segunda-feira, 27 de abril de 2020

ESPÍRITO COMBATIVO (VIRTUDE E HONRA)



Filipe Levi 27/04/20
ESPÍRITO COMBATIVO (VIRTUDE E HONRA)


INTRODUÇÃO:


“Para que o mal triunfe, basta que os bons não façam nada”. (Edmund Burke)

Tem pessoas que afirmam que eu não posso escrever sobre combate e lutas por não ser militar. Interessante, que Vegécio (A Arte Militar), Agostinho de Hipona (Guerra Justa), Clemente de Alexandria (Guerra Justa e Resistência ao Tirano) e Tomás de Aquino (Guerra Justa, Legítima Defesa e Resistência ao Tirano) escreveram livros sobre a temática guerra e combate sem nunca terem combatido num campo de batalha. Apesar de não ter treinamento militar, eu tenho treinamento na Segurança Privada (Vigilante Patrimonial), pois sei manusear algumas armas de fogo (o revólver calibre 38, a pistola calibre 380 e a espingarda calibre 12). Também já pratiquei Boxe (Pugilismo) e artes marciais. Tenho Graduação em História e estudo muito sobre guerras e batalhas. Também sou um estudioso da Bíblia, portanto, posso escrever sobre guerras e batalhas, pelo menos, no contexto teológico. Nunca fui soldado e nem policial, mas, mesmo, assim, posso escrever sobre combate.

A VERDADE SOBRE OS PRIMEIROS CRISTÃOS (CRISTIANISMO PRIMITIVO):

Os primeiros cristãos acreditavam na volta iminente de Jesus, portanto, muitos deles abandonavam os seus empregos e vendiam as suas propriedades, e muitos até não casavam, porque acreditavam piamente que a vinda do Reino de Deus estava próxima. Além do culto imperial (prestação de culto ao imperador) e dos sacrifícios aos deuses pagãos (práticas idolátricas obrigatórias entre os soldados romanos), os cristãos do século I eram um grupo muito pequeno (minoritário). Além das perseguições estatais de Nero e de Domiciano que dificultavam os primeiros cristãos de ocuparem cargos públicos ou até se alistarem no Exército. A partir do século II (muito antes do ano 170, como muitos religiosos ignorantes e tapados afirmam) os cristãos passaram a se alistar no Exército e a ocupar cargos políticos. No segundo século já existiam muitos senadores e soldados cristãos. Paulo (Romanos 13:1-7) e Pedro (1 Pedro 2:13-17) reconheciam a legitimidade das autoridades governamentais.

A LENDA DO CRISTIANISMO PACIFISTA:

"No primeiro século, este último não fosse motivo de preocupação. Naquele tempo, os cidadãos raramente serviam o Exército; soldados eram mercenários, geralmente vindos de províncias limítrofes..." (Explorando o Mundo do Novo Testamento, Editora Atos, p. 114) Assim, de fato havia poucos cristãos no 1º século.

As Testemunhas de Jeová e muitos evangélicos usam e abusam da “especulação tendenciosa” de que possivelmente os primeiros cristãos eram contra as autoridades romanas, porque no primeiro século, e até mesmo no segundo século (segundo eles), os cristãos primitivos não se alistavam no Exército, portanto, as autoridades governamentais são estabelecidas pelo “satanais”. Em primeiro lugar, os cristãos eram um grupo muito pequeno (minoritário), pois de fato existiam poucos cristãos no século I. Além do culto imperial e dos sacrifícios aos deuses (práticas idolátricas obrigatórias entre os soldados romanos) houve duas perseguições estatais muito brutais contra os primeiros cristãos, como as perseguições de Nero e Domiciano. Acredito, que isso já explica o porquê que os cristãos primitivos (pelo menos, a sua maioria) não se alistava no Exército e nem ocupava cargos públicos. Sobre o segundo século, alegar que antes do ano 170 não existiam cristãos no Exército não passa de “especulação tendenciosa de religiosos tapados e ignorantes”, porque não existem provas concretas históricas que possam afirmar que os cristãos do começo do segundo século não se alistavam no Exército e nem ocupavam cargos políticos. Na época do governo do imperador Marco Aurélio começou as invasões bárbaras (principalmente, dos bárbaros germânicos), portanto, isso explica o porquê da grande quantidade de cristãos no Exército no final do segundo século. Também no século II havia uma grande quantidade de senadores cristãos. Esses religiosos ignorantes e tapados afirmam que todos os Pais da Igreja Primitiva eram pacifistas, mas isso não é verdade. Tertuliano de Cartago, Hipólito de Roma, Orígenes de Alexandria e Cipriano de Cartago não representam o Cristianismo Primitivo inteiro. Clemente de Alexandria (o precursor da Teologia da Guerra Justa, até, mesmo, antes de Agostinho de Hipona), Ireneu de Lyon, Eusébio de Cesaréia, Melitão de Sardes, Clemente de Roma e Policarpo de Esmirna reconheciam que as autoridades legalmente constituídas (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17) são legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus. Paulo e Pedro, também João Batista (Lucas 3:14), nunca proibiram o serviço militar para os cristãos, segundo as Escrituras. Assim, como a tradição de que Constantino manipulou o Concílio de Nicéia para criar a Bíblia (Cânon Bíblico), sendo, que não existem provas históricas concretas de que os 27 Livros do Novo Testamento foram reunidos neste Concílio, essa “lenda” de que todos os cristãos primitivos eram pacifistas também não passa de especulação.

SEXO E SEXUALIDADE (SEGUNDO A BÍBLIA):

A sexualidade sempre foi um tema muito polêmico no Cristianismo desde há época da Igreja Primitiva. O Judaísmo (hebreus) sempre enxergaram o sexo com bons olhos, ao contrário dos cristãos, que influenciados pelo Estoicismo e Platonismo passaram a enxergar a sexualidade como sendo algo demoníaco. A Bíblia nunca ensinou esse tipo de besteira. Segundo as Escrituras (tanto o Antigo Testamento como o Novo Testamento) sempre ensinaram que a sexualidade é de Deus, mas deve ser usufruída no contexto do casamento. Tanto o Livro de Provérbios quanto o Livro de Cantares (Cântico dos Cânticos) ensinam que a sexualidade e o sexo devem ser apreciados em sua totalidade, mas sempre no contexto matrimonial (casamento). Deus nunca condenou a prática sexual, pois segundo o Judaísmo desde o Antigo Testamento absolutamente tudo é permitido entre um homem e uma mulher, portanto, que eles sejam casados. Deus sempre foi a favor do sexo e da sexualidade.

O PROFETA (ODIADO PELOS CRENTES):

Jesus lhes disse: "Só em sua própria terra, entre seus parentes e em sua própria casa, é que um profeta não tem honra". (Marcos 6:4)

A maior prova de que eu sou um profeta mesmo é o fato de eu não ser honrado. Não refiro somente a parentes hipócritas, mas também a outros evangélicos que conheci durante essa minha infeliz vida. Diante de tanta hipocrisia e falsidade, comecei a me isolar muito antes do “Isolamento Social”. Não suporto mais as pessoas. Não suporto mais o ser humano (principalmente, os religiosos cristãos). Os teólogos e apologetas foram os que mais me decepcionaram com a sua “prestação de culto ao Bolsonaro”. Os crentes são racistas, misóginos, xenófobos, homofóbicos e preconceituosos em todos os sentidos mais pejorativos possíveis. Eu cansei mesmo de tanta sujeira. Para mim, a religião evangélica é uma seita satânica. Os evangélicos, em sua maioria, são diabólicos, religiosos endiabrados sem nenhum escrúpulo.

A ORIGEM DAS ESCRITURAS:

Neste texto, eu pretendo mostrar a importância da Palavra de Deus para a história humana e para a história da minha vida. Eu sou apaixonado pela Bíblia desde que eu era adolescente (o período em que eu fui mais cristão em toda a minha existência). Deus, o Altíssimo, falou comigo diversas vezes por meio de sua Palavra. Eu encontrei muitas respostas na Bíblia, mas ainda tenho outras perguntas que não foram respondidas. Começarei contando desde o início quando a Bíblia que conhecemos hoje surgiu.

A “história” de que, em 325, no Concílio de Nicéia, cerca de 318 bispos (segundo muitos historiadores foram de 250 a 300 bispos) que vieram de várias regiões se juntaram para reunirem os Livros da Bíblia não é aceita por muitos historiadores devido a carência de provas históricas concretas que comprovem esse fato. Sobre no Concílio de Nicéia, os Livros do Novo Testamento terem sido reunidos como canônicos não passa de uma “lenda” (apesar de que no segundo século vários Pais da Igreja já aceitavam os 27 Livros do Novo Testamento como canônicos). A Bíblia da Igreja Primitiva era o Antigo Testamento (os Livros do Antigo Testamento haviam sido reunidos pelos judeus há muito tempo). Parte do Antigo Testamento era em aramaico e outra parte em hebraico. A Septuaginta (a versão grega do Antigo Testamento) circulava entre os cristãos primitivos também. O Novo Testamento era em grego. Jerônimo de Strídon traduziu a Bíblia inteira para o latim (Vulgata), facilitando o acesso do povo de sua época a Palavra de Deus.

