli tem pouca relevância.
O conceito foi cunhado por Agostinho de Hipona (354 - 430), inspirado em Cícero, e foi frequentemente usado como justificativa para as Cruzadas. Mas, além de Agostinho, muitos outros pensadores se inscrevem nessa tradição - Tomás de Aquino (1225-1274), Hugo Grócio (1583-1645), com seu influente livro Jure Belli ac Pacis ("Sobre os direitos de guerra e paz"), de 1625, Francisco Suárez (1548-1617), Vattel (1714-1767), Francisco de Vitória (1548-1617), Samuel Pufendorf (1632-1704) e Christian Wolff (1679-1754). Porém, Grócio é provavelmente aquele que mais se dedicou à elaboração do conceito e da doutrina.1 2
O uso da expressão "guerra justa", para avaliar formas de relações entre comunidades estrangeiras, foi próprio da cultura político-jurídica da Roma Antiga e, nesse sentido, tem-se o testemunho de Cícero. Em alguns trechos de duas das suas obras da maturidade, De republica e De officiis, Cícero ensina que havia bellum iustum quando os romanos entravam em guerra contra uma nação estrangeira que não tivesse atendido, no prazo de trinta dias, a um pedido de satisfações por eventuais danos sofridos ou temidos.3” (autor desconhecido)

A Bíblia, a Palavra de Deus, sempre defendeu a sexualidade, o sexo e o prazer sexual (TESÃO MESMO). No Novo Testamento tem dois capítulos que defendem o serviço militar e a política (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17), já a sexualidade e o sexo tem vários capítulos no Antigo Testamento e no Novo Testamento, e ainda um Livro inteiro (Cantares – Cântico dos Cânticos) que mostram, claramente, que Deus apoia a área sexual dos cristãos (no contexto do casamento, óbvio). A Bíblia sempre defendeu a guerra justa, o serviço militar, a política e a legítima defesa, mas sempre enfatizou o apoio de Deus muito mais em relação ao sexo e a sexualidade.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.





sábado, 27 de abril de 2019

A TERCEIRA BARREIRA (AQUELE QUE PROTEGE)



Filipe Levi
A TERCEIRA BARREIRA (AQUELE QUE PROTEGE)

      
Deus, o Criador do Universo, criou os céus e a Terra. Yahweh, o Eterno, criou o homem a sua imagem e semelhança, mas o pecado corrompeu o homem. A maldade se apoderou do coração humano e se espalhou sobre toda Terra. Satanás, o Diabo, passou a escravizar a humanidade por meio do pecado. Tudo parecia estar perdido, mas havia uma esperança. Deus enviou o seu Único Filho, para morrer pelo seu povo. Deus salvaria e vingaria o seu povo. Jesus era o Grande Libertador do povo de Deus. O Cristo anunciado pelos profetas no passado. O homem que se assentava a mesa com prostitutas e ladrões. Ele comia e bebia com os pecadores. Os religiosos hipócritas o odiavam. Os falsos moralistas o detestavam. O Messias que veio quebrar as velhas tradições. As tradições dos velhos fariseus. O profeta que andava com os mais humildes e com a escória da sociedade. Um agitador político? Seria Jesus um líder dos Zelotes? Um revolucionário que tentava derrubar o Império Romano? Não! Ele era o Messias que veio instalar o Reino de Deus na Terra, mas não como os judeus esperavam.
Jesus, o Cristo, foi traído por um dos seus apóstolos, e crucificado. Ele sofreu terríveis torturas e dores intensas, por amor ao seu povo. Cristo Jesus sofreu e morreu para que o seu sangue resgatasse os escolhidos de Deus da escuridão e das trevas. Satanás não teria mais poder sobre eles, os predestinados para a Salvação antes da fundação do mundo. Jesus morreu, mas no terceiro dia ressuscitou, triunfando sobre a morte e o pecado. Jesus tem as chaves da morte e do Inferno. O Grande Salvador chegou para resgatar o seu povo e vencer Satanás de uma vez por todas.
Soldados, centuriões e oficiais das mais altas patentes se converteram. Devido ao culto imperial e os sacrifícios aos deuses, muitos cristãos desertaram do Exército, mas alguns poucos permaneceram, fazendo a diferença nas Legiões Romanas. O centurião Cornélio e os guardas pretorianos conhecidos como os “Santos da Casa de César” estavam entre eles. O procônsul Lúcio Sérgio Paulo, e os cônsules, Mânio Acílio Glábrio e Tito Flávio Clemente, assim como o rei Abgaro, estavam entre os poucos governantes cristãos do primeiro século. 
Durante os três primeiros séculos, os cristãos primitivos foram brutalmente perseguidos. Os cristãos eram torturados, violentados, espancados até a morte, açoitados, jogados as feras famintas, queimados vivos, e crucificados. Os que tinham cidadania romana tinham o privilégio de serem decapitados. As relações entre os cristãos e o Estado eram tensas. Mesmo, com os apóstolos Pedro e Paulo (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17) terem reconhecido que as autoridades governamentais eram legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus, e, mesmo, com João Batista (Lucas 3:14), o maior de todos os profetas, tendo batizado alguns soldados e lhes incentivado a permanecerem no serviço militar, portanto, que eles fossem justos e honestos, os cristãos primitivos, em sua grande maioria, satanizava o governo.
Pais da Igreja, como, Tertuliano de Cartago, Hipólito de Roma, Orígenes de Alexandria, Cipriano de Cartago, e Lactâncio, demonizavam as autoridades governamentais (principalmente, o Exército). Outros Pais da Igreja, como, por exemplo, Policarpo de Esmirna, Clemente de Roma, Ireneu de Lyon, Justino Mártir, Eusébio de Cesaréia, reconheciam que o Estado é instituído por Deus. Clemente de Roma até elogiava o trabalho dos soldados e ensinou os cristãos a orarem em favor dos governantes. Policarpo e Justino ensinaram que os discípulos de Jesus têm o dever cívico de pagarem os seus tributos e impostos (sabendo que o dinheiro era usado para a manutenção do Exército). Clemente de Alexandria, um Pai da Igreja do século II, o mestre de Orígenes, defendia abertamente o conflito armado e a prática de esportes, pois ele era um defensor ferrenho do serviço militar e da prática de artes marciais. Clemente de Alexandria era favorável à guerra justa e a defesa pessoal.
Com a vitória do imperador, Flávio Valério Constantino, no Concílio de Arles, em 314, o serviço militar foi reconhecido como legítimo pela Igreja Primitiva. No Concílio de Nicéia, em 325, a Igreja Primitiva passou a se chamar Igreja Católica, e os Livros do Novo Testamento foram reunidos e reconhecidos como inspirados pelo Espírito Santo de Deus.
Com o passar do tempo, o Catolicismo se corrompeu com a idolatria e com outras heresias, como, por exemplo, vendas de indulgências, de relíquias, e de cargos eclesiásticos. Mas, os Doutores da Igreja, como, Agostinho de Hipona, Ambrósio de Milão, Jerônimo de Strídon, Tomás de Aquino e mais alguns, permaneceram fiéis ao Evangelho de Jesus Cristo.
Durante a Idade Média, houve as Cruzadas (uma tremenda distorção do conceito de guerra justa elaborado por Agostinho). Tanto Clemente de Alexandria quanto Agostinho de Hipona defendiam as guerras travadas por causas nobres e por motivos justos, mas os cavaleiros que lutavam nas Cruzadas distorceram os seus ensinamentos. Romanos 13 claramente sempre legitimou o Estado travar guerras quando necessário, mas a Igreja Católica usou isso como desculpa para oprimir e escravizar outros povos.
Com a Inquisição, inúmeras pessoas acusadas de bruxaria e de heresias foram queimadas vivas nas fogueiras que derreteram a sua carne e torraram os seus ossos. Incontáveis pessoas inocentes foram carbonizadas vivas apenas porque discordavam dos falsos ensinamentos do Catolicismo. Muitos desses mortos foram padres e clérigos que tentaram mudar a Igreja, mas fracassaram nesse seu intento.
No dia 31 de outubro de 1517, o monge agostiniano, Martinho Lutero, começou uma grande Reforma na Igreja. Assim, se iniciou de fato a Reforma Protestante. Os luteranos na Alemanha, os huguenotes na França, os puritanos na Inglaterra e muitos outros protestantes reformados, empunharam armas para combater a Igreja Católica. Martinho Lutero, João Calvino, Ulrico Zuínglio, John Knox, foram os principais reformadores da Igreja Cristã.
Infelizmente, assim, como, sempre existiram “prostitutas”, bandidos, terroristas, corruptos e outros maus elementos, também sempre existiram os pacifistas. Na Igreja Primitiva, existiram os montanistas e os gnósticos, que foram os piores daquela época. Na época da Reforma, tiveram os Anabatistas e os Quakers, que também adoravam endiabrar o Estado (Romanos 13:1-7).
Tanto os apóstolos, Pedro e Paulo, quanto o Grande Salvador, Jesus Cristo, e o precursor do Messias, João Batista, sempre foram favoráveis à lei e a ordem, pois eles nunca satanizaram as autoridades governamentais, tampouco, o serviço militar.
Paulo e Pedro afirmaram, claramente, que a função dos oficiais do rei é castigar os malfeitores e louvar os homens que praticam o bem (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17). Quando Paulo disse que “a nossa luta não é contra carne e sangue”, ele se referiu à luta da Igreja (instituição religiosa) e não a luta do Estado. O contexto de Efésios 6 é a luta da Igreja, mas o contexto de Romanos 13 é a luta do Estado (que é ministro de Deus). Quando Paulo falou que “as armas da nossa milícia não são carnais”, ele se referiu as vãs filosofias e a capacidade humana, pois o contexto em que ele disse isso nem é sobre armas bélicas. Quando Cristo ensinou que devemos oferecer a outra face, Ele quis dizer que não devemos ser vingativos, pois em nenhum momento (no contexto desse versículo), Jesus pregou contra a legítima defesa e disse que os cristãos devem ser sacos de pancadas dos outros. No mesmo capítulo, em que esse versículo está inserido, em outra parte Jesus fala que devemos arrancar o olho direito e decepar a mão direita se essas partes do nosso corpo nos fizerem pecar. Obviamente, Jesus usou puro simbolismo nessas passagens. Cristo ordenou para Pedro comprar aquela espada que o apóstolo usou para decepar a orelha direita de Malco. Pedro tentou impedir que a profecia sobre Jesus se cumprisse e Cristo quis salvar Pedro da punição de morte que seria aplicada contra ele, se Malco morresse. Jesus não mandou Pedro jogar a espada fora, mas apenas para guardá-la.
Com o passar dos séculos, o Cristianismo se tornou poderoso nos quatro cantos do mundo. Em países muçulmanos e comunistas, os cristãos foram perseguidos impiedosamente. Os cristãos sofreram torturas terríveis e foram brutalmente assassinados. Na America Latina, os comunistas não perseguiram os cristãos como os outros socialistas faziam em países da Ásia, da África e da Europa. No Brasil, em 1964, os militares impediram que os comunistas tomassem o poder. Com a Ditadura Militar, houve torturas, estupros e assassinatos, mas a Ditadura do Brasil, apesar de toda a sua crueldade, ainda era menos pior que a Ditadura do Proletariado. Os militares erraram (e muito), mas os socialistas eram muito piores.
No século XX, houve as Duas Grandes Guerras, e a humanidade acreditou que com a criação da ONU (Organização das Nações Unidas), isso nunca mais ocorreria, mas eles estavam enganados. No século XXI, com a ascensão do EI (Estado Islâmico), da Al-Qaeda, do Boko Haram, e do Talibã, os terroristas islâmicos aterrorizavam os povoados do Oriente Médio e todo o mundo. Ataques terroristas foram praticados na Europa e nos Estados Unidos da America. O ISIS (Estado Islâmico do Iraque e da Síria) foi o responsável em provocar a Terceira Guerra Mundial, junto com a Coreia do Norte, Rússia e China, que declararam guerra contra os Estados Unidos da America e seus aliados.
Os Illuminati e a Irmandade ocultamente governavam o mundo, mas mesmo assim, Deus ainda era Soberano, pois era o Altíssimo quem colocava os governantes no poder. Deus tem o domínio sobre os reinos dos homens, e Ele mesmo escolhe quem quer para governá-los. Os Illuminati e os satanistas da Irmandade também eram apenas instrumentos nas mãos de Deus. O Diabo é apenas o Cão preso à coleira de Deus. Satanás nunca fez nada sem a autorização de Deus. Adonai sempre foi o Verdadeiro Rei das Nações. O Deus Vivo que sempre regeu o mundo e seus habitantes. O Deus, Todo-Poderoso, que governa a Terra. Ele remove os reis e estabelece os reis. O Altíssimo coloca no poder a quem Ele quer. Yahweh, o Grande “Eu Sou o Que Sou”. O Deus que está acima de todos os deuses. Nem um deus é comparável ao Deus Eterno, o Único Deus digno de ser louvado e adorado. De eternidade a eternidade, o Deus de Israel é Deus.
A Ciência se multiplicou ao máximo, pois os homens criaram máquinas que pensavam por si mesmas. Os homens clonavam animais e outros seres humanos (até animais considerados extintos, como mamíferos pré-históricos e dinossauros). A Inteligência Artificial foi criada, e ela se voltou contra a humanidade. Os homens eram caçados como animais pelas máquinas que, agora, tinham autonomia própria e não dependiam mais dos seres humanos. Os cientistas fizeram experiências com células-zumbis e criaram mortos-vivos que se alimentavam dos vivos. Também desenvolveram e aperfeiçoaram o vampirismo, criando criaturas que se alimentavam do sangue das pessoas. O terror tomou conta do mundo. O espetáculo mais bizarro da Terra havia começado. Não havia mais esperança no coração das pessoas. A promiscuidade e o horror assolavam a Terra.
Os homens se tornavam a cada dia mais corruptos e corrompidos. O pecado se alastrava como uma epidemia sobre os quatro cantos do mundo. Os homens se afastaram de Deus, pois a sua natureza era inclinada para o mal. A prostituição, a corrupção, o sadismo, a crueldade, a vilania, a feitiçaria, a idolatria, a avareza, a mentira, a maledicência, o homossexualismo, o estupro, a tortura, o assassinato criminoso, e a maldade sem limites tomaram conta da raça humana. Os homens não se importavam mais com os Santos Mandamentos de Deus. Eles não acreditavam mais nas Escrituras e não queriam saber do Evangelho. A corrupção humana era extrema.
Com a Terceira Guerra Mundial, houve muita fome na Terra, e poucos conseguiram sobreviver. A guerra-nuclear e as armas-químicas arrasaram o planeta, destruindo grande parte da natureza. Rios secaram e florestas se tornaram em desertos. Por meio da Ciência, os cientistas começaram a reconstruir a vida na Terra. Mas, como sempre, há alguns cientistas que pela simples e torpe ganância se corrompem tão facilmente. Mutantes, aberrações genéticas, anomalias criadas em laboratórios, verdadeiras quimeras, estavam à solta caçando os homens como comida ou apenas os matando e os mutilando por diversão mesmo.
Mas apesar de toda essa maldade e corrupção extrema, existiam homens que ainda faziam a diferença. Eles não apenas faziam à diferença, eles eram a diferença. Homens que guardavam os Mandamentos de Deus e o Testemunho de Jesus Cristo. Homens que amavam mais aos outros do que a si mesmos. Eles lutavam em nome da justiça. Não justiça para si mesmos, mas justiça para aqueles a quem eles juraram proteger. Eles não usavam os seus punhos em causa própria, mas apenas em prol da justiça. Eles lutavam em nome da Verdade, porque acreditavam na esperança e no amor. Esses homens estavam decididos a mudar o mundo, porque eles sabiam que a esperança e os sonhos mantinham os homens vivos.
No Brasil, a apostasia também tomava conta das igrejas evangélicas, mas aos poucos, os verdadeiros cristãos se posicionavam e o avivamento (de volta as Escrituras) começou a aflorar. Existiam jovens crentes em Jesus que eram profetas de Deus na sua geração. Rapazes que faziam a diferença, porque amavam a Deus e não se contaminavam com a corrupção desse mundo. Existia um grupo de jovens cristãos, praticantes de artes marciais e com treinamento militar que combatiam todos os homens maus que ameaçavam os indefesos e as pessoas que eles amavam. José, Jericho, Dante, Leonardo e Carlos.