O grande reformador, Martinho Lutero, traduziu a Bíblia para o alemão. William Tyndale e John Wycliffe traduziram a Bíblia para o inglês. João Ferreira de Almeida traduziu a Bíblia para o português. Essas são as versões mais conhecidas.

Entre os séculos IX e X, os judeus “massoretas” dividiram o Antigo Testamento em versículos. Os massoretas eram estudiosos das Escrituras Sagradas que se dedicaram a dividir a sua Bíblia em versículos. Os massoretas tinham hábitos ascéticos e monásticos; e eles foram importantíssimos para facilitar a compreensão das Sagradas Escrituras.

Influenciado pelo trabalho dos massoretas no Antigo Testamento, um impressor francês, que morava em Gênova, na Itália, chamado Robert d’Etiénne, concluiu a divisão do Novo Testamento em versículos no ano de 1551.

Quem dividiu a Bíblia em capítulos foi o teólogo inglês, Stephen Langhton, bispo de Canterbury, na Inglaterra, e professor da Universidade de Paris, na França, entre 1234 e 1242. Stephen Langhton contribuiu muito para o Cristianismo fazendo isso.

A primeira Bíblia a ser publicada incluindo integralmente todos os capítulos e versículos divididos foi a Bíblia de Genebra, na Suíça. Os primeiros editores da Bíblia de Genebra chegaram à conclusão de que a divisão da Bíblia em capítulos e versículos facilitava muito as pessoas na memorização, localização, e comparação de assuntos bíblicos. A Bíblia em português é dividida em 31.105 versículos e 1.189 capítulos.

Durante séculos, a Igreja Católica usou a Palavra de Deus para explorar e oprimir o povo. As pessoas leigas não tinham acesso as Escrituras Sagradas, porque a maioria não sabia latim. A Bíblia é uma arma extremamente poderosa apontada para os corações dos fracos e desesperados, quando usada pelas pessoas erradas para o mal. Satanás, o Diabo, usou a Palavra de Deus para tentar Jesus no deserto, e ainda a usa para disseminar inúmeras heresias, usando versículos bíblicos fora de contexto e textos isolados. A Bíblia pode ser usada tanto para o bem quanto para o mal. A Palavra de Deus é muito poderosa, e deve ser usada para promover a justiça. Deus se comunica com as pessoas por meio da Bíblia, pois a Palavra de Deus pode mudar vidas e transformar o mundo. Graças a Deus que existe a Bíblia, a Palavra de Deus.

ZELAR PELA JUSTIÇA:

Nós, cristãos, devemos zelar pela justiça e não atender aos nossos interesses pessoais. Seja a justiça de Deus ou a justiça social. Nós, cristãos, devemos usar os punhos e as armas somente à serviço da justiça e nunca por motivos pessoais. Nós, cristãos, devemos lutar apenas com o objetivo de promover a justiça e jamais em benefício próprio. Nós, homens cristãos, devemos honrar e proteger as mulheres. Nós, homens cristãos, devemos proteger os mais fracos e indefesos. Nós, homens cristãos, devemos pregar o Evangelho e defender a Palavra de Deus.

ORAÇÃO E BÍBLIA (A LUTA DO CRISTÃO):

A oração e a Bíblia são as maiores armas do cristão. A oração é a sua comunhão e relação com Deus. A Bíblia é a sua Espada para combater as forças do mal. O cristão deve priorizar o seu relacionamento com Deus e a sua leitura da Bíblia. A sua amizade com Deus e a leitura das Escrituras são importantíssimas na vida do cristão. Portanto, ore sempre e se dedique constantemente a ler a Palavra de Deus. A vida do crente em Jesus deve ser baseada na oração e na Bíblia. Satanás, o Diabo, odeia e se sente ameaçado com aquele crente que ora e sabe manejar bem as Escrituras. Nunca se esqueça de orar e jamais despreze a Palavra de Deus.

A INTERNET DEU VOZ PARA QUEM NÃO DEVERIA:

Com o advento da Internet, os "cristãos" que não acreditam na Bíblia e que pregam contra os apóstolos ganharam voz. Esses são os famosos "historiadores e teólogos de Internet". Eles costumam falar coisas "verdadeiras" acrescentando alguns erros, que é pior do que a mentira, por ser verossímil. Esses hereges usam "meias verdades" e, muitas vezes, mentiras descaradas mesmo para pregar os seus ensinamentos diabólicos. Esses hipócritas e safados pregam contra os apóstolos e contra o Antigo Testamento alegando que acreditam só em Jesus. Muitos deles chegam ao ponto de satanizar as próprias Escrituras afirmando que a Bíblia é um livro do Diabo. Infelizmente, a Internet deu voz para quem não deveria. Esses "historiadores de Internet", muitas vezes, não terminaram nem o Ensino Fundamental e não conhecem o básico da Bíblia. Há muitos anos, essas pragas dominam a Internet contando mentiras ou "meias verdades" sobre o Cristianismo Primitivo e as Escrituras. Tomem muito cuidado com esses "teólogos e historiadores de Internet", porque eles têm enganado há muitos com suas mentiras satânicas e diabólicas.

OS CHAVÕES EVANGÉLICOS (A LEGITIMAÇÃO DA OPRESSÃO):

Os chavões evangélicos são sempre para favorecer o opressor e nunca o oprimido. "Honrar os pais" virou jargão para oprimir os filhos. "Submissão ao marido” virou jargão para oprimir a esposa. "Respeitar os mais velhos" virou jargão para oprimir os mais jovens. Os crentes hipócritas até hoje não entenderam (ou não querem entender mesmo) que o sentido bíblico de liderança é servir e não ser servido. Os pais devem cuidar dos seus filhos e proteger a sua prole. O marido deve honrar e proteger a sua esposa. Os mais velhos devem orientar com sabedoria e defender os mais jovens. Infelizmente, até hoje, há mais de dois mil anos, os cristãos não entenderam isso. O sentido bíblico de liderança é servir e proteger, e não oprimir, espancar, humilhar e estuprar. A minha esperança é que um dia os cristãos possam finalmente aprender que o sentido bíblico de liderança é servir.

O MESSIAS BÍBLICO:

Jesus sempre se deu melhor com os "pecadores" do que com os religiosos. Cristo estava mais preocupado em combater os religiosos hipócritas de sua época do que contra os conquistadores romanos. Jesus Cristo amava os oprimidos e desamparados. Jesus xingava, ofendia e insultava os religiosos hipócritas. Cristo usou até a força bruta em uma ocasião e expulsou com um chicote nas mãos os cambistas pilantras e safados do Templo de Jerusalém. Cristo está mais próximo da prostituta que sabe que é pecadora do que do religioso que pensa que é "santo". Jesus nunca pecou, tampouco incentivou ou ensinou a promiscuidade, mas Ele realmente amava os pecadores. Cristo, o AMIGO DOS PECADORES. Jesus, o AMIGO DAS PROSTITUTAS. Esse é o Jesus da Bíblia. Cristo veio para salvar os pecadores e libertá-los da escravidão do pecado. Jesus veio libertar os pecadores da opressão do Diabo. Jesus Cristo veio nos salvar e nos libertar.

A GRANDE SALVAÇÃO (JESUS):

O pecado afastou os homens de Deus. O vírus mortal chamado pecado infectou toda a humanidade e todos os homens que morrem sem Deus são destinados a morte eterna (Inferno). Mas, Jesus Cristo veio reconciliar o homem com Deus. Somente através de Jesus podemos chegar até Deus. Arrependa-se de ser um pecador e se converta de seus maus caminhos. Entregue-se a Jesus e reconheça o seu sacrifício na Cruz do Calvário. Cristo já pagou o preço da sua Salvação. Entregue-se a Ele. Reconheça que Jesus sofreu e morreu em seu lugar, para que você seja salvo e possa desfrutar da vida eterna ao lado de Deus. Busque ao Senhor enquanto se pode achar. Busque a Deus de todo o seu coração. Reconheça Jesus como o seu Único e suficiente Salvador, para que você seja salvo das chamas do Inferno para a Glória de Deus.