José era graduado em História, praticava Boxe (Pugilismo) e defesa pessoal. Ele tinha treinamento militar e na Segurança Privada (Vigilante Patrimonial), pois fez vários cursos de manuseio com armas de fogo. O Herói era um historiador e professor de História que acreditava piamente na inerrância das Escrituras, pois para ele, a Bíblia era realmente a Palavra de Deus. Para José, os 66 Livros da Bíblia foram realmente de fato inspirados pelo Espírito Santo de Deus. José aprendeu a falar com dois anos de idade, e desde essa época, ele tinha o costume de conversar com Deus. Com dez anos de idade, começou a ler as Escrituras Sagradas com afinco, e se apaixonou ardentemente pela Palavra de Deus. As suas maiores paixões eram a Bíblia, as artes marciais, as armas de fogo, animes e videogames. Com o seu interesse obsessivo pela Bíblia, José adquiriu uma boa base teológica, e não era tão facilmente enganado como a maioria dos cristãos era enganada pelos falsos profetas. Deus usou a sua paixão pelas artes marciais para que José adquirisse aversão ao “Movimento Batalha Espiritual” (o movimento herético, maldito e diabólico liderado por “ex-satanistas” que mesmo após as suas supostas “conversões” continuavam ensinando os ensinamentos satânicos que eles aprenderam no Satanismo). Deus conversava com José por meio dos desenhos animados, séries e filmes. Deus usava esse método para se comunicar com o Herói. O Altíssimo entrava no mundo de José para conversar com ele. O Herói, apesar de sua irreverência, ironia e sarcasmo (ele era irreverente, irônico e sarcástico), ele no fundo do seu coração, tinha um profundo respeito pelo Deus de Israel. A sua Graduação em História, o seu treinamento bélico (militar) e o seu vasto conhecimento teológico o ajudaram muito a trabalhar em prol do Reino de Deus.
Dante era um oficial do Exército e também mestre de artes marciais. Um grande guerreiro e exímio atirador. Dante era apaixonado por Beatriz, a mulher amada por Dante desde a sua mocidade. Dante pretendia se casar com Beatriz e ter filhos com ela. Esse grande guerreiro a amava tanto que desejava constituir uma família com ela.
Jericho era um oficial da Polícia Militar. Esse agente da lei era honesto e íntegro e nunca aceitou subornos e propinas, apesar das tentações. Jericho amava Christine, uma jovem que ele ajudou e protegeu no passado, e que agora era a sua protegida e a mulher que Jericho amava.
Leonardo era um grande lutador e pregador da Palavra de Deus. Um profeta da sua geração. Leonardo queria fazer a diferença e mudar tudo o que precisava ser mudado. Esse grande pregador amava Karai, a mulher por quem ele orou durante anos e que se converteu por meio da Graça de Deus. Leonardo orou e intercedeu por Karai durante anos, e quando ela se converteu, viu os seus frutos e que suas orações não foram em vão. Leonardo sabia que alguém tinha que lutar em prol do Reino de Deus. Alguém tinha que ficar e lutar. A maior ambição da vida de Leonardo era estar na lista dos mais procurados do Diabo. O seu nome era conhecido no Céu e temido no Inferno. Os anjos do Inferno o temiam.
Carlos era um jovem cristão reto e justo nos seus caminhos. Carlos sempre pregava o Evangelho para os seus amigos. Esse jovem cristão era íntegro e honrado, que preferia buscar a Deus e pregar o Evangelho de Jesus Cristo do que curtir o pecado. Carlos tinha dois amigos, Paulo e Adélia, por quem ele orava e intercedia constantemente. Durante anos, Carlos, orou, intercedeu e pregou a Palavra de Deus para Paulo e Adélia, quando finalmente, Adélia e Paulo, foram salvos por meio da Graça de Deus e se converteram a Jesus Cristo.
Azenate era uma “prostituta” amiga de José que era escravizada e torturada por Drakon, o “Cafetão” que costumava escravizar muitas mulheres e as subjugava sem piedade ou clemência. Drakon era sádico e impiedoso. A sua mentalidade era doentia e o seu coração cheio de maldade. José sabia que o propósito do seu nascimento era salvar Azenate de Drakon. A história do profeta que foi preparado a sua vida toda para salvar uma “prostituta”. Essa era a história de José e Azenate. A missão de José era resgatá-la e salvá-la.
Um demônio muito poderoso pretendia destruir José e seus amigos, e junto com os seus mais fortes e poderosos guerreiros, armou uma emboscada contra os heróis. Esse demônio era Baphomet (Azazel), o deus das bruxas, conhecido como o Bode de Mendes. Os seus capangas eram King Willie (Cara-Ferrada), o Cavaleiro da Guerra, o Cavaleiro da Fome, o Cavaleiro da Peste e o Cavaleiro da Morte.
King Willie, o Cara-Ferrada, era um narcotraficante jamaicano, que era um grande espadachim e também um grande feiticeiro, perito em magia negra. Por meio das vendas de suas armas ilegais e entorpecentes ilícitos, ele dominava grande parte do país. King Willie era temido por seus inimigos e sua maior ambição era derrotar José e seus amigos, que constantemente atrapalhavam os seus negócios e destruíam os seus planos de expandir o seu império do crime.
O Cavaleiro da Guerra era um mestre na arte de lutar e de matar. Um perito nas lutas e no manuseio com todos os tipos de armas. Esse grande guerreiro trazia consigo o caos e a desordem.
O Cavaleiro da Fome era um guerreiro muito forte e poderoso. Ele causava a fome na Terra e incontáveis pessoas pereceram em suas mãos. A sua força era descomunal e o seu poder grandioso.
O Cavaleiro da Peste era um guerreiro pestilento que tinha o grande poder de lançar pestes, doenças e maldições sobre os seus inimigos. Consigo trazia a dor, a tristeza e a morte.
O Cavaleiro da Morte por onde passava causava dor, tormento, sofrimento e agonia. O caos e a desordem eram os seus “atributos”. A raiva, o ódio e o rancor eram os seus sentimentos. Por onde ele passava deixava rastros de destruição e de morte. O terror era a sua maior arma. 
Os heróis cristãos eram verdadeiros combatentes, eles eram soldados de Cristo, que estavam dispostos a serem feridos ou até mesmo mortos para lutar pelo que é certo. Eles queriam fazer a coisa certa, pois esses grandes guerreiros preferiam ser punidos por fazer o bem do que por fazer o mal. José e seus amigos se importavam mais com os outros do que consigo mesmos. O motivo deles era justo, e eles estavam dispostos a morrer por isso. Esses soldados de Cristo foram até a fortaleza onde Azazel (Baphomet) e seus comparsas estavam aguardando a chegada dos heróis. José empunhava uma espingarda calibre 12 (Shotgun), e carregava em sua cintura uma pistola Glock calibre 380 e um revólver Taurus calibre 38. Jericho, o oficial da Polícia, empunhava um FAL (Fuzil Automático Leve) calibre 7.62 e carregava em sua cintura duas pistolas Colt calibre 45. Dante empunhava um fuzil IA-2 (calibre 556), e carregava em sua cintura duas pistolas Beretta calibre 9mm. Leonardo empunhava um fuzil M-16, e carregava em sua cintura duas pistolas Glock calibre ponto 40. Carlos empunhava um revólver Magnum calibre 357 e carregava em sua cintura uma pistola Taurus calibre 765. 
Quando os heróis invadiram a fortaleza foram recebidos a bala. Vários bandidos fortemente armados, com armas de grosso calibre, trocaram tiros com os invasores. Houve uma violenta troca de tiros. Dezenas de bandidos foram alvejados e mortos pelos soldados de Cristo. A maior parte desses marginais eram capangas de King Willie (Cara-Ferrada), e o restante satanistas que serviam a Azazel.
Os heróis se separaram e cada um foi por um corredor a procura dos líderes e de Baphomet, o deus das bruxas, para poderem detê-los, antes que esses maus elementos causassem ainda mais problemas para a sociedade e para a Igreja de Cristo. King Willie foi até onde José estava. O Cavaleiro da Guerra e o Cavaleiro da Fome foram ao encontro de Dante e Jericho. O Cavaleiro da Peste foi ao encalço de Leonardo, e o Cavaleiro da Morte correu em direção a Carlos.
Na sala onde o historiador cristão estava, tinham vários tipos de armas brancas penduradas na parede (lanças, espadas e machados de combate). O Herói pegou uma espada longa para si, para poder duelar com King Willie. O feiticeiro jamaicano era um mestre na arte do Vodu (magia negra), mas mesmo com todos os seus poderes concedidos pelo Inferno, o guerreiro cristão ainda permanecia de pé, pelejando bravamente contra o feiticeiro. Ambos cortavam um ao outro com suas espadas, afiadas e mortais. José conseguiu desarmar King Willie, mas como o Herói não era covarde, ele jogou a sua espada longe, pois queria enfrentar o seu adversário numa luta justa. O que José tinha de honrado, King Willie tinha de corrompido. O jovem lutador apanhou muito do feiticeiro, mas se sobressaiu na batalha, espancando o seu oponente com diversos tipos de socos no abdômen e no rosto, conseguindo derrotá-lo.
O Cavaleiro da Guerra, mesmo usando todas as suas magias e táticas de batalha, não conseguia matar Dante, que mesmo muito ferido, permanecia lutando e golpeando fortemente o feiticeiro. O Cavaleiro da Guerra não entendia, como que um homem aparentemente comum, conseguia resistir aos seus poderosos golpes. Dante, mesmo tendo apanhado muito, conseguiu golpear o Cavaleiro da Guerra de tal forma, que o derrotou.
O Cavaleiro da Fome enchia Jericho de porrada, mas, mesmo, assim, o policial ainda persistia resistindo aos golpes do Cavaleiro da Fome e também golpeava com bastante eficiência o seu inimigo. O feiticeiro espancava Jericho, mas o policial determinado em vencer a batalha, revidou em dobro todos os ataques que recebeu, vencendo o Cavaleiro da Fome.
O Cavaleiro da Peste usou vários de seus encantos e magias para tentar destruir Leonardo, mas o grande pregador, mesmo todo arrebentado e ferido, persistia, socando o feiticeiro com ferocidade. O Cavaleiro da Peste e o lutador cristão trocavam socos, esmurrando um ao outro com selvageria. Leonardo, se aproveitando de um descuido do Cavaleiro da Peste, que acabou deixando a sua guarda-baixa, lhe desferiu um potente soco na cara e o nocauteou.
O Cavaleiro da Morte desembainhou uma espada inflamada (flamejante) e tentava esquartejar Carlos, que armado com um machete, duelava com o espadachim. O jovem cristão se esquivava diversas vezes da lâmina mortal de seu inimigo, mas, mesmo assim, acabou sendo ferido algumas vezes. O Cavaleiro da Morte era um mestre na Arte da Guerra, mas Carlos também era um grande combatente que tinha muita experiência no campo de batalha. O guerreiro cristão com muita dificuldade e seriamente ferido, conseguiu ganhar vantagem na batalha e derrotar o Cavaleiro da Morte.
Os heróis se reuniram novamente e foram até a Arena de Combate, onde se encontrava Baphomet (Azazel). No centro da arena tinha o símbolo de um pentagrama invertido e várias velas acesas em volta, de repente, uma chama surgiu no local, e do meio do fogo, surgiu um homem com cabeça de bode e de olhos amarelos. Era Baphomet, o Bode de Mendes. Os soldados de Cristo o cercaram e avançaram para atacá-lo, mas o deus das bruxas usando a sua telecinese os arremessou longe. Azazel estendeu as suas mãos, lançando bolas de fogo e rajadas de gelo na direção dos heróis, que se esquivaram das magias e tentaram atacá-lo novamente. José desferiu um potente soco no estômago de Baphomet, que gargalhou sadicamente, e falou, dizendo:
__É só isso o que você pode fazer? Vejo que você é tão fraco e indefeso quanto um recém-nascido. Hahahahahahahahahaha.
Baphomet agarrou José na traqueia e o ergueu, o suspendendo no ar. O Herói socava e chutava o demônio, que mesmo sendo constantemente golpeado, continuava estrangulando o jovem guerreiro.
Os amigos do Herói golpeavam o deus das bruxas com brutalidade e o demônio arremessou José contra a parede, e começou a pelejar com os demais. O Bode de Mendes os espancava, mas apesar dos heróis receberem os seus poderosos golpes, eles ainda continuavam de pé, lutando com determinação e ousadia.
Azazel estendeu as suas mãos, e vários fios mortais saíram das pontas de seus dedos que prenderam os jovens guerreiros, e começaram a dilacerá-los. O Herói se levantou meio cambaleante e atordoado por causa do impacto, se recompôs e partiu para cima de Baphomet.
__Mesmo, que morramos aqui lutando com você, você vem conosco. Nós podemos até sermos destruídos, mas nós levaremos você conosco também. Se morrermos, você também morre.
__De que adianta você vencer, se você também morrerá?
__Eu não tenho medo de morrer. Se for preciso, eu me explodo junto com você. Se ainda estou vivo é por causa da misericórdia de Deus. Se eu morrer, que seja por algo que vale a pena. Se for para perecer, que seja em uma batalha com propósito. Quero ter uma morte honrada.
Os soldados de Cristo, cheios de ousadia e de coragem, estavam determinados a vencer Baphomet, e continuaram lutando, desferindo diversos tipos de socos e de chutes no Bode de Mendes. O deus das bruxas apanhou tanto, e mesmo golpeando diversas vezes os heróis, os combatentes cristãos ainda continuavam de pé, pelejando sem demonstrar fraqueza diante do inimigo. Azazel, sabendo que não ganharia a batalha, e suspeitando de que se continuasse, acabaria sendo derrotado, decidiu recuar, para poder lutar num outro dia, e fugiu humilhado como um covarde.
Os heróis pensavam que haviam derrotado todos os vilões, mas José, devido a sua ótima percepção, desconfiava que ainda tinha sobrado mais um inimigo. O Herói saiu de dentro da fortaleza e seguindo a sua intuição e instinto foi guiado para outro local.
José chegou até um campo aberto e viu um homem formoso, alto e forte, revestido por uma armadura negra e trajando vestimentas vermelhas e uma capa também vermelha. Era outro guerreiro também muito antigo. Era Drakon, o Terrível.
José e Drakon pelejaram de forma brutal. Ambos se espancaram e ficaram gravemente feridos. O Herói e o “Cafetão” se surravam até ambos ficarem esgotados. Nem os fortes punhos e as poderosas magias de Drakon conseguiam fazer José desistir da luta. Drakon era muito mais forte e ágil de que José, mas o guerreiro cristão não estava sozinho nessa batalha. Os companheiros de José chegaram para auxiliar o seu amigo. Quando os heróis juntaram as suas forças e habilidades, Drakon começou a perder.
Drakon, o Terrível, sabendo que não conseguiria matar os heróis, decidiu fugir para poder lutar outro dia. Assim, os servos de Deus venceram Drakon (o Terrível) e Baphomet (Azazel), o deus das bruxas, o Bode de Mendes.
José e seus companheiros de batalha libertaram todos os escravos e “prostitutas” do domínio maligno de Drakon. Azenate e os demais prisioneiros foram libertados e agora estavam livres para servir a Deus. 
King Willie, o Cavaleiro da Guerra, o Cavaleiro da Fome, o Cavaleiro da Peste e o Cavaleiro da Morte foram capturados e presos pelas autoridades, para serem julgados e condenados por todos os seus crimes. A organização criminosa liderada por King Willie foi desmantelada pelas autoridades, e todos os seus subordinados e subalternos foram encarcerados ou mortos. O império do crime de Cara-Ferrada foi derrubado, e a sociedade pôde viver mais segura e em paz. Os soldados de Cristo venceram, porque confiavam em Deus e acreditavam em seus ideais.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.


quinta-feira, 25 de abril de 2019

ESPÍRITO COMBATIVO (FORÇA E HONRA)



Filipe Levi 25/04/19
ESPÍRITO COMBATIVO (FORÇA E HONRA)


INTRODUÇÃO:


“Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.”

Nunca haverá paz na Terra (nesse mundo decaído por causa do pecado). Sempre haverá uma luta, outra batalha para travar. Por isso, que os heróis existem, para combater o mal. Os guerreiros que lutam em prol da justiça e para proteger os indefesos. Essa é a nossa missão; lutar em prol dos outros e proteger os inocentes.

Com a guerra veio à fome, a peste e a morte. O mal deve ser combatido. Alguém tem que se opor aos malfeitores. O fato de inocentes também morrerem nas guerras (algo inevitável) não deve ser usado como “desculpa” para justificar a omissão diante do mal. Você querendo lutar ou não, os malfeitores, os bandidos e os terroristas continuarão praticando as suas maldades. O seu discurso hipócrita e sua demagogia falsa moralista não serve para nada nesse caso.

A Bíblia, a Palavra de Deus, sempre reprovou e condenou a omissão diante do mal, ou seja, quando nos calamos, nos silenciamos e nos omitimos diante da opressão, nós somos cúmplices do opressor. Portanto, devemos combater o mal e os malfeitores tanto com duras palavras quanto com armas bélicas e com os nossos punhos mesmo.

O SENTIDO BÍBLICO DE LIDERANÇA (SERVIR E PROTEGER):

O verdadeiro sentido bíblico de LIDERANÇA é servir aos outros e não ser servido por eles. A obrigação do marido é servir a sua esposa (a sua amada), honrá-la e respeitá-la, a protegendo de todo o mal. A obrigação dos pais é cuidar de sua prole e proteger os seus filhos e prepará-los para o Reino de Deus (para fazerem a diferença aqui na Terra, serem profetas da sua geração). A obrigação do pastor é servir ao seu rebanho, o protegendo e o orientando (o verdadeiro pastor está disposto a dar a sua própria vida pelas suas ovelhas). A obrigação do Estado (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17) é servir ao seu povo (cidadãos de bem), o protegendo (dando segurança) e punindo os culpados (castigando, exemplarmente, os malfeitores e corruptos). O dever do líder é servir e não impor a sua autoridade (abuso de autoridade) por meio da força e da opressão. O verdadeiro líder é aquele que desperta admiração e não medo. O bom marido, o bom pai, o bom pastor, o bom governante e o bom soldado (Lucas 3:14) é aquele que se importa mais com os outros do que consigo mesmo. Aprendi na Bíblia, a Palavra de Deus, que devemos fazer mais pelos outros do que por nós mesmos.