ZELOTES E CRISTÃOS:

No primeiro século havia os nazarenos (cristãos judeus) e os zelotes (judeus revolucionários). Os cristãos se submetiam aos governantes, pagavam os seus impostos e oravam pelas autoridades. Já os zelotes pregavam a luta armada contra os romanos e pretendiam derrubar o Império Romano do poder. Os cristãos reconheciam a legitimidade das autoridades governamentais (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17), mas pregavam o amor ao próximo. Os zelotes eram vingativos, ladrões e assassinos que acreditavam que por meio da força militar libertariam Israel dos romanos. Jesus e os apóstolos sempre se distanciaram dos zelotes nesse sentido, pois pregavam o amor e a submissão aos governantes e reis. Jesus nunca foi um grande pacifista (Hippie), tampouco foi um líder zelote. Cristo e os apóstolos nunca participaram e nem incentivaram a luta armada contra os romanos, pelo contrário, existiam até muitos romanos que eram cristãos (inclusive, soldados e governantes), como os "Santos da Casa de César" (Guarda Pretoriana) e os reis "Abgaro e Polímio". Nós, cristãos, devemos seguir o exemplo de Cristo e dos apóstolos, ou seja, devemos reconhecer que as autoridades legalmente constituídas são legítimas e necessárias na ordem estabelecida por Deus, mas devemos também pregar a paz e o amor (bíblicos). Há historiadores que acreditam que Jerusalém foi destruída pelos romanos, no ano 70, por culpa da revolta liderada pelos zelotes, em 66. Portanto, siga o bom exemplo dos nazarenos e não dos zelotes que eram rancorosos, odiosos e vingativos. Seja um cristão e não um zelote.

A LUTA DO ESTADO (ROMANOS 13):

O capítulo 13 da Carta aos Romanos relata a luta do Estado, que segundo o apóstolo Paulo foi instituído por Deus. Para Paulo, os soldados, magistrados e governantes são ministros de Deus para punir os maus e louvar os bons (Romanos 13:1-7). O apóstolo Pedro também reconhecia que o dever das autoridades é castigar os malfeitores e louvar os cidadãos de bem (1 Pedro 2:13-17). Segundo Romanos 13, as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus e todos os cristãos devem se sujeitar aos governantes. A vontade de Deus, o Altíssimo, é que as forças de repressão (Polícia e Forças Armadas) usem a força bruta e até armas letais (Machaira) quando necessário para se combater o crime e proteger a sua nação de invasores maus que tentem causar o caos e a desordem em seu país. As autoridades legalmente constituídas são estabelecidas por Deus e não por Satanás. Os soldados e magistrados são ministros de Deus e não do Diabo. Os apóstolos, Pedro e Paulo, deixam bem claro isso registrado nas Escrituras.

A LUTA DA IGREJA (EFÉSIOS 6):

A luta de Efésios 6 é a luta da Igreja (instituição religiosa). A Igreja não deve se engajar em conflitos armados, pois essa é a obrigação do Estado (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17). A Igreja deve apenas combater no campo da oração e da intercessão e, obviamente, na pregação do Evangelho. Os cristãos civis devem se dedicar a luta espiritual enquanto os agentes do Estado (ministros de Deus) devem se dedicar ao combate bélico, ou seja, a luta militar. Os cristãos podem se defender de agressões injustas e proteger as pessoas que ama, mas a sua batalha principal é contra as hostes espirituais da maldade (Satanás e seus anjos). Apenas a fé, a oração, o poderoso Nome de Jesus e a Bíblia são as armas necessárias para lutar na Guerra Espiritual. Mandingas, simpatias, ocultismo, macumba gospel, feitiçaria evangélica e rituais místicos não representam nenhuma ameaça contra o Diabo e seus anjos. Apenas o Nome de Jesus pode derrotar as hordas infernais do Submundo. A oração e a Bíblia devem ser a prioridade na vida do cristão. Revista-se da poderosa Armadura de Deus, pegue o Escudo da Fé e empunhe a sua Espada (Bíblia), pois estamos no campo de batalha para lutar contra as forças satânicas deste mundo tenebroso.

O TEMPO DE DEUS (OS LIVRAMENTOS DE DEUS EM MINHA VIDA):

Nos últimos anos, eu amadureci, e passei a enxergar o quanto eu era imaturo e histérico. Sinto até vergonha quando me lembro da época da minha mocidade (adolescência e juventude). Hoje, enxergo, claramente, que muitas coisas que Deus me privou foi para o meu próprio livramento. Mesmo, assim, Deus foi compreensivo e realizou muitas coisas na minha vida. Aprendi a lutar Boxe (apesar de sentir dó de bater nos outros) e também aprendi a manusear armas de fogo (revólver calibre 38, pistola calibre 380 e espingarda calibre 12) tudo dentro da legalidade, de acordo com as leis. Tenho Graduação em História e também sou formado como consultor de TI (Tecnologia da Informação), além de ter formação de Vigilante Patrimonial. Ainda tem muitas coisas que gostaria de realizar, e, sinceramente, não sei se irei realizá-las. Quero aprender a confiar no tempo de Deus (isso é muito difícil para mim), mas com a minha experiência sobre coisas que Deus me privou, acredito que Deus sabe muito bem o que faz.

MANTENHA-SE ÍNTEGRO (FAÇA A DIFERENÇA):

“Será que um marinheiro ficaria parado se ouvisse o clamor de um naufrago? Será que um médico permaneceria sentado comodamente, deixando seus pacientes morrerem? Será que um bombeiro, ao saber que alguém está perecendo no fogo, ficaria parado e não prestaria socorro? E você, conseguiria ficar à vontade em Sião vendo o mundo ao seu redor ser condenado”? (Leonard Ravenhill)

A omissão dos crentes é impressionante! Enquanto Satanás destrói casamentos, famílias e vidas, os evangélicos continuam indo a Igreja só para “bater cartão” pensando que a Igreja é um “clube social”. Os evangélicos até hoje não perceberam que enquanto eles brincam de ser “crentes”, o Diabo está matando pessoas e destruindo vidas. Quando os cristãos vão acordar? Será preciso mesmo uma perseguição para que vocês acordem e encarem a realidade? Parece que somente debaixo de catástrofes, tragédias, guerras e perseguições é que vocês aprendem a levar as coisas de Deus a sério. A corrupção toma conta e a criminalidade aumenta por culpa de vocês. O Diabo e seus anjos deitam e rolam, ou seja, fazem a festa, por causa da omissão de vocês. Antigamente, eu tinha nojo dos crentes, mas, hoje, tenho aversão. Vocês distorcem os ensinamentos de Jesus confundindo amor com omissão diante do mal, perdão com conivência com o pecado e paz com apatia perante a injustiça e a opressão. Quando vocês irão acordar, evangélicos? Quando vocês, cristãos, aprenderão a levar o Reino de Deus a sério? Quando vocês, crentes, vão aprender que o sentido bíblico de liderança é servir e não ser servido? Aprendam a respeitar os seus filhos! Aprendam a respeitar a sua esposa! Aprendam a respeitar os mais jovens! Pastores, cuidem de suas ovelhas! Protejam os mais fracos e indefesos! Arrependam-se de seus pecados e se convertam de seus maus caminhos.

QUE O SEU NOME SEJA CONHECIDO E TEMIDO NO INFERNO:

"Que o seu nome seja conhecido no Céu e temido no Inferno". (Leonard Ravenhill)

Ore e estude a Bíblia sempre. Busque a Deus em oração e estude profundamente a Palavra de Deus. Ore e interceda em favor dos perdidos que estão caminhando para o Inferno. Pregue o Evangelho sempre, mas não só com palavras. Evangelize com suas atitudes também. Fale de Jesus para as pessoas sempre que puder. Fale para as pessoas sobre o sacrifício de Jesus e o poder de sua Palavra. Pregue que a Salvação é pela Graça, que a dívida já está paga. Cristo pagou o preço no lugar delas. Diga para todos que você puder que Jesus Cristo é o Único Caminho para se chegar até Deus. Que somente, por meio de Jesus, as pessoas podem ser salvas das chamas do Inferno e viver a eternidade ao lado de Deus. Esteja na lista dos mais procurados do Diabo. Que o seu nome seja conhecido e temido no Inferno. Faça a diferença, seja a diferença.

A VERDADE DAS ESCRITURAS:

"A minha maior ambição na vida é estar na lista dos mais procurados do Diabo". (Leonard Ravenhill)


O mal não é nada além do mal; e a justiça será para sempre justiça. Grandes impérios caíram e se perderam no fluxo da História. Exércitos poderosos foram derrotados e reis foram destituídos do poder. Essa “visão” de que a noção do que é certo e errado, do que é justo e injusto muda durante a História não é verdadeira. O mal nunca deixará de ser o mal e a verdade é imutável. A injustiça nunca se torna justiça. Assim, como a Verdade das Escrituras também é imutável. A Palavra de Deus sempre será a Palavra de Deus. A Bíblia sempre será verdadeira, não importa o quanto tentem desmentir isso. Satanás, o Diabo, durante toda a História tenta colocar as Escrituras em descrédito, mas sempre falhou nesse seu intento diabólico. Eu, como historiador de formação, e teólogo autodidata, farei de tudo para sempre defender a Palavra de Deus, mesmo, que eu entre na lista dos mais procurados do Diabo por causa disso.