VIDA DE HERÓI (A GUERRA SEMPRE COBRA O SEU PREÇO):

A guerra sempre cobra o seu preço. Geralmente, o homem que deseja fazer a diferença costuma sofrer muito. Muitas vezes, quem ousa tentar mudar o que está errado, é rejeitado e desprezado pelos homens. Grandes heróis do passado foram martirizados e perseguidos, porque ousaram fazer o bem. Ter bondade é ter coragem. Quando você tem compaixão pelos fracos. Quando você defende os indefesos e protege os inocentes. Isso demonstra que você é um herói de verdade. Mas, saiba, que se você for um herói, você será perseguido e odiado, e pode ser ferido e até morto por sua ousadia. A guerra sempre cobra o seu preço. Você está disposto a pagar esse preço?

AS PRINCIPAIS AMEAÇAS DO CRISTIANISMO (CONSTRUÇÕES IDEOLÓGICAS):

As quatro maiores ameaças do Cristianismo são: O Pacifismo, a Satanização da Sexualidade (Sexo), o Antissemitismo e o Entretenimento (Pão e Circo). O Pacifismo, a Satanização da Sexualidade e o Antissemitismo assombram a Igreja de Cristo desde a época do Cristianismo Primitivo. Nas últimas décadas, o Entretenimento tem "substituído" o Evangelho de Cristo, pois o povo só quer saber de "Pão e Circo" mesmo. A Bíblia, a Palavra de Deus, nunca condenou o serviço militar, a defesa pessoal e a Guerra Justa (Romanos 13:1-7), (1 Pedro 2:13-17) e (Lucas 3:14). A Bíblia, a Palavra de Deus, sempre defendeu o prazer sexual (Cantares - Cântico dos Cânticos). O Deus da Bíblia é o Deus de Israel, o Deus dos hebreus. Jesus é o Rei dos judeus. Essas construções ideológicas satânicas, demoníacas e diabólicas devem ser quebradas para o próprio bem da Igreja.

VIDA DE SOLDADO (COMBATENDO O BOM COMBATE):

O que todo bom soldado quer? O bom soldado luta não porque ele odeia o que está enfrentando, mas, sim, porque ele ama o que está defendendo. O dever de um soldado é salvar vidas. O dever dos fortes é proteger os fracos. O dever do combatente é combater em prol da justiça. O que um bom soldado mais deseja? O que um grande guerreiro mais almeja? O que um herói mais procura? Proteger o que ama e ter uma morte honrada.

SERVIÇO MILITAR VERSUS PACIFISMO:

Eu sou contra o serviço militar obrigatório, porque só deve se alistar nas Forças Armadas quem tem vocação, desejo e interesse de ser militar (Romanos 13:1-7), (1 Pedro 2:13-17) e (Lucas 3:14). Mas, com certeza, sou mais contra ainda o Pacifismo "obrigatório", porque se você não gosta de armas, não quer se defender e nem proteger os outros, o problema é seu. O legalista sempre quer impor o seu legalismo para os outros, uma falsa "santidade" que, muitas vezes, nem os próprios legalistas conseguem viver, mas adoram cobrar dos outros.

A JUSTIÇA E A VINGANÇA:

Há séculos, um samurai foi incumbido de vingar a morte de seu mestre, pelejou contra o assassino e o derrotou. Quando o samurai estava prestes a executá-lo, o assassino ficou desesperado e cuspiu em seu rosto. O Guerreiro Sagrado guardou a sua espada (Katana) e foi embora, pois era desonroso para um samurai matar por motivos pessoais. Há diferença entre vingança e justiça e muitos leigos acabam confundindo uma com a outra. A própria Bíblia é a favor da justiça, mas não da vingança. A justiça é necessária para a punição e castigo dos malfeitores (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17). A vingança é apenas uma resposta emocional baseada no ódio e no rancor, mas a justiça é baseada na coragem e na honra.
OS COVARDES (BONZINHOS) SÃO SEMPRE OS PIORES:

“A consciência de uma alma justa se firma na busca constante em livrar da opressão as almas injustiçadas”.
(Anísio Ferreira Souza)

Os "bonzinhos" são sempre os piores, porque é por causa deles que os maus prevalecem. Há diferença entre amor e omissão. Perdoar não é se omitir. Se você adora usar "chavões e bordões" como "paz, amor e perdão" para justificar a sua covardia e omissão, você não é "paz e amor", você só é covarde mesmo.

A BASE DA TEOLOGIA:

"A hermenêutica é a ciência da interpretação bíblica, exegese é a compreensão do significado do texto dentro de seu contexto e a homilética é a arte da pregação, como preparar e comunicar um sermão".

A MAIOR AMBIÇÃO DA MINHA VIDA (EU ESCOLHO MORRER LUTANTO):

"A minha maior ambição na vida é estar na lista dos mais procurados do Diabo". (Leonard Ravenhill)

A depressão e a ansiedade estão quase me destruindo, me matando aos poucos, mas eu ainda preciso viver, eu escolho lutar. Mesmo, que eu não consiga mudar o que precisa ser mudado, pelo menos, eu morrerei tentando. Tentarei fazer a diferença, mesmo que eu não veja os meus frutos. Se eu não tentar, nunca haverá resultados. Não tenho nada a perder, mas, mesmo, assim, tentarei fazer o bem. Eu escolho morrer lutando.

NUNCA SE OMITA DIANTE DO MAL (A OMISSÃO TAMBÉM É PECADO):

“A única coisa necessária para que o mal triunfe é os homens de bem não fazerem absolutamente nada”. (Edmund Burke)

O opressor só respeita a força que é maior do que a dele. A violência é a única linguajem que os violentos conhecem. Se omitir diante do mal é tão pecaminoso como praticar o próprio mal. Nós devemos lutar por aqueles que não podem lutar por si mesmos. A nossa obrigação é defender os fracos e oprimidos. Devemos amparar os órfãos e as viúvas. É nosso dever proteger os indefesos.

A PUNIÇÃO ETERNA (O CASTIGO ETERNO):

O homem mau pode até parecer que está vivendo na impunidade, mas se a justiça dos homens não castigá-lo por seus crimes (Romanos 13:1-7), a justiça de Deus o alcançará. Se as autoridades estabelecidas por Deus não punir o malfeitor, Deus vai. Quando as portas do Inferno se fecharem, os seus privilégios irão acabar. Todos os crimes e maldades que você praticou cairão sobre você, seu maldito! Você que mata inocentes só por diversão. Você que estupra mulheres indefesas, porque se acha o "machão". Você que abusa de criancinhas às escondidas. Você que oprime e humilha a sua mulher. Você que espanca e humilha os seus filhos. Você que rouba o órfão e a viúva e todos os necessitados. Você que explora os pobres e desamparados e que subjuga quem não tem chance contra você. Quando as portas do Inferno se fecharem, os seus privilégios irão acabar. As chamas do Inferno te aguardam, seu maldito! O Diabo e seus anjos te esperam para você sofrer junto com eles por toda a eternidade. Você que pensava que ficaria na impunidade, que o seu dinheiro e seu poder seriam o seu escudo, terá toda a eternidade para se arrepender, sofrendo e agonizando amargamente, em tormento e dor, por tudo o que você fez os inocentes e indefesos passarem. Você pode continuar se divertindo roubando os pobres, oprimindo, humilhando e violentando os fracos e indefesos, só não se esqueça, que quando você morrer, o Inferno te aguarda.

O MEU TESTAMENTO (EU SÓ ENSINEI A FAZER O BEM):

Quero deixar um Testamento antes que muitos lunáticos comecem a estuprar, a torturar, a assassinar e a cometer várias atrocidades em meu nome e depois vão dizer que foi o Filipe Levi quem mandou. Na Idade Média queimaram pessoas inocentes acusadas de Bruxaria e depois disseram que foi Jesus quem mandou. Os extremistas islâmicos (que são um bando de homossexuais enrustidos), praticam atrocidades e barbáries e depois dizem que foi Maomé quem mandou. Os esquerdistas alienados estupram, torturam e assassinam e depois dizem que foi Karl Marx quem mandou. Esses homens nunca disseram para ninguém fazer nada disso, mas são eles que levam toda a culpa, não é verdade? Então, antes que os seguidores fanáticos de "Filipe Levi" façam coisas parecidas em meu nome, saibam que não fui eu quem mandei. Eu não tenho nada a ver com essa merda!

O DIABO É O CULPADO (GUILTY):

A Maria não tem culpa da idolatria da Igreja Católica. O Kwan Kun não tem culpa da idolatria por parte de muitos mestres de Kung Fu. O samurai Shiro Tokisada Masuda não tem culpa do jogo Samurai Shodown. Cosme e Damião não têm culpa de denegrirem a imagem deles. O bispo Nicolau não tem culpa pelo Papai Noel. O tribuno Jorge que foi torturado e morto por recusar a negar a Jesus não tem culpa pela idolatria e a feitiçaria em nome de São Jorge. O Tolkien não tem culpa pelo RPG. Satanás, o Diabo, é o culpado por ter deturpado tudo. Satã denegriu a imagem deles. Essas pessoas não são culpadas por terem acabado com a sua reputação. O Diabo é o culpado, e não essas pessoas.