O GRANDE SALVADOR (JESUS):

Tenha certeza do que acontecerá com você depois de sua morte. Existem o Céu e o Inferno. Jesus Cristo é o Único Caminho para se chegar até Deus. O Inferno é o final de uma vida sem Deus. O ímpio pode ir até para a cova feliz, mas um minuto no Inferno o fará esquecer de toda a alegria momentânea que ele viveu. Se você reconhecer o sacrifício de Jesus por você na Cruz, de que Cristo morreu em seu lugar para te salvar, a vida eterna te espera. Entregue-se a Jesus, que Ele te salvará das chamas do Inferno, e você poderá viver a sua vida eterna ao lado de Deus.

O CRISTO DA BÍBLIA:

“Jesus não foi apenas um cara legal que fez o bem no mundo. Você não crucifica caras legais. Você crucifica ameaças”. (Tim Keller)

Jesus sempre foi o "amigo dos pecadores", porque os pecadores estavam mais dispostos a escutá-lo. Justamente, com os religiosos de sua época (fariseus e saduceus), Jesus não tinha uma boa relação. Jesus era conhecido também como o "amigo das prostitutas", porque ele sempre honrava e respeitava as mulheres do seu tempo. Jesus era incisivo e agressivo com as palavras, quando se referia aos religiosos hipócritas, e até em uma ocasião usou a força bruta para expulsar muitos cambistas safados e oportunistas do Templo de Jerusalém. Jesus sempre combateu o legalismo e o fundamentalismo religioso. Esse "jesuis" que se parece mais com um "Hippie" (paz e amor) do que com o Messias de Israel, não é o Cristo revelado nas Escrituras.

O JESUS BÍBLICO:

É preciso haver um equilíbrio entre o Jesus "Hippie" (paz e amor) e o Jesus "Zelote" (guerreiro nacionalista). Claro, que Cristo nunca foi nenhum dos dois. Jesus nunca foi só "paz e amor" (Ele era extremamente agressivo e incisivo com os fariseus), também nunca foi líder guerrilheiro (pelo contrário, Cristo sempre ensinou a pagar os impostos e obedecer às autoridades). Existe um mito (mentira mesmo) de que "todos" os cristãos primitivos eram hostis às autoridades governamentais e que "todos" os Pais da Igreja satanizavam o Estado. Clemente de Roma, Policarpo de Esmirna, Clemente de Alexandria, Ireneu de Lyon e Eusébio de Cesaréia eram também cristãos primitivos e não eram pacifistas e nem satanizaram o governo. Essa "historinha" de que os primeiros cristãos pregavam contra o Estado Romano só tem na cabeça de historiadores tendenciosos ou na cabeça de certos evangélicos e das Testemunhas de Jeová mesmo. Não é o que no vejo na Bíblia. Pelo contrário, Paulo e Pedro reconheciam a legitimidade das autoridades legalmente constituídas (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17). Pedro evangelizou o centurião Cornélio. Paulo evangelizou o procônsul Sérgio Paulo, o carcereiro de Filipos e também soldados da Guarda Pretoriana (os Santos da Casa de César). Não tem sequer um registro nas Escrituras que indique que Jesus e os apóstolos pregaram contra as autoridades. Entre ser um "historiador ateu magoadinho com Deus" e acreditar na Bíblia, sinceramente, eu prefiro acreditar na Bíblia.

O JESUS HISTÓRICO (O GRANDE LIBERTADOR):

"O que você acha ou pensa não importa. O que realmente importa é o que a Bíblia ensina". (Paul Washer)

Antes de ser um historiador, eu sou um cristão. Antes de defender o que eu gosto ou desejo, o meu compromisso é com a Verdade. Se eu ensinar algo contrário a Bíblia, desconsidere o que falei e fique com a Bíblia. Eu, particularmente, adoraria acreditar que Jesus era um líder zelote que pretendia derrubar o Império Romano do poder e libertar Israel do seu domínio. Uma coisa é certa, Jesus nunca foi "Hippie" (paz e amor), pois as Escrituras relatam que Cristo era extremamente agressivo e incisivo com os fariseus (religiosos hipócritas de sua época) e que até agrediu fisicamente com um chicote os cambistas pilantras e safados do Templo de Jerusalém. Mas, defender a ideia de que Jesus era um líder guerrilheiro que pretendia destruir Roma, já é viajar demais (apesar de eu, por gostar de combate, me simpatizar com essa ideia e visão sobre Jesus). Como já falei, o meu compromisso é com a Verdade e não com o que eu desejo. Eu adoraria que Jesus tivesse sido um Grande Libertador liderando os zelotes em uma guerra contra o Exército Romano, mas esse não é o Jesus da Bíblia (tampouco foi um grande pacifista que pregava a omissão e a apatia diante do mal). Jesus era agressivo com os fariseus sim, e foi até violento no Templo de Jerusalém, e até mesmo ordenou aos seus discípulos que comprassem espadas, mas sempre ensinou a submissão aos governantes e a pagar os impostos, ou seja, Ele nunca apoiou os zelotes em uma luta armada contra os romanos.

O JESUS DA BÍBLIA (O VERDADEIRO MESSIAS):

Durante séculos, a Igreja Cristã construiu uma imagem distorcida de Jesus, que se parece mais com um "Hippie" (paz e amor) do que com o Messias de Israel relatado na Bíblia. As Escrituras sempre mostraram que Jesus era agressivo e incisivo com os religiosos hipócritas de sua época (fariseus e saduceus); que foi violento e agrediu fisicamente os cambistas safados lá no Templo de Jerusalém, e que até ordenou aos seus discípulos que comprassem espadas. Realmente, Jesus nunca foi um líder guerrilheiro que liderava os zelotes numa guerra para derrubar o Império Romano do poder, mas isso não significa que Ele tenha sido um grande pacifista. Essa "historinha" (construção ideológica) de que Jesus era um grande pacifista que pregava a omissão e a apatia diante do mal não é verdadeira. Esse não é o Jesus da Bíblia. Cristo nunca pregou esse tipo de asneira, tampouco incentivou isso. Jesus sempre ensinou a obedecer aos governantes e a pagar os impostos. Os seus apóstolos, Pedro e Paulo, ensinaram que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus e que são ministros de Deus para punir os maus e louvar os bons (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17). Os seus discípulos (mais próximos) jamais pregariam ou ensinariam algo contrário do que o próprio Cristo pregava e ensinava. Assim, como Jesus nunca foi um líder zelote, tampouco foi um grande pacifista.

OS ERROS DA IGREJA PRIMITIVA:

Os cristãos de hoje costumam louvar os erros da Igreja Primitiva como se fossem acertos. Como, por exemplo, louvor pelo martírio (suicídio gospel), satanização do serviço militar e da sexualidade, discursos de ódio contra as mulheres e contra os judeus. O nosso parâmetro tem que ser o que a Bíblia ensina, e não o que os Pais da Igreja ensinaram ou deixaram de ensinar quando seus ensinamentos eram contrários ao que as Escrituras ensinam. A nossa regra de fé e prática tem que ser a Bíblia e não as "cagadas" que os cristãos primitivos fizeram. Temos que nos espelhar em seus bons exemplos e não maus exemplos.

O CRISTIANISMO PRIMITIVO E O SERVIÇO MILITAR:

Os "historiadores de internet" (geralmente, Testemunhas de Jeová e evangélicos que não terminaram nem o Ensino Fundamental) costumam propagar mentiras sobre o Cristianismo Primitivo (muitas vezes, eles usam verdades acrescentando alguns erros, que é pior do que a mentira, por ser verossímil). Existiram Pais da Igreja que defendiam o serviço militar e a Guerra Justa (como Clemente de Alexandria, Ireneu de Lyon e Eusébio de Cesaréia). Até o próprio Orígenes de Alexandria reconhecia que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus e também defendia o serviço militar (portanto, que o soldado não derramasse sangue). Antes do ano 170 existiam cristãos no Exército e na política sim, mas eram poucos em número, mas eles existiram. A Guerra Justa não foi invenção da cabeça de Agostinho de Hipona, porque outros Pais da Igreja já a defendiam antes dele. Existem até historiadores sérios que defendem que Jesus era um líder zelote (e não um Hippie) que pretendia derrubar o Império Romano do poder. Nas Escrituras está registrado (Romanos 13:1-7), (1 Pedro 2:13-17) e (Lucas 3:14) a opinião de Deus sobre o serviço militar e a política.

O CRISTIANISMO E O COMBATE:

“A definição final do amor, para os tais, não está na Bíblia toda, mas apenas no Novo Testamento, interpretado por eles mesmos. Se esquecem que o Novo está latente no Velho Testamento e o Velho está patente no Novo”. (Agostinho de Hipona)

Os Pais da Igreja, Clemente de Alexandria, Ambrósio de Milão, Jerônimo de Strídon, Agostinho de Hipona, Tomás de Aquino, Ireneu de Lyon e Eusébio de Cesaréia defendiam o serviço militar e a Guerra Justa. Tomás de Aquino e Clemente de Alexandria defendiam também a legítima defesa e até a Resistência ao Tirano. Agostinho de Hipona, Ambrósio de Milão e Jerônimo de Strídon defendiam até a pena de morte (pena capital). As Escrituras ensinam em (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17) que as autoridades governamentais são estabelecidas por Deus e que são ministros de Deus para castigar os malfeitores e louvar os cidadãos de bem. No Concílio de Arles, em 314, a Igreja Primitiva reconheceu oficialmente que o serviço militar é lícito e bíblico (Lucas 3:14). A moral do Novo Testamento é a mesma moral do Antigo Testamento. O Deus do Antigo Testamento é o mesmo Deus do Novo Testamento. A Bíblia nunca ensinou o Pacifismo, portanto, essa ideologia maldita é antibíblica e não é cristã. O Sexto Mandamento sempre se referiu ao assassinato criminoso e nunca a legítima defesa, a Guerra Justa e a pena capital (pena de morte). Isso está claro no contexto desse Mandamento na Lei de Moisés. Nós, cristãos, devemos usar as armas e os punhos somente em serviço da justiça e nunca por motivos pessoais. Nós, cristãos, apenas devemos combater com o objetivo de promover a justiça e jamais em benefício próprio. A Bíblia nunca ensinou que combater é moralmente errado. Esse ensinamento nunca esteve na Bíblia.

OS SANTOS DA CASA DE CÉSAR:

“Quero ainda, irmãos, cientificar-vos de que as cousas que me aconteceram têm antes contribuído para o progresso do Evangelho; de maneira que as minhas cadeias, em Cristo, se tornaram conhecidas de toda a Guarda Pretoriana e de todos os demais; e a maioria dos irmãos, estimulados no Senhor por minhas algemas, ousam falar com mais desassombro a Palavra de Deus”. (Filipenses 1:12-14)

Paulo se refere a esses guardas pretorianos que ele mesmo evangelizou como "santos e irmãos" e isso indica que os Santos da Casa de César (Filipenses 4:22) eram mesmo esses soldados da Guarda Pretoriana. Por meio de Paulo, o Cristianismo chegou até o Palácio do Imperador. Além dos guardas pretorianos, outros funcionários do governo romano também podem ter conhecido a Cristo, por causa das algemas de Paulo. A prisão do apóstolo teve um propósito, que era levar o Evangelho até a Guarda Pretoriana e a outros funcionários do Império. Deus pode tornar o mal em benção. Muitas vezes, uma situação aparentemente ruim pode ser usada por Deus para abençoar a vida de alguém ou até salvar a alma e a vida de uma pessoa ou mais. O Deus da Bíblia é um Deus de milagres; e até por meio de uma prisão, Ele pode manifestar a sua glória. Os Santos da Casa de César são um bom exemplo disso, de que até na cadeia, em uma prisão, Deus pode agir e realizar um milagre.

OS HISTORIADORES DE INTERNET (PROPAGADORES DA MENTIRA):

Infelizmente, a Internet deu voz para quem não deveria. É incrível como existem "especialistas e doutores em tudo" (pessoas que, muitas vezes, nem terminaram o Ensino Fundamental). Os "historiadores de Internet", com certeza, são os piores. Seja muito criterioso quando for pesquisar sobre a História da Igreja (principalmente, se for sobre o Cristianismo Primitivo). Existem muitos evangélicos e Testemunhas de Jeová que são tendenciosos e mal-intencionados que propagam mentiras na Internet sobre a História do Cristianismo. Além de mentir descaradamente, muitas vezes, eles usam "verdades" acrescentando alguns erros, que é pior do que a mentira, por ser verossímil. Acredite na Bíblia e em sites sérios de Teologia e sobre a História da Igreja. Infelizmente, existem "cristãos" que mentem e que são desonestos mesmo, como muitos evangélicos e as Testemunhas de Jeová.

OS PROFETAS DESBOCADOS:

Em Isaías 57 (e em outros capítulos do mesmo livro) o profeta chama os falsos profetas e apóstatas da fé de bastardos e de filhos de uma prostituta (de filhos da puta mesmo). Jesus chamava os fariseus de hipócritas, de raça de víboras, de falsos, de lobos devoradores, de cães e de porcos (ofensas graves no contexto do Judaísmo). Os apóstolos e os profetas sempre foram incisivos e agressivos em suas pregações. Isso porque o "deus" dos evangélicos é só "paz e amor".

A MAGIA BRANCA GOSPEL (O MOVIMENTO BATALHA ESPIRITUAL):

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do Diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes”. (Efésios 6:10-13)

O maior e mais diabólico movimento herético da Igreja Evangélica é o famoso e famigerado "Movimento Batalha Espiritual". Esse movimento prega que combate Satanás, mas na verdade fazem do jeito que o Diabo gosta. Pregam que para se combater Satanás é preciso usar mandingas, simpatias, macumba gospel, feitiçaria evangélica e heresias para se combater o Demônio, ou seja, não passa de uma "MAGIA BRANCA GOSPEL" adaptada para os evangélicos. As únicas armas espirituais para se combater o Diabo são a fé, a oração, o Nome de Jesus e a Palavra d'Ele. Mandingas, simpatias, feitiçaria e ocultismo não representam nenhuma ameaça para Satanás e seus anjos. O Diabo costuma usar, muitas vezes, "verdades" acrescentando alguns erros, que é pior do que a mentira, por ser verossímil. O Movimento Batalha Espiritual prega que combate Satanás, mas na verdade está a serviço dele, distorcendo as Escrituras e difamando o Nome de Deus.

ARREPENDAM-SE E SE CONVERTAM:

"Muitos dirão a mim naquele dia: Senhor, Senhor! Não temos nós profetizado em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios? E, em teu nome, não realizamos muitos milagres? Então, lhes declararei: Nunca os conheci. Afastai-vos da minha presença, vós que praticais o mal". (Mateus 7:22-23)

Interessante, esse trecho da Bíblia, porque essas pessoas que Jesus dirá que não conhece não são gays, prostitutas ou bandidos comuns, mas são "cristãos" que praticam o mal. Jesus sempre criticou severamente os religiosos hipócritas, porque os fariseus eram assim, e muitos "cristãos" hoje são assim também. Não adianta ir à Igreja só para "bater cartão"; ou ficar com encenação e teatrinho ridículo, porque vocês vão para o Inferno do mesmo jeito, se não se arrependerem dos seus pecados e se converterem de seus maus caminhos. Arrependam-se dos seus pecados e se convertam a Deus. Não adianta se você foi criado na Igreja ou tem 50 anos de Igreja, porque se você não nascer de novo, o seu destino depois da morte é o Inferno. Por isso, faça a diferença e seja a diferença. Seja um homem ou mulher de Deus. Nasça de novo, para viver a vida eterna ao lado de Deus.

CONTRA AS DOUTRINAS DOS FARISEUS:

“Hipócritas, bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim. Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens”. (Mateus 15:7-9)

Jesus não suportava a hipocrisia dos fariseus, por isso, os criticava tão severamente (com insultos, ofensas e xingamentos). O Messias sempre combatia as doutrinas pregadas pelos fariseus que eram religiosos hipócritas que davam mais valor as doutrinas que são preceitos dos homens do que aos Mandamentos de Deus. Muitas "igrejinhas" pentecostais e neopentecostais pregam doutrinas que são preceitos dos homens para oprimir e escravizar sob jugo pesado e diabólico os seus membros. Ensinamentos satânicos que são doutrinas de homens e até, muitas vezes, doutrinas de demônios, coisas que o próprio Cristo condenou e que a Bíblia nunca ensinou. Jesus sempre combateu o legalismo e o fundamentalismo religioso, por isso, que os fariseus do Sinédrio o odiavam tanto.

LEGALISMO E FUNDAMENTALISMO (HIPOCRISIA RELIGIOSA):

“Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem sobre os ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los”. (Mateus 23:4)

Os religiosos legalistas e fundamentalistas sempre querem colocar jugos e fardos pesados (falsa santidade) sobre os outros, mas eles mesmos, que são hipócritas, são incapazes de viverem o padrão de falsa santidade que eles mesmos pregam, mas que o próprio Deus nunca cobrou de ninguém. Como, por exemplo, o Pacifismo, a repressão sexual, abstinência de alimentos, proibição de datas comemorativas, doutrinas sobre vestimentas e aparência e outras bizarrices. O próprio Jesus sempre condenou esse fanatismo religioso, que os fariseus do seu tempo, e que muitos evangélicos de hoje costumam pregar, coisas, que a Bíblia nunca ensinou.