A AGONIA DO PLANETA (A GRANDE TORMENTA):

As guerras civis nos países africanos, a fome na África, os ataques terroristas na Europa e nos Estados Unidos da America, catástrofes naturais nos países do Oriente, o aumento assustador da criminalidade no Brasil, a corrupção, famílias destruídas, casamentos destruídos, vidas destruídas e igrejas dominadas e tomadas pela apostasia e pelas heresias. Essa é a grande tormenta, a agonia do planeta.

A GUERRA SANTA ENTRE O BEM E O MAL (A GUERRA FÍSICA E A GUERRA ESPIRITUAL):

"O sentimento de luta não deve ser medido pela probabilidade de vitória, mas, sim, pelos valores em defesa dos quais a luta foi feita".

A luta da Igreja é a Guerra Espiritual (Efésios 6) e a luta do Estado é a Guerra Física (Romanos 13). Os ministros da Igreja devem se dedicar a Batalha Espiritual e os agentes do Estado devem se dedicar a Batalha Física. Cada ministro de Deus deve exercer a sua função, tanto como guerreiro espiritual quanto como soldado, magistrado ou policial. Todos nós, cristãos, somos soldados, com armas nas mãos ou não. A Bíblia, a Palavra de Deus, convoca todos os cristãos a serem heróis, seja como um guerreiro bélico ou como um guerreiro de oração. Cada um tem a sua batalha para travar, seja a física ou a espiritual.

RESPEITE A SUA AUTORIDADE (SEJA DIGNO DO SEU PODER):

"Uma pessoa se torna muito forte quando seu objetivo é proteger algo ou alguém."

O guerreiro que não respeita a sua espada não é digno de sua espada. O policial que não respeita o seu distintivo não é digno de seu distintivo. O oficial que não respeita a sua patente não é digno de sua patente. O marido que não respeita a sua esposa não é digno de sua esposa. Os pais que não respeitam os seus filhos não são dignos de seus filhos. O governante que não respeita o seu povo não é digno de seu povo. O pastor que não respeita as suas ovelhas não é digno de suas ovelhas. A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. O sentido bíblico de liderança é servir e proteger.

SEJA UM HOMEM DE VERDADE (SEJA ÍNTEGRO):

Quem é forte se defende sozinho, mas o mais forte defende os outros. A obrigação do forte é proteger o fraco. A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. Se quiser testar o caráter de alguém, dê a ele poder. Diante das provações o nosso caráter é forjado e revelado. Como uma manada de animais selvagens, o dever dos adultos (dos mais velhos e mais fortes) é sempre proteger os mais novos e mais fracos. O dever do líder é servir. O dever do governante é servir o seu povo. O verdadeiro sentido bíblico de liderança é servir. O dever do pastor é servir e proteger as suas ovelhas. O dever do marido é honrar e proteger a sua esposa. O dever dos pais é cuidar de sua prole e proteger os seus filhos. O dever de um soldado é salvar vidas. O dever de um cavaleiro é proteger os fracos. O dever de um guerreiro é defender os indefesos. As mulheres são tesouros que nós, homens, devemos honrar e proteger, mesmo que isso comprometa a nossa integridade física ou corramos risco de vida. Isso é ser homem de verdade. Satanás, o Diabo, tenta desfigurar a imagem do homem nas famílias, pois com uma péssima referência masculina (paterna), as pessoas crescem traumatizadas e, muitas vezes, revoltadas com o próprio Deus. O Reino de Deus precisa de homens de verdade (homens corajosos e ousados) que tenham peito e coragem para proteger os fracos, combater o mal e fazer a diferença na sociedade.

DIFERENÇA ENTRE PACIFICAÇÃO (PACIFICADOR) E PACIFISMO (PACIFISTA):

Há diferença entre Pacificação e Pacifismo. Há diferença entre ser pacificador e ser pacifista. Há diferença entre ser da paz e ser covarde. Há diferença entre ser "paz e amor" e ter compaixão. Há diferença entre amor e omissão. Se omitir diante do mal é ser covarde e conivente com a maldade mesmo, e não ser "paz e amor". Paulo em (Romanos 13:1-7) e Pedro em (1 Pedro 2:13-17) deixam bem claro isso na BÍBLIA (A PALAVRA DE DEUS). João Batista, o precursor do MESSIAS em (Lucas 3:14) deixa bem claro a opinião dele sobre o serviço militar também. Se você quer ser covarde e omisso, ou seja, pacifista, o problema é seu, mas, por favor, não invente coisas na Bíblia que a Bíblia nunca ensinou, e nem coloque palavras na boca de Deus, que Deus nunca disse.

A TENTATIVA DE EXTERMÍNIO DAS GERAÇÕES FUTURAS (A ESTRATÉGIA DE SATANÁS):

"Que o seu nome seja conhecido no Céu e temido no Inferno". (Leonard Ravenhill)

Uma tática suja muito usada por ditadores, conquistadores e genocidas é matar as crianças e os jovens, para que não haja resistência no futuro. Assim, eliminando as gerações futuras, não haverá resistência. É exatamente isso o que Satanás, o Diabo (Mestre dos Pesadelos) faz. O maior alvo de Satanás são as crianças e os jovens, pois assim, ele impedirá que existam os Guerreiros dos Sonhos, os Guerreiros do Futuro. O Diabo (Guilty) costuma desviar a atenção, o foco das pessoas (todos os bandidos e terroristas espertos fazem isso) para que as pessoas não foquem no que realmente importa. Satanás, o Diabo, quer destruir as vidas dos jovens, os usando em seus planos maléficos, para depois descartá-los. A Igreja precisa de homens de verdade (só tem frouxo na Igreja), de Guerreiros dos Sonhos, Cavaleiros da Esperança, para fazerem a diferença, porque alguém tem que lutar por esses jovens. Alguém tem que proteger as crianças. Alguém tem que salvá-los e livrá-los das garras de Satanás. Alguém tem que ter a coragem e a ousadia de libertá-los das correntes infernais do Diabo.

AS FILHAS DA ESPERANÇA (A INDIGNAÇÃO E A CORAGEM):

"Cada época é salva por um pequeno punhado de homens que têm a coragem de não serem atuais".
— G. K. Chesterton.

Segundo, Agostinho de Hipona (Santo Agostinho), a esperança tem duas filhas, a indignação e a coragem. A esperança é esperar aquilo que não podemos ver, mas que acreditamos que está lá. A indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão, e a coragem nos dá força e ousadia para mudá-las. Nunca se cale diante da injustiça! Jamais se omita diante da opressão. Sempre defenda a causa dos oprimidos. Não fique do lado do opressor. Faça a diferença! Proteja os fracos! Faça o bem sem esperar alguma recompensa em troca. Faça o certo, porque é o certo a se fazer. Faça a coisa certa. Lute por aqueles que não podem lutar por si mesmos. Seja a esperança dos perdidos. Seja a voz daqueles que não podem falar. Seja a mudança que deseja ver no mundo. Não se conforme com o que está errado. Concerte as coisas que estão erradas. Mude tudo aquilo que precisa ser mudado. Se não tem quem faça, faça você mesmo. Se todos são covardes, seja valente! Se todos se omitem, não se omita! Se todos são corruptos, seja honesto! Se todos são maus, seja bom! Se todos temem a morte, encare a morte! Se todos tem medo do Diabo, enfrente o Diabo! Faça o que ninguém mais quer fazer! Se ninguém quiser fazer o "trabalho sujo" faça você mesmo. Se omitir é a pior coisa que podemos fazer. Seja corajoso e indignado com as coisas erradas. Seja diferente, faça a diferença.

A GUERRA DO CRISTÃO (A TEOLOGIA E A ORAÇÃO):

"A única preocupação do Diabo é impedir os cristãos de alcançarem o território da oração. Satanás não teme estudos bíblicos separados da oração, labor cristão sem oração e vida religiosa distante da oração. Ele até ri da nossa labuta, zomba da nossa sabedoria, mas treme quando oramos." (Leonard Ravenhill)

A oração e o estudo bíblico (Teologia) são as coisas mais importantes para o cristão. A oração é o seu relacionamento com Deus, e a sua maior arma de guerra, ou melhor, dizendo, a oração é a sua própria guerra. Orar e interceder pelas pessoas. Lutar em prol dos outros. Buscar ter um verdadeiro e sincero relacionamento com Deus. Essa é a importância da oração. O estudo das Escrituras é importantíssimo para o cristão, pois a Bíblia, a Palavra de Deus, é a Espada que o cristão empunha e maneja para poder combater as forças satânicas deste mundo. O Diabo teme e se sente ameaçado com aquele crente que ora e estuda a Bíblia. Portanto, o cristão, o crente em Jesus, deve se dedicar a oração e ao estudo da Palavra.