CONTRA O JARGÃO “NÃO JULGUEIS”:

“Não julgueis segundo a aparência, e, sim, pela reta justiça”. (João 7:24)

O jargão "Não julgueis" é o texto mais abusado da Bíblia para poder pregar a omissão e a apatia diante do mal. Esse chavão é usado, simplesmente, porque as pessoas não sabem interpretar um texto. Não é difícil de perceber que Jesus, no contexto desse versículo, Ele está se referindo ao julgamento hipócrita e sem moral, e não ao julgamento baseado segundo a reta justiça. O mais interessante nos evangélicos que usam e abusam desse jargão é que eles estufam o peito igual a um baiacu e arrotam dizendo "Não julgueis", mas, justamente, esses religiosos hipócritas são os que mais julgam os outros (muitas vezes, de maneira injusta e desonesta). Jesus nunca pregou a omissão diante das coisas erradas, tampouco pregou a apatia perante o mal.

O ÓDIO DOS CRENTES:

Têm crentes que me odeiam, porque eu defendo que cristão deve amar os "pecadores" e que os falsos profetas devem ser combatidos. Têm crentes que me odeiam, porque eu prego que o forte deve proteger o mais fraco e que os homens devem respeitar e honrar as mulheres. Têm crentes que acham um pecado hediondo eu falar "palavrão" (leiam o livro de Isaías, seus hipócritas) quando fico irritado com os absurdos que os crentes falam, mas pregar racismo (ódio contra negros e nordestinos), xenofobia (ódio contra chineses e árabes), machismo (ódio contra as mulheres), homofobia (ódio contra gays) aí pode usar o Nome de Deus para fazer isso que não tem problema. Eu sou rejeitado e desprezado, porque tento fazer, o que, vocês, evangélicos, não fazem, que é pregar o que a Bíblia realmente ensina.

PREPARANDO O CAMINHO PARA OS HERÓIS:

Mitsumasa Kido preparou os Cavaleiros de Bronze desde pequenos para poderem combater o mal. Secretamente, Mitsumasa Kido, pediu para um amigo seu, que era cientista, para que ele criasse também, os Cavaleiros de Aço. Tudo isso, Mitsumasa Kido, fez e não viveu para ver, porque ele morreu antes de ver os garotos se tornarem cavaleiros. Esse homem preparou o caminho para os jovens cavaleiros, verdadeiros heróis, combaterem o mal, mas faleceu antes de ver os seus frutos. A minha esperança é que, assim, como, Mitsumasa Kido, os meus frutos um dia venham, mesmo, que eu não esteja vivo para vê-los. Continuarei pregando o Evangelho e orando pelas pessoas, mesmo, que eu jamais veja os meus frutos. Continuarei escrevendo e intercedendo pelos outros, na esperança de que algum dia, eu possa fazer a diferença. Não sei se um dia conseguirei desconstruir as mentiras de Satanás que assombram a Igreja há tantos séculos. Não sei se algum dia alguém irá se converter por meio de minhas pregações e orações. Não sei se conseguirei libertar os oprimidos da opressão. Mas, quero acreditar, que nada disso será em vão. Quero ter fé de que algum dia a minha existência tenha valido à pena. Espero fazer a diferença de alguma forma, pois quero acreditar que o meu nascimento não foi em vão.

OS EVENTOS TRAUMÁTICOS (O TREINAMENTO DOS HERÓIS):

Geralmente, os heróis e os justiceiros sofreram algum trauma, ou seja, passaram por algum evento traumático que os levaram a combater o mal. Repare nos heróis das historinhas em quadrinhos e dos animes (é sempre a mesma história). Nós podemos escolher o que fazer com os nossos traumas. Não tem como mudar o nosso passado, mas o passado não precisa ser uma âncora em nossas vidas. Muitas vezes, os traumas e as dificuldades que passamos são para forjar o nosso caráter. Deus tem o poder para tornar o mal em benção. Temos vários personagens bíblicos e históricos que passaram por muitas dificuldades, mas tudo o que eles passaram foi para prepará-los para algo extraordinário. Todos os heróis passam por dificuldades para que seus princípios e ideais sejam testados. Muitas vezes, Deus nos coloca no deserto para provar e testar o nosso coração. Nas extremas dificuldades é que o nosso caráter é verdadeiramente testado. Geralmente, os heróis são órfãos, rejeitados, desprezados, oprimidos e humilhados, mas tudo isso o que eles passam, é uma preparação (um treinamento) para que nós sejamos preparados para cumprirmos o nosso propósito. Tudo tem um motivo. Tudo tem um propósito. Tudo tem um por que. Em um Universo governado por Deus, não existem coincidências. Se nascemos e existimos, há algum propósito para isso.

TODOS OS HOMENS TEM UM PROPÓSITO (A SOBERANIA DE DEUS):

“Deus fixou a hora da nossa entrada no descanso, e ela não pode ser adiada pela habilidade do médico, nem apressada pela malícia do inimigo”. (Charles Spurgeon)

Todos nós fomos criados para um propósito. Todos nós temos uma missão. Tudo tem um motivo. Tudo tem um propósito. Tudo tem um por que. Nada é por acaso. Todos os heróis passam por eventos traumáticos. Se nos tornamos heróis ou vilões, isso depende da Soberania de Deus e também de nossas escolhas (Deus é Soberano, mas nós somos responsáveis por nossas obras). Muitas vezes, Deus nos coloca no deserto, para provar e forjar o nosso caráter e conhecer o que está no nosso coração. As provações são necessárias. As cicatrizes são como medalhas para nos lembrarmos que conseguimos sobreviver aquilo que tentou nos matar. Seja forte e corajoso! Não desista! O seu nascimento tem um propósito. A sua existência não é em vão. Tudo tem um por que. Nós seremos imortais até cumprirmos com o nosso propósito, até completarmos a nossa obra. Cabe a você descobrir qual é o seu propósito. Cabe a você descobrir qual é a sua missão. Tudo tem a sua hora. Tudo tem o seu tempo. Nós devemos cumprir a nossa missão. Nós devemos cumprir com o nosso propósito. Assim, poderemos entrar no descanso eterno. Até lá, nós seremos imortais.

A ESPERANÇA (O COMBUSTÍVEL DA VIDA):

“Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.” (Lamentações 3:21) O que nos mantêm vivos? O que nos faz seguir adiante diante das dificuldades da vida? Por que sonhamos? Tudo tem um propósito. Tudo tem um por que. "Dificuldades preparam pessoas comuns para destinos extraordinários". (C.S Lewis). "Sempre que Deus quer fazer um homem grande, Ele o quebra em pedaços primeiro". (C. H. Spurgeon). A esperança é esperar aquilo que não podemos ver. Isso é ter esperança, isso é ter fé. Eu não sou um erro. Há um propósito para o meu nascimento. Há um propósito para a minha existência. Há alguma razão para eu ainda estar vivo. Os nossos sonhos (quando estão de acordo com a vontade de Deus e com os ensinamentos das Escrituras) e a esperança nos fazem continuar. Os nossos sonhos nos mantêm vivos. Esperar o que não podemos ver, e mesmo assim crendo que um dia alcançaremos, isso é ter fé, isso é a esperança. Deus traz à existência aquilo que não existe. Onde há morte, Deus traz a vida. Em um mundo governado por Deus, não existem coincidências. Tudo tem um propósito.

CRISTIANISMO EQUILIBRADO:

Em Adão, nós perdemos o equilíbrio entre o sobrenatural e o natural. Nossos desejos, afeições e vontades, estão desordenadas, sem um norte. E quando encontram um norte, ele se torna um ídolo.
Corremos o risco de transitar entre legalismo e antinomismo, racionalismo e emocionalismo, amor e vingança, demasiada leitura ou nenhuma leitura, somente oração ou nenhuma oração.
As pregações ou são somente sobre a ira de Deus, ou só sobre o amor de Deus. Ou Deus está com seu arco mirando no pecador, ou Deus o ama incondicionalmente. Os atributos de Deus são rasgados por cada grupo, e cada um prega o que lhe convém.
Mas Deus é amor, isso diz o Apóstolo João. Mas também Deus é justiça, isso diz o Salmista. Mas Deus é bom, isso diz Naum. Mas Deus também se ira, isso diz Juízes. Deus é bondoso, isso diz Paulo. Mas Deus também se vinga, isso também diz Paulo. Mas Deus cuida do seu povo, isso diz o Salmista. Mas Deus também corrige o seu povo, isso diz o escritor aos Hebreus. Todos os atributos de Deus fazem parte da Sua essência e caráter.
O que os cristãos do século I, principalmente os Apóstolos aprenderam, é que doutrina e oração, leitura e jejum, hermenêutica e quebrantamento, apologética é evangelismo, fazem parte da mesma vida em Cristo. Pedro e Paulo, o indouto que ganhou milhares de almas na sua pregação em Pentecostes. Paulo, o doutor que era capaz de pregar aos pagãos e debater com atenienses. Mas Paulo era um homem de oração, que tinha dons. Quando foi que rasgaram a vida cristã? O homem que viu o terceiro céu, fez milagres, o lenço de Paulo curava e libertava. Mas quando estava preso, Paulo pediu a Timóteo seus livros, sua capa.
Por que nos tornamos ou uma coisa ou outra? Precisamos colocar nossa mente para queimar, e nosso coração para aprender. Precisamos deixar nosso coração queimar, e nossa mente aprender. Ortodoxia com o óleo do Espírito Santo, a piedade com conhecimento. Por que, repito, por que separamos uma coisa da outra? Se você só lê livros de teologia, história da igreja, exegese, e não ora, está totalmente errado. Falta graça nesse conhecimento, falta comunhão com seu Deus, falta presença do Espírito Santo. Se você só ora, acha que a vida cristã não precisa de mais nada, falta profundidade na sua palavra, falta manejo da sua espada, falta conhecimento da sua fé.
Precisamos pedir perdão a Deus por nossos extremos e desequilíbrios. Provérbios diz que o ferro com ferro se aguça. Os cristãos desses opostos devem aguçar e afiar o seu irmão do lado oposto. E para isso acontecer, é preciso ter humildade. Quem tem a ganhar com isso é somente Deus, com Seu Reino avançando. O orgulho e arrogância é a pavimentação do diabo para a destruição. Mas o passarinho voa com suas asas para o céu: Bíblia e oração.
— Fortunato Barbosa