A ESPADA DO ESPÍRITO:

"Os guerreiros também são feridos e chegam até ser derrotados, mas jamais largam a espada".
(Sid Aguiar)

“A frase "Espada do Espírito" é encontrada apenas uma vez nas Escrituras, em (Efésios 6:17). A espada é parte da armadura espiritual que Paulo diz aos cristãos para colocar a fim de poderem lutar eficazmente contra o mal (Efésios 6:13). A espada é uma arma tanto ofensiva quanto defensiva usada para se proteger do mal ou para atacar o inimigo e vencê-lo. Era necessário que um soldado tivesse um treinamento rígido sobre o uso correto de sua espada para obter dela o máximo benefício. Todos os soldados cristãos precisam do mesmo treinamento rígido para saberem como lidar corretamente com a Espada do Espírito, "que é a Palavra de Deus". Já que cada cristão encontra-se em uma batalha espiritual contra as forças satânicas deste mundo, precisamos saber como manusear a Palavra corretamente. Só, então, ela será uma defesa eficaz contra o mal e uma ofensa valiosa para "destruir fortalezas" do erro e da mentira (2 Coríntios 10:4-5). A Palavra também é chamada de espada em (Hebreus 4:12). Aqui, a Palavra é descrita como viva e eficaz e mais penetrante que uma espada de dois gumes. A espada romana era comumente de dois gumes, tornando-a melhor para perfurar e cortar em ambos os sentidos. A ideia das Escrituras penetrando significa que a Palavra de Deus atinge o "coração", o centro de ação, e traz à tona os motivos e sentimentos daqueles em quem ela toca. O propósito da Espada do Espírito -- a Bíblia -- é nos fortificar e capacitar a suportar os ataques de Satanás (Salmo 119:11; 119:33-40; 119:99-105). O Espírito Santo usa o poder da Palavra para salvar almas e dar-lhes força espiritual para serem soldados maduros para o Senhor. Quanto melhor conhecermos e compreendermos a Palavra de Deus, mais úteis seremos em fazer a vontade de Deus e mais eficazes em enfrentar o inimigo de nossas almas”.


SOBRE O SEXTO MANDAMENTO:

O Sexto Mandamento sempre se referiu ao assassinato criminoso, e não a matar para se defender (legítima defesa) e a matar na guerra (soldados cumprindo com o seu dever). O verbo hebraico “ratsach” usado nesse Mandamento no Antigo Testamento, e o verbo grego “foneuo” usado nesse Mandamento no Novo Testamento, sempre são usados para se referir ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa e a pena capital. Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” se referem ao homicídio ilícito. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado. O Sexto Mandamento “Lo Tirsah” em hebraico e “Ou Foneuseis” em grego se refere ao assassinato e não a matar por uma causa justa. A violência deve ser usada como uma contingência (para defesa própria ou para proteger os outros). Seria uma grande incoerência Deus mandar os hebreus matarem nas guerras sendo que Ele mesmo disse “Não Matarás”, se no Sexto Mandamento Deus não se referisse somente ao homicídio criminoso (Deus não é bipolar). O guerreiro que não respeita a lâmina de sua espada (lâmina cortante, arma de fogo ou Bíblia) não é digno de sua espada. As armas do cristão somente devem ser disparadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. O cristão não deve usar a sua arma (Machaira) por motivos ou razões pessoais, mas apenas para promover a justiça e a paz. Matar sem nenhum fundamento moral não é nada além de assassinato. Matar por uma causa justa é apenas justiça.

SOBRE O ENSINAMENTO “OLHO POR OLHO E DENTE POR DENTE”:

O verdadeiro ensinamento sobre “olho por olho e dente por dente” nunca foi um incentivo a vingança, ao ódio ou a retaliação, mas, pelo contrário, era justamente para que os criminosos (bandidos e malfeitores) fossem punidos de uma forma justa, e não de uma maneira exagerada. O próprio Moisés ensinou que devemos amar os nossos inimigos e que a vingança pertence a Deus. Há diferença entre vingança e justiça. Os criminosos, bandidos, corruptos e malfeitores devem mesmo ser punidos severamente, mas dentro da legalidade (dentro da lei). A vingança pertence a Deus e a justiça deve ser aplicada somente pelas autoridades legalmente constituídas (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17).

AS OPINIÕES DOS APÓSTOLOS E DO MAIOR DE TODOS OS PROFETAS SOBRE O COMBATE:

“A definição final do amor, para os tais, não está na Bíblia toda, mas apenas no Novo Testamento, interpretado por eles mesmos. Se esquecem que o Novo está latente no Velho Testamento e o Velho está patente no Novo”. (Agostinho de Hipona)

“Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá. Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade de uma punição, mas também por questão de consciência. É por isso também que vocês pagam imposto, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho. Dêem a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

No Novo Testamento, o apóstolo Paulo ensinou, claramente, que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus para punir os maus e louvar os bons. Paulo pregou, claramente, que os magistrados, governantes e soldados são ministros de Deus para castigar os malfeitores e para proteger os cidadãos de bem. Deus não apenas permitiu as autoridades governamentais, mas as instituiu (colocou no poder) para fazer justiça. A palavra usada para espada é “Machaira”, que é um símbolo da pena capital. Paulo não só legitimava o uso da força bruta, mas também o uso de armas letais. 

“Por causa do Senhor, sujeitem-se a toda autoridade constituída entre os homens; seja ao rei, como autoridade suprema, seja aos governantes, como por ele enviados para punir os que praticam o mal e honrar os que praticam o bem. Pois é da vontade de Deus que, praticando o bem, vocês silenciem a ignorância dos insensatos. Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus. Tratem a todos com o devido respeito: amem os irmãos, temam a Deus e honrem o rei”. (1 Pedro 2:13-17)

O apóstolo Pedro era a favor da lei e da ordem, pois até ele reconhecia que era necessário que os agentes do Estado usassem a força bruta para castigar os criminosos. Além de Paulo, Pedro também defendia o uso da força por parte do Estado para se fazer justiça. Os apóstolos reconheciam que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus para o bem-estar da sociedade.

“Então, alguns soldados lhe perguntaram: E nós, o que devemos fazer? Ele respondeu: Não pratiquem extorsão, nem acusem ninguém falsamente, e contentem-se com o seu salário”. (Lucas 3:14)

O grande profeta, João Batista, quando batizou alguns soldados não lhes condenou por serem combatentes, pelo contrário, esse grande profeta lhes aconselhou a serem militares, portanto, que exercessem a sua função com honestidade e integridade. João Batista foi o maior de todos os profetas e o homem mais justo que existiu sobre a Terra (além de Jesus, obviamente).

REFUTANDO O PACIFISMO (A OMISSÃO DIANTE DO MAL):

“Será que um marinheiro ficaria parado se ouvisse o clamor de um naufrago? Será que um médico permaneceria sentado comodamente, deixando seus pacientes morrerem? Será que um bombeiro, ao saber que alguém está perecendo no fogo, ficaria parado e não prestaria socorro? E você, conseguiria ficar à vontade em Sião vendo o mundo ao seu redor ser condenado”?
(Leonard Ravenhill)

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do Diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes”. (Efésios 6:10-13)

A luta da Igreja é a Guerra Espiritual (Efésios 6) e a luta do Estado é a Guerra Física (Romanos 13). Paulo é o autor de ambas as Cartas. Paulo defende tanto o combate físico quanto o combate espiritual. Satanás, o Diabo, também atua usando os bandidos e os terroristas para fazer o mal. Paulo nunca pregou o Pacifismo, ou seja, a omissão diante do mal, mas apenas ensinou que a luta da Igreja é a Batalha Espiritual, mas isso não invalida a luta do Estado, a Batalha Física. Tanto os guerreiros da Igreja quanto os guerreiros do Estado são ministros de Deus.

“Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas;”. (2 Coríntios 10:3-4)

Esse trecho não se refere às armas bélicas, mas, sim, a capacidade humana e as vãs filosofias; e para combater os Anjos do Inferno e as heresias dos falsos profetas precisamos das armas espirituais dadas por Deus, pois somos incapazes de vencermos Satanás e os seus demônios sozinhos. Para se combater os falsos ensinos e as heresias precisamos da sabedoria vinda de Deus e do poder de sua Palavra (a Bíblia).

“Ouvistes que foi dito: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;”. (Mateus 5:38-39)

Sobre se te baterem na "face direita" ter que oferecer a outra, o interessante que arrancar o "olho direito" e cortar a "mão direita" ninguém quer. É óbvio que tudo isso é alegórico (simbólico). Jesus não está mandando ninguém ser saco de pancadas, mas apenas ensinou que a vingança é errada, mas em nenhum momento Ele condenou a legítima defesa ou a defesa pessoal. Esse trecho da Bíblia é muito deturpado para poder pregar à apatia e a omissão diante do mal. A obrigação dos fortes é defender os fracos e proteger os indefesos.