OS AGENTES DO ESTADO (MINISTROS DE DEUS):

“Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá. Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade de uma punição, mas também por questão de consciência. É por isso também que vocês pagam imposto, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho. Dêem a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”. (Romanos 13:1-7)

No Novo Testamento (Nova Aliança), na Bíblia, o apóstolo Paulo ensinou, claramente, que as autoridades governamentais (Estado - Governo) são estabelecidas por Deus e não apenas permitidas por Ele. Segundo, Paulo, foi Deus quem estabeleceu as autoridades e não Satanás. Segundo, as Escrituras, os agentes do Estado (magistrados, governantes e soldados) são ministros de Deus e não do Diabo. A Bíblia nunca pregou contra o serviço militar, tampouco ensinou o Pacifismo. O dever das autoridades legalmente constituídas é punir os maus e louvar os bons. Deus, o Altíssimo, estabeleceu os soldados e policiais para combater o mal e promover a justiça. Assim, como o Estado deve reprimir o mal e louvar o bem em sua jurisdição, as Forças Armadas tem o dever de proteger a sua nação de invasores maus também que tentem cruzar as suas fronteiras e conquistar o seu país. Deus é amor, mas também é justiça. Deus instituiu as autoridades governamentais para manter a lei e a ordem no mundo, punindo os maus e louvando os bons. A palavra grega usada para espada é “Machaira” que é um símbolo da pena capital (pena de morte), pois essa espada era usada para executar criminosos perigosos, autores de crimes hediondos e bárbaros, e para se combater os inimigos nas guerras.

“Por causa do Senhor, sujeitem-se a toda autoridade constituída entre os homens; seja ao rei, como autoridade suprema, seja aos governantes, como por ele enviados para punir os que praticam o mal e honrar os que praticam o bem. Pois é da vontade de Deus que, praticando o bem, vocês silenciem a ignorância dos insensatos. Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus. Tratem a todos com o devido respeito: amem os irmãos, temam a Deus e honrem o rei”. (1 Pedro 2:13-17)

No Novo Testamento, na Bíblia, nunca foi ensinado que os bandidos e malfeitores devem fazer o que quiserem e ninguém pode se opor a eles, porque Deus é “amor”. Tanto Paulo quanto Pedro (apóstolos) sempre ensinaram que os cristãos devem obedecer as autoridades legalmente constituídas e que o dever dos agentes do Estado (soldados, governantes e magistrados) é castigar os malfeitores e louvar os cidadãos de bem. Os apóstolos, Pedro e Paulo, legitimam o uso da força por parte do Estado para se reprimir o mal e louvar o bem. Paulo e Pedro nunca foram pacifistas, mas, sim, sempre foram a favor da lei e da ordem. Para esses apóstolos, os soldados são instituídos por Deus para usar a violência mesmo para se combater o mal.

“Então, alguns soldados lhe perguntaram: E nós, o que devemos fazer? Ele respondeu: Não pratiquem extorsão, nem acusem ninguém falsamente, e contentem-se com o seu salário”. (Lucas 3:14)

João Batista, primo de Jesus e o precursor do Messias, não era pacifista; pois quando ele batizou alguns soldados, não os condenou por serem combatentes, pelo contrário, lhes ensinou que eles deveriam ser soldados honestos e justos. Tanto Paulo quanto Pedro, e também, João Batista, nunca ensinaram o Pacifismo, mas sempre defenderam a lei e a ordem. No Novo Testamento nunca foi ensinado que o serviço militar é coisa do Diabo, pelo contrário, o próprio João Batista batizou soldados e se recusou a batizar os fariseus (os religiosos legalistas e fundamentalistas da época). 

REFUTANDO O PACIFISMO (HERESIA DIABÓLICA):

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do Diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes”. (Efésios 6:10-13)

A luta da Igreja é a Guerra Espiritual (Efésios 6) e a luta do Estado é a Guerra Física (Romanos 13). O Estado não pode ter uma igreja; e a Igreja não pode ter uma milícia. Paulo não era pacifista, pois ele é o autor de ambas as Cartas. Paulo defendia tanto o combate físico quanto o combate espiritual. O autor de Efésios 6 é também o autor de Romanos 13. Seria muito incoerente Paulo pregar o Pacifismo em Efésios 6 e depois pregar a Guerra Justa e a punição de criminosos em Romanos 13. Existem duas guerras que os cristãos devem lutar, a Guerra Física e a Guerra Espiritual. O Estado, que tem o poder da espada (Machaira), só deve se engajar na luta física. A Igreja (instituição religiosa) só deve se engajar na luta espiritual. Satanás, o Diabo, também atua usando os bandidos e os terroristas para fazer o mal. Paulo nunca pregou o Pacifismo, ou seja, a omissão diante do mal, mas apenas ensinou que a luta da Igreja é a Batalha Espiritual (Efésios 6), mas isso não invalida a luta do Estado, a Batalha Física (Romanos 13). Tanto os guerreiros da Igreja quanto os guerreiros do Estado são ministros de Deus.

“Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas;”. (2 Coríntios 10:3-4)

Esse trecho da Bíblia é muito deturpado pelos “cristãos” pacifistas, pois o verdadeiro contexto não se refere às armas bélicas (serviço militar), mas, sim, a capacidade humana e as vãs filosofias (conhecimento humano). Os cristãos, servos de Deus, para poderem combater os Anjos do Inferno e as heresias dos falsos profetas precisam das armas espirituais dadas por Deus, pois eles são incapazes de vencer Satanás e os seus demônios sozinhos. Para se combater os falsos ensinos e as heresias, os cristãos, precisam da sabedoria vinda de Deus e do poder de sua Palavra (a Bíblia). Em nenhum momento, Paulo, está pregando a omissão diante do mal. O Estado tem o poder da espada (Machaira) para reprimir os bandidos, terroristas e malfeitores. Assim, como a Igreja não pode ter uma milícia, o Estado não pode ter uma igreja. Cada ministro de Deus deve exercer a sua função, seja como guerreiro físico ou como guerreiro espiritual.

“Ouvistes que foi dito: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;”. (Mateus 5:38-39)

Sobre se te baterem na "face direita" ter que oferecer a outra, isso é simbólico. Tanto arrancar o "olho direito" quanto cortar a "mão direita" também é simbólico. É óbvio que tudo isso é uma simbologia (Alegorismo). Jesus não está mandando ninguém ser saco de pancadas, mas apenas ensinou que a vingança é errada, mas em nenhum momento Ele condenou a legítima defesa ou a defesa pessoal. Para se bater na “face direita” é preciso bater com as “costas da mão”, se o agressor for destro (que é o mais usual). Esse tipo de agressão é conhecido como “tapa cortês”, ou seja, está se referindo a humilhação moral e não a agressão física. Esse trecho da Bíblia é muito deturpado e distorcido pelos pacifistas para se pregar à apatia e a omissão diante do mal. A obrigação dos fortes é defender os fracos e proteger os indefesos. Não é pecado se defender de agressões injustas e nem proteger as pessoas que você ama.

“Então, Jesus lhe disse: Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada, à espada perecerão”. (Mateus 26:52)

Quando Pedro cortou a "orelha direita" de Malco, Jesus não mandou Pedro jogar a espada fora, mas apenas para guardar a espada (Machaira). O próprio Jesus Cristo ordenou a Pedro comprar aquela espada (Lucas 22:35-38). Se alguém viver atacando os outros acabará sendo atacado. Viver pela espada é viver praticando a violência por ser violento, e não se defender de agressões injustas. O apóstolo tentou impedir que a profecia sobre Jesus se cumprisse, por isso, houve essa repreensão de Cristo sobre o mau uso da espada (Jesus nunca condenou a defesa legítima e a correta justiça). A profecia não era para que Pedro salva-se Jesus; não era essa a profecia. O apóstolo Paulo ensinou que Deus estabeleceu o governo e de que o Estado tem o poder da espada (Machaira) para punir os malfeitores (algo concedido e autorizado por Deus).

“E saberá toda esta congregação que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; porque do Senhor é a guerra, e ele vos entregará na nossa mão”. (Samuel 17:47)

Quando Davi afirmou que do Senhor é a guerra, ou seja, de que a batalha pertence ao Senhor, ele quis dizer que nós, guerreiros de Deus, seguidores de Cristo, devemos confiar no Deus de Israel e não em nossa própria força ou em armas bélicas. Entretanto, em nenhum momento, Davi hesitou lutar contra Golias por causa disso, porque ele confiava no Senhor dos Exércitos. Na Bíblia é ensinado que nós, cristãos, devemos depositar a nossa confiança em Deus e não em nós mesmos, mas podemos combater em prol da justiça quando for necessário, portanto, que confiemos em Deus e não em nossa própria força.

DEUS NUNCA CONDENOU JURAMENTOS MILITARES (O QUE A BÍBLIA ENSINA DE FATO SOBRE ISSO):

Sobre os juramentos (como, por exemplo, o Juramento à Bandeira), Jesus Cristo não condenou totalmente os juramentos. O que Jesus condenou foi o juramento de homens e mulheres que não têm palavra (pessoas mentirosas e falsas), que precisam se garantir em juramentos para que os outros acreditem que eles estão dizendo a verdade. Esse é o verdadeiro contexto. Não há problema algum em fazer juramentos honrados em nome da paz, da justiça e do amor. Além dos militares, os médicos também fazem juramento. O casamento também é um juramento de lealdade ao seu cônjuge (ser fiel até que a morte os separe).

O VERDADEIRO CONTEXTO DO SEXTO MANDAMENTO “NÃO MATARÁS” (NÃO ASSASSINARÁS):

O Mandamento “Não Matarás” em sua tradução correta é “Não Assassinarás”. Isso não implica em matar para se defender (legítima defesa e Guerra Justa). O próprio contexto desse Mandamento na Lei de Moisés deixa bem claro isso (falta de interpretação de texto por parte dos ignorantes). O Sexto Mandamento sempre se referiu ao assassinato criminoso (homicídio doloso) e não a matar quando realmente há necessidade para se defender ou para proteger alguém. O verbo hebraico “ratsach” usado nesse Mandamento no Antigo Testamento, e o verbo grego “foneuo” usado nesse Mandamento no Novo Testamento, sempre são usados para se referir ao assassinato criminoso, e nunca a legítima defesa e a pena capital (Machaira). Tanto o verbo hebraico “ratsach” quanto o verbo grego “foneuo” se referem ao homicídio ilícito. Portanto, matar para se defender ou para proteger alguém não é pecado. O Sexto Mandamento “Lo Tirsah” em hebraico e “Ou Foneuseis” em grego se refere ao assassinato e não a matar por uma causa justa. A violência deve ser usada enquanto uma contingência (para defesa própria ou para proteger os outros) e não como objetivo. Seria uma grande incoerência Deus mandar os hebreus matarem nas guerras sendo que Ele mesmo disse “Não Matarás” (Não Assassinarás), se no Sexto Mandamento Deus não se referisse somente ao homicídio criminoso (Deus não é bipolar). O guerreiro que não respeita a lâmina de sua espada (lâmina cortante, arma de fogo ou Bíblia) não é digno de sua espada. As armas do cristão só devem ser disparadas em nome da justiça. Não justiça para si mesmo, mas justiça para aqueles a quem o cristão jurou proteger. O cristão não deve usar a sua arma (Machaira) por motivos ou razões pessoais, mas apenas para promover a justiça e a paz. Matar sem nenhum fundamento moral não é nada além de assassinato. Matar por uma causa justa é apenas justiça. Portanto, o cristão só deve usar os seus punhos e suas armas em prol da justiça (para defesa própria e proteção dos outros).

A VERDADE SOBRE O ENSINAMENTO “OLHO POR OLHO E DENTE POR DENTE” (O QUE A BÍBLIA REALMENTE ENSINA):

As pessoas tem uma “visão” distorcida sobre o ensinamento “olho por olho e dente por dente”. Em primeiro lugar, esse ensinamento nunca foi sobre ódio e vingança. O verdadeiro ensinamento sobre “olho por olho e dente por dente” nunca foi um incentivo a vingança, ao ódio ou a retaliação, mas, pelo contrário, era justamente para que os criminosos (bandidos e malfeitores) fossem punidos de uma forma justa, e não de uma maneira exagerada. Em segundo lugar, o próprio Moisés ensinou que devemos amar os nossos inimigos e que a vingança pertence a Deus. Há diferença entre vingança e justiça. Em terceiro lugar, os criminosos, bandidos, corruptos e malfeitores devem mesmo ser punidos severamente, mas dentro da legalidade (dentro da lei). A vingança pertence a Deus e a justiça deve ser aplicada somente pelas autoridades legalmente constituídas (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17). A moral do Novo Testamento é a mesma moral do Antigo Testamento (Yahweh, o Eterno, ainda é o mesmo Deus).

JESUS E O PORTE DE ARMA (AS DUAS ESPADAS):

“E disse-lhes: Quando vos mandei sem bolsa, alforje, ou alparcas, faltou-vos porventura alguma coisa? Eles responderam: Nada.
Disse-lhes, pois: Mas agora, aquele que tiver bolsa, tome-a, como também o alforje; e, o que não tem espada, venda a sua capa e compre-a; Porquanto vos digo que importa que em mim se cumpra aquilo que está escrito: E com os malfeitores foi contado. Porque o que está escrito de mim terá cumprimento.
E eles disseram: Senhor, eis aqui duas espadas. E ele lhes disse: Basta”. (Lucas 22:35-38)

Seria muito incoerente a Bíblia ensinar em (Romanos 13:1-7) e (1 Pedro 2:13-17) que as autoridades legalmente constituídas tem o dever e a obrigação de castigar os malfeitores (bandidos e corruptos), se o próprio Jesus fosse um “grande pacifista”. Muitos alegam que Jesus usou uma figura de linguagem e que os discípulos não entenderam que quando Cristo mandou comprar espadas, Ele se referia a Palavra de Deus. A palavra grega “Rikkannon” usada na Bíblia original para “basta” significa bastante ou suficiente, ou seja, quando Jesus disse “basta”, eles quis dizer que duas espadas eram o suficiente. A palavra grega “Rikkannon” é sempre usada para se referir a uma quantia suficiente ou bastante. Esse trecho da Bíblia deixa bem claro que Cristo realmente ordenou aos seus discípulos para que eles comprassem armas (espadas). Quando Pedro cortou a orelha direita de Malco, Jesus repreendeu o mau uso da espada, e não o seu porte em si. Cristo mandou Pedro guardar a espada, e não jogá-la fora. A espada mencionada em Romanos 13 é escrita em grego “Machaira”, que era uma espada usada para executar criminosos perigosos e para se combater nas guerras. O Pacifismo é antibíblico, pois a Bíblia nunca ensinou tal ideologia.

ORAÇÃO E INTERCESSÃO PELAS AUTORIDADES GOVERNAMENTAIS:

“Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade”. (1 Timóteo 2:1-4)

O apóstolo Paulo ensinou, claramente, que todos os cristãos têm o dever cívico de intercederem em favor das autoridades governamentais, ou seja, os cristãos devem orar pelos seus governantes. Tanto Pedro quanto Paulo, não endiabravam as autoridades legalmente constituídas, pelo contrário, eles reconheciam a sua legitimidade. Essa “historinha” de que os cristãos primitivos demonizavam o Estado é mentira do Diabo, porque Jesus Cristo, os apóstolos, e os Pais Apostólicos, não demonizavam as autoridades governamentais. Hoje, não existem mais práticas idolátricas no Estado (Cristianismo Primitivo), portanto, nada impede os cristãos de se relacionarem com o governo, ocupando cargos públicos ou militares.

CONCLUSÃO:

“Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.”

Nós, cristãos, somente devemos usar os nossos punhos e nossas armas em serviço da justiça e nunca por motivos pessoais. Nós, cristãos, apenas devemos combater com o objetivo de promover a justiça e jamais em benefício próprio. Por isso, somos investidos de autoridade e poder. Seja como guerreiros físicos ou como guerreiros espirituais. Seja como agentes do Estado ou como guerreiros de oração. A luta de Efésios 6 é a luta da Igreja; e a luta de Romanos 13 é a luta do Estado. Sejamos ministros de Deus. Nós devemos combater as forças satânicas deste mundo, assim, como os malfeitores também quando for necessário. Lutemos em nome da honra e do amor. Sejamos íntegros e honrados. Sejamos heróis.

AUTOR: Filipe Levi Viasoni da Silva, historiador e professor de História.