“Então, Jesus lhe disse: Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada, à espada perecerão”. (Mateus 26:52)

Quando Pedro cortou a "orelha direita" de Malco, Jesus não mandou Pedro jogar a espada fora, mas apenas para guardá-la. O próprio Jesus Cristo ordenou a Pedro comprar aquela espada. O apóstolo tentou impedir que a profecia sobre Jesus se cumprisse, por isso, houve essa repreensão de Cristo sobre o mau uso da espada. O apóstolo Paulo ensinou que Deus estabeleceu o governo e de que o Estado tem o poder da espada (Machaira) para punir os malfeitores (algo concedido e autorizado por Deus).

“E saberá toda esta congregação que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; porque do Senhor é a guerra, e ele vos entregará na nossa mão”. (Samuel 17:47)

Quando Davi afirmou que do Senhor é a guerra, ou seja, de que a batalha pertence ao Senhor, ele quis dizer que nós, servos de Deus, devemos confiar no Altíssimo e não em nossa própria força ou em armas bélicas; entretanto, em nenhum momento, ele hesitou lutar contra Golias por causa disso, porque ele confiava no Senhor dos Exércitos.

Sobre os juramentos (como o Juramento à Bandeira), Jesus Cristo não condenou totalmente os juramentos. O que Jesus condenou foram às pessoas que não têm palavra, e precisam se garantir em juramentos para os outros acreditarem que elas estão falando a verdade. Algumas Confissões de Fé protestantes explicam bem sobre isso. Não há problema algum em fazer juramentos honrados em nome da paz, da justiça e do amor.

OS PUNHOS E AS ARMAS EM PROL DA JUSTIÇA (LUTAR EM PROL DOS OUTROS):

"Covarde não é aquele que evita um combate, covarde é aquele que mesmo sabendo que é superior luta e fere o mais fraco" (Bruce Lee)

Os punhos e as armas do cristão só devem ser usados em nome da justiça; não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. Devemos lutar com o coração em paz, para poder combater o mal em nome da justiça. Proteja os fracos! Lute por aqueles que não podem lutar por si mesmos. Os meus punhos são para serem usados para me proteger e defender os outros. Isso é ser um verdadeiro guerreiro. É isso o que um herói faz. Lute em prol da justiça. Lute em prol dos outros.

NUNCA PERCA A SUA INTEGRIDADE (FAÇA A DIFERENÇA, SEJA A DIFERENÇA):

“Quando os jovens tentarem ser como você. Quando os preguiçosos se incomodarem com você. Quando os poderosos olharem por cima dos ombros para você. Quando os covardes tramarem nas suas costas. Quando os corruptos desejarem que você desapareça e os bandidos desejarem você morto; somente aí, você terá feito a sua parte”. (Phil Messina)

O verdadeiro contexto de (Romanos 13:1-7) é justamente esse, o trabalho da Polícia no combate ao crime. Deus nunca foi e nem será pacifista. Os “cristãos” banalizaram e vulgarizaram “a paz, o amor e o perdão”. No primeiro século, no Império Romano, quem fazia o trabalho da Polícia atual, era o Exército (a Polícia é uma instituição do Estado Moderno). Hoje, a Segurança Privada é uma extensão da Segurança Pública. Os apóstolos, Pedro e Paulo, legitimaram o uso da força bruta e de armas letais para se combater o crime e para castigar os malfeitores (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17). O grande profeta, João Batista, que segundo o próprio Cristo, foi o maior profeta que já existiu, quando batizou alguns soldados, ele incentivou os militares a continuarem sendo combatentes, portanto, que esses guerreiros fossem honestos e justos (Lucas 3:14). O amor não folga com a injustiça, mas defende a verdade. O marido tem o dever e a obrigação de honrar e proteger a sua esposa. Os pais têm a obrigação e o dever de cuidar e de proteger os seus filhos. A obrigação daqueles que tem poder é salvar aqueles que não tem poder. O Estado (Romanos 13:1-7) tem a autorização de Deus para usar a espada (Machaira) para combater os malfeitores e corruptos, porque o dever do governo é louvar e proteger os bons, ou seja, os cidadãos de bem.

AS TRÊS REGRAS BÁSICAS DE SEGURANÇA (O CORRETO MANUSEIO COM AS ARMAS DE FOGO):

As três regras básicas de segurança para o correto manuseio com armas de fogo são estas. Primeiro, o atirador sempre deve deixar o dedo fora do gatilho para evitar que o gatilho seja acionado por acidente e ferir algum inocente. Só se deve colocar o dedo no gatilho quando você estiver preparado para disparar. Segundo, o atirador deve tratar toda arma como se esta arma estivesse carregada, portanto, sempre verifique (verifique sempre) se a arma está carregada ou não. Terceiro, nunca aponte o cano da arma para ninguém (a não ser que seja para um bandido ou um terrorista), para evitar acertar algum disparo acidental em alguma pessoa inocente. Sempre, aponte o cano da arma para algum local seguro e nunca mire em algo que você não tenha a intenção de destruir.

O BÁSICO DA ESTRATÉGIA MILITAR:

Você sempre deve conhecer o terreno do seu inimigo. Procure explorar as fraquezas de seu adversário. Procure destruir a economia (riquezas) de seus adversários (o dinheiro, a renda de organizações criminosas ou de exércitos inimigos). A ira entorpece a sua espada, portanto, nunca ataque com raiva (tenha técnica). Seja estratégico. Seja tático. A coragem é forjada no campo de batalha. Adquirindo experiência nas pelejas, você melhora os seus reflexos e aguça os seus sentidos. Os cangaceiros tinham vantagem sobre os policiais e soldados, porque conheciam a caatinga. Os vietnamitas tinham vantagem sobre os militares norte-americanos, porque conheciam a sua terra natal como ninguém. Os soldados norte-americanos somente conseguiram derrotar o Talibã, porque tiveram a ajuda dos combatentes da Aliança do Norte (que conheciam a região e o território). O básico da estratégia militar é sempre eliminar os líderes primeiro para que os seus subordinados fiquem confusos e comecem a disputar pelo poder. Cortar a luz elétrica e as linhas telefônicas para que os seus inimigos fiquem sem comunicação e desorientados na escuridão. Antecipe os passos de seu inimigo. Coloque-se em seu lugar para pensar exatamente como ele, porque assim você saberá qual será o seu próximo ataque. Cerque seus inimigos, destrua as suas plantações e os privem de água e de alimento, assim, você terá mais probabilidade de derrotá-los. O opressor só respeita a força que é maior do que a dele. Os violentos só conhecem a linguagem da violência. Negociar e argumentar com estupradores, torturadores e assassinos cruéis é perda de tempo, porque eles nem se darão ao trabalho de te ouvir. A resposta tem que ser rápida. O disparo tem que ser certeiro. Tenha foco de tiro. Use o fator surpresa, pois assim você surpreenderá o seu inimigo. Nunca implore por sua vida ou por misericórdia, pois isso apenas aumentará a sensação de poder e atiçará o sadismo dos malfeitores. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos bandidos. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos opressores. Você escolhe se quer ser vítima ou inimigo dos malfeitores. Você escolhe se quer ser apenas uma vítima indefesa ou um inimigo a altura.

CONCLUSÃO:

"A coragem é contagiosa. Quando um homem valente permanece firme, os outros também endurecem.” (Billy Graham)

Diante das adversidades e do terror da morte temos duas opções, duas escolhas. Nós escolhemos fugir ou lutar. Eu prefiro lutar. A ansiedade tem corroído tanto a minha saúde física como emocional. A depressão tem ressecado os meus ossos e secado os meus olhos (não tenho mais lágrimas para chorar). Como sendo jogado numa arena diante das feras, eu prefiro morrer lutando arrancando tufos da juba do leão do que me ajoelhar e rezar. Eu prefiro lutar até o fim. Eu escolho morrer lutando. Se quiserem me matar, que venham pessoalmente fazer o serviço. Eu estarei aqui esperando para lutar (para morrer lutando se for preciso). Eu não tenho nada a perder, mas mesmo assim, eu farei o bem. Eu quero fazer o que é certo. Eu quero fazer a coisa certa. Eu quero fazer o que é correto. Eu quero fazer o bem. Eu não sacrifico pessoas. A minha compaixão me torna diferente deles. Eu sou diferente. Continuarei a orar e a interceder pelas vidas das pessoas. Continuarei pregando o Evangelho, falando de Jesus. Se eu sair "trepando", me drogando e cometendo crimes e infrações por aí, não é assim que eu farei a diferença. Eu quero fazer a diferença. Eu quero salvar vidas. Eu quero proteger as pessoas. Como já falei, se quiserem me matar, podem vim, eu estarei aqui esperando. Mas, se eu sobreviver, vai ter represália, porque eu falarei de Jesus para todo mundo. Orando e pedindo oração pelos outros e pregando o Evangelho, falando de Jesus, eu chamarei a atenção de quem eu quero chamar. Assim, eu atinjo quem eu quero atingir. Eu não irei me suicidar. Se quiser me matar, venha pessoalmente fazer o serviço. Eu posso viver "caindo da cama", mas eu continuarei te enfrentando. Eu vou morrer lutando.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.